História Predestinados - Shawmila - Capítulo 43


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin Mahone, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Shawn Mendes
Tags Camila Cabello, Fifth Harmony, Shawmila, Shawn Mendes
Exibições 284
Palavras 3.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello :)
Duas notícias pra vocês!
1: O capítulo é praticamente todo hot, aproveitem :)
2: Peço perdão pela música, é antiga, mas pra mim foi a que se encaixou.
Espero que gostem.
Boa leitura!
PS.: Notas finais!!!

Capítulo 43 - Comemor(ações) - Scene hot.


Fanfic / Fanfiction Predestinados - Shawmila - Capítulo 43 - Comemor(ações) - Scene hot.

 

Outra apresentação acontecia e eu estava ali no camarim, sozinha. Segurando uma garrafa d’água numa mão enquanto observava as notificações chegando no meu celular. Eram muitas. Pessoas parabenizando por conta do show, por conta dos trabalhos, de uma maneira em geral. Roger entrou procurando algo mas sequer ficou cinco minutos. No mesmo pé que ele havia entrado, ele havia saído.

        Normalmente nós fazíamos os shows e depois íamos embora. Muito dificilmente ficávamos para assistir a próxima apresentação, mas naquela noite o combinado seria ficar ali e aproveitar. Comemorar, já que só iriamos nos ver na véspera do natal.

       Estava entretida mandando uma mensagem para o grupo das meninas quando senti dois braços rodearem meu corpo por trás juntamente com um beijo singelo na nuca, já que eu estava com o cabelo preso num coque mal feito.

- Você me assustou – Eu disse calmamente, porém com o coração mais acelerado do que o normal.

- Não era minha intenção – Ele disse enquanto eu bloqueava o celular e me virava para si.

       Seu cabelo estava um pouco bagunçado, como se ele tivesse esfregado a mão por ali. O ponto jogado sobre seus ombros ainda denunciavam que o aparelho do show ainda estava preso em sua roupa. Seus olhos brilhavam mais do que o normal e suas bochechas e boca tinham uma tonalidade mais avermelhada. Um resquício de suor mantinha-se no alto de sua testa, mas seu perfume inconfundível ainda estava ali.

- Por que me olha assim? – Perguntei com ele agarrado à mim, enquanto acariciava seus cabelos.

- Talvez por que você seja linda?! – Ele devolveu a resposta com uma pergunta e um sorriso de canto de boca.

      Eu ri de maneira contida, estava sem graça. Senti minhas bochechas esquentarem e suas mãos passarem pelas minhas costas numa carícia contínua: de cima para baixo e de baixo para cima.

      Trocas de olhares.

      Quando existe uma ligação forte, tudo conspirava ao seu favor. Palavras não precisam ser ditas. Os olhares conversam entre si enquanto o silêncio nos abraça, e era dessa maneira que eu estava me sentindo naquele exato momento.

      Seu abraço me passava confiança e seu carinho me passava conforto. Nos olhares conversavam silenciosamente entre si dividindo um turbilhão de sentimentos diferentes. Meu coração errou uma batida quando ele sorriu uma última vez antes de aproximar seus lábios dos meus. Lábios esses que eu estava morrendo de saudades.

   

     Sua boca encaixou-se sobre a minha de forma calma e consciente. Uma de suas mãos segurava-me pela cintura enquanto a outra fazia carinhos no meu rosto. Um beijo com gosto de saudade. Shawn inclinou levemente a cabeça para o lado enquanto pressionava dessa vez mais firmemente seus lábios sobre os meus. Sua mão antes no meu rosto estava escorregando para minha nuca.

      Meus lábios instantaneamente abriram passagem para sua língua quente e ávida, que quando se chocou contra a minha fez-me sentir um frio na espinha e um calor subir pelo meu corpo.

     Meu coque mal feito desmanchou-se com as mãos do rapaz e ele então puxou levemente meus cabelos enquanto afastava-se mordendo meu lábio inferior. Eu quis rir, mas antes que pudesse pensar em qualquer coisa, ou tivesse ao menos tempo para isso sua boca já estava acionada sobre meus pescoço, onde ele lambia e mordia o mesmo, enviando sinais de eletricidade pelo meu corpo inteiro.

- Shawn, alguém pode entrar – Eu disse com o pingo de sanidade que me restava.

- Ninguém vai entrar – Ele disse rouco subindo os beijos pelo meu pescoço e mordiscando o lóbulo da minha orelha.

       Um gemido não contido saiu pela minha boca e foi o suficiente para dar gás para aquela situação. Minhas mãos seguravam-no pelo pescoço no momento em que ele enlaçou minha cintura com seus dois braços me levantando do chão enquanto andava comigo até a mesa que havia ali, praticamente me jogando e me prensando contra a mesma.

       Se antes o beijo havia começado de forma lenta e carinhosa, agora estava na base da pressão e agilidade. Eu queria muito, tanto quanto ele, mas nós estávamos no camarim no meio de um festival. O lugar mais inapropriado possível e aquilo era tão... Excitante.

- Alguém vai... – Eu tentei dizer enquanto ele chupava meu pescoço.

       Ele se afastou alguns centímetros olhando diretamente nos meus olhos. Seu olhar estava carregando de luxúria, desejo, tesão, ou qualquer coisa nesse nível. Seus olhos pareciam duas bolas de fogo me mirando enquanto suas mãos estavam tão quentes quanto aquela mirada.

      Shawn colocou apoiou uma mão de cada lado sobre a mesa e inclinou-se na minha direção.

- Já ouviu falar que tudo que é proibido é mais gostoso? – Ele riu cafajeste diante do meu rosto.

       Levantei minha mão direita como se o pegasse pelo queixo, apertando o dedo indicador em sua bochecha direita e os outros quatro em sua bochecha esquerda. Tal gesto fez com que se formasse um biquinho convidativo em sua boca. Aproximei meu rosto do seu passando a ponta da minha língua sobre seus lábios contornando-os e então dando uma mordida firme, me afastando ainda com seus lábios entre meus dentes puxando-os comigo.

- Maldito! – Eu disse após soltar seus lábios.

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         Uma risada curta e rouca se fez no ambiente, mas por milésimos de segundos. No instante seguinte sua boca estava grudada à minha mais vez enquanto sua língua permanecia em uma briga corrida contra a minha. Suas mãos passaram pelas minhas coxas e pela lateral do meu corpo, variando entre a minha cintura e as minhas costas. Ele puxou a mão para o meu abdômen enquanto apertava os meus seios por debaixo da minha roupa.

- HM – Mordi meus próprios lábios tentando segurar o gemido que tentava sair.

        Ele se afastou enquanto suas mãos se apossavam da barra da minha roupa, então as puxou para cima enquanto eu levantava o braço facilitando alguma coisa. Em fração de segundos ele mesmo tentou tirar sua camisa se atrapalhando com os pontos presos em sua calça.

       Soltei um riso observando aquela cena. Tinha que ser ele, lerdo toda vida pra fazer aquilo. Meneei a cabeça negativamente ainda com um riso no rosto enquanto puxei ele pelo cós da calça. Deslizei a mão para um pouco em cima de sua bunda, onde o aparelho estava preso. Desprendi o mesmo jogando-o longe enquanto ele conseguia, por fim, tirar sua camisa.

- Não ria, Cabello – Ele disse com a voz rouca antes de se pôr entre minhas pernas me beijando mais uma vez.

        Minhas mãos variavam entre seus cabelos, seu pescoço, nuca e costas. Eu passava as unhas arranhando-o levemente a cada chupão ou mordida que ele tentava me dar.

        Suas mãos alcançaram o fecho do meu sutiã preto e rendado, ele tirou rapidamente enquanto descia as lambidas e mordidas pelo meu pescoço, então minha clavícula, onde, aliás deu um chupão com gosto e por fim tomando um dos meus seios entre os lábios enquanto sua mão massageava o outro.

        Eu mais uma vez mordi os lábios tentando no soltar o gemido que gritava na minha garganta. Shawn começou a fazer movimentos circulares com a língua e então deu mais um chupão na região. O barulho da sucção invadiu o ambiente e meus ouvidos e eu agarrei ainda mais firmemente seus cabelos.

- Oh Deus.

      Shawn então trocou e se deliciou da mesma maneira com outro enquanto eu tentava prender os gemidos, em vão, que insistiam em saírem rasgando da minha garganta. Cada gemido que eu dava parecia ser um tipo de força enviada para ele, que só fazia melhor e melhor.

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       Camila gemia vezes mais alto e as vezes como um sussurro. Sua reação estava me deixando mais excitado do que eu já estava.

      Aquilo parecia mais uma sauna.

Eu sentia um calor submundano se apoderar de mim enquanto eu dava prazer à mulher na minha frente. Camila segurou meu cabelo e puxou-o tão forte que eu podia jurar que ela estava querendo me deixar careca e que naquela altura do campeonato eu realmente estaria com um buraco na cabeça.

       Larguei seus seios mais uma vez enquanto subia os lábios pelo mesmo caminho que havia percorrido para descer. Colei mais uma vez minha boca sobre a sua e a primeira coisa que a mais velha fez foi sugar minha língua, posteriormente mordiscando a mesma.

       Suas mãos, que antes arranhavam-me as costas, agora tentavam a todo custa desabotoar o meu cinto e abrir a minha calça, mas seu jeito estabanado e apressado não estava ajudando. Me afastei mais uma vez abrindo o cinto e então a calça, deixando-a aberta. Mas não cheguei a abaixa-la ou tira-la.

      Eu podia sentir o meu membro pulsar freneticamente e meu coração errou uma batida quando Camila enfiou a mão ali massageando o mesmo sobre o pano fino da cueca.

      Um gemido rouco, mais parecido com uma reclamação saiu dos meus lábios e ela riu maliciosamente fazendo movimentos de vai e vem com a mão sobre ele. Coloquei minha mão sobre a sua mostrando-lhe como ela deveria fazer e um gemido prazeroso saiu dilacerado pela minha garganta.

       O meu membro pulsava, minha boca estava seca e meus batimentos cardíacos completamente e totalmente acelerados. Eu podia jurar que as veias dos meus braços e do meu pescoço estavam vibrando junto comigo.

       Lentamente tirei as mãos da Camila dali. Eu poderia gozar só de vê-la daquela maneira tão entregue à mim.

- Vire-se! – Eu disse grosso e ela me encarou por alguns segundos antes de fazer o que eu havia falado.

      Ela ficou de costas pra mim e com a barriga escorada na pequena mesa que havia ali.

- Vamos Camila, empine essa bunda pra mim.

      Eu disse e ela prontamente fez. Estendeu suas duas mãos sobre a mesa e levantou a bunda durinha na minha direção. Oh Deus, a única coisa que eu consegui pensar foi o quanto sortudo eu era. Camila ainda usava sua calça de um tecido mais fino do que jeans. Parei atrás dela enquanto encostava meu membro sobre sua bunda por cima dos panos.

        Camila empinou mais ainda a bunda empurrando-a em direção a mim, procurando algum tipo de contato. Ela sussurrava coisas inaudíveis e soltava gemidos baixos. Ainda posicionado atrás de si passei minha mão pela sua barriga macia e lisinha enquanto beijava sua nuca e pescoço. Camila virou o rosto para o lado e com a mão esquerda puxou o meu rosto para beijar-me a boca.

      A posição para o beijo não era das melhores, pois o contato não era cem por cento.

Minhas mãos desceram de sua barriga e foram parar dentro de sua calça, tocando-lhe por cima do pano fino que cobria sua intimidade. Ela gemeu na minha boca quando encostei levemente em sua parte sensível.

- Pelo amor de Deus... Você está tão molhada.

       Eu quis guardar o pensamento para mim, mas as palavras simplesmente saíram da minha boca e Camila ficou levemente vermelha no momento, mas questão de segundos ela já estava gemendo mais uma vez.

- Por favor... Acabe logo com isso – Ela disse com a voz arrastada.

        Mas antes eu faria uma coisa. Ela poderia querer não fazer, mas eu amo menos, tentaria.

        Deslizei sua calcinha para o lado com o dedo indicador, e com o dedo do meio enfiei dentro de sua intimidade. Molhada não. Encharcada.

      Camila gemeu tentando prender as pernas uma contra a outra, mas eu então passei dois dedos pela região apenas massageando seu ponto sensível. Movimentos circulatórios e outros movimentos leves e lentos de vai e vem, vai e vem numa constante velocidade.

       Seus gemidos saiam arrastados por sua garganta como se ela não quisesse solta-los. Suas mãos, segurando-a na beirada da mesa denunciavam os nós de seus dedos esbranquiçados. Mas eu não queria fazê-la gozar agora, não daquele jeito.

       Retirei os dedos de dentro dela e pude senti-la soltar uma lufada de ar, como se quisesse me xingar, me bater ou coisa do gênero.

       Levantei os dedos ao mesmo tempo em que virava a garota de frente para mim. Seus olhos estavam mais escuros do que o normal. Pequenas gotas de suor escorriam por seu pescoço e clavícula seguindo o caminho de seus seios, esses, marcados por conta dos meus chupões. Sua boca estava seca, vermelha e entreaberta, como se ela estivesse procurando respirar por ali também.

       Seus olhos caíram sobre os dois dedos melados estendidos e ela entendeu qual era minha real intenção. Um sorrisinho malicioso tomou conta por completo de seus lábios e ela se aproximou lambendo o meu dedo com maestria. Lambeu de cima pra baixo e de baixo pra cima e por fim abocanhou-os e tomou-os completamente sobre sua boca, como se estivesse fazendo um oral.

         Meu sangue correu mais rápido pela minha veia e eu tive certeza que as do meu pescoço estavam pulando naquele momento. Meu membro praticamente gritava dentro da cueca e o calor que eu sentia antes havia se triplicado, se possível.

       Quando Camila acabou de chupa-los ela sorriu se aproximando enquanto passava a língua sobre seus próprios lábios. Que mulher era aquela e o que ela havia feito com a minha menina? Eu não entendia, mas não interessava naquele momento. Ela aproximou-se ainda mais e colou sua boca à minha deslizando a língua freneticamente para dentro da minha boca travando uma guerra entre elas.

     Ela mordia os meus lábios, e chupava a minha língua. Eu podia sentir sua língua serpentear dentro da minha boca e num movimento rápido larguei de sua boca arrastando meus lábios por seu pescoço enquanto virava a mesma mais uma vez de costas pra mim prensando-a contra a mesa.

     Camila esticou as mãos passando-a por ali e derrubando tudo que havia em cima da mesma, desesperadamente. Inclinou a bunda na minha direção e mais do que rapidamente eu abaixei suas calças e sua calcinha.

- Eu não aguento mais... – Ela resmungou.

- Shhhh.

        Foi a única coisa que eu consegui “dizer” antes de abaixar mais um pouco a minha calça e então minha cueca, deixando meu membro completamente livre. Eu não sabia dizer se era a ocasião, a saudade, o lugar... Eu não sabia dizer o fator predominante para aquela minha situação, mas eu estava, de longe, mais excitado do que nunca.

       Coloquei a mão sobre seus ombros enquanto jogava uma parte de seus cabelos para o lado deixando suas costas livres para eu marcar. Camila empinou-se um pouco mais e então eu penetrei meu membro nela bem lentamente. Quase que em câmera lenta.

      Senti sua intimidade se contrair diante do meu membro e um gemido fino e manhoso saiu de sua boca, tal reação me causou ainda mais tesão e eu me apliquei em aumentar a velocidade atrás de si enquanto tentava lhe fazer caricias pelo corpo.

     Os movimentos de vai e vem se tornaram ainda mais constantes, rápidos e nervosos ao mesmo tempo em que uma mão segurava seu pescoço/ombro e a outra massageava seu seio.

       Gemidos roucos saiam de mim e gemidos manhosos saiam dela. A mesa balançava sucessivamente fazendo com que as coisas que Camila não havia tirado dali fossem caindo aos poucos. Era como, se na verdade, estivéssemos fazendo musica mais uma vez. Uma linda música.

        Senti-a contrair mais uma vez sua intimidade contra o meu membro e suas pernas bambearem um pouco. Sinal de que ela estava chegando lá.

- Não para agora, por favor.

     Sua voz saiu arrastada junto com um gemido. Diminui um pouco a velocidade buscando estocar o mais fundo que eu podia.

- OHH.

        Camila gemeu mais alto do que deveria e empurrou sua bunda para trás buscando um contato maior. Voltei a acelerar e estocar com mais e mais vontade. Suas pernas bambearam mais uma vez e seu corpo vibrou. Camila apertou ainda mais forte a borda da mesa enquanto se contorcia sobre os meus braços. Ela havia gozado.

        Pude sentir as gotas de suor escorrer pelo meu pescoço e meu batimento ficar ainda mais rápido do que já estava. Os movimentos de vai e vem eram horas lentos e horas rápidos. Senti meu membro dar uma leve latejada. Eu também iria gozar.

       Camila estendeu as mãos para trás enquanto virava o rosto tentando me fitar. Ela queria que eu ficasse, mas eu estava sem camisinha. Por mais que ela tomasse remédios, pílulas, ou o que fosse... Eu não queria ter que dar (ou ter que ter) alguma dor de cabeça, pelo menos não naquele momento.

       Estoquei mais quatro vezes e senti minha visão embaçar. O ar ali já não era mais suficiente para nós dois.

Apoiei uma mão na base de sua coluna enquanto tirava rapidamente o membro de dentro dela. Mas Camila ainda permanecia com a bunda empinada. Apoiei uma das mãos sobre a mesa e pus o membro sobre a curva de sua bunda. Com a mão livre pressionei-o contra sua pele e fiz mais duas ou três vez o mesmo movimento, mas dessa vez de forma lenta.

        Minha respiração falhou e minha garganta secou. O líquido leitoso jorrou sobre a base da coluna da garota mais velha, que mantinha um sorriso safado no rosto.

      Não abandonei completamente meu corpo sobre o seu, mas deixei-o temporariamente buscando me recompor daquele orgasmo sensacional. Respirei fundo me afastando, mas não sem antes dar mais um beijo na garota mais linda que estava bem ali na minha frente.

- Isso foi loucura – Ela sussurrou.

- Você me faz cometer esses tipos de loucuras. Você sabe que nunca mais eu vou ver um camarim com os mesmo olhos, não é mesmo?!

       Ela riu desleixada antes de se afastar colocando suas roupas e jogando minha camisa para mim. Me fitou mais uma vez e foi em direção ao pequeno banheiro que havia ali. Eu ri sozinho colocando a blusa e três segundos depois alguém bateu na porta. Oh, merda.

- Tudo bem aí? – Era Andrew. Graças ao bom Jesus.

- Tudo ok – Eu disse abrindo a porta e saindo e fechando a mesma sem que ele visse o que havia acontecido lá dentro. O que havia? Tudo da mesa estava espalhando pelo chão.

      Ele assentiu com a cabeça e pediu que eu fosse com ele buscar alguma coisa que ainda estava no palco. Respirei aliviado. Mais cinco segundos e ele veria uma cena que não sairia da minha memória jamais.

 


Notas Finais


Então, primeiramente: O que acharam?
Duas notícias aqui pra vocês!
1: Vai rolar fic deles (e como haviam me pedido) no colegial... Já tem capa, está sendo escrito e tal. Personagens novos como Justin (se alguém quiser indicar: to aceitando)
2: Vai rolar uma fic CAMREN porque uma amiga me pediu! Mas terá dois ou três capítulos grandes, ou seja, se vc conhece alguém que shippa e gosta de ler fic sobre elas: bora indicar!
Espero que vcs tenham gostado.
Ansiosa pelos comentários!
Love u guys <3


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