História Pre-Destined - (Imagine Jimin) - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Jimin
Exibições 550
Palavras 2.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Capitulo 19


Jimin arranca com o carro em direção a estrada, coloco meu cinto de segurança e peço para que faça o mesmo.

- Para qual shopping princesa? - Pergunta suavemente como se o que houvesse dito a irmã tivesse lhe tirado um peso das costas.

- Columbus Circle.

- Ótimo.

- Por que? - Pergunto sem entender.

- Porque assim posso aproveitar e levar minha namorada em um encontro de verdade no Time Warner Center. - Diz surpreendendo-me enquanto continua com os olhos fixos na estrada.

- Hmm, sua namorada aprova a ideia. - Digo suavemente enquanto apoio uma mão em sua coxa e faço carinho.

O resto do caminho foi suave e tranquilo em uma conversa descontraída sobre o quão péssimo o Inglês de Jimin é.

- iou ar may anjeil. - Rio pela centésima vez de sua pronúncia errada da frase enquanto saímos do carro.

- O certo é You are my angel,baby.

- Essa merda de língua é tão difícil. - Diz e abraça-me por trás.

- Com o tempo eu te ensino.

- D'accord, amour. - Escuto-o falando e viro-me imediatamente para fita-lo.

- Mas o que? - Vio-me para encará-lo.

- Francês, tive que aprender pra passar na faculdade e por conta de alguns negócios que tenho na França. - Jimin beija a ponta do meu nariz e saímos em direção ao Shopping.

- E o que significa? - Pergunto curiosa e achando sexy como o inferno Jimin com sotaque francês.

- “Tudo bem, amor”.

- Te ensino a falar inglês se me ensinar francês.

- Trato feito. - Jimin diz e adentramos o shopping, são tantas lojas e tanta variedade que não imagino uma mulher sequer que entre aqui e saia de mãos vazias, é humanamente impossível! - Qual loja princesa?

- Prada. Vem. - Seguro a mão de Jimin e puxo até a escada rolante que nos levará ao segundo andar.

O shopping é enorme, tanto em largura quanto em altura, composto por quatro andares e janelas de vidro que dão aparência moderna e clean ao ambiente é um dos meus shoppings favoritos em todo o mundo. Além de ser interligado ao Time Warner Center, onde ficam alguns dos melhores restaurantes da cidade. Chegamos ao andar e caminhamos até o final do corredor onde se encontrava a loja.

- Quer me esperar aqui ou entrar comigo? Não vou demorar muito, mas sei que homens detestam lojas e essas coisas. - Dou de ombros indiferente e espero sua resposta.

- Eu adoro fazer tudo, desde que seja com você. - Como se possível meu coração amolece mais ainda por esse homem, Jimin é incrível. Deixo um pequeno selinho em seus lábios e puxo-o para dentro.

Não fazem dez segundos que entramos e já me arrependi de não ter pedido para que Jimin esperasse do lado de fora. Meia dúzia de piranhas, opa, vendedoras surgiram do buraco dos infernos perguntando-lhe se estava satisfeito ou queria algo, ignorando totalmente minha presença e ignorando completamente fato de nossas mãos estarem entrelaçadas, mas o que realmente me surpreende é a atitude de Jimin.

- O senhor quer ajuda, água, um café ou qualquer outra coisa? - Pergunta uma das dissimuladas e reviro os olhos para não xinga-la, minha educação é melhor do que isso.

- Quero uma coisa sim.

- Pode dizer senhor. - Diz a ruiva magérrima com os olhos brilhando assim que Jimin dirige a palavra a ela.

- Que todas as senhoritas parem com a bajulação e vejam que estou acompanhado, muito bem acompanhado por sinal. - Olha para mim e aperta minha mão. Todas olham estáticas sem saber o que falar ou como agir, imagino que não esperavam este tipo de resposta. Ponho a mão na boca discretamente e tento segurar o riso. - Assim que se recuperam do choque inicial uma das morenas responde sem coragem de nos olhar e em um tom de voz baixo.

- Sim senhor, nos desculpe. A senhora deseja algo? - Pergunta agora finalmente dirigindo a pergunta  mim.

- Não, obrigada. Desejo apenas que chamem o Sam para mim.

- Sim senhora. - Todas retiram-se de nossas vistas tão rápido quanto surgiram e em alguns instante Sam sai dos provadores.

- ___ querida quanto tempo, fiquei sabendo do atentado, você está bem? - Pergunta parecendo genuinamente preocupado enquanto nos cumprimentamos com dois beijinhos.

- Agora está tudo bem Sam, obrigada pela preocupação. - Assim que nos separamos vejo Sam medindo Jimin de cima a baixo descaradamente.

- E quem é o pedaço de mal caminho com você? - Pergunta e alto e bom tom sem pudor ou constrangimento algum de que Jimin escute.

  - Sou o namorado. - Responde rispidamente

- Hmm, Sam, vim apenas buscar o vestido, pode pegar pra mim por favor? Estamos com pressa.

- Claro querida, eu já volto com ele. - Sam some de nossas vistas e me viro para Jimin apoiando meus braços em seu pescoço devido a diferença de altura.

- O que foi querido? O que te incomodou? Se for o Sam, ele só estava brincando, é o jeito del...

- Não princesa. Deixa pra lá, é só que me incomoda qualquer tipo de homem me cantando ou coisa do gênero, mas sei que ele não fez por mal, já estou melhor. - Jimin diz e sorri fraco não me convencendo, mas prefiro deixar o assunto de lado, deve ser só seu ego de macho alfa ferido.

- Aqui ___ minha flor, seu vestido. - Pego o vestido que está encapado em um plástico escuro preto e abro somente a parte superior conferindo se é o certo.

- Meu anjo eu vou pagar e... - Jimin diz e interrompo-o com a mão.

- Querido, sei que suas intenções são as melhores, mas o vestido já está pago, e mesmo se não estivesse não iria deixar que pagasse, eu trabalho, eu pago minhas contas. - Jimin fecha a cara e vejo que não gostou muito do que acabei de dizer mas não comenta sobre o assunto, bom, problema dele.

- Tchau Sam.

- Tchau ___. - Despedimo-nos e saímos da loja.

- Me deixa levar amor. - Jimin estende a mão e pega a sacola onde está o vestido.

- Não está chateado pelo que disse na loja não é? - Pergunto realmente preocupada que tenha ofendido de alguma forma.

- Não princesa, na hora não fiquei chateado, mas entendo seu lado. - Sorrio por ser tão compreensivo e fico cada vez mais encantada pelas faces do homem que agora chamo de namorado. - Vamos deixar isso no carro e vou te levar para almoçar, é nosso primeiro encontro e vai ter que me deixar pelo menos pagar a conta, disso não abro mão. - Diz rindo. Rio e aceno concordando.

- Ótimo, vamos.

Deixamos o vestido no carro e fomos para o Time Warner Center.

- Aonde quer almoçar princesa? - Caminhamos de mãos dadas e lembro-me de algo que tenho que comentar com Jimin.

- Acho que nunca disse, mas preciso dizer que amo quando me chama de princesa, faz com que me sinta especial. - Digo com um sorriso bobo,Jimin me abraça e beija meus cabelos.

- Você é especial, muito. - Me afasto e acaricio seu rosto admirando-o.

- Você é maravilhoso, por dentro e por fora. - Vejo seu sorriso murchar e Jimin apenas acena com a cabeça e muda de assunto.

- Vamos? Aposto que está com fome porque eu estou morrendo.

- Claro, onde vamos comer?

- Gosta de comida japonesa? - Aceno em concordância e seguimos para o Masa.

Escolhemos o lugar mais discreto, escuro e acolhedor do restaurante, Jimin arrasta a cadeira para mim e senta-se a minha frente. Pedimos um barco com todos os tipos de sushi e sashimis e uma garrafa de saquê junmai-shu. Enquanto esperávamos a comida uma vontade súbita de saber se tudo aquilo era real tomou conta de mim e quando percebi já estava fazendo perguntas estúpidas e Jimin rindo de mim.

- Você tem certeza que é real? Quer dizer, parece um desses personagens perfeitos de livro, espera, não tem ex-noiva maluca ou sogra desvairada né? Você não é casado com outra e tem sete filhos na França? - Percebo o que acabei de falar e arregalo os olhos de tanta vergonha.

- Mas o que? -  Jimin ri tanto que acho que a qualquer momento ficará sem ar. - Meu Deus mulher, de onde tirou essas coisas? - Me sinto completamente ridícula e tenho vontade de me esconder embaixo da mesa e não sair nunca mais. - Começando pela primeira pergunta, sim, eu sou real, muito real. - Jimin diz em tom baixo e rouco para que somente eu possa ouvir. - E posso provar pra você mais tarde, na cama. - Ele pode até ser um personagem perfeito dos contos de fada, mas eu não, não sou a mocinha virgem que cora a cada palavra sacana, posso ser a mocinha besta e apaixonada, tá, essa eu sou, mas completamente despudorada também.

- Ah é? Acho que preciso mesmo dessa prova. - Digo com cara de menina inocente e Jimin ri e balança a cabeça em negação.

- Respondendo a segunda pergunta. Não, não existe nenhuma ex-noiva maluca ou sogra desvairada. E por Deus, eu absolutamente não sou casado e tenho sete filhos na França, sete ___? É sério? - Diz rindo novamente e para minha felicidade a comida chega.

Comemos e conversamos sobre temas leves como seu trabalho e o meu, sua fisioterapia que deveria estar fazendo, e nossos hobbies favoritos.

- Você tem que estar brincando. - Jimin diz com fogo e luxúria nos olhos enquanto larga seus hashis para me olhar fixamente.

- Não, é sério, eu faço aulas de pole dance, na verdade já faz um bom tempo que não vou. - Dou de ombros e continuo comendo.

- E você larga essa informação assim, sem mais nem menos? Sem nenhum tipo de preparação? Porra ___, agora estou de pau duro imaginando você dançando. - Engasgo ao ouvir sua confissão e rio de suas palavras. Levanto-me discretamente e sento ao seu lado colocando uma mão apoiada em sua coxa e subindo lentamente.

- Tadinho. Realmente a falha foi minha, mas agora temos que concertar isso não é mesmo? - Sorrio maliciosamente para Jimin e discretamente abro o zíper de sua calça constatando o que já sabia, sem sua box , seu pau salta livre e glorioso para fora da calça e sorrio deliciando-me com o que apenas uma pequena informação pode fazer. Viro-me para ele e tomo sua boca em um beijo sensual e erótico, movo a mão que estava em sua coxa até seu pênis e começo a masturba-lo discretamente.

Pagamos a conta e saímos abraçados um ao outro sorrindo como se não houvesse amanhã. Entramos no carro e achei que voltaríamos para sua casa mas o caminho que estávamos seguindo era diferente, tento descobrir para onde Jimin está indo mas nada me passa pela cabeça e decido perguntar.

- Para onde estamos indo? - Viro-me para ele e questiono.

- Um lugar que me traz paz e tranquilidade, nunca levei ninguém lá. - Ergo minhas sobrancelhas surpresa e ansiosa para saber que lugar é esse.

Jimin dirige por mais meia hora até estacionarmos em frente a um pequeno parque com uma grama tão verdes e árvores tão vívidas que pareciam ter saído de algum filme. Haviam poucas pessoas, apenas algumas poucas famílias, os pais sentados observando suas crianças correrem atrás de cachorrinhos ou alimentando os pombos.

Fiquei tão impressionada observando a cena que acho que parei no meio do caminho, hoje em dia é tão difícil ter momentos assim, em família, principalmente nessa cidade caótica onde as pessoas só vivem para o trabalho e esquecem-se de todo o amor que tem em casa. Só sai de meu transe quando escutei Jimin me chamando.

- Vamos? - Estende a mão e seguro-a.

- Claro. 

Caminhamos até o outro lado do parque e como se fosse possível era ainda mais bonito que o outro, havia um pequeno rio com vários peixes nadando embaixo de uma pontezinha linda feita de madeira. Agora entendo o que Jimin quis dizer sobre a paz e tranquilidade que o lugar lhe trazem, aqui é simplesmente perfeito.

Sentamos na grama embaixo de uma árvore, Jimin atrás e eu entre suas pernas, meu corpo encostado em seu peito e minha cabeça em seu ombro.

- Porque nunca trouxe ninguém aqui? É tão bonito. - Pergunto enquanto observo uma menina coreaninha correndo até sua mãe e pegando sua mão para mostrar-lhe algo.

- Nunca quis que ninguém soubesse da existência desse lugar, obviamente não é tão secreto quanto uma batcaverna, mas poucas pessoas vem aqui.

- E porque trouxe justamente a mim? - Questiono curiosa pela resposta.

- Porque sinto uma necessidade anormal em querer dividir tudo com você, como se todos os meus momentos felizes tivessem que pertencer a você também. Em pouco tempo você se tornou a razão do meu mundo girar, e um sentimento que nunca pensei sentir florescer, você me fez amar ___. - Viro minha cabeça fitando-o emocionada. - Você me fez amar você..Eu te amo.


Notas Finais


Aish..me sinto tão ridícula escrevendo algo tão romântico! haha
Logo para mim que a palavra amor não serve nem em redação e muito menos no dicionário.. :P
Mas espero que estejam gostando dessa melação toda! haha
Até o próximo! ^^


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