História Predestinado a te encontrar - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Romance, Shoujo
Exibições 47
Palavras 3.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLOOOO
Então, essa não é a primeira fic que eu escrevo, mas é a primeira que passa de 300 palavras do primeiro capítulo. Eu pensei nessa história enquanto assistia um dorama, e pensei "ah, por que não?" então comecei a escrever do nada e saiu essa joça aí. Esse capítulo ficou bem grande, então espero que não fique cansativo x.x espero que gostem! Um beijo e um cheiro <3

Capítulo 1 - Encurralada


Acordei sentindo mãos firmes segurarem minha cintura, enquanto movimentava os dedos que estavam entrelaçadas em diversos fios de cabelo. Era quente e aconchegante, como um cobertor que me protegia do frio. Sorri ao lembrar do anel em minha mão, me aninhando ainda mais ao corpo que me envolvia, sem querer me levantar dali nunca. Era uma posição extremamente desconfortável, contudo, por isso tentei me mover para tentar melhorar a situação de alguma forma, em vão. As mãos se firmaram ainda mais em meu corpo, acompanhadas de um grunhido, me arrancando um sorriso. Passei a brincar com os fios longos de seu cabelo, enquanto criava coragem para levantar da cama.

Franzi as sobrancelhas. Nathaniel parara de deixar o cabelo crescer fazia muito tempo.

 Eu nunca acordo primeiro que ele.

Despertei de vez e comecei a suar. Todas as manhãs em que acordava em seus braços, era surpreendida por seus olhos me encarando, seu sorriso ao perceber que despertei, seus dedos que passavam pelos meus cabelos... aquilo estava muito, muito estranho. Passei a tentar me afastar, mas a cada empurrão ganhava apenas um grunhido irreconhecível. Depois de várias tentativas finalmente consegui me virar, o que apenas fez com que ele enlaçasse meu corpo com os braços, passando a palma da mão pela minha barriga. Minha barriga nua.

— Será que dá para parar de se mexer? Eu estou tentando dormir, sabia? — Ouvi um murmúrio diretamente na minha orelha, que me fez arregalar os olhos. Aquela era a confirmação que eu precisava; o homem deitado naquela cama definitivamente não era o meu noivo. No mesmo instante gritei o mais alto que pude, me debatendo com a maior força possível até que ele me soltasse, acabando por cair com o chute que acabei dando sem querer, sem perceber que Castiel já havia me soltado. Ainda com uma expressão assustada no rosto me virei lentamente até onde ele havia caído, puxando o lençol até meu corpo assim que percebi que estava completamente... despida.

Ele esfregava a testa, que havia batido com tudo no chão, com uma careta; até que finalmente abriu os olhos, os arregalando assim que realizara quem havia gritado. Castiel Levantou o dedo, apontando para mim como se não entendesse nada do que estava acontecendo, até que desceu um pouco o olhar, se deparando com apenas um lençol que cobria meu corpo. Então abaixou a cabeça para olhar para si mesmo, no mesmo instante pegando um travesseiro e o colocando sobre o colo, denunciando que eu não era a única sem roupas ali. Me virei para a frente, respirando fundo e passando os cabelos para trás com a mão livre. Era impossível. Completamente impossível. Minha cabeça doía de uma maneira insuportável àquela hora, mas mesmo assim me forçava a lembrar de que praga havia me feito transformar o momento mais feliz na minha vida em algo que poderia destruí-lo.

O dia anterior tinha tudo para ser um dia comum. Exceto pelo fato de que no meio dele fui pedida em casamento.

Não desconfiei de absolutamente nada, por mais que Nathaniel sempre estragasse as surpresas que planejava por não saber guardar segredo. Nosso relacionamento se mantinha estável por longos 5 anos, ao ponto de chegarmos a morar juntos no quarto ano de namoro, em um luxuoso apartamento comprado por ele no centro de Paris. Nathaniel era o gerente do departamento de marketing de uma empresa multinacional não muito longe do apartamento, por isso não aceitou quando sugeri pagar metade do custo do mesmo. Por esse motivo eu sou a única a cuidar de nossas necessidades como produtos de casa e alimentos, ou não teria coragem de sequer pisar no prédio. Meu salário como nutricionista sequer se comparava ao dele, mas garantia que eu suprisse nossas necessidades e comprasse ainda roupas e acessórios apenas para meu agrado.

Era sábado, e estranhamente naquele dia Nathaniel tinha a tarde livre. Era normal que ele trabalhasse o fim de semana inteiro, mas naquele dia ele dissera que não era necessário no trabalho, então perguntou se eu queria ir a algum lugar com ele. Meus lugares preferidos em Paris eram os destinos escolhidos por ele, o que me fez sentir um calor reconfortante no peito. Ele lembrava de todos os nossos aniversários, assim como meus lugares preferidos e comidas que eu mais gostava. Me conhecia da cabeça aos pés, e a cada dia me surpreendia mais, mostrando o quanto me amava todas as vezes que a dúvida invadia minha mente.

O último local que visitamos foi meu restaurante preferido, mas em um horário um pouco cedo para jantar, pelas cinco da tarde. Não reclamei, pois estava com fome de qualquer maneira. O prato de entrada geralmente era algo pequeno, apenas para enganar a fome enquanto esperávamos pelo principal, contudo naquele dia a entrada que Nathaniel pedira valia por uma refeição inteira. Só desconfiei do pedido estranho quando o garçom chegou com o prato principal: Um pequeno prato com uma tampa prateada, nada além disso, nem mesmo bebidas. Franzi as sobrancelhas, será que o garçom havia trocado a ordem da entrada e da refeição principal? Mesmo assim, isso ainda é muito pequeno até mesmo para uma entrada...

— Então... provavelmente você deve estar se perguntando “Que tipo de comida é essa que não alimenta nem uma criança”, certo? — Nathaniel disse, soltando uma risada nervosa. Antes que eu pudesse sorrir de volta ele cruzou as mãos e fixou seu olhar em mim, a sombra da risada sumindo totalmente de sua face, e da minha. — Cami, você sabe muito bem que por mais que eu me esforce para garantir mais tempo perto de você, eu nunca consigo fugir do compromisso que eu tenho com a empresa. E eu tenho certeza que você deve se sentir muito insegura com tantas viagens que eu faço... e com as poucas vezes que eu posso te dizer que te amo. — Ele disse, cerrando os lábios com um sentimento aparente de culpa, ainda que meu coração só batesse cada vez mais rápido com cada palavra que saía de sua boca. — Eu recebi uma proposta. Meu chefe vem prestado muita atenção em mim, sabe? E ele quer que eu vá em seu lugar para uma viagem de negócios. Uma viagem para os Estados Unidos, que vai durar pelo menos... seis meses.

O sorriso que estampava meu rosto desapareceu. Ele já tinha viajado diversas vezes, para todos os lugares que eu poderia imaginar. Passei a sentir as mãos em cima da mesa começarem a suar. Seis... meses? Aquilo era tempo demais. A última vez que fiquei tanto tempo longe dele foram apenas sete semanas, e eu quase enlouqueci. Encarei a mesa por alguns segundos, contudo vendo que ele começara a ficar apreensivo, sorri de leve e voltei a olhar em seus olhos. Antes que pudesse dizer alguma ele tomou minhas mãos, as acariciando com os dedos.

— Eu não quero mais que você se sinta triste quando eu estiver longe. Que você tenha dúvida sobre meus sentimentos... ou que você ache que eu quero estar em qualquer lugar que não seja ao seu lado, porque eu não quero. — Nathaniel soltou minhas mãos e retirou a tampa do prato, revelando uma pequena caixinha branca. Meus olhos se abriram um pouco, alternando entre a caixa e seu rosto. — E eu queria que você esquecesse toda e qualquer sombra de medo ou aflição antes que eu vá embora... — Ele se levantou e deu a volta na mesa, parando ao meu lado, e se ajoelhando. Cobri a boca com uma das mãos, sentindo que todos naquela sala podiam ouvir meu coração batendo. Apenas a voz dele podia superar as batidas em meu peito. Não ouvia nada além dela e do meu próprio coração em todo o restaurante. — Porque eu quero me casar com você. E essa é a maior certeza que eu já pude ter em toda a minha vida. Você aceita se casar comigo?

A princípio fiquei sem reação. A caixa guardava um anel delicado, prateado com um pequeno diamante no meio. Ao analisar melhor percebi que ele era trançado, e o prata era um pouco rosado, o que me deixou ainda mais maravilhada. Acenando lentamente com a cabeça, percebi que minhas mãos tremiam um pouco, mas logo o calor das mãos de Nathaniel me acalmaram. O anel coube perfeitamente em minha mão, quase como se tivesse sido feito sob medida. Meus olhos se encheram de lágrimas assim que eles deixaram o anel e se voltaram para Nathaniel, que estava feliz como eu nunca havia visto. Na mesma hora me ajoelhei no chão e o abracei, o mais forte que pude. Não me importava mais com o tempo que ele passaria fora, pois ele voltaria para mim, e dessa vez eu realmente poderia chama-lo de meu. Meu namorado, meu noivo, e alguma hora, meu marido. Não esperava a hora desse dia chegar.

Não demorou muito para que Nathaniel voltasse ao trabalho. Ele havia conseguido a manhã toda livre em troca de viajar ainda naquela noite, então nem sequer pude aproveitar o pouco tempo que tive com ele. Mesmo assim, nada conseguiu me deixar menos feliz do que eu estava. Depois de um longo cochilo resolvi sair para comemorar. Não aguentaria três horas acordada se não tivesse dormido antes disso. Já eram quase 20h00 quando resolvi ligar para Rosalya, perguntando se ela queria ir ao bar que costumávamos ir sempre naquela noite. Nunca perdi o contato com ela, e ela foi a primeira pessoa que passou pela minha cabeça quando pensei em alguém para compartilhar minha felicidade.

Não vesti nada muito extravagante. Era uma regata branca com uma renda por cima, e uma calça cor de berinjela, de cintura alta, por cima da blusa, que ficava folgada no corpo. Passei um pouco de base no rosto apenas para esconder as poucas sardas que tinha pela face e um batom marrom quase bege. Pensei em colocar brincos, mas o anel que ganhei horas antes ofuscaria qualquer outro acessório em meu corpo, então resolvi não pôr mais nada. Peguei um sapato simples e preto, de salto baixo, e escovei os fios castanhos de meu cabelo, os deixando para trás, soltos e rebeldes. Ele costumava ser curto, mas deixei que eles crescessem, agora chegando até o meio das costas. Não conseguindo parar de sorrir nem sequer por um segundo, saí de casa, mais feliz que nunca.

Eu costumava frequentar o Le Zorba desde os tempos do início da faculdade, porque além da pista de dança ficar no andar de cima do andar do bar e das mesas, ele era como um bar misturado com lanchonete e boate: Um ambiente pouco iluminado, mas ao mesmo aconchegante, onde eu podia escolher entre beber às vezes ou simplesmente comer algum lanche qualquer. Embora Nathaniel não gostasse muito de visitar o bar comigo, sempre ia com amigos e principalmente com Rosalya. Naquele dia não seria diferente, foi o primeiro lugar que eu pensei quando imaginei onde poderia soltar a bomba.

Assim que cheguei no primeiro andar do bar pude avistar Rosalya sentada em uma das mesas do canto. Seu cabelo platinado, agora cortado um pouco acima dos ombros, estava modelado em cachos em um estilo um pouco bagunçado, o que certamente combinava com o formato de seu rosto. Os olhos não estavam com nada além de delineador e lápis, e os lábios estavam preenchidos por um batom neutro. Sorri ao ver que ela me reconheceu de longe, escondendo lentamente a mão atrás da bolsa pendurada no ombro. Sentei, suspirando e fingindo uma cara de desespero.

— Adivinha quem vai parecer uma solteirona encalhada por mais seis meses? — Eu disse, apoiando o queixo na palma da mão direita. — Mais um semestre aturando cantadas vindo para cima de mim e tendo que soltar respostas como “Desculpa, meu noivo foi para o outro lado do mundo, mas garanto pra você que eu sou compromissada e não estou te dando um fora só porque você é um cara extremamente chato ou algo do tipo”

 — Mas ele não acabou de voltar de uma dessas? — Rosalya falou enquanto revirava os olhos, já chamando uma das garçonetes até a mesa — De que adianta ser gerente de empresas se você nunca pode... — Ela se interrompeu assim que processou a mensagem que eu tinha transmitido. Se ajeitou no banco e me olhou, séria. — Me mostra.

— Te mostrar o que? — Inclinei a cabeça para o lado, cerrando os lábios para não rir. Na mesma hora ela me olhou com raiva, puxando meu braço esquerdo com força e dando um grito ao ver o anel no meu dedo. — Ah... isso?

— Ah, isso? Isso?! — Ela falou alto, quase explodindo, não sabendo se ficava feliz ou com raiva por eu ter escondido o pedido de casamento por basicamente 5 horas. — Você tem a coragem de aparecer aqui com essa cara de pau tão tranquila e me dizer uma coisa dessas assim como se falasse como foi o dia de trabalho?! — Ela fechou os olhos e respirou fundo, voltando para seu lugar e abrindo os olhos. Embora ela estivesse tentando se fazer de brava ficando séria, eu não conseguia segurar a risada. — Me diz como isso aconteceu antes que eu te mate.

Depois de toda a recapitulação do dia, todo o mau humor falso de Rosa foi substituído por sorrisos e gritinhos entre cada frase que eu dizia. Ela sabia mais do que ninguém o quanto eu esperava por esse dia, então sua felicidade era tão grande quanto a minha.

Entre uma conversa e outra, já me sentia um pouco tonta pela quantidade de doses que pedimos para comemorar naquela noite. Não estava completamente inconsciente do que eu fazia, mas também não estava no meu melhor estado. Olhando em volta, avistei não muito longe dali duas pessoas conversando em um bar. Uma era uma garota ruiva com o cabelo cheio, em cachos, um deles caindo sobre seu rosto e outro enrolado em seu dedo. Ela estava debruçada na bancada do bar, e parecia estar flertando com o garoto em sua frente. Olhei para ele e na hora sorri largo. O vermelho não estava mais presente, mas o corte era longo como sempre e a cara de tédio e deboche também. Sempre que eu encontrava com Castiel pela cidade, ele estava naquele bar, conversando com alguma garota que hora ou outra aparece para importuná-lo. Eu não cansava de ver elas irem embora com aquela cara decepcionada todo o final de noite.

Já era tarde e eu podia perceber o olhar de outras pessoas enquanto elas escutavam nossas altas gargalhadas. Para falar a verdade fazia muito tempo que não saia com Rosalya e levou tempo até colocarmos o papo em dia. Infelizmente, não durou tanto tempo. De repente o celular de Rosa começou a tocar, e ela atendeu com uma careta.

— O que? Mas você já está aqui na porta? — Ela falou, com a voz embargada, já se levantando. — Mas está muito cedo... não tem como ir embora e voltar daqui a um tempo não? — Fez bico, mas pareceu em vão, pois logo depois ela revirou os olhos. Não sei o que Leigh disse após isso, pois um sorriso brotou do nada em sua face. — Eu vou te cobrar isso. Já vou, ok? — Com isso ela desligou e olhou para mim, fazendo cara de choro e me abraçando. Era um perigo deixar Rosalya beber demais, por isso Leigh fazia questão de busca-la sempre que saíamos. — Eu juro que queria ficar mais e ouvir mais de você, mas aquele chato não me deixa aproveitar. — Falou enrolado, fazendo uma cara de brava.

— Tudo bem, tudo bem, só se apresse, antes que ele volte atrás com a promessa, seja lá qual tenha sido — Disse entre risadas, empurrando ela até a porta do bar. Logo vi Leigh com as mãos nos bolsos, tirando uma delas e acenando logo que nos avistou. Sorri, a relação deles continuava firme e forte e era o casal mais fofo que eu conhecia. Voltei para dentro assim que ela desapareceu dentro do carro, ainda rindo sobre ter visto como eles brigavam e riam ao mesmo tempo pela janela do veículo.

Já dentro do bar percebi que a garota que antes conversava com Castiel já não estava mais lá, e este estava com uma cara nada agradável, enquanto brincava com alguma bebida dentro do pequeno copo em sua mão. Andei lentamente até o banco ao seu lado e me sentei, apoiando o queixo na mão e o cotovelo na bancada.

— Eu já disse para você me deixar em paz, ou você fingiu que não escutou? — Ele disse em um tom de voz irritado, de olhos fechados, até abri-los e arregala-los — Ah, é só você. Se eu soubesse, teria te dispensado de uma maneira mais delicada. — Ele disse, se virando para mim com um sorriso de lado no rosto.

— Você pode dizer isso, mas pelo menos não sou eu que estou bebendo sozinha no bar em plenas duas da manhã. — Pisquei e peguei um copo em frente a ele que ainda estava cheio — Posso?

— À vontade. — Disse, indicando todos os copos com a mão. — O que é isso, está afogando as mágoas por mais uma viagem do seu namorado?

— Ah, longe disso — Sorri e levantei a mão esquerda para ele, enquanto pegava eu copo novamente para tomar mais um pouco de sua bebida — E corrija suas palavras: não é namorado, é noivo. — Castiel arqueou as sobrancelhas por um segundo, mas logo voltou para a expressão debochada de sempre, tomando o copo da minha mão.

— Pegue um para você então — De uma vez só bebeu todo o líquido do copo, sem deixar uma gota. Fiz bico, e pedi mais um copo para mim para o barman, deixando a nota em cima da bancada. — Quer dizer que ele só fez xixi em você, marcou território e sumiu de novo?

Semicerrei os olhos, mas não deixei de sorrir um pouco. Não eram poucas as vezes que eu encontrava com Castiel pela cidade, muito menos no bar. Apesar de seu foco ainda ser a música, não deixou de fazer uma faculdade para ter uma renda enquanto sua música não conseguia sustenta-lo. Direito não era lá a cara dele, mas foi algo que com esforço — muito esforço — ele conseguiu terminar, e agora tinha um trabalho estável, estava bem contente por ele.

O papo seguiu por mais tempo que eu imaginava, e a partir daí eu não lembrava de muita coisa. Tinha bebido além da conta e comecei a tagarelar alguma coisa relacionada à Nathaniel que não consegui identificar. Castiel, que eu percebi que não tinha bebido tanto assim, se levantou e me ajudou a fazer mesmo, perguntando algo como onde era a minha casa, mas que na hora eu sequer prestei atenção, rindo por causa de alguma coisa muito idiota. Bufando, ele me colocou em suas costas, e foi aí que eu apaguei.

Quando despertei, estava em um sofá. Tudo estava escuro, e eu estava sozinha. O ambiente estava quente, muito quente, e eu suava como nunca. Me levantei, precisava de água. Caminhei pelo ambiente que não conseguia reconhecer, tateando tudo com as mãos, até alcançar uma porta. Podia não estar enxergando muita coisa, mas aquilo não era uma cozinha. Mesmo assim, a sombra ali presente era a água que saciaria minha sede, eu salivava como nunca. A última coisa que lembrei foi de caminhar até aquela sombra, sentindo o calor circular pelo meu corpo cada vez mais. Depois disso, minha memória falhou; não conseguia lembrar de absolutamente mais nada. 


Notas Finais


*Se protege das pedras*
TANTANTAN o que será que aconteceu? Sexta feira, na sweet amoris repórter -nnn Eu não tenho muita coisa para falar aqui, visto que esse é só o primeiro capítulo, mas garanto que a treta é grande AUSHAUSAHUS
Bem, espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo .3.


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