História Preciso do seu amor - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Amor Verdadeiro, Piratas, Rin, Sesshoumaru
Exibições 224
Palavras 1.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Momentos


Rin abriu os olhos lentamente, avistando a sua frente uma cabeleira prateada.

- Acordou cedo. - Disse Rin, bocejando

- Na verdade, nem dormir. - Admitiu

- Não? Mas por quê?

- Fiquei com receio de dormir e perceber que tudo que aconteceu com a gente não passou de um sonho.

Rin corou com as palavras do homem. Antes que mais alguma coisa fosse dita, batidas na porta fizeram Sesshoumaru se irritar, por estragarem seu momento com sua princesa. Rin ficou nervosa, pois o que as pessoas iriam achar dela, se descobrissem que a esposa de um príncipe estava dormindo com um pirata?

- Senhor Sesshoumaru... Senhor Sesshoumaru... - Jaken gritava, dando socos na porta

- O que quer?

- Eu vim avisar que estamos chegando às terras do oeste.

- Ok - Disse Sesshoumaru, o homem então voltou seu olhar para Rin-– Bem, teremos que dar uma parada nas terras do oeste, Rin.

- É lá a sua casa, não é?

- Como sabe disso?

- É que, bem, a Sango me contou.

- Aquela linguaruda! - Disse Sesshoumaru, passando a mão sobre os fios prateados

- Não a castigue, por favor. - Pediu Rin

- Não se preocupe. - Ele deu logo um suspiro - De qualquer jeito, eu te levaria lá. - Ele inclinou a cabeça, dando um beijo na morena - Rin, que tal tomarmos um banho juntos? - Ele sorriu safado

Rin corou com a proposta.

 

(...)

 

- É Sango, daqui a pouco estamos chegando. Está feliz de rever o Miroku? - Perguntou Kagome a sua amiga, que olhava para o horizonte

- Por que eu ficaria feliz em vê-lo?

- HAHAHA! Sabemos que você é apaixonada por ele, dona Sango.

- Eu nunca seria apaixonada por um covarde.

- Sango, o Miroku não é um covarde. Ele apenas preferir não lutar.

- Resumindo, um covarde. - Disse Sango, em seguida dando de ombros - Olha quem está vindo ali. O casalzinho dos cantos de fadas. - Falou Sango, com um sorriso safado. Kagome se virou, dando de cara com Sesshoumaru e Rin. O prateado se afastou da morena, indo por uma direção enquanto Rin se aproximou de Sango e Kagome

- Bom dia. - Disse Rin

- Bom dia, safadinha. - Disse Sango, com um enorme sorriso, fazendo Rin corar - Me diga, a transa foi boa?

- Sango! Você está deixando a Rin sem graça. - Disse Kagome

- Nem vem. Você também está doida para saber. - Falou Sango

- Eu... Eu... - A baixinha não sabia o que responder, pois estava totalmente sem graça. Antes que pudesse dizer algo, foi interrompida por um grito vindo de um dos cães demônios

- Terra a vista! - Gritou o pirata no alto do mastro. Rin e as duas morenas puderem ver, a sua frente, às terras do oeste

 

(...)

 

Todos estavam desembarcando. InuYasha foi o primeiro, sendo seguido por Sango e Kagome, enquanto Sesshoumaru foi o penúltimo.

- Eu te ajudo, princesa. - Disse Sesshoumaru, ajudando Rin a descer. Ambos ficaram por alguns segundos se encarando, até que alguém pigarreou, chamando a atenção de ambos

- Será que dá pra namorar depois? - Disse Sango, com um enorme sorriso cínico

Sesshoumaru e Rin se afastaram um do outro, em seguida andando em direção ao grupo de pessoas que os esperavam. Entre eles estava Miroku, que, quando viu Sango e os irmãos de criação, foi em direção a eles.

- Irmãos! - Ele disse alegre, abraçando um por um. - Kagome! - A morena abraçou o cunhado - Sangozinha! - Ele falou mais feliz do que o normal, mas a morena simplesmente o ignorou, passando direito e sem ao menos dar um abraçinho nele; deixando o moreno de belos olhos azuis sem graça - Um dia ela vai gostar de mim. - Disse coçando a nuca

- Ela já gosta, Miroku, só não quer assumir. - Disse Kagome, tentando animar o amigo

- É. - Ele riu - Mas quem é essa jovem bonita? - Disse ao ver Rin. Ele pegou na mão da morena e depositou um beijo ali. Sesshoumaru, um pouco enciumado, depositou sua mão na lateral do corpo da morena, a puxando para si de um jeito possessivo 

- Ela é a Rin, minha prisioneira. - Falou Sesshoumaru

- Ah! Vejo que pelo jeito ela pode ser algo a mais que sua prisioneira. - Disse Miroku, dando uma enorme risada

- Me poupe, Miroku. - Disse Sesshoumaru, sério - Mande os homens tirarem todo o ouro do navio.

- Sim. - Assentiu - Ah! Sesshoumaru, precisamos conversar. É algo muito importante.

- Tudo bem. Depois do almoço.

 

(...)

 

Sesshoumaru e Rin adentraram um enorme quarto, decorado com ouro e pedras preciosas.

- Meu Deus!

- Gostou, Rin?

- Sim. O seu quarto é lindo. Na verdade, todo o castelo é lindo.

- Que bom que gostou. - Sorriu, em seguida abraçando-a por trás - Vamos passar a maior parte do tempo aqui. - Ele sussurro no ouvido dela, que se arrepiou toda. Antes que mais alguma coisa pudesse ser dita, batidas na porta e uns gritos de Jaken os atrapalharam novamente

- Senhor Sesshoumaru... Senhor Sesshoumaru...

- Que merda! Jaken é um empata foda, mesmo. - O prateado se soltou de Rin, e foi até a porta, abrindo-a - O que quer, Jaken? - Perguntou irritado, ao ver o homem que o servia há anos, lá parado

- Vim saber se o senhor precisa de alguma coisa.

- Preciso que me deixe em paz! - Dito isso, ele bateu a porta

- Não deveria tratar o pobre do Jaken assim. - Disse Rin, com pena do homem.  Sesshoumaru deu de ombros, se aproximando dela e a puxando para si

- Esquece o Jaken. Vamos voltar para uma coisa mais importante. - Ele disse ao mesmo tempo em que a beijou, levando-a para cama

 

(...)

 

Depois do almoço, Rin, Sango, Kagome foram dar uma volta pelas terras do oeste. Enquanto Sesshoumaru, Miroku e InuYasha seguiram para a sala de reuniões. Sesshoumaru sentou em seu trono real, enquanto InuYasha e Miroku sentaram cada um em uma cadeira.

- Estão Miroku, como estão as coisas por aqui?

- Sesshoumaru... - Iniciou Miroku, ficando sério - Não estão nada boas.

- Por quê? - Questionou

- Sesshoumaru, as vilas ao redor do reino estão sendo atacadas.

- Como assim? Quem ousa fazer isso?

- Ele é um pirata, conhecido como Caveira Negra.

- Caveira Negra. - Repetiu Sesshoumaru, analisando a situação

 

(...)

 

- Então Rin, como foi fazer sexo com Sesshoumaru? - Perguntou Sango, deixando Rin sem graça - Achou que eu iria te deixar em paz sobre esse assunto? - A pirata riu

- Eu... Eu...

- Diz aí, Rin! - Falou Kagome, também curiosa. Por mais que ela achasse errado pressionar a baixinha, a sua curiosidade estava à flor da pele

- Foi bom. - Respondeu para as duas morenas

- Ah Rin, fala sério! Só bom? - Questionou Sango

- É, acho que sim. - Corou. Kagome e Sango riram do constrangimento da garota

 

(...)

 

Era noite, Sesshoumaru e Rin estavam trocando beijos molhados e carícias ousadas.

- Rin.

- Sim?

- Eu estava pensando que poderíamos fazer umas coisinhas...

- Que coisinhas? - Perguntou desconfiada, com uma das sobrancelhas arqueadas

- Sabe? Eu acho essa sua boquinha linda. - Ele acariciou os lábios da morena, com seu polegar

- E?

- E eu estava pensando que você poderia usá-la, para dar um carinho no meu amigo de baixo.

- Hã? - Rin estava meio sem entender - Que amiguinho?

- Aquele Rin. - Ele indicou com a cabeça, levantando o lençol

- Seu... Seu pirata tarado! - Ela socou o peito do homem

- Ai Rin! Isso dói. - Riu - O que tem demais?

- Eu... Eu...

- Pelo menos tenta. - Ele pediu e ela pensou por alguns segundos, lembrando-se dos conselhos da Madame do bordel

- Ta bem, vou tentar. Mas se eu não gostar, eu paro, ok?

- Ok. - Respondeu com um sorriso. Eles então começaram a se beijar, fazendo o clima esquentar

As mãos de Sesshoumaru apertavam a cintura da morena, que em seguida foi descendo os beijos pelo peitoral do prateado; dando leves mordidas, enquanto o homem gemia pelos lábios macios da morena percorrerem seu corpo. Ela passou suas unhas na barriga de Sesshoumaru, que se arrepiou todo.

- Rin... Hum... - Ela foi descendo ainda mais os beijos, até chegar a virilha do homem

Rin então pegou no pau dele, alisando por um bom tempo, o sentindo pulsar na sua mão. Inocentemente ela começou a fazer um vai e vem com a mão, acelerando os movimentos, enquanto Sesshoumaru gemia rouco. Rin  colocou em sua boca o pau daquele pirata, dando uma leve chupadinha, depois tirando-o da boca.

- Para de me provocar, Rin. - Ele pediu e então Rin colocou sua língua pra fora, passando na cabecinha do pau dele

Ela foi explorando cada centímetro com a sua língua, naquele pau lindo, maravilhoso e cheiroso. Logo ela já estava acostumada com a situação e foi perdendo totalmente a vergonha. Cada vez que Sesshoumaru gemia, mais ela se empolgava para chupá-lo, caindo assim de boca e com vontade naquele pau gostoso

- Isso Rin... Hum... Rin... Isso... - Ele gemia

 Rin estava chupando todinho o pau de Sesshoumaru. A morena desceu a sua boca para as bolas do homem, quando se lembrou de outro conselho da Madame daquele bordel: “Menina, nunca se esqueça de dar um tratamento especial as bolas do homem”. Ela corou, lembrando-se das palavras da velha, mas mesmo assim chupou uma por uma e lentamente, levando a sua língua por todos os cantos.

- Rin, meu Kami! Isso! - Ela subiu a boca novamente, passando sua língua na cabecinha do pau dele, em seguida colocando em sua boca novamente - Vou gozar. - Disse ele, segurando na cabeça da morena. Ela então deu uma chupada forte e Sesshoumaru uivou, em seguida gozando na boca da morena; que levantou o rosto um pouco assustada, pela sua boca estar sendo preenchida de porra. Ela, sem saber muito bem o que fazer, engoliu tudo sem pensar duas vezes - Meu Deus, Rin!

- O que foi não gostou?

- Pelo contrário. Eu adorei. Você foi ótima! - Disse, puxando-a e fazendo com que a morena deita-se novamente ao seu lado

 

(...)

 

Em uma sala iluminada apenas por velas, um homem adentrou, chamando a atenção de um homem que estava sentado em sua poltrona.

- Senhor Caveira Negra, desculpe incomodar.

- Sim?

- É que Sesshoumaru Taisho já retornou de sua viagem.

- Já? Que ótimo! - O homem que antes estava lendo um livro, fechou-o e sorriu diabolicamente



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