História Pra Sempre - 2 temporada (Interativa) - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Bia, Castiel, Dimitry, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya, Violette
Tags Bruxa, Caçador, Ghouls, Íncubo, Lobisomem, Loup Garou, Metamorfo, Pra Sempre, Strega, Súcubo, Vampiros
Visualizações 17
Palavras 2.572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Harem, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*Imagem de personagem: Sophia criada por melzinhaluar

Capítulo 25 - Luzes


Fanfic / Fanfiction Pra Sempre - 2 temporada (Interativa) - Capítulo 25 - Luzes

|Grécia Antiga:

 


Sophia Georges comemorava mais uma vitória junto a seu amado, Alec Almeida, o mais novo de três irmãos vampiros, um príncipe.
Tal como as deusas celtas, Morrigan, Badb e Macha, Sophia influenciava guerreiros e líderes, seduzindo-os e sussurrando em seus ouvidos como deveriam agir. Dessa forma, ela os manipulava com fantoches rumo à vitória, conforme lhe fosse conveniente.
    Sophia e Alec planejavam se casar e governar juntos, stregas e vampiros, mas Ivan (o mais velhos dos três irmãos) não conseguiu aceitar isso e contratou caçadores para assassinar seu irmão. Não satisfeito com isso, decidiu que se casaria com Sophia.
    Uma strega da escuridão, Nubia Mahlab el-Sisi descobriu os planos de Ivan e contou ao rei dos vampiros. O rei não perdoou Ivan por ter matado o irmão (seu filho favorito) e mandou que o executassem.
    Sophia ficou arrasada, primeiro, por perder Alec a quem ela amava com todo o seu coração, e depois pela traição de Ivan, a quem ela considerava um amigo leal. Dessa forma, Sophia decidiu que não se apaixonaria outra vez, certa de que não aguentaria aquela dor novamente.

 


|Carmesim (Reino Dourado): Atualmente


— O que estamos esperando para matá-lo? — Perguntou um dos metamorfos, impaciente.

As pernas de Nathaniel foram amarradas por cordas grossas e o mesmo foi pendurado de cabeça para baixo em uma árvore.

— Vamos queimá-lo vivo! Tragam madeira de pilriteiro! — Disse uma ruiva sardenta.

Os metamorfos gritaram, animados e boa parte deles saiu em busca da madeira.
Fizeram uma fogueira grande e acenderam-na. Nathaniel despertou com o calor, e percebeu que estava preso. Havia uma estaca com sangue de morto cravada em suas costas e ele não conseguia tirá-la porque suas mãos estavam amarradas e ele se sentia fraco.

— Queime! Parasita! Desgraçado!
— Odiamos a sua espécie!
— É. Morte a todos os vampiros!

Enquanto os metamorfos gritavam e Nathaniel sentia as chamas quase o alcançarem, pensou ter visto uma luz dourada atrás da multidão. Apertou os olhos, mas sua visão estava embaçada. Tudo girava e o calor se tornava insuportável. De repente algo estranho aconteceu. A olho nu pareceu apenas uma explosão. Uma luz ofuscante que forçou Nathaniel a fechar os olhos. Quando os abriu novamente, todos os metamorfos estavam mortos com as gargantas rasgadas. Em meio a trilha de corpos, um anjo ou talvez um demônio… Ele não sabia ainda.
Alta e loira, com grandes olhos azuis, rosto fino, e com uma postura que esbanjava elegância. Ela caminhou até ele e atravessou a fogueira, misturando-se da cintura para baixo com fogo sem se queimar. Encarou-o em silêncio por um tempo e segurou seu rosto com as mãos. Sorriu e o beijou nos lábios.

 

† † †

 

Na hora do jantar Alexy foi apresentado aos outros, mas estava tão nervoso que acabou passando vergonha.

— Sou Violette, strega da luz violeta. — Ela sorriu, timidamente, achando Alexy muito bonito.
— Sou Lysandre Almeida. — O Albino disse seu sobrenome com desgosto.
— Castiel Roveri, caçador de monstros. Não pergunte como vim parar aqui. — O ruivo cruzou os braços com seu mau humor de sempre.
— Inês Brevonatto, vampira. — Ela disse sorrindo e exibindo seus dentes pontiagudos. — Seja bem-vindo a família, irmão.

Alexy sentiu um arrepio e jurou que vigiaria seu pescoço enquanto Inês estivesse por perto.

— Armin Brevonatto, mas você já deve saber quem eu sou. Aposto que mamãe falou “maravilhas” a meu respeito. — Disse o íncubo, sério.
— Sou Kim, caçadora. — A negra de belos olhos verdes disse séria demais.
— Ambre Fields. Caçadora em treinamento. — A loira exibiu seu melhor sorriso de psicopata.

“Também vou ficar longe dessa”, pensou Alexy sorrindo amarelo enquanto cumprimentava a todos.

— Rosalya Reichs, vampira e ex strega da luz prateada (a luz prateada complementava a branca e a negra, estava mais para o meio termo, mas não era menos poderosa). — Ela sorriu com malícia enquanto comia Alexy com os olhos.

Restaram apenas Éponine e Caroline. Alexy sabia que uma das duas era sua irmã e tentou adivinhar. Encarou as duas e não teve dúvidas, agarrando Éponine.

— E você, com certeza, é minha irmãzinha. Tão fofinha! Dá vontade de apertar. — Alexy berrou deixando Éponine vermelha e sem saber o que dizer.
— Oh, não. Eu sou Caroline, sua irmã. — A garota de cabelos longos e castanhos, e olhos azuis, e um ar meio sombrio meio angelical, disse, rindo.
— Ah, meu deus! — Alexy recuou ligeiro rindo sem graça. — Desculpe, senhorita?
— Beatrice Katchadourian do Clã Thernadier. — Ela citou seu clã, mas preferiu não dizer que se chamava Éponine, temendo que o rapaz a associasse a princesa dos vampiros que um dia se casara com o rei dos Loup Garous, ela estava tentando esquecer o seu passado, mas era difícil. Não que sua verdadeira identidade fosse segredo para alguns ali, mas ela preferia ser apenas Beatrice, pelo menos por enquanto.
— Me desculpe? É que me empolguei um pouco. Soube que minha irmãzinha é uma strega e não aguentei. — Alexy se voltou a Caroline e a abraçou. — É um prazer te conhecer, LINDA!
— O prazer é meu. — Caroline riu.

— O Dimitry não se juntara a nós? — Inês perguntou a sua mãe.

Christina olhou bem para Armin antes de se voltar a Inês e responder-lhe:

— Ele prefere fazer companhia a Eleanor.

Armin revirou os olhos antes de se sentar.

 

† † †

 


Eleanor On:

 


Por que não consigo voltar para meu corpo? E por que ninguém me vê? Se morrer for isso, não quero estar morta.
Percebo que Dimitry está chateado comigo e sei porquê. Consigo ouvir seus pensamentos.

— Me perdoe? Dimi. Nunca deveria ter me entregado ao Dake.

Eu merecia aquilo por tê-lo traído.
Poderia voltar quando quisesse, bastaria seduzir uma das mulheres na casa e drenar energia o bastante para despertar, mas não podia mais trair Dimitry. Ele estava certo, quanto mais eu alimentava o meu lado demoníaco, menos controle tinha sobre mim mesma. Então, eu ficaria daquele jeito mesmo. Com um pouco de sorte, morreria e deixaria de ser um problema a todos. Leigh também morreria.


— Não vou deixá-la morrer. Prometo. Porque se você for, minha existência deixará de ter sentido. Eu existo apenas por você, para amá-la. — Dimitry disse com os olhos marejados e beijou minha mão.

Eu não tenho dúvidas de que é ele o amor da minha vida. Não suporto vê-lo assim. Meu deus! O que faço? Não posso voltar. Não quero. Mas também não posso deixá-lo.

Nesse instante vejo Éponine e Rosalya entrarem no quarto. Elas parecem nervosas, bem, Rosalya, pelo menos. É incrível como Éponine quase nunca perde o controle, está sempre serena, na maior parte do tempo, pelo menos.

 

Eleanor Off.

 


— A hora é agora. Todos estão distraídos bebendo e discutindo táticas para derrotar o Leigh. — Falou Rosalya.
— Aqui estão o livro e o amuleto. — Éponine disse entregando-os a Rosalya.
— Onde conseguiu isso? — Rosalya perguntou encarando o medalhão que tinha uma serpente mordendo a própria cauda no centro.
— Peguei de uma bruxa que foi morta por caçadores. — Éponine não gostou muito da forma como Dimitry a encarava e deu de ombros sem se alterar. — O quê? Ela estava morta mesmo… Não ia precisar mais. Não é?
— Certo. — Rosalya colocou o medalhão. Como estava sem seus poderes de strega, teria de canalizar a magia de outra bruxa através de um objeto de poder, no caso, o medalhão. Folheou o grimório rapidamente até encontrar o feitiço que buscava.

Rosalya apanhou um punhal e fez um corte na palma de sua mão depois fez o mesmo com Éponine e as duas apertaram as mãos, dizendo:

— Pelo sangue, unidas estamos. Através das dimensões, viajamos. Abra porta e portal, assim, chegamos ao destino final.


Rosalya cortou a mão de Dimitry também e antes que seu corte cicatrizasse, ambos disseram as mesmas palavras. Foi a vez de Eleanor. Eles se reuniram em torno da cama. Éponine segurou a mão de Eleanor e de Dimitry, que por sua vez, segurou a de Rosalya, e Rosalya, assim que cortou a mão de Eleanor, a apertou e todos repetiram as palavras:

— Pelo sangue, unidos estamos. Através das dimensões, viajamos. Abra porta e portal, assim, chegamos ao destino final.


Uma névoa negra encobriu todo o quarto e quando se dissipou aos poucos, todos haviam sumido.

 


† † †

 

— Onde estou? — Foi a primeira coisa que Nathaniel perguntou ao despertar e dar de cara com oito mulheres com cabelos coloridos. “Stregas”.
— Hmmm…. Ele acordou. — Disse a mulher de cabelos cor-de-rosa e sorriu. Maliciosa. — Qual é o seu nome coisa linda?
— Freya! — Disse a mulher de cabelos azuis. — Dá um tempo para ele respirar.
— Nossa! Emily! Só estou tentando deixá-lo mais confortável. Sou especialista nisso. — Freya voltou a sorrir com malícia.
— Não acho que ele seja confiável! É um vampiro e vampiros são tão abomináveis quanto humanos. — Disse uma mulher com cabelos vermelhos.
— Não seja tão preconceituosa, Celine. — Uma mulher de cabelos roxos e olhar sereno repreendeu a ruiva.
— Eu concordo com ela. — Disse uma albina.
— Obrigada Katherine. — Disse a de cabelos roxos.

Celine bufou com raiva.

— Não, Majore. — Disse Katherine. — Concordo com a Celine. Vampiros não são confiáveis.
— Ele preferiu morrer a perder a vida. — Falou a única morena do grupo.

Todas se voltaram a ela e a strega de cabelos verdes arqueou uma sobrancelha confusa.
A morena permaneceu séria como se o que tivesse dito tivesse feito algum sentido – para ela fizera – e as outras que já estavam acostumadas com as frases dela, a ignoraram.

— Diga “mãe falsa”, podemos confiar em um vampiro? — Disse a strega sombria se voltando a strega dourada.
— Ainda não sei. Preciso interrogá-lo a sós. — Disse a loira.
— Ouviram? — Disse a strega sombria. — É hora de iluminarmos outros recintos.

— Preciso de um tradutor para entender o que a Jenny diz. — Resmungou Celine.
— Acho que eu também, viu? — Emily riu.


Nathaniel ficou a sós com a strega dourada, sua salvadora.

— Quem é você? — Ele perguntou.
— Eu faço as perguntas aqui. — Disse ela polidamente. — Mas satisfarei sua curiosidade. Sou Sophia Georges. Líder das stregas. E você?
— Pensei que as stregas estivessem mortas. — Nathaniel se arrependeu por ter dito aquilo porque achou que poderia soar um pouco grosseiro. Aquela mulher o salvara. Ele devia se mostrar mais agradecido. — Perdoe-me? Não quis dizer isso. É só que…
— Qual o seu nome? — Sophia não conseguia deixar de encará-lo. Aquilo era tão surreal. Ele era idêntico a Alec.
— Nathaniel Montgomery.

Ela pareceu desapontada com a resposta ou Nathaniel só imaginara aquilo?

— Estava com Leigh Almeida, não estava? Qual a sua ligação com ele? Não minta! Sei quando mentem pra mim! — Ela disse.
— Sim, estava, mas ele me traiu. O desgraçado me traiu! — Falou Nathaniel e quando quis se sentar, percebeu que ainda estava ferido e estranhou que as stregas ainda não o tivessem curado. Ah, claro. Primeiro, elas precisavam saber se podiam ou não confiar nele para só depois decidir se o matavam ou não.
— Novidade! Ele é um Almeida. Todos os Almeidas são assim. Deveria ter ficado do lado de sua rainha e não de seu rei. — Falou Sophia.
— Acho que é um pouco tarde para isso. Ninguém mais confiará em mim. — Nathaniel lamentou e virou o rosto.
— Não se dessa vez escolher o lado certo. — Falou Sophia.

Nathaniel a encarou, absorto.

 

† † †

 

Os quatro apareceram em frente a um castelo que ficava em colinas verdejantes. Dimitry segurava Eleanor que permanecia inconsciente.

— Uau! — Disse Rosalya deslumbrada.
— Não esperem por uma recepção calorosa. — Avisou Éponine antes de assobiar.

Um bando de vampiros desceu as colinas rapidamente e se aproximou deles, os cercando.

— Boa noite, docinhos? — Falou Rosalya sorrindo.
— Quem são vocês? — Perguntou o comandante da tropa. Um homem moreno claro com olhos azuis, belo e com um brilho malicioso no olhar.
— Éponine Thernadier. — Ela disse e nunca temeu tanto o seu próprio nome. Sabia que graças a ela, os vampiros e os lobos estavam em guerra desde então. Todos os vampiros deviam odiá-la, inclusive seus pais. Agora, ela estava ali como uma ovelha pronta para o sacrifício.
— Ah, tá certo. PRINCESA. — O comandante riu com escárnio e ordenou aos seus guardas que levassem todos para o calabouço.

Rosalya e Dimitry bem que revidaram, mas não tiveram muita chance contra um exército e, como Éponine os alertara durante a travessia, a maioria dos vampiros do clã Thernadier eram mais velhos que Dimitry ou Leigh.
Não levaram Eleanor para o calabouço e isso deixou Dimitry preocupado.

— Não se preocupe, Dimitry. — Falou Éponine. — Eles jamais fariam mal a um vampiro ferido. Conheço o meu clã. Podem machucar a gente, mas não Eleanor.
— Consolador. — Falou Rosalya.
— Espero que esteja certa, que não tenhamos nos arriscado em vão vindo até aqui. — Disse Dimitry.

Todos os objetos pessoais deles, incluindo o medalhão e o grimório haviam sido confiscados. Agora, os três estavam em uma sala fétida e fria. Um rato passou próximo aos pés de Rosalya e a albina gritou, apavorada.

— Me tirem daqui! Tem ratos aqui! Socorro? Pelo amor de Diana! — Falou Rosalya agarrando as grades com força.
— Por Lilith! É só um ratinho. Aposto que ele tem mais medo de você que você dele. — Falou Éponine.
— Será que sua família nos ajudará? — Dimitry disse a Éponine.

Éponine suspirou.

— Eles tem de ajudar. Eleanor é a última esperança deles.

Éponine sentiu remorso de repente. Talvez se não tivesse deixado Luan, se tivesse se esforçado para amá-lo, agora os dois estariam unidos, governando lobos e vampiros e poderiam enfrentar Leigh. Não era hora para as raças brigarem entre si, mas graças a ela, era o que acontecia.

— Você não tinha como previr isso. — Rosalya tocou o ombro dela. — Entendo você. Os únicos culpados são seus pais que te obrigaram a se casar com um lobo.
— Como você sabe que…? — Disse Éponine surpresa.
— Sua fama te precede. — Rosalya disse.
— Eu nunca deveria ter levado os caçadores até a alcateia. Deveria ter enfrentado o Luan sozinha, mas eu tive medo porque sabia que ele era mais forte e que eu nunca conseguiria.— Éponine confessou entre lágrimas antes de ser abraçada por Rosalya. — Todos pensam que não me arrependo pelo que fiz, mas não é verdade. Não há uma só noite em que não me lembro. Os rostos daquelas crianças ainda me assombra. Eu sinto muito. Sinto tanto. Se pudesse voltar no tempo… Faria diferente.
— Eu sei. — Rosalya disse esfregando as costas dela.


† † †

 

Eleanor foi levada até um quarto onde recebeu a visita de uma “curadora” de vampiros.

O comandante das tropas foi até o salão real para falar com sua majestade.

— Quatro vampiros vieram até nós, majestade. Um homem e três mulheres, uma está inconsciente e está sendo atendida pela curadora.
— Eles disseram seus nomes? — Perguntou o rei Ethan. Ele era jovem, louro, com cabelos pelos ombros e olhos azuis.

O comandante deu um risinho antes de responder.

— Imagine que uma das mulheres disse que era a princesa Éponine, mas é impossível porque ela está morta.

Ethan e sua esposa, Adele (que era mais parecida com Éponine fisicamente) se encararam antes de Ethan se levantar e dizer ao comandante:

— Traga ela aqui, imediatamente! Quero ver quem ousa se passar por Éponine.

O comandante se retirou após uma reverência rápida.

— Ethan, e se for mesmo ela? — Adele perguntou. Há anos ela enviava tropas secretas atrás da filha porque queria ajudá-la, mas Éponine não confiava em ninguém e era muito boa em cobrir seu rastro. Um misto de alívio e dor dominou Adele. Estava feliz por finalmente reencontrar sua filha, mas temia pela reação de Ethan.
— Finalmente poremos um fim a essa guerra sem sentido. — Falou Ethan sério voltando a se sentar.

 


Notas Finais


*As novas stregas foram todas criadas por @melzinhaluar e devem aparecer imagens delas no decorrer dos capítulos ;)


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