História Prazer, a filha do batman - Capítulo 11


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Jared Leto
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harvey Dent (Duas-Caras), Jared Leto, Jason Todd, Personagens Originais
Visualizações 80
Palavras 1.352
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Muito obrigada por todos os comentários! De vdd, isso me anima muito

Capítulo 11 - Interrogatório


Fanfic / Fanfiction Prazer, a filha do batman - Capítulo 11 - Interrogatório



















 

Na delegacia, avistei algumas pessoas da festa (que provavelmente também iriam depor) e mais dezenas de políciais.
 

Jason, que estava ao meu lado, guiou-me até uma sala da delegacia.
 

Ao adentrar a sala, avistei uma mesa, com duas cadeiras de cada lado. Em uma dessas cadeiras, havia um policial sentado.
 

E eu já sabia oque estava por vir.
 

Sentei-me a cadeira vazia, de frente para o policial, e ele pediu para que eu desse meu relato sobre Joker na festa.
 

Contei apenas que ele invadiu o apartamento e lutou contra Batman. Ocultei fatos como quando ele me jogou da janela ou quando estava prestes a me esfaquear.
 

A voz em minha mente implorava-me para não depor contra ele, mas não foi apenas por isso que eu não disse toda a verdade.
 

Não queria ver Joker preso.
 

Apesar de tudo, eu me importava com o príncipe palhaço do crime.
 

E após alguns minutos, fui liberada.
 

Porém, antes que eu alcansasse a porta de saída, em uma sala, vi o comissário Gordon e mais outras pessoas.
 

Sem ser vista, adentrei a essa sala para entender o que ocorria ali.

 

Na sala não havia cadeiras nem nada, apenas várias pessoas e uma parede com janelas de vidro, em que todos pareciam olhar através desse vidro.
 

Ao me aproximar desses vidros, vi que os mesmos davam visão para uma outra sala, do outro lado, em que se encontravam Batman e Joker, sentados em uma cadeira de frente um para o outro, com apenas uma mesa entre os dois.
 

O vidro era transparente de um lado e escuro do outro, então nós conseguíamos ver Batman e Joker mas eles não conseguiam nos ver.
 

Batman estava interrogando Joker. Por que eu sentia que isso não iria se sair bem?

 

Com o silêncio que se instalou na sala em que eu me encontrava com os demais, decidi prestar atenção no diálogo de Joker e Batman.
 

- Onde está o Harvey - Questionou o homem morcego - Ele desapareceu.
 

Joker riu, divertido.
 

- Eu não sei onde está seu promotor, Batsy
 

O homem morcego então socou a mesa, levantando-se da cadeira. Joker não pareceu intimidado.
 

- HARVEY ESTAVA EM SEGURANÇA. - Exclamou - ONDE ELE ESTÁ?
 

- Eu não sei - Respondeu o príncipe palhaço do crime - Deve estar me caçando por aí.
 

Batman então bateu a cabeça de coringa contra a mesa, que gemeu de dor.
 

Joker estava com uma camisa de força, isso era covardia!
 

- Isso não está certo! - Exclamei aos policias, que também assistiam à cena.
 

- Batman sabe oque está fazendo. - Mesmo aparentando estar incerto disto, o comissário afirmou.
 

Assim que ouvi mais um berro de Batman, voltei a prestar atenção no interrogatório.

 

- HARVEY DENT NÃO CHEGOU EM CASA! - Enfurecido, o homem morcego esbravejou.
 

- É claro que não. - Comentou Joker, despreocupado.

 

- O que você fez com ele?
 

- Eu? - O príncipe palhaço do crime parecia indignado - Eu estava aqui.
 

E então Joker olhou para a camisa de força que trajava, para demonstrar o quanto estava impotente.
 

Mas não era óbvio que Joker não fez nada? Ele era inocente!
 

- Você invadiu a festa atrás de Harvey Dent - Acusou o homem morcego - E não sabe onde ele está?
 

- Eu não sei onde ele está. - Insistiu o príncipe palhaço do crime - Oque eu faria com ele? O sequestraria atrás de dinheiro?
 

- Você é um rato que mata por dinheiro.
 

- Não fale como um policial! - Exclamou sorrindo. Aquilo me indignou. Como joker conseguia sorrir naquela situação? - Você não é um. Nem se quisesse ser.
 

Joker remexeu-se na cadeira enquanto o homem morcego permanecia em silêncio, apenas o observando.
 

- Para eles é só um louco como eu. - Afirmou Joker - Quando não for mais útil, vão expulsar você.
 

- Então por que quer me matar?
 

E com o questionamento de Batman, o palhaço caiu na gargalhada. Eu não estava entendendo...
 

- Matar você? - Perguntou Joker, entre os risos - Eu não quero matar você.
 

- O que você quer? - Batman parecia impaciente.
 

- Eu quero sua filha. - Ele afirmou convicto. Senti um arrepio atravessar minha espinha com suas palavras - Minha nova Arlequim.

 

E no próximo segundo, Batman puxou Joker pelo colarinho, o levantando da cadeira.
 

- VOCÊ NÃO VAI FAZER NADA - Gritou o homem morcego.
 

Joker riu com dificuldade por conta de estar sendo puxado pela gola. Senti meu coração bater forte naquela hora.
 

- Eu? - Riu - Eu não farei nada. Quem irá fazer é ela.
 

Aproximei-me mais do vidro.
 

Batman então jogou Joker contra a parede.
 

Aquilo já estava passando dos limites!
 

Corri em direção à unica porta que dava acesso a sala onde eles estavam, mas antes que eu a alcançasse, Batman colou uma cadeira contra a maçaneta da porta impedindo o acesso à sala onde eles estavam.
 

- NÃO!! - Gritei - COVARDE!
 

Logo Gordon e outros policiais também correram em direção à porta para tentar abri-la e impedir Batman de suas barbaridades, porém a maldita cadeira impedia.
 

- Você tem várias regras - Disse Joker ao homem morcego - E acha que elas vão salvar você!

 

- Eu tenho uma regra. - Disse o homem morcego.
 

- Então é a regra que vai ter de quebrar para saber a verdade.
 

- Que é...? - O morcego questionou impaciente.
 

- O único jeito de viver nesse mundo é não ter regras - Disse Joker - Você vai ter que quebrar sua única regra.
 

- Estou pensando nisso.
 

- Ainda há uma forma de que eu deixe sua filha em paz.
 

Batman permanecia em silêncio a espera de que Joker prosseguisse com suas palavras.
 

- Sabe... por um momento acreditei que Batman fosse mesmo Harvey Dent - Refletiu Joker - Mas a forma como você se jogou atrás da menina... não poderia ser ele.
 

Batman então pegou Joker pelo colarinho e bateu sua cabeça contra o vidro, rachando o mesmo. Joker caiu no chão enquanto gemia de dor.
 

Com todas as minhas forças, chutei a porta, mas de nada adiantou.
 

- Deixe Margot fora disso. - Disse o morcego.
 

- Ela está aqui...? - Questionou o príncipe palhaço do crime, fazendo meu coração disparar - Margot...
 

Ele olhou pelos vidros a minha procura, mesmo sabendo que não veria nada já que o vidro do lado de dento da sala em que estava não se podia ver nada do lado de fora.
 

Sorri minimamente com aquilo. Ele se lembrara de mim.
 

Batman então, enfurecido, partiu para cima de Joker, o socando.
 

Em tamanho desespero, peguei uma arma do bolso de Gordon e dísparei contra a porta, finalmente a abrindo.
 

Corri para dentro da sala e mirei o revólver contra Batman.
 

- Pare, Margot! - Exclamou Gordon.
 

- Deixe-o em paz. - Enfurecida, ordenei. Batman me olhou surpreso e joker sorriu - Agora.
 

O homem morcego então saiu de perto de Joker e passou pela porta, indo embora. Joguei a arma no chão e corri atrás do homem morcego enquanto os policiais foram acudir coringa.

 

- Você é um louco! - Exclamei assim que alcancei Batman, que não cessou seus passos quando me ouviu - Covarde!
 

- Você não sabe oque está fazendo, Margot. - Disse o homem morcego - Vai se arrepender por ficar ao lado de Joker.
 

- E eu devo ficar do lado de quem? - Questionei irritada - de você?! ATÉ PARECE!
 

Quando vi já estávamos na rua em frente a delegacia. Batman adentrou em seu Bat-movel e partiu dali em uma velocidade absurda.
 

Retornei para dentro da delegacia e vi Joker ser escoltado para uma viatura.
 

- Para onde o levarão? - Aflita, questionei à Gordon, que estava próximo a mim.
 

- Para o asilo Arkham. - Respondeu - Não se preocupe. Ele já não é mais uma ameaça.
 

Antes que Joker entrasse à viatura, seu olhar me alcançou e vi um sorriso se formar em seus lábios. Meu coração disparava enquanto o via adentrar ao carro de polícia e ser levado para longe.
 

Meu Joker...




Notas Finais


Até amanhã! Bjsss


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