História Preço de uma Paixão - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Palavras 3.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Chapter VI


Anna: Sterling, pelo amor de Deus, será que dá pra demorar menos?

Sterling: É meio difícil te encontrar disfarçada no meio desse parque não é?

Anna: já disse que estou de azul.

Sterling: Excelente ajuda, Anna. Excelente ajuda ¬¬

 

Era um sábado à tarde quando Anna finalmente conseguiu se encontrar com seu amigo. Ela havia conseguido chegar mais cedo ao parque por conta de seu nervosismo. Haviam anos que tinham perdido o contato e agora cá estava ele de novo. Com certa dificuldade conseguiu enxergar os cabelos platinados no meio de uma pequena multidão de adolescentes que jogavam bola por lá.

-Sterling? Aqui!

Achou muito engraçado ele olhar em sua direção e começar a correr para encontrar-se com ela juntamente de um Golden Retriver. O cachorro apenas queria atenção. Quem visse de fora acharia que estavam gravando a cena de um filme: o mocinho corre em direção da garota e quando chega perto dela a coleira do cachorro dele se enrosca em suas pernas, os juntando. A diferença era de que não era um filme e muito menos Sterling tinha um cachorro. Embora este episódio tenha feito eles optarem por um lugar mais calmo.

Anna não sabia direito como reagir. Sterling havia se mudado em seu último no colégio. Sem ele por perto, teve de enfrentar certas implicâncias que ainda existiam com ela. Não era humilhada como em sua infância porém ainda a achavam estranha. Fora difícil ir a formatura sem ter ele por perto. Ficar sozinha em um canto havia sido bastante chato. E não ter ele ao seu lado quando foi se apresentar naquele de concursos também havia sido triste. Ele de fato não havia mudado muito mas ela sim. Com a fama havia sido obrigada a mudar seu visual. O que antes era ridicularizada, hoje era babada. Ela tinha certeza quando se olhava no espelho que se o seu antigo colégio pudesse olhar de perto para ela agora, não iriam dar um pio sobre seu cabelo ou roupas. Quem diria então o seu fundamental! Eles com certeza não acreditariam quando descobrisse. Porque se até Harry seria obrigado a se lembrar dela, com certeza eles também já que a imagem de ambos tinham uma repercussão mundial.

Sterling teve um pouco de dificuldade para distibgui-la.ao ouvir seu nome ser chamado não acreditou que aquela garota esguia, de boné azul e óculos escuros pudesse ser ela. Por isso quando chegou perto dela apenas conseguiu dizer:

-Wow...

-Qual é, Sterling. Não é como se eu estivesse tão diferente assim....- disse abraçando ele apertadamente.

-Anna, é justamente o contrário. Aposto como conseguiria um par para o baile agora.

-Tem certeza de que seria só um? – completou com um sorriso.

-Uma pequena fila de garotos e talvez uma centenas de garotas interessadas na sua amizade.

-Sabe, as vezes eu tenho vontade de voltar lá só para ver a reação deles.

-Não existem encontros de turma? Porque eu tenho certeza de que recebi um e-mail do comitê de formatura me convidando para um.

-Mas você nem ficou para a formatura.

-Isso que é o mais estranho.

***

-Eu fiquei de boca aberta quando te vi no Youtube, sabia? Você nunca me contou que sabia cantar.

Eles andavam para uma parte mais afastada das pessoas, porém banhada com a luz do sol. Não era um ambiente totalmente privativo mas seguro dos olhares e ouvidos curiosos.

-Justamente por querer cantar que tive que sair daqui, lembra?

-Como vou saber se isso você nunca me contou? - perguntou abismado.

-Era um pequeno trauma que eu tinha... – disse sem jeito.

-Tinha, né? Porque pelo seu vozeirão agora isso já passou né?

-Digamos que eu quisesse me expressar de alguma forma e aulas de canto eram melhores do que ficar dando bola pro quem falavam. E veja só onde eu estou agora. Eu realmente preciso ir a uma reunião de turma. - ela estava bastante empolgada com essa ideia. - Mas e você, Sterling? O que está fazendo?

-Eu virei ator. Fiz pequenas participações em algumas séries e clipes por aqui, mas agora eu finalmente eu consegui minha própria serie. Estreia semana que vem.

-Sério? Qual o nome?

-Mackenzie Falls. Eu sou o protagonista meio esnobe. Não que eu esteja de total acordo com o personagem, mas tudo bem.

-Quem diria Sterling: nós dois famosos. - Anna disse com um sorriso de satisfação no rosto.

-Pois é....

Apenas sorriram um para o outro. Dali não existia um amor romântico, apenas fraternal. Mesmo não sendo muito tempo eles haviam passado por tantas coisas juntos. Enfrentar uma adolescência sozinha não é nada fácil, e Sterling havia a tirado da sua bolha. Incrivelmente ele conseguiu retirar o possível trauma que poderia ficar na garota. Ela não seria mais maltratada por outo garoto na sua vida depois de conhecer a capacidade de uma verdadeira amizade.

***

-Anna eu me sinto na obrigação de te perguntar uma coisa agora que está de volta a sua terra natal.

-Acho que eu já sei o que é....

-Em todo o seu tempo aqui, não sei vontade nenhuma vez de ir atrás daquele garoto?

-Harry, você quer dizer? – perguntou numa tentativa de postergar a resposta.

-Você sabe muito bem quem eu quis dizer. - respondeu sério.

Respirando fundo, Anna teve coragem de contar a verdade.

-Sterling, eu nem precisei ir atrás dele. Eu convivo com ele praticamente todos os dias.

-Como assim?

-Sabe Harry Styles?

-Do One Direction?

-É.

-O que tem ele?

-É ele, Sterling.

O garoto não conseguiu falar nada por alguns segundos, apenas sustentar sua boca aberta e olhos arregalados.

-Anna, isso não faz o menor sentido! Como pode conviver com ele sabendo o que ele te causou no passado? Como sua mãe permitiu que viesse para cá e ficar com ele?!

- Ela não sabe que ele faz parte da banda. Só o meu tio, mas ele não liga muito pra isso. Na verdade acho que ele até esqueceu...

-Anna, vocês estavam abraçados na tweetcam que eu te encontrei. Como chegou a esse ponto? Ele não te odeia?

-Aí que está, Sterling. Ele não sabe que sou eu. Acho que mudei tanto que ele é incapaz de me reconhecer.

-O que você quer com isso?

-Mesmo com ele implicando comigo um pouco no começo, o jeito que ele me trata agora é diferente de antigamente. Ele pode me achar legal, não sou um pé no saco. Eu admito que quando éramos crianças eu podia pegar um pouco no pé dele, mas eu só queria sua atenção, ser sua amiga. Mas quando eu me apaixonei por ele, ele quebrou o meu coração. Sterling, ele fez isso na frente d escola toda. Ele me empurrou no meio de todo mundo.

-Ainda não consegui entender...

-Escute, essa é uma chance que nunca sonhei antes. Ou já, tanto faz agora. Esse tempo todo em que passei longe dele me fez realmente esquece-lo do jeito românico. Eu realmente não me importo mais se ele tentar me humilhar mais, porque além de já estar vacinada contra isso, eu sei que ele não vai. Eu quero que ele entenda que eu posso ser legal, fazer ele engolir tudo de ruim que já fez comigo

-Como, Anna?

-Já está acontecendo na verdade como você mesmo viu na tweetcam. Ele me aceita como eu sou. E quando chegar a hora, eu vou me revelar e fazer ele lembrar de antes e finalmente Harry vai perceber que sempre foi preconceituoso comigo.

-Isso não faz o menor sentido...

-Com licença, na minha cabeça faz. Somos famosos agora, não é como se ele pudesse me jogar no chão de novo sem sofrer alguma consequência.

***

-Anna, a verdade agora: existe alguma chance desse plano maluco dar errado? Porque aquelas fãs da banda já captaram alguma coisa no ar da parte dele.

-Aí é que está. Depois daquele incidente que ele sem querer me fez chorar por lembrar dele, ele veio me pedir desculpas. Disse que se sentia culpado por ter me feito recordar do meu passado conturbado, que não queria que eu o visse como um monstro. - disse olhando para o chão. - o engraçado, Sterling, é que ele pediu desculpas por eu ter lembrado do que ele fazia. Ele não faz a menor ideia. Ele quase me beijou, Sterling, e não foi a força dessa vez.

-E como você ficou?

-Mexida, é claro! Eu nunca fui tão bem tratada por ele antes. E eu também já tinha percebido todos aqueles sinais que elas apontaram. Eu me deixei levar por isso e céus, como eu me odeio por ter me iludido!

-Anna, querida, você precisa decidir o que quer de verdade: mostrar como é de verdade ou conquista-lo?

-Eu passei a noite em claro pensando nisso e me lembrando do quanto ele já me fez sofrer, Sterling. Embora eu admita que ela está infinitamente mais atraente agora do que na adolescência e que uma pequena parte minha ainda pulsa quando ele olha pra mim, não vou ser idiota de novo. Como ele mesmo me disse, antes e agora, nós nunca iremos mudar. Sempre seremos Harry e Anna. Além do fato de algumas vezes ele já ter mencionado uma vizinha maluca- que eu sei que sou eu-. Agora é uma questão de honra mostrar quem eu sou de verdade.

-E como pretende fazer isso? - perguntou com uma mão segurando o queixo, olhando seriamente para ela.

-Se lembra deu ter comentado que cantar foi o motivo que me fez fugir daqui? Descobriram uma vez que eu adorava compor e bem, eu tinha feito uma música especialmente para Harry. Descobri tarde demais que haviam pego do meu caderno a letra e espalhado pela escola inteira. A zoação foi tanta que Harry não aguentou e resolveu dar um basta na situação. Além de rasgar a letra e partitura na minha frente, me empurrou e eu caí no chão com todos rindo de mim. O mais interessante é que quando eu estava indo para casa, ele brotou do meu lado e foi simpático, até me roubou um selinho. Só não esperava que alguns de seus amigos iriam aparecer na hora. E bem, mais uma vez eu fui empurrada. Só que dessa vez minha mãe viu e me convenceu a ir embora dali.

-Como ele pode fazer isso? - Sterling estava abismado com a incoerência de fatos.

-Ele era assim, Ster... na frente dos outros se mostrava um imbecil. Mas de vez em quando, vinha a minha casa tirar dúvida de alguma coisa ou trazer uma torta e era o ser mais encantador possível. Mas se alguém aparecesse, se tornava desprezível de novo. Ele confundiu e ferrou a minha cabeça e coração. Mamãe não permitiu que ele continuasse a fazer isso.

Passou-se um longo tempo e ambos permaneceram em silencio, apenas olhando as crianças brincando pelo parquinho. O Golden Retriver ainda fareja por perto deles ansiando por um carinho na barriga.

-Anna, já considerou a possibilidade dele estar realmente se apaixonando por você?

-Não acabou de ouvir o que eu disse? Isso é impossível, Sterling. Ele me odeia. Mesmo estando mais amigável comigo faz questão de me alfinetar. Ele nunca vai ter isso por mim. Pensa que já não me iludi o suficiente pensando nessa possibilidade desde que ele quase me beijou? Não quero sofrer mais por ele.

-Você mesma falou que com você era um e na frente dos outros era outro. E agora mostra alguns sinais disso. Se não sentisse alguma coisa não se preocuparia em você vê-lo como um monstro. Não tentaria te beijar. Não ficaria tão nervoso como ficou na tweetcam.

-Eu realmente não quero me iludir pensando nisso. Mas, se por algum milagre ele acabar se apaixonando, isso sim vai se tornar uma pequena vingança. E já tenho tudo planejado, não pude deixar de pensar nisso enquanto tentava raciocinar aquilo. E bem, ele já me fez sofrer muito mais. Não é como se ele não aguentasse uma pequena rejeição

-Anna, você pode ser má as vezes.

-Apenas estou vingando todas as garotas que foram rejeitadas e humilhadas como eu.

***

Era quase noite quando a garota finalmente chegou em casa. Havia sido um dia cansativo no final das contas. Ela ainda pensava sobre como sua vida havia mudado: nunca que alguém daquela escola iria imaginar o lugar onde ela morava agora. Uma mansão situada em um condomínio de luxo. Tinha de tudo do bom e do melhor, a vida que sempre quis por assim dizer. E ainda era vizinha de Niall Horan! Não que eles fossem TÃO ligados assim, mas eram bons amigos. Cansada, Anna sobe para seu quarto com seus ombros e coluna levemente curvados, desgastada de seu dia. Abriu a porta de seu quarto e jogou-se em sua cama.

Havia sido quase automático se lembrar do que tinha discutido mais cedo com Sterling.

“Estava terminando de arrumar suas coisas após a aula de biologia quando deu falta de um papel rosa. Ele era grande e brilhoso, não tinha como estar perdido em sua mochila. Ela já tinha procurado três vezes e nada. Tinha medo do que poderia acontecer se alguém descobrisse sua música.

Não era mais segredo para ninguém de que ela era apaixonada por Harry Styles e por mais que detestasse toda a atenção que era dada para aquele fato, ela ainda era uma garota recém entrada na adolescência. Fazia coisas idiotas como escrever suas iniciais nos cadernos, imaginar um final feliz e no seu caso mais especificamente, compor músicas para ele. Já era bastante suportável toda a gritaria d escola com ela e até mesmo as grosserias de Harry quando enchiam o seu saco sobre o assunto, mas ela tinha certeza de que essa música seria a gota d’água se descobrissem.

Seu pior pesadelo tornou-se realidade assim que saiu da sala. Por estar no horário de almoço todos estavam nos corredores. E o pior: sua música havia sido xerocada e colada em qualquer espaço livre nas paredes e no chão. Caminhar até o refeitório havia sido meio difícil sem escorregar em suas próprias palavras ou ser acertada por uma bolinha de papel.

Quis morrer ao chegar a sala aberta e dar de cara com meio colégio, desde os menores da sua série até os formandos encarando um vídeo que estava sendo reproduzido na parede branca. De alguma maneira alguém tinha conseguido gravá-la ensaiando sua composição. Com certeza era algo extremamente pessoal já que sua voz não era tão afinada. Ela era poderosa porém doía os ouvidos. Quando perceberam a sua presença completamente roxa de vergonha, uma multidão virou-se para ela apontando e gargalhando. Como se não bastasse aquela situação, Harry também estava presente e viu tudo.

-Olhe, Harry. Parece que agora você é a musa de alguém!

-A estranha chega até ser bonitinha toda apaixonada, mas cantar isso já chega a ser ridículo!

Dentro outros comentários cada vez mais perversos Harry foi ficando furioso. Ele só queria um pouco de paz em sua vida. Não era sua culpa se aquela garota feia e estranha gostava dele. Ele sinceramente odiava quando chamavam atenção para esse fato. Ele tinha sido criado com o valor de que a aparência era tudo, juntamente com a fama. O verdadeiro protótipo de jogador de futebol do colegial tirando o fato de que ele não jogava nem estava no colegial. Sua família tinha bastante dinheiro e era bem influente na cidade. Não queria estragar sua imagem andando com ela.

Irritado, ele não pensou duas vezes antes de andar até estar cara a cara com Anna e soltar:

-Será que você não se toca, Anna? Prefere todo dia passar vergonha por insistir em gostar de mim? Entenda de uma vez por todas que eu não te amo e NUNCA vou te amar! – ele gritava. Seu rosto estava vermelho e suava a cada instante. Anna apenas conseguiu se encolher com a reprovação do garoto.- Você sabe o que eu faço com a sua musiquinha?- ele pegou o papel original que havia recebido mais cedo como parte da humilhação e rasgou em quatro pedaços na sua frente. – Veja se agora consegue entender isso, estranha.- e empurrou a garota no chão, saindo apressadamente enquanto Anna apenas catava o papel picotado e fugia para o banheiro mais próximo com o rosto banhado em lágrimas. Aquilo havia sido a gota d’água. Pior do que quando Harry roubou seu primeiro beijo como forma de faze-la largar do seu pé.

O mais interessante de tudo é que naquele mesmo dia enuqanto estavam voltando para casa, Harry havia ido falar com ela.

-Oi. Quer ajuda com seus livros, Anna?- perguntou docilmente com um sorriso de tirar o folego para uma garota de 13 anos.

-Não, eu não quero. – respondeu emburrada apertando o passo para casa.

Para sua sorte ou azar ele morava em frente a ela, o que proporcionava uma caminhada juntos.

-Escute, Anna....

-Agora não sou mais a esquisita? Não vai me empurrar? Tenho certeza que minha música ainda não está picotada o suficiente.

-Me desculpe. É que existem coisas que voce não entende.

-Tipo?

Ele não respondeu. Apenas se aproximoi e beijou levemente os seus lábios. Anna era babaca, isso era um fato. Nunca haviam trocado mais do que alguns selinhos mas toda vez que ele fazia isso seu peito se apertava. Não demoraria a ele ser grosso novamente.

Dito e feito. Passado três segundos do beijo uma dupla de garotos surge e recomeça a encher a paciencia dos dois.

-Até que a esquisita conseguiu o que queria! HARRY STYLES NAMORA A ESQUISITONA!

-Já disse para não fazer isso, garota! Me deixe em paz!- Harry gritou empurrando Anna para longe, porem tomando todo o cuidado de não deixá-la cair no chão. Desapareceu rapidamente deixando a garota com cara de tacho.

Existiam sim fatores que tanto ela quanto ele não compreendiam direito. Harry nunca deveria ter dado bola para ela ou para o que vinha se apossando do seu peito a alguns meses. Ou simplesmente ele nunca devesse ter perdido o controle e te-la empurrado na escola. A mãe da garota ficou sabendo e após ver toda aquela cena de sua janela levou sua filha embora no mesmo dia. Ela não poderia sofrer mais.

Anna não voltou a escola no dia seguinte, nem nunca mais. O que deixava Harry aliviado e aflito ao mesmo tempo.”

Anna tinha algumas lágrimas nos olhos ao se lembrar disso, passando incoscientemente seus dedos por seus lábios, numa vaga tentativa de se lembrar da sensação de beijá-lo quando uma raiva profunda tomou conta de seu corpo. Ele não machucaria ela novamente. Ela se vingaria, estava decidida a isso.

Ainda mais após uma longa busca pelo youtube e encontrar um vídeo upado. Era antigo, as imagens estavam um pouco disformes pela qualidade da câmera ser péssima mas ela reconheceu tudo. Alguém tinha gravado o pior dia da sua vida e havia upado para o youtube. Ao inves de ficar chateada, mais uma ideia surgiu em sua cabeça. Harry seria forçado de qualquer maneira a se lembrar dela. Querendo ou não.

Ouviu um apito vindo de seu telefone. Apenas sorriu ao receber um singelo convite para a reunião de turma. Isso ela não perderia de jeito algum.

***

-Anna?- seu tio a chamou entrando em seu quarto.

A garota que estava em seu notebook combinando os detalhes com Sterling sobre a viagem não percebeu a presença de seu tio até ele segurar seu ombro.

-Sim?

-Gostaria que soubesse que a gravadora acabou de fechar um contrato com os estúdios Disney. Pensei que por ser garota, voce gostaria de saber. Seremos encarregados da produção musical de alguns filmes e voce já está cotada para cantar. Eles vieram especificamente atrás de você. Meus parabéns!

Ela não poderia estar mais anciosa para essa reunião de turma.



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