História Pragas da Meia Noite - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Visualizações 4
Palavras 2.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Sobrenatural, Steampunk, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Canibalismo, Mutilação, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Eis aqui o segundo capitulo da minha historia divirtam se lendo. ;)
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Capítulo 2 - Sonhos de Tormenta


Fanfic / Fanfiction Pragas da Meia Noite - Capítulo 2 - Sonhos de Tormenta

Capitulo II

Sonhos de Tormenta

 

Eram cinco da manhã a lua se abaixava no horizonte dando lugar ao sol do dia seguinte, Jofrey estava em sua janela olhando para o mar de braços cruzados na sacada de sua janela suas lagrimas haviam secado e um pequeno ódio em seu peito, suas mão forçaram-se no formato de um punho e ele se questionava: PORQUE? POR QUE?!!

Seus pensamentos se embaralhavam em uma mistura de medo, ódio e tristeza, o medo do campo de batalha, das bestas pulando sobre os soldados, das unhas desses monstros rasgando a pele e a carne de todos, apenas para saciar sua sede de sangue e ver as entranhas dos homens a sair junto com seus gritos de agonia.

O ódio vinha do mundo, do por causa da crueldade dos homens sem se importar com o próximo, as pessoas de alta classe que desfrutavam do luxo, principalmente os grandes generais que tinham a ilusão de serem superiores ao outros em qualquer coisa.

E por ultimo a tristeza que era aquela emoção que mais o afetava, seu coração batiam forte seus olhos se enchiam de lagrimas secas e falsas, a tristeza da perda de um familiar amado, a tristeza de um terror feito por uma pessoa com o coração de pedra, um homem tão desalmado quanto as próprias bestas da noite.

Após aquelas horas de desconforto que Jofrey havia passado horas de desconforto no encosto até que sua doce vó o chamou para a sala, Jofrey desceu as escadas velhas de madeira enquanto escorriam algumas poucas lagrimas de seu rosto, ele foi até a sala de estar e lá estavam sua mãe, totalmente arrasada e com os cabelos para o alto, sua vó, pobrezinha, estava em um estado de tristeza profundo mas mesmo depois de todo o ocorrido a velha parente disse para que não importa o que aconteça, Jofrey sempre deveria dar um jeito de escapar de qualquer conflito que o ameaçasse, pois caso ele se arriscasse poderia perder sua vida para aquelas bestas da noite.

Jofrey estava com medo ao novamente escutar os cascos dos fortes cavalos de guerra e seu coração palpitava fortemente a cada vez que o barulho se tornava mais alto, quando os cavalos de armadura de prata pararam em sua casa. Mais uma vez o oficial Saymon desse de seu cavalo e levanta sua mão vestindo suas belas luvas brancas e azuis e faz um único gesto para que o garoto se apresentasse, Jofrey não queria que aquela cena terrível se repetisse então não pensou duas vezes e obedeceu ao comando do oficial. Jofrey olhou para o oficial com uma cara de piedade com a esperança de Saymon perceber o que estava fazendo, Saymon com seus olhos desalmados e frios omitiu tal pedido, sem dizer uma palavra. Antes que Jofrey partisse um de seus tios o chamou, era Walter, ele deu a Jofrey um mosquete, mas não um mosquete qualquer, mas sim o mosquete que seu irmão usava, o mosquete do pai de Jofrey. O mosquete tinha duas engrenagens de bronze em sua coronha, uma possuía suas pontas dentadas e afiadas e havia no centro da engrenagem a figura de um leão, na outra havia uma engrenagem com uma manivela e não era dentada, e no centro da engrenagem havia uma figura de um rosto de uma águia esculpida em uma pedra polida, o rifle era em grande parte feito de madeira polida e robusta com vários encaixes taxados em ouro rustico e velho e por fim a coronha que possuía uma ponta de prata afiada com o símbolo de um Touro, o rifle era lindo e era o pai de Jofrey havia usado em sua ultima noite de vida.

As bochechas de Jofrey começaram a se levantar levemente e quatro lagrimas escorreram de seu rosto, as quatro lagrimas caíram com o vento sobre o chão: um... dois... três...quatro.

Um silencio estranho toma o ambiente por alguns minutos, Walter olha para os olhos castanhos de Jofrey e sussurra em seus ouvidos uma promessa, ele disse que se caso Jofrey provasse seu valor esse rifle passaria para suas mãos, e ele mesmo faria a própria justiça.

Saymon cansado da conversa que não havia entendido direito puxa o garoto pelo braço de uma maneira tão agressiva que fez o braço de Jofrey se contorcer de dor, antes que alguém resolvesse confronta-lo, Saymon puxou sua pistola e disse para que todos se afastassem, caso contrario, Jofrey se encontraria com uma bala encravada em seu crânio. Jofrey estava aterrorizado e começou a dar gritos de desespero e pavor. O pobre garoto não suportou o pavor de estar perto da morte, seu coração que batia rapidamente não batia quase nada, a pouca coragem que lhe restava saiu por todas as partes de seu corpo, seu olhos arregalados de medo e tristeza plena se fecharam, Jofrey havia ficado inconsciente sua visão embaçada lhe impedia de ver o que ocorria no local.

Passos, passos pesados ele havia ouvido, gritos, gritos de desespero ele havia ouvido, caos, caos desenfreado estava presente ali, choro, o choro da perda de alguém ele havia ouvido, então um silencio repentino depois de tanto caos, depois de tanta angustia, depois de tantos gritos, teria Jofrey morrido no meio do desespero? Ele não sabia o que havia ocorrido, nem um sinal de sua família ou alguém conhecido, Jofrey estava no vazio, ele não via nada além de uma nevoa densa e cinza, o céu era preto o tempo inteiro, então no meio da escuridão e solidão ele presenciou a nevoa se abrir diante dele. E lá no fundo ele viu um vulto ele não sabia descrever o que era aquilo, uma pessoa? Uma fera? Um espirito? Não se sabia ao certo, ele tinha medo, mas ainda assim, algo o impulsionava, um chamado, alguém tentando se comunicar com ele, ele não poderia recusar. Seu coração voltou a bater com sua coragem, suas pernas não tremiam mais e sua mente dizia que aquele era um lugar seguro.

A sombra começa a chama-lo com uma voz doce, a de uma moça linda e familiar, ele não sabia ao certo quem era, ele se aproximou da sombra lentamente, que o chamava com sua doce voz, Jofrey então tomou coragem e resolveu responder ao chamado da sombra:

- Quem está ai? Eu sei que pode me ouvir... Por favor não me deixe na escuridão.

Jofrey então corre em meio a escuridão para que não fique para traz, suas pernas se mexiam o mais rápido possível. Enquanto ele corria ele ouvia os sons de Paris, os sons dos sinos de Notre Dame os Grandes mercados com os risos das pessoas, então ele sente a escuridão aumentando, a névoa começa a se fechar mais uma vez, o vulto que o garoto perseguia já não estava mais em seu alcance, por mais que ele fizesse o esforço o vulto sempre parecia ser mais rápido, ele não conseguiria alcança-lo, Jofrey então vê em sua frente um cenário familiar, uma rua escura sem saída em Paris, ele então olha para traz e vê olhos vermelhos de sangue e um rugido estrondoso de fúria e medo, ele já sabia qual demônio o perseguia, a mesma besta que havia fugido naquele dia, a mesma besta que havia matado sem pai, ele já sabia o destino que o aguardava, mas não o aceitava, ele não conseguiria suportar tal cena mais uma vez ele arranhou os muros de pedra desesperadamente enquanto a besta se aproximava lentamente de Jofrey que já estava com seus dedos sem a pele de tanto tentar escalar os muros de pedra, o sangue escorria pela parede e suas unhas se despedaçavam com o  desespero, ele gritava não de dor mas sim para não ver a cena novamente. A besta pula para cima de Jofrey, mas antes de encostar as garras nele, um homem pula dos telhados com a baioneta de sua arma pronta para perfurar as engrenagens do leão e da águia brilhavam e refletiam todas as emoções de Jofrey para seus olhos de lagrimas. Ele não só assistiu ao heroísmo de seu pai como também assistiu sua derrota, Jofrey virou a cara para a parede enquanto o sangue escorria de seus dedos totalmente desgastados e ralados. Mas antes de morrer seu pai havia dito suas ultimas palavras:

-Filho não desista, não deixe de fazer algo que eu não consegui. Filho não importa o que aconteça, não importa o quão a vida possa ser dolorosa não desista dela, termine o que eu comecei e acabe com as pragas da meia noite.....eu te amo.

Seu pai com suas ultimas forças estendeu o rifle para ele e o largou perto dele enquanto suas entranhas serviam de alimento para a besta, a besta abriu sua pele, abriu suas costelas para se alimentar de suas entranhas, a rua havia sido coberta com sangue, o rifle estava no chão com uma bala de prata que apenas precisava ser lançada em direção a besta para mata-la.

Jofrey então olhou para trás e enfrentou tal cena grotesca e pegou o rifle no chão ele rodou a engrenagem e puxou o gatilho, a bala de prata que saiu do cano de metal da arma voou até entrar em contato com o crânio da besta, abrindo um buraco que atravessou sua cabeça o sangue da besta escorreu até o chão se misturando com a agua da chuva e o sangue de seu pai, tudo isso escorrendo pelos ralos de paris, o sino de Notre Dame havia tocado mais uma vez e então se ouviu uma voz doce no horizonte:

-Liberdade! A todos aqueles que morreram que seja dito, que a besta esta morta!

Jofrey olha para o lado e enxerga mais uma vez o vulto que começa a correr.

Jofrey a persegue deixando o rifle para trás, a nevoa volta para sua visão Paris se desfaz diante de seus olhos, ele começa a escutar os cantos dos pássaros e da mata então de um chão preto se cria grama e raízes, e de um corredor de escuridão se torna uma bela floresta, com ramos flores e muitas plantas coloridas, ele continua pelo corredor de arvores que cobriam o céu azul e entravam apenas alguns feixes de luz através da copa das arvores. Jofrey corria pela mata enquanto ouvia a voz doce ecoando pela brisa da mata:

-Vamos garoto você não se perdera de mim, eu sei que você consegue, venha para a luz.

Jofrey então enxerga a luz no final de um túnel de arvores, os pássaros cantavam mais alto, o vento cantava em meio as brechas das arvores enquanto os galhos dançavam com o vento, as folhas voavam com o vento. Jofrey corria, seu coração batia rapidamente com a tensão.

O corredor de arvores finalmente chega ao fim, e Jofrey para diante da sombra e cai de joelhos tomado pelo cansaço, pela culpa de não poder ter protegido seu pai, lagrimas escorreram de seu rosto, lagrimas que machucavam seu rosto, lagrimas de sangue e fogo que faziam ele sentir uma dor tão forte, come se varias adagas cortassem o seu rosto, as lagrimas caiam no chão e evaporavam e se juntava a nevoa a sua volta que cobria a entrada da floresta, Jofrey sente uma mão encostando em seu ombro e uma doce voz de consolo lhe dizendo:

- Se acalme, eu estou aqui agora, você não esta  sozinho, não há razão para chorar você não teve culpa de nada do que aconteceu com seu pai.

Jofrey levanta sua cabeça e sente o sol batendo em seu rosto, e vê a face de uma bela moça loira com belos olhos vermelhos, ela tira seu capuz e senta ao seu lado tentando consola-lo dizendo a ele:

-Não se preocupe sua jornada não será em vão, você ainda tem um longo caminho pela frente você ainda pode mudar essa historia.

Então a mulher estica suas mão e a nevoa se afasta por completo e Jofrey enxerga o que há além da nevoa, o que antes pareciam abismos se tornaram rios com agua fresca, o que antes parecia montes de cinzas tornou-se gramas com belas florestas e o que parecia ser apenas um paredão alto se tornou uma grande montanha onde escorria aguas cristalinas que formava um córrego que desaguava em um mar azul.

Os olhos de Jofrey brilhavam como nunca, como se toda a tristeza de seu coração fosse embora, a moça olha para ele com um sorriso dizendo-lhe:

-Talvez você não me conheça mas eu já te conhecia muito mesmo antes de você nascer, eu lhe guardo comigo e não te abandonarei, eu sempre te consolarei nos momentos difíceis e mesmo que pareça que esteja sozinho, saiba que eu estarei ao seu lado, mesmo que não consiga me ver, você não esta morto, não ainda, mas tenha cuidado, a escuridão esta chegando por estas terras e traz o mau com ela, você pode mudar essa historia defendendo-a mesmo que isso lhe custe a vida, espero que compreenda isso, eu sinto muito em lhe dizer isso, mas essa é a verdade, seu pai foi um soldado que protegia essas terras, mas você valia mais que tudo isso e por isso deu sua vida para lhe proteger, eu quero que não deixe sua morte ficar em vão vá atrás das feras e termine o que seu pai começou.

Jofrey ouviu atentamente a bela moça que explicou calmamente o seu principal objetivo. Jofrey agora sabia o verdadeiro significado de estar ali, então se levantou e olhou para a bela moça e perguntou o seu nome, a moça falou para ele:

-Eu sou conhecida por muitos nomes mas você pode me considerar seu anjo da guarda, me chame de Lumia.

E foi assim que Jofrey a chamou, Lumia, então ele perguntou para ela:

-Então, Lumia, eu vou te ver de novo?

Ela olha para ele e da um ultimo sorriso e fala com sua voz doce uma ultima vez para Jofrey:

- Isso só vai depender de você, Jofrey.

Então de repente um forte vendaval se levanta em volta de Jofrey, ele se desespera e vai em direção de Lumia que parecia se afastar cada vez mais, ele tenta segurar em sua mão um ultima vez, ele via Lumia desaparecer como poeira sobre o vento, o pobre garoto começa a se desesperar novamente, ele se ajoelha diante de rochedo em que estava sentado e mais uma vez as “lagrimas de sangue” voltam a escorrer sobre seu rosto então quando parecia estar sozinho e no meio do caos uma luz se levanta em meio a escuridão falando:

Lembre-se você não esta sozinho, agora você deve voltar para consertar o passado.

A luz que aquecia o coração de Jofrey fez ele se acalmar, ele então fecha os olhos diante da luz. O chão começa a se desfazer sob seus pés fazendo ele cair no vazio, ainda com os olhos fechados, Jofrey queria que aquilo terminasse logo de uma vez, enquanto caia no vazio, lembrava das boas memorias de sua família unida, quando pegava frutas com sua mãe nos pomares, quando corria pelas arvores de cerejeira que caiam no primeiro alvorecer da primavera e de quando sentava com seus primos durante a noite em cima do moinho contando historias e observando as belas estrelas do céu.

Jofrey mesmo estando no vazio não estava morto, ele havia renascido para um novo mundo.


Notas Finais


OBRIGADO POR TEREM LIDO MINHA FANFIC ESPERO LANÇAR NOVOS CAPÍTULOS EM BREVE
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