História Practice Class - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~AnaRAmaro

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Escolar, Professor-aluno, Romance
Exibições 6
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Heey pessoainhas! Quem vos fala é a co-autora :3 huehueh
Vim postar este capítulo porque a autora esta tendo uma crise após ter xingado a minha mãe pelo telefone achando que era eu 😂😂 Espero que gostem ❤ E até outros capítulos!

Capítulo 4 - Capítulo 4


De novo o despertador a acordou. Como ela odiava esse despertador.

Lucy se sentou na cama, olhou para o pé que estava roxo e tentou levantar. Só tentou. Ficou frustrada por não conseguir levantar e ir para escola ver eles, ficou com medo do surto que Anne teria quando descobrisse que ela não iria pra escola com seu trabalho, e ficou desapontada por não conseguir ver eles.

  - Mãe! Podes vir aqui um segundo? - gritou Lucy.
  - O que foi?
  - Eu não consigo levantar, meu pé tá doendo demais e ta roxo.
  - Também, com esse pé parecendo um pão não é de se espantar, vou ligar pra escola e depois vamos no médico.
  - Não! Nada de médico, por favor, é só eu descansar que vai passar.
  - Olha como ta inchado! Temos que ver se não quebrou!
  - Não quebrou, pode ter certeza, se 'tivesse quebrado eu não conseguiria nem encostar ele no chão. Além do mais, você tem que trabalhar hoje?- Não deixou a mãe responder e continuou- Então pode deixar que eu me viro mãe.
  - Ta, você me convenceu.
  - Assim tão fácil?! Por que você não é assim quando eu quero sair?
  - Tenho que me arrumar pra ir pro trabalho, qualquer coisa me liga! Por favor, não vá inventar de fazer algo que você se machuque mais ainda!
  - Aham, aham. Pode deixar mãe.

E assim foi como ela ficou o dia todo vegetando na cama. No final do dia, sua mãe mandou uma mensagem dizendo que faria horas extras mas que logo estaria de volta. Seu pai, que passava as vezes semanas fora a trabalho, estava há 2 semanas sem voltar para casa. Ela estava sozinha.

Estava sozinha até ouvir a campainha tocar. Quem poderia ser?

Ela foi até a porta, arrastando o pé machucado, pegou a maçaneta, a girou e quando abriu a porta, quase caiu pela 12° vez. Era Daniel, com cara de preocupado.

  - Oi Lucy! Desculpa vir sem avisar e tal, mas eu tava preocupado contigo, você não apareceu na escola e logo imaginei que fosse pelo pé. Está tudo bem? To me sentindo muito culpado.
  - P-professor! Não precisava vir aqui! Eu estou bem.
  - Eu te trouxe algumas coisas para me redimir.
  - Não precisava...
  - Eu comprei faixas novas, algumas besteiras e trouxe um livro pra você ler enquanto você estiver descansando.
  - Ah! Muito obrigada! Por favor, entre.
  - Com licença, deixa eu colocar isso na sua mesa.
  - Olha, se você conseguir por no meu quarto seria melhor, eu realmente não consigo levar as coisas de um lado para o outro e estou sozinha no momento.
  - Sozinha? E seus pais?
  -    Um viajando e outro fazendo horas extras.
  - Entendo...

Daniel entrou na casa, seguiu as orientações de Lucy para chegar ao quarto. Quando olhou para trás, viu Lucy se arrastando para chegar no seu quarto. Ele chegou perto dela, se abaixou, a pegou no colo e a levou. Lucy não sabia o que fazer, então aproveitou o momento. Ela encostou apoiou a cabeça em seu peito e sentiu seu coração, sim, ele pode ter achado estranho, mas se achou, não falou nada.

Ele a pôs na cama. Pegou uma cadeira, colocou o pé dela em cima, se abaixou e começou a desenfaixar o pé.

  - Ele ainda ta bem roxo, mas logo vai passar. Talvez mais uns dois dias de repouso e você pode voltar para a escola. Eu irei avisar a diretoria o motivo de suas faltas. Creio que não tem necessidade de ir a algum médico, por que pelo que vi não está quebrado.
  - T-tudo bem.
  - Você está tremendo, está nervosa?
  - ...
  - Se você está desconfortável eu posso ir, sem problemas.
  - Não! Fique por favor!
  No momento em que ela disse isso, ela enrubeceu e se arrependeu do que tinha falado.
  - Kkkk, okay não sairei.
  - Não foi isso que eu quis dizer!
Ele a encarou com um sorriso de quem queria algo. Ela o encarou de volta, tímida. Ele acabou de trocar as faixas e se sentou ao lado dela na cama.

  - Sabe - disse ele com voz mansa - eu sempre admirei seus trabalhos, sua escrita e sua dedicação são raros de se ver.
  - Obrigada.
  - Eu queria saber se você quer ir a uma formatura do oitavo semestre. Será em agosto. Acho que você ficaria linda em um vestido de formatura.
  Ela ficou encarando ele sem palavras. Ela sentiu todo tipo de sentimento. Surpresa, vergonha, excitação e algo como borboletas no estômago. "Engraçado".- ela pensou- "Achei que tinha matado todas já."
  - Mas professor, não seria estranho eu ir com você?
  - Não, já que é uma turma da faculdade que eu freqüentei, eles não sabem quem você é e também não precisam saber que é minha aluna. - quando ele acabou de dizer isso, ele deu uma piscadinha.
  - Tudo bem então. Acho que aceito seu convite.
  - Ótimo!
  - Mas professor, por que eu?
  Ele a encarou com um olhar de apaixonado, se aproximou de seu rosto. Quando estavam a alguns centímetros de distância, ele a deu um beijo na testa, se levantou e saiu. Na porta do quarto, ele virou para trás e sorriu. Quando ela ouviu ele fechando a porta da entrada de casa, ela desabou e começou a sorrir. Sorrir demais. E por um momento achou que sua face poderia se rasgar de tanto sorrir.
      Os dois dias de repouso passaram muito lentamente, ela não fez nada que não envolvesse ficar deitada da cama ou xingar sua gata Floki por estar brincando com as faixas do seu pé. No terceiro dia, quando final conseguiu começar a andar, ela pulou da cama, se arrumou e correu para escola. Pensando no Daniel. Estava pensando tão cegamente nele que quando viu o Giovane tomou um susto. Ainda mais quando ele estava arrumando alguns papéis em sua sala. Cabisbaixo. Ela bateu na porta e foi ver o que tinha acontecido a ele, eles tinham uma relação boa. Ele sempre a ajudou quando ela precisou, então por que não ajudar?

  - Está tudo bem?
  - Oi Lucy! Quanto tempo! Estava de folga?
  - Eu machuquei meu pé. Por isso que fiquei longe da escola
  - Ah sim, o Daniel explicou tudo pra nós. Você tá bem?
  - To sim, ia fazer a mesma pergunta pra você. - foi então que ela notou uma mancha em seu braço. Uma pequena mancha que não tinha nascido lá.
  - Estou bem sim!
  - O que é essa mancha professor?
  Ele olhou para o braço, sorriu tristemente e disse:
  - Isso? Marca de guerra! Quando eu era menor, eu caí de bicicleta e ralei o braço, então ficou essa manchinha.
  - Tudo bem então - disse Lucy desconfiada. Ela sabia que não era verdade, mas ele estava tão triste que não quis insistir.
  - Eu preciso ir para aula Prof, até mais!

Quando Lucy chegou na sala, Anne e Miaka pularam em cima dela. Quiseram saber tudo. E ela falou tudo. Falou da cena do esbarrão, da perna dolorida, do Daniel em sua cama... Como as pessoas achavam que ela ficava com febre com muita frequência. Elas riram e ficaram entusiasmadas com tudo aquilo. Hoje não teriam aula com Daniel, então poderiam fofocar a vontade. Quando estava indo embora, ela se deparou com ele. Daniel. Ela sorriu e ele piscou para ela. Seu coração derreteu. Ele chegou mais perto, olhou em volta e disse:
  - Tenho um presente para você. Mais tarde você vai ter uma surpresa. - e saiu andando.
Ela ficou paralisada. Depois de alguns minutos, ela teve coragem de andar e foi para casa. Feliz pensando na formatura e preocupada pensando na mancha do Giovane.


Notas Finais


Sobre a nota inicial da co-autora: me mata por favor ;---------;


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