História Preciso do seu amor - Capítulo 26


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Amor Verdadeiro, Piratas, Rin, Sesshoumaru
Exibições 106
Palavras 2.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente
obg a todos comentários no cap anterior , caso eu tenha esquecido de responder algum .
me perdoei ^^
O cap foi editado por KarinaSesshy

Capítulo 26 - A história da pequena sereia. Parte l


Fanfic / Fanfiction Preciso do seu amor - Capítulo 26 - A história da pequena sereia. Parte l

Rin então encarou a mulher à sua frente, para em seguida desferir um tapa na face de Kikyou. Foi então que Rin percebeu que ao seu redor tinham vários soldados com lanças apontadas para si.

- Abaixem as armas. – Disse Kikyou

- Mas Rainha... – Um dos soldados tentou argumentar.

- Eu disse: Abaixem as armas. – Disse mais uma vez e, a contragosto, os soldados fizeram o que a rainha mandou – Agora saiam!

- Mas...

- Escutem a minha irmã. – Foi a vez de Nana falar e os soldados assentiram

Nana sorriu para a irmã, saindo logo em seguida. Kikyou sorriu levemente, quando viu o colar que Rin usava no pescoço. Era um colar com uma pedrinha azul que ela conhecia muito bem.

- Filha, me desculpe.

- Pelo o que? Por me deixar para trás?

- Eu tive que te deixar, filha. Achei que você estaria melhor lá.

- Melhor? Você me abandonou.

- Te deixei com seu pai...

- E quando meu pai morreu, porque não foi me buscar? Ou vai me dizer que não soube que papai havia partido?

Kikyou estremeceu um pouco com as palavras da filha.

- Sim, eu sabia que Akira havia morrido, mas achei que seria melhor você ser criada pela...

- Por três megeras? Três bruxas?

- Por favor, deixe-me contar minha história.

 

Anos atrás

 

O povo de Atlântida era descendente do Deus Poseidon rei do mar, e da Anfitrite, uma ninfa de grandes poderes mágicos. Poseidon criou um reino junto a sua amada, tendo com ela herdeiros que com o tempo herdariam seu reino; além de seus poderes como a capacidade de transformar suas pernas em uma calda de peixe, a comunicação com seres do mar, controle dos ventos marítimos e poderes curativos.

Então se prepare, pois é aqui que começa toda a história da Pequena Sereia, que era a filha  do rei Tritão. Ela era uma sereia diferente das outras quatro irmãs. Todas viviam no belo reino chamado de Atlântida, um lugar lindo e mágico, mas Kikyou possuía uma grande vontade, que era de conhecer o mundo dos humanos. Porém esse seu desejo só poderia ser realizado quando completasse quinze anos. Nessa idade é dada a permissão para as sereias nadarem até a superfície e andarem nas terras humanas. Para Kikyou seria um dia especial e parecia que nunca chegaria. Sua curiosidade aumentava cada vez mais, quando todos que haviam ido à superfície e andado em meio aos humanos contavam relatos sobre os barulhos da cidade, as luzes, as estrelas que brilhavam, as pessoas, e os animais... Tantas novidades que só aumentavam o desejo de Kikyou de conhecer o mundo, até que finalmente a bela Kikyou completou seus 15 anos.

- Eu estou tão animada, papai. – Disse Kikyou

- Tem certeza, filha, que queres conhecer a terra dos humanos?

- É o que mais desejo desde pequena.

- Eu também quero ir. – Comentou Nana, que na época tinha 13 anos

- Minha Nana, quando você completar seus 15 anos você poderá ir, como eu também estarei indo essa noite.

- Filha, poderia deixar para outro dia. – Pediu Tritão

- Não, papai. Eu quero ir hoje. – Sem muita escolha, Tritão apenas assentiu

 

(...)

 

Kikyou estava com seu coração palpitando. Estava prestes a nadar em direção as terras humanas, iria andar com os humanos, conversar com eles, comer de suas comidas... Sorriu boba ao pensar nessas coisas tão simples.

- Kikyou, está pronta?

- Estou sim, minha irmã Moana. – Falou Kikyou para sua Irmã mais velha, que tinha cerca de 19 anos. Uma bela loira, que logo seria herdeira do trono. Além dela, havia outras duas irmãs: Lana de 18 anos, uma bela ruiva; e Kate de 17, que possuía cabelos verdes

- Que bom! Consegui permissão de nosso pai para que possamos ir sem guardas. Como já fui varias vez a terra dos humanos, ele permitiu; então estou responsável pelas suas vidas. Não entrem em confusão e nem interajam demais com os humanos, entendido?

- Sim irmã! – Responderam as três. Moana assentiu, sendo a primeira a mergulhar na pequena fonte que era saída de Atlântida. Logo em seguida foi Lana, Kate e por último Kikyou que puxou o ar antes de mergulhar. Com o contato com a água, Kikyou começou a manifestar seus poderes e suas pernas foram se transformando em uma bela calda azul

 

(...)

 

Finalmente as quatros chegaram em uma praia deserta, onde havia muitas rochas, o que é bom já que todas saíram da água completa nuas.

- Princesas. – A voz de uma senhora assustou Kikyou

- Kikyou, acalma-se. Esta é Kaede. – Disse Lana, a irmã do meio – Ela era uma ninfa, mas perdeu os seus poderes, agora ela fica responsável de aguardar os jovens do povo de Atlântida para orientá-los e para dá-los roupas mais simples; roupas humanas.

- Prazer, minha princesa. – Disse Kaede

- Prazer Kaede. – Disse Kikyou

- Princesas, vamos até a minha cabana. Já separei as roupas de vocês. – As quatro assentiram, seguindo ate a cabana, onde banharam-se para tirar o sal do mar e em seguida colocaram vestidos simples

- Princesas, hoje está acontecendo um festival em oferenda ao Deus Poisedon. 

- Ao nosso ancestral? – Perguntou Kikyou, curiosa.

- Sim. Os humanos adoraram nosso Deus Poisedon, além de Zeus, Atenas entre outros. – Respondeu Kaede e Kikyou sorriu admirada pelas informações

 

(...)

 

Seus olhos brilharam ainda mais quando chegaram à vila.

- Kikyou, lembra-se do caminho para a cabana de Kaede?

- Sim...

- Ótimo! Caso se perca de nós, volte para lá, entendido?

- Sim irmã.

Depois de tudo combinado, as irmãs começaram a andar pela vila. Havia música e comida, e no momento de distração Kikyou acabou se afastando das irmãs, mas ao invés de retonar a cabana a morena decidiu andar pela vila, sozinha mesmo; parando diante de uma barraca, onde havia vários objetos, mas houve um que chamou muito a sua atenção.

- O que é isso?

- É uma caixinha de música. – Disse a velha dona da barraca, em seguida abrindo a caixinha de música. Uma bela melodia começou a tocar, enquanto uma pequena bailarina começou a dançar, e os olhos de Kikyou brilharam.

- É linda...

- Realmente, e custa apenas duas moedas de prata. – Ao ouvir aquilo Kikyou lembro-se que estava sem dinheiro, já que sua irmã mais velha havia ficado responsável pelo saco de ouro.

- Eu não tenho dinheiro. – A velha afastou a caixinha de Kikyou

- Se não tem dinheiro, poderia me dar esse colar então. Ele parece bem valioso.

- Não posso dar meu colar. – Disse Kikyou, se afastando levemente da velha e colocando a mão sobre a pedrinha.

- Então esqueça essa caixinha.

- Pode vendê-la, senhora. – A voz imponente de um homem fez a pele de Kikyou se arrepiar. Quando ela virou-se para encarar o dono daquela voz, seu coração estremeceu e suas pernas ficaram bambas, e a mesma não entendeu porque estava sentindo daquelas reações.

- Ela não tem dinheiro, meu jovem.- falou a velha.

- Eu pagarei. Quanto custa?

- Duas moedas de prata.

- Aqui está. – Disse, pegando do saco duas moedas e entregando a velha que agradeceu e em seguida entregou a caixinha ao homem – Aqui está. – Disse o homem, estendendo a caixinha para Kikyou, que tinha as bochechas coradas – Não era isso que você queria?- perguntou curioso .

- Sim...

- Então aceite... – Kikyou assentiu, pegando finalmente a caixinha de música.

- Obrigada.

- De nada. – Ele riu, coçando a nuca – Me chamo Akira e você? Qual é o seu nome?

- Kikyou. – Respondeu ainda de cabeça baixa, abraçando forte a caixinha contra o seu corpo. Seu coração batia forte e ela conseguia sentir um leve e doce cheiro.

- É um bonito nome. – Kikyou levantou o rosto e sorriu para Akira, que corou.

 

(...)

 

Kikyou e Akira em poucos minutos se tornaram amigos. Ambos passeavam pela vila e comiam comidas deliciosas.

- Eu não sou dessas terras, eu sou do reino do sul. Vim com meu velho pai ele tem negócios aqui.

- Hum...

- E você? È de onde Kikyou?

- Eu sou de Atlântida. – Ao ouvir isso, Akira riu

- Atlântida não existe. Ela é só uma lenda. – Kikyou abaixou a cabeça, lembrando-se que os humanos acreditavam que sua terra era uma lenda – Mas se não quer me dizer, tudo bem. – Ele disse para Kikyou – Já fico feliz de saber seu nome. – Aquele sorriso fez Kikyou corar como uma boba – Daqui a pouco os fogos de artifícios serão soltos.

- Fogos de artifícios? São aquelas estrelas que tem mil cores? – Akira sorriu, pois aquela garota era tão boba...

- Sim, são estrelas de mil cores. Se quiser, posso te levar até um local que dá para ver melhor as mil estrelas, além de ficar próximo do mar.

- Sim, eu quero. – Disse Kikyou, animada. Akira então pegou na mão da morena, fazendo com que seu coração batesse mais rápido. Akira e Kikyou andaram em meio às pessoas. Ao chegarem em um penhasco, Kikyou via a cidade e do outro lado viu as ondas batendo contra o grande paredão.

- Afaste-se daí, Kikyou, pode ser perigoso. – Pediu Akira. Kikyou sorriu e logo se afastou da ponta do penhasco

- Tem medo?

- Não é medo, é cautela. Eu não sei nadar. – Ele riu sem graça – Olha, a música parou o que quer dizer que as mil estrelas vão brilhar no céu. – Kikyou olhou na direção que Akira havia apontado, então de repente fogos de artifício começaram a estourar no céu; enquanto os olhos de Kikyou brilhavam intensamente por aquela bela visão.

- São lindos...

- Não quanto você, Kikyou. – A voz de Akira saiu baixa, mas o suficiente para Kikyou ouvir. A morena o olhou e em seguida disse:

- Você quer me beijar? – Perguntou corada, fazendo Akira ficar nervoso.

- O quê? – Perguntou assustado.

- Eu sinto que você quer me beijar. Seu coração estava acelerado e você está exalando feromônios do amor. – Kikyou disse corada. Aquela era uma das habilidades que sereias possuem

- Eu... Eu... Eu... – Akira estava vermelho – Sim, eu quero te beijar.- confessor finalmente.

- Então me beija. – Respondeu Kikyou, fechando os olhos. Akira então se aproximou dela, selando seus lábios enquanto lindos fogos iluminavam a noite – Você é tão bela... Até mais que uma sereia. – Disse ao se afastar

- E você já viu uma sereia?

- Não. – Ele sorriu – Sereias são lendas. Dizem que elas são perfeitas, mas com certeza você é mais bela e mais prefeita.

Kikyou sorriu.

- Ora, Ora... – A voz desconhecida chamou a atenção de Akira e Kikyou que voltaram seus olhares para dois homens, um ruivo e um loiro, que saíram do meio das árvores – Passem tudo.

- Hã? – Kikyou não estava entendo nada.

- Acalme-se. – Pediu Akira, se colocando na frente de Kikyou – Tome. – Disse ele, entregando o saco de moedas que tinha. O homem ruivo pegou o pacote quase vazio.

- Só isso? Nós sabemos que você é filho de um comerciante muito rico, da corte do sul.

- Desculpem, mas eu só tenho isso.

- E essa caixinha? Passe pra cá! – Disse o homem ruivo, que seguiu em direção a Kikyou e conseguiu puxar a caixinha que acabou indo parar no chão e se quebrando – Merda! Quebrou. Me dê seu colar então.

- Espera! – Pediu Akira, segurando na mão do bandido. O homem deu um soco em Akira, que deu dois passos para trás. Ao ver aquilo, Kikyou ficou irritada e deu um soco no ruivo, que também deu dois passos para trás.

- Vadia! – Gritou o loiro, vindo em direção a Kikyou, mas a mesma deu uma rasteira nele e em seguida deu uma cambalhota para trás, se colocando em posição de luta. Kikyou e suas outras irmãs foram bem treinadas para serem grandes lutadoras. O bandido de cabelos loiros foi em cima de Kikyou, que desviou do soco dele. Ela o pegou pelo punho e o jogou com tudo no chão, em seguida dando uma gravata. Ela estava preste a quebra o pescoço dele

- Ei vadia!

Kikyou olhou em direção ao ruivo, que tinha Akira em seus braços.

- Se não quer que seu namorado morra, solte meu parceiro. – Kikyou olhou para Akira, que estava próximo do penhasco.

- Kikyou, fuja! – Gritou Akira – Eu vou ficar bem.

- Acredito que seu namorado não vai sobreviver, só se ele for um peixe, então se não quer perdê-lo solte meu parceiro. – Kikyou então soltou o loiro, que tossiu – Agora entregue seu colar.

- Não Kikyou! – Gritou Akira. Kikyou tirou o colar e jogou para o bandido

- Ótimo! – Disse o ruivo – Agora pegue seu namorado, mas no fundo do mar. – Dito isso o ruivo jogou Akira do penhasco.

- AKIRA! – Kikyou correu para o penhasco e em seguida pulou, mergulhando com tudo.

- A maluca se jogou mesmo. – Disse o loiro

- Que se fodam! Vamos embora! – Disse o ruivo

 

(...)

 

Akira estava afundando cada vez mais e sua visão estava ficando turva. Já não tinha esperança de ser salvo, mas pelo menos ele beijou uma garota bonita. Em meio ao mar, ele viu Kikyou com um rabo de peixe, o que fez com que ele sorrisse. Sim, ela era mais perfeita do que uma sereia. Ele iria morrer com a visão dela de ser tão prefeita.

- Kikyou... – Pensou ele antes de fechar os olhos e sorrir

 

(...)

 

- Akira... Akira!

 Ele tossiu e cuspiu um pouco de água.

- Kikyou... – Ele a viu, percebendo que ambos agora estavam em uma praia e estavam molhados – Você é uma sereia. 


Notas Finais


gostaram da nova "versão da pequena sereia "
Alguém desconfiou que Kaede poderia ser uma ninfa ?
e olha colar que Sesshoumaru deu a Rin, antes tinha sido da Kikyou que entregou os bandidos para salvar Akira
a velha da barraca meio que foi o cupido da Rin e com Sesshy e da kikyou com o Akira ?
gente amo História , amo mitologias , lendas , nossa sou fascinada, e eu estou tão feliz de fazer essa fic :)
rs


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