História Preferred Flower of the Paraplegic - Capítulo 6


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Exibições 205
Palavras 1.988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O SANGUE DE JESUS TEM PODER TEM PODER TEM PODER
Gente, uma e meia da manha e eu aqui atualizando, mesmo tendo aula e estando caindo de sono.. Mas vamos relevar, e voltar nos comentários, sério, vocês são os melhores, me influciou tanto cada um, que neste tem duas mil palavras, então, espero que comentem neste também, ai eu prometo que atualizo rápido. Avisando:: A FANFIC TEM DEZ CAPÍTULOS, e o onze, será um Epílogo, porque sim, então, já preparem os corações porque eu vou quebra-los.

Capítulo 6 - ''Talvez ela seja a cor, que falte na minha vida escura.''


Fanfic / Fanfiction Preferred Flower of the Paraplegic - Capítulo 6 - ''Talvez ela seja a cor, que falte na minha vida escura.''

Preferred Flower Of The Paraplegic - Capítulo  S E I S  

Selena Gomez Point Of View - Três Semenas Depois.  

  

Com as unhas compridas e mal feitas, eu as observo, pensando em as roer, pelo nervosismo que sinto neste atual momento... Me encontro assim há aproximadamente três dias, quando prestei alguns exames que definiriam a minha vida daqui para frente, se eu teria chances de voltar a andar e de até mesmo receber alta do hospital, podendo ir para casa e ir aos terapias todos os dias da semana, a não ser os finais de semana. Antes que eu pense, já escuto o estralo dos meus dentes contra as unhas, e eu já as roo, e cinco segundos depois, Orlando Bloom entra no quarto, sorrindo e segurando um envelope marrom. Ele balança o que segura no alto, como se fosse algo bom, mesmo sabendo que ele não sabe sobre este resultado.  

Agradeço ao pegar o envelope, são dois, um sobre as minhas chances em voltar a andar, e o outro, o resultado sobre a minha alta. Abro a primeira opção, lendo todas as informações desnecessárias que ali contem, e não ouso não chorar ao ver o resultado.  

Nome: Selena Marie Gomez Responsável: Justin Bieber  

Médico: Orlando Bloom. Estado Atual: Paraplégica.  

P o s i t i v o, Chances:: Noventa e Três por Cento.  

Abro o segundo envelope, lendo novamente, todas as informações. Das mais importantes, até as mais desnecessárias.  

Nome: Selena Marie Gomez Responsável: Justin Bieber  

Médico: Orlando Bloom. Estado Atual: Paraplégica.  

P o s i t i v o, A paciente tem permissão para voltar a casa, mas deverá ir as terapias cinco vezes por semana, entre três a quatro horas diárias. 

Neste momento, eu já cinto muitas lágrimas escorrendo pelo eu rosto, e tento enxuga-las com as mãos, mesmo sabendo que não funciona.   

-Parabéns, Selena. -O meu médico sorri. -Você foi uma grande guerreira durante essa primeira parte do processo. Sei que as coisas não são fáceis quanto parece, qualquer pessoa poderia chegar aqui e lhe dizer que és uma mulher fraca, e que tudo depende de você. Mas não, tudo depende da sua dedicação, e não importa o resultado, e sim o que passou para consegui-lo. -Sorrio, o abraçando, e agradecendo pelos esforços que todos fazem aqui. -Sei que nunca quis que algo assim lhe acontecesse, sei sobre o que sonha, mas digo que você foi forte por ter lutado.  

-Você não sabe como poucas palavras me fazem forte. -Agradeço novamente, e ele concorda após eu o pedir um favor. -Deixe-o entrar, ele vem todos os dias as três e meia em ponto, e fica.  

Ele concorda, me deixando alguns comprimidos para tomar e logo sai da sala, mas Justin entra pouco tempo depois, com flores em uma mão, e o meu celular em outro. Eu sorrio, ao vê-lo, ao ver as flores e ao ver o meu celular, o qual deve estra cheio de mensagens de todos que se importam comigo, e eu terei o prazer de responder a todos.  

-Como está sendo a sua tarde de Sábado ? -É a primeira coisa que Justin diz ao se sentar no sofá branco estofado, após me entregar os meus dois pertences e depositar um beijo a minha bochecha.  

-Diferente. Diferente de todas as outras. -Sorrio, cheirando as flores de hoje. Não são as minhas preferidas, mas são cheirosas ao ponto de me fazer fechar os olhos ao sentir o aroma. -Estou tão feliz. -Coloco as flores de lado, e entrego-lhe os dois envelopes que estavam sob a mesinha do meu lado. 

Ele lê os dois documentos com atenção, e a cada dois segundos, ele lambe os seus lábios com a própria língua, parecendo concentrado naquilo. Durante esse tempo, com a ajuda do peso que consigo carregar com os braços, me sento na cama, esperando. Ao terminar de ler, ele sorri, jogando os documentos de lado e se levantando, e ao me ver sentada sorrindo ele, seus braços me rodeiam e seu corpo me levanta, me rodopiando pelo ar.    

- Eu pensei que a minha vida estava acabada, mas está apenas começando. -Sussurro na sua orelha, que está há dois centímetros dos meus lábios rachados e secos. -Você não tem noção do quanto estou feliz, Justin. Eu posso ver agora, a minha vida passando pelos meus olhos.  

-Estou tão feliz por você, amor. -Ele sorri; - E me desculpe por não lhe trazer suas flores preferidas neste dia especial.  

-Justin. -Digo baixo, por dois motivos. Um, eu estou com vergonha pelo que vou dizer. Dois, estou há três centímetros, no máximo, de seus lábios chamativos. -Eu não consigo mais olhar para você, que sorri enquanto escuta as minhas palavras, ou quando me conta sobre o seu dia, o seu sorrido é lindo, o mais bonito. E eu não me importo mais com o que você me trás, contando que você sorria pra mim. O seu sorriso é o meu presente. -Sussurro, e ele sente o meu hálito quente. - Eu vejo as flores secarem, durante as minhas noites solitárias, mas sei que na manha seguinte você estará lá para as repor. Epidendrum's. Você sabe que são as minhas flores preferidas, e eu sei que você as odeia... Mas agora, eu não me importo se são violetas, rosas ou até mesmo Epidendrum's. -Continuo a falar baixo, e vejo que ele presta atenção em todas as minhas palavras baixas. -Tudo o que eu quero agora, é que você venha preso as pétalas. Você e esse seu maldito sorriso. Porque você é a minha flor preferida. A flor preferida da paraplégica.  

Antes que ele possa me responder, ou antes que eu fale qualquer outra palavra, eu já sinto seus lábios molhados grudados aos meus, e a cada segundo, isso se intensifica cada vez mais. Sua língua quente já se arrasta pela minha boca, em encontro com a minha língua, e juntas, elas dançam em um ritmo acelerado mas, especial. Suas mãos seguem caminho a minha cintura, as segurando firme para que eu fique de pé, com os pés no chão.  

Esse foi o melhor beijo da minha vida. O qual me fez pensar em todos os meus momentos de infância com Justin, até da noite que lhe dei treze fora. E admito, me arrependo completamente por isso.  

-Tente dar um passo Selena. -Ele murmura durante o beijo. Fico nervosa e tensa, ele percebe isso, mas não há expressão.  -Confie em mim, venha até mim. Venha até os meus lábios. -Murmura mais uma vez. -Eu estarei aqui, segurando você. Eu nunca lhe deixaria cair.  

Após longos cinco segundos presa em meus pensamentos, eu tento fazer o que ele pede, tento realizar o seu pedido, e junto todas as minhas forças, tentando arrastar os meus pés no chão frio.  

-Eu n..não consigo, Justin. -Minha voz sai tremula e falhada, nervosa.  

-Eu sei que consegue Selena, vamos, me beije. -Ele já fala mais alto, por estar com os lábios a seis centímetros dos meus, e os seus são bem convidativos para mais um beijo. -Estou aqui por você.  

-Sei que sim. -Digo antes de fechar os olhos. Seguro-me firme em seus braços, com as mãos, me apoio nele e respiro fundo, me preparando para o que pretendo fazer. -Estou conseguindo ?   

Pergunto, pois na minha cabeça, eu estava conseguindo, mas não tinha certeza.. Já havia lido em grandes livros, que quando queremos muito algo, imaginamos que aquilo está acontecendo, então, para que as lágrimas não escorram a toa, eu pergunto.  

Mas não obtenho respostas, apenas sinto novamente, seus lábios nos meus. E na minha cabeça, isso significa uma coisa... Eu c o n s e g u i.  

-Estou tão orgulhoso de você, Sweetheart. -Levo minhas mãos até seus cabelos, massageando os mesmos entre os meus dedos. -Droga Selena, eu fico tão fodidamente fodido quando estou com você.  O meu coração doí, do mesmo jeito que doía há anos atrás, quando você me dispensou trezes vezes. Aquilo quebrou o meu coração.  

-Prometo que não irei quebrar novamente o seu coração, mas agora, eu tenho o coração oco. Então, me prometa você que não ira quebra-lo.  

-Eu prometo que não irei quebrar o seu coração, Sweetheart.  

 

Justin Bieber Point Of View. -Big Bear Lake, Bear Montain.  

Horas depois. 

Sorrio, querendo que esse sorriso pareça convincente o suficiente para os pais de Selena, que me encaram surpresos. Atualmente, eu tentava os convencer a permitir que Selena fique em meu apartamento, que é de fato, bem mais confortável a garota. 

-Eu tenho grandes certezas que ela não se sentiria bem em ficar no hotel, aonde vocês estão. -Respiro fundo, pensando bem nas palavras que devem ser ditas com cuidado. Qualquer erro, eu iria levar uma grande surra do pai de Selena. -Também tenho certeza que ela e o médico queiram um lugar mais calmo e confortável a ela. Que precisa repousar enquanto faz as terapias. Serão apenas três semanas, e se ela não voltar a andar neste tempo de fisioterapias, ela nunca mais voltara. -Lembro-os, e isso faz com que os olhos de Mandy fiquem húmidos. -E a calmaria ajudaria mentalmente.  

-Em uma parte você tem razão, rapaz. -Pai de Selena pigarreia, me olhando de cima a baixo, tremo com o olhar que me é lançado. -Mas como saberíamos que você não tentaria coisas porcas com a nossa garota ?  

De imediato, eu arregalo os olhos. 

-Acredite, eu não sou nenhum estuprador, ou nenhum idiota que transaria com uma garota paraplégica. Eu respeito a Selena, principalmente por ela estar do jeito que está, por mim culpa.  

Eles pedem privacidade, e eu concordo, indo ao bar e ficando por ali por alguns bons dez minutos, e durante esse tempo, bebo algo fraco, para tentar ficar menos nervoso. O meu nome é chamado pelos mesmos, que conversavam sobre a minha proposta.  

-Tudo bem então, Justin, nos convenceu. -ótimo. -Mas existirão regras, e a principal é que ela dormira em um quarto sozinha. -Ricardo da ênfase em sozinha. - E visitaremos ela todos os dias, sem falta.   

Eles continuam a falar regras idiotas, e eu concordo com todas, até com a parte que eles contariam isso a ela, e qualquer reação estranha da mesma, esta ideia seria jogada diretamente no lixo.  

 Estou feliz, não posso negar. Principalmente ao saber, que a partir de segunda feira, eu a beijaria todos os dias. E todos os dias, eu poderia ver o seu sorriso, que iluminaria o meu dia. 

 

Dois dias Depois. - Segunda feira.  

Ela havia evoluido, e isso significa que ela não está mais usando cadeira de rodas. E apenas alguns outros instrumentos diferentes, que também a ajudam a andar com ajuda de seus braços. Mas da mesma maneira, eu insisti que trouxemos a cadeira de rodas, e ela concordou sem saída. Atualmente, ela encara as paredes de vidro do meu apartamento grande, que dão acesso a maravilhosa vista das montanhas cobertas por gelo e neve. Eu sempre adorei essa visão e nunca me cansaria dela.  

-É tão lindo, Justin. -Ela murmura, ainda observando todo o local. -Aonde é o meu quarto ?- Pergunta,  seguindo caminho pelas escadas. Ela assente, assim que digo segunda porta a esquerda, mas com dificuldade em subir as escadas por ainda não saber andar, apenas arrastar as pernas, eu a pego em meu colo subo os degraus com a mesma em meu colo.  

-Era um lugar vazio, então as pressas, chamei minha amiga, Liv, para decorar o local, e acredite, ela fez algo incrível. -Comento, abrindo a porta de madeira escura, e observando a feição maravilhada de Selena.  

 Sei que ela não está assim pelo nível de luxo que o lugar exala, já que ela sempre foi acostumada com isso... E eu também, me sinto maravilhado ao encarar as paredes brancas, com tons pasteis e todos outros detalhes que deixaram esse lugar, o mais lindo e vivo do apartamento escuro e morto.  

Talvez ela seja a cor, que falte na minha vida escura. 


Notas Finais


Amo vocês, até o próximo e comentem por favor de Inês Brasil.


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