História Prazer, a filha do batman - Capítulo 15


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Jared Leto
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harvey Dent (Duas-Caras), Jared Leto, Jason Todd, Personagens Originais
Visualizações 175
Palavras 1.616
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente linda do meu coraçaummmmm
Boa leitura !

Capítulo 15 - Insanidade


Fanfic / Fanfiction Prazer, a filha do batman - Capítulo 15 - Insanidade





 

E nos próximos minutos, aquele lugar se transformou em um verdadeiro inferno.
 

Joker conseguira contactar vários de seus capangas, que chegaram momentos depois também fortemente armados.
 

Rapidamente eles invadiram todo o asilo de segurança máxima, trocando vários tiros com os guardas, saindo em vitória.

 

Eles venceram tão rápido o tiroteio que se quer houve oportunidade para os guardas aclamarem por reforços. E por conta disso, a polícia de Gotham ainda não estava ciente do que ocorrera.
 

Eu havia perdido Joker de vista e já não encontrava mais ninguém. O asilo estava destruído, enquanto que era quase impossível de enxergar ou respirar naquele lugar, já que a fumaça tomara conta, além das lâmpadas de luz terem sido queimadas.
 

E no momento em que eu buscava a saída daquele lugar, senti dois braços me agarrarem por trás. Em reflexo, comecei a me debater, mas de nada adiantara. Fui forçada a ir para alguma outra sala, que por sinal aparentava ficava um tanto distante do local onde eu me encontrava pelo tanto que fui arrastada.
 

Assim que parei de ser arrastada, percebi estar na sala de enfermagem. Então, por um breve momento, o homem soltou-me e pude finalmente ver quem me imobilizava por trás. Deduzi ser um dos capangas de Joker já que ele trajava uma máscara de palhaço.
 

Um outro capaganda adentrou ao recinto e junto do outro, forcaram-me a deitar em uma maca, logo em seguida me prendendo a mesma com algemas nos pulsos e pés.
 

E então pude ouvir uma terceira pessoa se fazer presente no recinto
 

- Ora, ora - Reconheci imediatamente que era o timbre de Joker - O que temos aqui?
 

O príncipe palhaço do crime aproximou-se da maca onde eu me encontrava, E mais uma vez me vi refém daqueles olhos azuis. Os dois capangas se retiraram da sala e então, no mesmo instante, estávamos sozinhos.
 

Eu me perguntava qual seria o meu destino nos próximos momentos. Joker era um louco sádico e imprevisível, e qualquer coisa era capaz vindo deste príncipe palhaço do crime.
 

Joker puxou uma lâmpada contra meu rosto, fazendo-me fechar imediatamente os olhos por conta da luz.
 

- Eu fiz tudo o que você pediu... - Após algum instantes, me vi finalmente com coragem o bastante para pronunciar algumas palavras em protesto às atitudes de Joker contra mim - Eu te ajudei!
 

O príncipe palhaço do crime fitava-me com uma curiosidade no olhar de acordo com minhas palavras pronunciadas.
 

- Me ajudou? - Questionou ele com um certo sarcasmo em seu timbre de voz.
 

A partir daí eu já tinha a plena certeza de que algo muito ruim estava prestes a acontecer comigo.
 

- Apagou de minha mente as poucas lembranças que eu tinha! - Exclamou ele, socando a maca em que eu me encontrava - Não... você me deixou em um buraco negro de raiva e confusão.
 

Sua mão coberta por sua luva roxa agora passava pelos seus fios verdes, enquanto eu sentia a tensão tomar conta de meu ser. Eu nunca havia sentido tanto medo de Joker quanto naquele momento.
 

- É esta sua filosofia, senhorita Margot? - Questionou retoricamente com uma forte ironia impregnada o tempo todo em seu tom de voz.
 

- Você vai me matar, senhor Joker? - Perguntei já esperando pelo pior.
 

- O que...? - Ele questionou com um sorriso em seus lábios vermelho sangue.
 

Por alguns segundos, me vi tão hipnotizada em sua boca que cheguei a ter algumas alucinações. Quando percebi, ele erguia dois aparelhos de choque antes de continuar com suas palavras.
 

- Oh, eu não vou matar você. - Dizia ele com palavras tão vazias que me neguei em acreditar que sairia daqui com vida - Eu apenas vou lhe ferir muito... até doer demais...
 

- Ah, é? - Com uma coragem que retirei do além, questionei ao príncipe palhaço do crime - Pois saiba que eu aguento.
 

E por mais difícil que pareça, seu sorriso estendeu-se mais ainda, quase que rasgando sua face de leste à oeste.

 

Eu já sabia o que estava por vir.
 

Senti ele colocar aqueles aparelhos de choque em cada lado de uma cabeça, causando uma forte onda em toda a extensão de meu corpo. Eu sentia o choque atravessar cada centímetro de minhas veias, enquanto todo o meu corpo se estremessia.
 

Por alguns segundos, tive algumas alucinações, em que eu me via junto de Joker em assaltos e crimes, rindo feito uma louca ao seu lado. Estávamos imersos na insanidade e unidos pelo pecado. Era um cenário perfeito para alguém que não estava em sã consciência. Era perfeito para mim.
 

Mas apesar dessas alucinações, eu ainda sentia todo o meu corpo vibrar com aqueles choques. Aquilo doía muito, mas muito mesmo. Eu sentia como se estivesse à beira da morte, sendo capaz de apagar a qualquer instante. Meus olhos marejavam de lágrimas e eu não possuía mais forças para gritar.
 

Eu não sei quanto tempo se passou, minutos, segundos ou horas, talvez. Apenas sei descrever o momento em que ele finalmente parou com aquela tortura e virou-se para mim sorridente. Eu não compreendia Joker, nem sua insanidade.
 

- Você é durona, han? - Ele dizia como se fosse algo simples. Não sei explicar, mas Joker sempre deixava as situações com um leve senso de humor.
 

Sorri minimamente com a exaustidão após tanto sofrimento.
 

- Nunca falei que não suportaria isso - Comecei - ...Por você.
 

O olhar de Joker parecia ler minha alma. Eu sentia que ele queria me falar algo, apenas não possuía o conhecimento de quais palavras usufruir.
 

E sem dizer nada, desarmou minhas algemas, me dando um ar de liberdade por finalmente me livrar aquelas coisas horríveis.
 

Com a cabeça girando, levantei-me da maca em que eu me encontrava enquanto acariciava meus pulsos um pouco doloridos pela algema. O tempo todo sentia o olhar de Joker pesar sobre mim.
 

- Você é apenas uma menina idiota - Ele simplesmente proferiu. Admito ter sentido uma raiva crescer dentro de mim.
 

- Tanto faz, Joker - Começando a perder a paciência, o enfrentei - Cansei de seus joguinhos de merda.
 

Talvez eu não devesse ter desferido aquelas palavras, pois só agora eu estava percebendo o peso dito. Mas agora era tarde.
 

No próximo segundo, senti ele me empurrar contra uma porta de ferro que se encontrava fechada. Suas mãos bateram ferozmente meu quadril contra a porta e instantaneamente gemi de dor. Sua respiração checoteava meu pescoço, enquanto eu sentia seu calor tão próximo à mim.
 

- Isso não é um jogo - Ele sussurrou em meu ouvido. Pude perceber a raiva que se transpassava em seu timbre - Merda é você.
 

- Joker... - Sussurrei ao tentar argumentar, porém sendo ignorada.
 

- Agradeça por eu não lhe matar neste exato instante. - Com suas palavras proferidas seriamente, meu coração pulsou forte.
 

Minha cabeça girava e eu mal sentia minhas pernas ou braços, por conta do choque anterior. Deus, eu iria desmaiar a qualquer instante.
 

E então ele se afastou de mim e pude reparar que seus olhos já não eram mais azuis como o céu. Possuía uma coloração escura, quase preta, deixando seu visual ainda mais macabro. Tremi dos pés à cabeça com aquela situação.
 

E após aquele curto e incompreendível diálogo, um alto barulho de explosão pôde ser ouvido do lado de fora da sala. Joker correu até a porta, a abrindo e averiguado o que ocorria.
 

E então o príncipe palhaço do crime virou-se para mim com um sorriso psicótico nos lábios, surpreendendo-me. Ele era bipolar?
 

- Batman está aqui. - Disse ele, fazendo um pavor dominar-me por dentro ao imaginar as barbaridades que aquele homem morcego poderia cometer.
 

- Como sabe?
 

E então, como resposta ao meu questionamento, ele pegou algo do chão e ergueu o objeto em meu campo de visão. Percebi que era uma bomba já desarmada em forma de morcego. Aquilo já respondia tudo.

 

- Qual o próximo show do circo? - Questionei com humor, mesmo sabendo que não era nada engraçado.
 

- Venha comigo. - Como que em uma ordem, ele disse enquanto me arrastava pelos corredores a fora.
 

Desviando de alguns entulhos e cadáveres, chegamos finalmente ao estacionamento. Sua lamborghini roxa o aguardava no pátio.
 

Forçada a sentar no banco do passageiro, imaginei como aquele carro já era familiar para mim. Ele sentou-se no banco do motorista ao meu lado com seu pé pisando fundo no acelerador. E no próximo segundo, vi aquele carro de luxo correr absurdamente rápido até chegar no portão de grades de ferro do asilo. Como a saída se encontrava fechada, imaginei que ele desistiria ou algo do gênero.
 

Mas por um momento me esqueci que estávamos tratando de Joker, o príncipe palhaço do crime.
 

Seu pé conseguiu pisar ainda mais fundo no acelerador e o carro bateu contra a grade, obrigando-a a se abrir. Com o tamanho do estrondo que aquilo havia causado, com certeza chamara a atenção de todos do recinto.
 

Aquilo foi insano. Eu sentia a adrenalina correr por cada sentimento de meu corpo.
 

Ao meu lado ouvi Joker e sua gargalhada inconfundível. Eu sentia a liberdade em meu peito pela primeira vez desde a morte de minha mãe.
 

E quanto Joker agora corria absurdamente rápido pelas ruas a medida que nos aproximavamos de Gotham, ergui-me do banco e me sentei na janela. Metade do meu corpo estava do lado de fora, enquanto que minhas pernas estavam dentro do carro ainda.
 

Eu sentia o vento bater diretamente contra meu rosto e meus cabelos voarem, enquanto Joker ainda gargalhava. Meu sorriso quase que se rasgava em meu rosto, assim como o dele.
 

Aquele momento era, simplesmente, louco. Mas eu sabia que muito ainda estava por vir.







Notas Finais


Até amanhã! N deixem de comentar emmmmm
Amo vcs ♡♡♡♡♡


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