História Pre-Destined - (Imagine Jimin) - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Jimin
Exibições 480
Palavras 1.311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Capitulo - 21.1


Fico por mais uns trinta minutos conversando com Yoongi e subo para o quarto de Jimin, para passarmos um tempo juntos, bom, mais tempo. Bato timidamente na porta e ouço um entre vindo do lado de dentro. Abro a porta devagar e observo Jimin apenas com uma calça de moletom, sentado na cama, com suas costas apoiadas na cabeceira e um macbook aberto em seu colo.

- Não precisa bater amor. - Jimin diz enquanto bate no espaço vazio ao seu lado na cama indicando que me junte a ele. O que faço de bom grado apoiando-me em seu corpo.

- O que está fazendo ai? - Pergunto curiosa.

- Resolvendo algumas questões da empresa, amanhã pela manhã vou dar uma passada por lá. - Jimin não desgruda os olhos da tela enquanto fala, apenas digita freneticamente.

- Me conta mais sobre você. - Peço e vejo que Jimin para de digitar e agora tenho sua atenção integral então continuo. - Agora que estamos namorando, acho justo saber um pouco mais sobre meu namorado.- Faço beicinho e sou agraciada com um beijo casto e um sorriso.

- O que quer saber? - Jimin pergunta fechando o computador e virando-se para me abraçar.

- Hmm, deixa eu pensar. - Aninho-me em seus braços e aproveito para pensar em uma pergunta leve para começar. - Qual é a sua cor favorita?

- Agora, vermelho.

-Uh? Por que, agora? Qual era antes?- Indago curiosa, baseado em sua personalidade fechada e elos tons de seu apartamento e carros, escolheria algo como azul, cinza, ou até mesmo preto, vermelho nunca passaria pela minha mente.

-  Na verdade nunca tive bem uma cor favorita, mas acho que gostava do cinza e do preto, mais por que eu vestia roupas dessas cores do que outra coisa.

- Entendi, e por que agora é vermelho? - Pergunto enquanto traço desenhos imaginários em seu abdômen e sinto um leve tremor em seu peito por conta da respiração quando Jimin fala.

- Seu nome. - Franzo o cenho tentando assimilar uma informação a outra. - Seu nome, é como uma pedra preciosa,e me lembra rubi, e a cor da pedra é como você, linda, especial, e única. Por isso vermelho agora é minha cor favorita. - Levanto minha cabeça e encaro Jimin, senhor se esse homem não parar de ser tão meigo eu vou casar com ele.

- Eu te amo. - Digo e deixo um beijo casto em seus lábios fazendo-o sorrir.

- Eu também te amo. - Repete o mesmo movimento que eu e volta a falar. - Não me distraia que agora é minha vez de perguntar.

- O que quiser. Manda. - Digo retornando a posição anterior.

- E a sua cor favorita?

- Hmm, azul eu acho.

- E por que? - Dou de ombros e respondo.

- Nada em especial, acho que é porque é a cor do céu. E também me acalma.

- Bom saber. - Sinto suas mãos acariciando meus cabelos e uma enorme vontade de dormir toma conta de mim, mas a vontade de saber mais sobre Jimin é maior.

- Em que lugar você nasceu? Aqui mesmo?

- Sim. 

- Legal.

- Já sei que fala inglês e colocava alfinetes na cadeira das professoras quando era criança.

- Ei, assim não vale, você sabe muito sobre mim. - Dou uma leve batida em seu peito e sinto-o tremer embaixo de minha cabeça.

Continuamos com o jogo e descobri coisas banais, mas importantes sobre Jimin, como por um exemplo,que gosta de se exercitar todos os dias assim que acorda.

- E seus pais? - Assim que as palavras saem de minha boca arrependo-me ao senti-lo endurecer embaixo de mim. Sei que eles faleceram, mas queria saber um pouco mais sobre o relacionamento de Jimin com eles. - Se não quiser falar sobre eu en...

- Não, tudo bem, você vem sido compreensiva demais, agora é minha vez de compreender que tenho que me abrir com você se quero que isso, nós dois, dê certo, e acredite, eu quero, quero muito. O que vai ouvir não será agradável meu anjo. - Fico comovida com sua decisão e espero o que Jimin tem a dizer, ouço-o suspirar e começa a falar.

- Sei que sempre conheceu um mundo lindo e cor de rosa, onde seus pais a amavam, e na verdade, todos os pais supostamente deveriam amar a seus filhos. - Franzo o cenho confusa, não entendendo aonde Jimin quer chegar. - Mas comigo não foi bem assim,  meus pais, se é que posso chamá-los assim, eram monstros e mesmo assim, eu os amava, até certo ponto.- Sabe quando seus pais lhe diziam para nunca abrir a porta porque poderia ser um estranho?  - Afirmo acenando positivamente com a cabeça. - Meus pais diziam o completo oposto, que era para abrir a porta de casa, para quem quer que fosse,  a menos que fosse a polícia. - Jimin ri amargamente. - Desses eles corriam, e sabe por que me instruíam a abrir a porta para todo e qualquer tipo de gente? - Nego com a cabeça sem conseguir proferir uma palavra, meu coração se aperta antecipadamente com o que imagino ter por vir.- Eles diziam que o máximo que aconteceria era que me matassem, e que isso seria um grande alívio para a vida deles. Se livrariam de um menino ingrato e inútil como eu. - Meu coração despedaça-se e abraço meu amor com a maior força que consigo enquanto choro baixinho em seu peito, eu não acredito que alguém seja capaz de dizer isso a uma criança, é apenas uma CRIANÇA.

- Com meus sete anos eu era obrigado a limpar o banheiro imundo daquela casa todos os dias, afinal, meu pai bêbado chegava todos os dias tarde da noite e o vomitava todo, e essa era a pior hora do dia. Todas as madrugadas ele entrava no meu quarto, que era um cubículo sem porta. Sempre acordava com os barulhos de vômito e a barulheira de coisas quebrando por onde ele passava, mas me encolhia na esperança de que quando ele passasse, achasse que estava dormindo e desistisse de me dar uma surra. - Jimin tem um tom de voz amargurado e melancólico e não consigo me segurar, quero protegê-lo de tudo e todos, e se esses monstros já não estivessem mortos, faria questão de eu mesma matá-los e manda-los para o quinto dos infernos.- Mas não era uma simples surra, todos os dias ele me espancava, dizia que tinha acabado com a vida deles e que era um garoto imundo que merecia morrer, mas só não me mataria porque queria me ver sofrer, todos os dias enquanto eu vivesse, e disse que gostava de se encarregar pessoalmente que minha vida fosse a pior possível. Tinha dias que apanhava com cinto, esses eram os melhores, com certeza doíam menos que a vara. - Ouço seu tom de voz choroso, olho para cima e vejo uma lágrima escorrendo por suas bochechas, limpo-a e trilho beijos pelo caminho que a gota d’água percorreu.

- Para...por favor. - Imploro chorando como nunca na vida antes. - Chega, eu não quero mais ouvir.

- Shh, já passou, não chora princesa. Por favor. - Seu tom é de súplica, mas não consigo evitar que as lágrimas continuem a cair incessantemente. - A última coisa que quero de você é pena ___, por favor, isso me doeria mais do que qualquer coisa. 

- Você era só uma cri-criança. Eles eram monstros, se já não estivessem mortos me encarregaria eu me-mesma de matá-los. - Digo entre soluços sem ao menos perceber o que acabei de dizer.

- ___, por que acha que eles estão mortos? Quem lhe deu essa informação? - Pergunta friamente como nunca havia ouvido Jimin falar e percebo a enorme besteira que acabei de fazer, merda.


Notas Finais


Alguém acabou falando de mais.. hihi
Até o próximo.. ^^


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