História Prece - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Kai, Sehun
Tags Kai, Sehun, Sekai, Simbolismo
Visualizações 10
Palavras 283
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Shonen-Ai
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Plot que surgiu na aula de literatura
(Editado: acabei de revisar e vi que escrevi alguns nomes errado, já corrigi. E pra quem tá na dúvida quem narra é o Sehun.)

Capítulo 1 - Capítulo Único


Lembro-me vagamente da aula de literatura que tive quando estava nos meus dezesseis anos. Ah, bendito seja Cruz e Sousa por escrever Ângelus... 

Se eu soubesse, naquela época, que aquele se tornaria meu poema favorito e meu vício virasse Broquéis certamente teria mudado grande parte de meu futuro. Ao menos na parte em que permiti sentir o batimento rápido no meu peito que correspondia ao teu olhar quando me vistes pela primeira vez.

Não, nenhum deles mdefiniam ou falavam algo ao meu respeito, às minhas sensações, eu apenas gostava. Gostava do vocabulário difícil, da estrutura textual. Talvez não só isso, eles me davam uma identidade, mesmo não sendo sobre mim, mas sobre o meu eu, é um paradoxo.

Provavelmente o que mais me encantava em Antífona fosse justamente a ausência de narrador, mas também gostava da inexistência do conflito narrativo no poema. Isso nem de longe me definia, porém eu me identificava.

Broquéis, para mim é como Ângelus, manhã, noite e meio-dia. E não, eu não acredito nas Serenidades Etereais. Mas acredito no que é etéreo.

Exatamente por minha crença que sou como Alphonsus de Guimaraens, um de meus principais temas Poéticos é a alma que que subiu ao céu e o corpo que desceu ao mar. Porém conto-lhe que a minha Alma permanece em Cárcere.

Digo isso, pois meu âmago me permite dizer. E a cada Manhã, Noite e Tarde nas quais rezo Ângelus, mais me reprimo em meu próprio símbolo. Nem sonho mais com meus pecados silenciados pelos filetes de saliva que cortam meu Coração com o cheiro das Plangências de algo que não posso ter, apenas passo a noite em claro observando meu emocional e racional quebrados por você.


Notas Finais


Tem muita referência simbolista.


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