História Prazer, a filha do batman - Capítulo 12


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Jared Leto
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harvey Dent (Duas-Caras), Jared Leto, Jason Todd, Personagens Originais
Visualizações 60
Palavras 1.655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - A misteriosa carta coringa


Fanfic / Fanfiction Prazer, a filha do batman - Capítulo 12 - A misteriosa carta coringa



 

Depois de toda essa confusão, Jason se disponibilizou para me levar até em casa em seu carro.
 

O agradeci, aceitando seu convite. Estava muito exausta para ir andando, ainda mais pelo fato da mansão de Bruce ser bem longe da delegacia.
 

Entrei no carro de Jason e então ele me levou até o casarão, levando cerca de vinte minutos de trajeto. Durante toda a corrida, meus pensamentos vagavam em Joker. Me perguntei por um momento se ele estava realmente bem nas mãos do asilo Arkham. Eu rezava para que sim.
 

- Chegamos, Margot. - Informou Jason, retirando-me de meus devaneios.
 

Sorri para o rapaz.
 

- Obrigada, Jason. - Falei - Hoje não foi uma noite fácil, afinal.
 

- Sim é verdade - Disse ele - Mas o que importa é que já passou.
 

- Isso. - Concordei - Caso tiverem notícia de Harvey, poderia me avisar?
 

- Claro. - Ele pareceu tenso quando citei o nome do promotor, já que o mesmo ainda estava desaparecido - Deixarei você por dentro de tudo.
 

O agradeci e sai do carro, logo o vendo partir dali. Passei pelo imenso jardim que agora não me parecia mais tão macabro e adentrei a imensa mansão.
 

Alfred pareceu ter ouvido o barulho da porta se abrindo já que veio imediatamente ao meu encontro.
 

- Margot! - Exclamou ele - Que bom que está bem!
 

- Não se preocupe, Alfred. - tranquilizei o senhor a minha frente, que parecia aflito - Essa confusão toda já passou.
 

- Sim, tem razão - Ele concordou - Seu pai está no escritório á sua espera.
 

Respirei fundo ao ouvir as palavras de Alfred. Eu tinha a leve impressão que levaria uma bela bronca agora.
 

Assenti em concordância e fui em direção as escritório. Dei dois toques à porta e ouvi um "entre" vindo do lado de dentro da sala.
 

Empurrei lentamente a porta e tive a visão de Bruce sentado em sua cadeira de frente para a mesa com uma cara nada boa.
 

- Onde estava com a cabeça? - Seriamente questionou assim que adentrei o escritório e fechei a porta detrás de mim - Você poderia ter morrido.
 

- Está falando de qual situacao? - Questionei - Porque eu poderia ter morrido em vários momentos hoje.
 

- Não quero saber de suas piadas, Margot. - Disse em um tom muito sério, erguendo-se da cadeira - Você ainda não entendeu a seriedade do momento?
 

- Se eu não tivesse feito algo, provavelmente mais pessoas iriam se ferir esta noite. - Falei me referindo ao momento da festa em que lutei contra os capangas de Joker para salvar os reféns.
 

- Isto não é uma obrigação sua.
 

- Claro, mas sim do Batman ou da polícia, que chegaram muito tempo depois - Sarcástica, rebati.
 

Vi Bruce respirar fundo enquanto massageava suas têmporas.

 

- Você não entende - Disse ele - Joker é manipulador.
 

"- Isso é mentira! " - Gritou a voz em minha mente.
 

- Isso é mentira! - Exclamei - O único manipulador que vejo aqui é você e aquele maldito morcego.
 

Antes que Bruce falasse mais alguma coisa, retirei-me da sala em passos pesados. Incrível, todas as vezes que eu entrava naquele escritório eu me irritava de alguma forma.
 

Com a exaustidão tomando conta de mim, optei por um bom banho.
 

Liguei a torneira para encher a banheira e enquanto aguardava me analisei no grande espelho do banheiro.
 

Eu ainda usava o vestido da festa, porém agora ele estava todo sujo e rasgado, além da minha maquiagem estar completamente borrada. Céus, eu estava assim na delegacia?!
 

Retirei minha roupa e mergulhei na banheira. Não sei quanto tempo fiquei lá, porém foi tempo o suficiente para recaptular tudo o que ocorrera nesta noite.
 

Joker quase me matou jogando-me da janela, enquanto que Batman, mais tarde, agiu covardemente contra ele, na delegacia. Algo não estava certo...

 

Assim que sai da banheira, vesti um pijama e fui dormir sem ao menos jantar. Estava muito cansada para isso.
 

E mais uma vez, certos olhos azuis invadiram meus sonhos.
 

E pela manhã, ao acordar, percebi que havia uma carta de baralho sob a cômoda ao lado de minha cama. Ironicamente, era a carta do coringa, e em seu verso estava escrito: "Venha me resgatar como uma prova de amor."
 

Não sei o motivo, mas algo me dizia que Joker tinha haver com esta carta. Mas como ele me enviara ela se ele estava preso em Arkham?
 

Decidi então que o faria uma visita mais tarde nesse mesmo dia de domingo.

 

Me levantei da cama e peguei a carta de baralho em cima da cômoda. Me perguntei por um momento se estava sonhando. Mas não, não era possível.
 

Vesti uma roupa(1) e guardei a carta no bolso. Saí do quarto e desci as escadas, indo em direção à cozinha.
 

- Bom dia, Alfred. - Falei assim que avistei o mordomo remexendo alguns ovos fritos na frigideira.
 

- Bom dia, senhorita. - Sorridente, respondeu.

 

Sentei-me à mesa e logo Alfred me serviu meu café da manhã. Panquecas! Eu amo panquecas.
 

E após uma boa refeição, senti meu celular vibrar no bolso, indicando que alguém me ligava.

 

Ao olhar o visor do aparelho, percebi que era Jason.
 

Prontamente atendi.
 

- Alô? - Falei.
 

- Margot? - Uma voz pôde ser ouvida do outro lado da linha - Sou eu Jason.
 

- Sim eu sei. - Disse enquanto me sentava ao sofá da sala - Aconteceu alguma coisa?
 

- Sim. - Seu timbre era tenso - Encontramos Harvey.
 

- Onde ele está? - Questionei enquanto me levantava do sofá em um pulo.
 

- No pronto Socorro de Gotham. - Respondeu, e então percebi que havia algo de errado pelo fato de Harvey estar no hospital - Meu pai e eu estamos indo para lá agora.
 

- Eu também vou. - Respondi prontamente.
 

- Ok então, até lá.
 

- Até.

 

E com essa breve despedida, encerrei a chamada.
 

- Vai aonde? - Questionou Bruce, surgindo do nada.
 

Pulei de susto com sua aparição repentina.
 

- Oh, god - Falei ofegante por conta do susto, colocando a mão no peito - Você tem que parar de surgir do além assim.
 

- Você não vai sair de casa hoje. - Disse ele ignorando minhas palavras.
 

Indignada, o acompanhei até a porta de saída ao vê-lo se locomover.
 

- Jason Todd ligou-me avisando que encontraram Harvey - Falei - Eu gostaria de ir vê-lo.
 

- Eu sei que encontraram ele - Disse - Estou indo para lá agora.
 

- Eu vou com você. E não adianta negar.
 

Assim que chegamos à imensa garagem da mansão, sentei no banco do passageiro de um dos carros e Bruce, sem pestanejar, se sentou ao banco do motorista. Ele sabia que eu não iria dar o braço a torcer, então deixou que eu isse.
 

Cerca de vinte minutos depois, chegamos ao destino.
 

Bruce desceu do carro e fui consigo. Adentramos ao hospital e ele foi em direção à atendente.
 

- Viemos ver Harvey Dent. - Disse o Wayne.
 

- Nomes, por favor? - Questionou a mulher.
 

- Bruce Wayne e Margot Ghul Wayne.
 

A mulher parece espantada quando ouviu de Bruce o sobrenome Wayne.

 

- Quinto andar, sala número dois. - Informou ela prontamente - Podem ir.
 

Bruce agradeceu e fomos em direção ao elevador.
 

Assim que alcançamos o quinto andar, avistamos o comissário Gordon saindo da sala número dois, que era nosso destino. Seu olhar transpassava tristeza e rancor.
 

- Comissário Gordon - Chamou Bruce quando nos aproximamos de si - Harvey está bem?
 

Aparentemente sendo retirado de seus devaneios com as palavras de Bruce, o velho homem suspirou antes de se pronunciar.
 

- Vejam vocês mesmos. - E se sentou em uma das cadeiras que havia no corredor.
 

Olhei para Bruce confusa, que também não compreendia.
 

Assim que adentramos a sala de hospital, vimos Harvey deitado na cama. Seu rosto estava virado para a parede, e quando nos ouvir se aproximar, virou-se para nós, oque nos surpreendeu. Metade de seu rosto estava completamente desfigurado por conta de queimaduras.
 

Fiquei em choque por alguns instantes.
 

- Harvey... - Sussurrou Bruce - Não consigo acreditar...
 

Harvey apenas suspirou, olhando para o teto.
 

- Nem eu, Wayne... - Respondeu ele - Nem eu...
 

Após alguns instantes, o médico pediu para que nos retirassemos da sala. Segundo ele, Harvey precisava descansar.
 

Assim que deixamos o recinto, ainda chocados, Jason veio ao nosso encontro.

 

- Bruce, Margot - Disse ele - Com estão?
 

-B-bem. - Respondi por nós dois.
 

Jason suspirou antes de se pronunciar.
 

- Pelo visto já sabem da situação de Harvey.
 

- Sim. - Disse Bruce - Por conta dos ácidos.
 

- Ácidos? - Confusa, indaguei.

 

- É. - Respondeu-me Jason - Joker o sequestrou e o jogou em um imenso tanque de ácido, o queimado quase que por inteiro, principalmente metade de sua face. Por sorte ele sobreviveu.
 

Joker havia feito mesmo essa barbaridade? Mas já não me assustava tanto.
 

- Eu juro que ainda me vingarei - Disse Jason entre os dentes - Harvey era meu amigo.
 

Ainda assustada com tudo aquilo, recordei-me da carta que eu recebera hoje cedo. Tinha de ir à Arkham para esclarecer isso de uma vez, mas Bruce nem ninguém poderiam ter a consciência disso.
 

Jason saiu para acudir seu pai e decidi que inventaria uma desculpa a Bruce.
 

- Preciso ir a casa de uma amiga hoje para fazer um trabalho de escola - Comecei - Posso?
 

Bruce pareceu pensar por uns instantes antes de responder.
 

- Tudo bem. - Respondeu, aparentemente exausto por tudo o que ocorrera - Mas tome cuidado.
 

Assenti e então nos despedimos de Gordon e Jason, logo em seguida indo para o carro para podermos voltar para casa.
 

Quando era por volta de umas cinco horas da Tarde, decidi chamar um táxi que me levaria à Arkham. Eu tinha de esclarecer isso de uma vez por todas









Notas Finais


(1) http://imgur.com/FmKJuPQ
Até amanhã amores! Bjssssss


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