História Prenda-me Ou Abuse-me - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Tags Biazoides, Jungkookbottom!, Taehyung!top, Taekook, Vkook
Exibições 521
Palavras 2.672
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, pessoas lindas que eu amo.
Essa vai ser uma 2short com puro lemon (minha primeira >.<) espero que deem muito amor a ela.

Tenham uma boa leitura *3*

OBS: Me desculpem se tiver algum errinho (por mais que a gente leia sempre fica um. A fanfic foi betada pela maravilhosa da Kimmy <3
O segundo capitulo (e ultimo capitulo) provavelmente será postado ou amanhã ou quinta, então esperem >3<
*Amanda espero que goste viadan*

Capítulo 1 - Pirulitos e Algemas


Fanfic / Fanfiction Prenda-me Ou Abuse-me - Capítulo 1 - Pirulitos e Algemas

Minha cabeça latejava de dor, tento abrir meus olhos, mas os mesmos estavam vendados. Meu corpo estava preso ao que parecia ser uma cadeira. Minhas mãos estavam presas atrás da cadeira, nas minhas costas por algo metálico - uma algema? Minhas duas pernas estavam amarradas nas duas pernas da cadeira. Tudo o que eu conseguia ouvir eram os batimentos do meu coração, e minha respiração acelerada.

Podia sentir a adrenalina correr por meu corpo. Tento me acalmar e reconstruir minhas memorias. A última coisa que me lembrava, era que eu estava voltando para casa depois de ter prendido um bêbado, por estar ameaçando civis inocentes que passavam perto de sua tenda. Eu estava caminhando de volta para minha casa, quando fui abordado por um homem encapuzado. Ele me jogou no chão e por estar tão surpreso não consegui raciocinar direito e revidar. Minha última memória foi do sorriso de meu agressor até então desconhecido, sendo iluminado pela lua. Seu sorriso era de puro divertindo. Em suas mãos havia algo parecido com um cano, ele levanta o objeto e acerta minha cabeça, me fazendo apagar por completo.

Agora eu estou aqui, não faço ideia de onde estou. Provavelmente ele era apenas um criminoso como qualquer outro, querendo dinheiro, ou quem sabe vingança. Repasso todos os meus casos que me lembrava por minha cabeça, muitos poderiam envolver vingança de algum familiar que se sentia injustiçado, ou até mesmo o criminoso ao qual devo ter colado na cadeia. Eu só tinha dois anos de policial, mas em tão pouco tempo consegui irritar muita gente poderosa, por assim dizer.

Sinto algo quente correr por minha testa, era sangue. A ferida ainda estava aberta, não havia sido nada muito profundo. Se esse criminoso queria me matar provavelmente já teria feito. Ele quer se divertir me torturar, quem sabe as coisas horríveis que ele fará comigo. Tento criar algum tipo de plano em minha cabeça, mas por latejar demais não consigo pensar nada. Percebo que a venda em meus olhos não foi amarrada corretamente, então mexo minha cabeça em movimentos contínuos e consigo fazer a venda escorregar de meus olhos, deixando ela ainda mais solta escorregando até meu pescoço. Fecho meus olhos e tento me acostumar com a luz do ambiente, abro-os novamente, olho em volta e avalio o local em que me encontrava. Era uma sala pequena, com paredes cinza e emboloradas, com certeza não era limpo a um bom tempo. O chão era de concreto, e havia manchas vermelhas em alguns locais, provavelmente sangue. A cadeira em que eu estava sentado era simples, de madeira. Quem havia feito os nós das cordas que amarravam meus pés com certeza sabia muito bem o que estava fazendo, reconheço o nó profissional quando vejo um.

Fecho meus olhos e tento normalizar minha respiração já descompassada, tento me concentrar nos sons e odores em minha volta. Consigo sentir um leve gosto salgado, eu conhecia muito bem aquele gosto, eu estava perto do mar. Sou tirado de meus devaneios quando ouço passos atrás da única porta que havia no local. Meu coração acelera e sinto meu sangue ferver, de raiva, de medo. A porta se abre revelando meu agressor, seus cabelos de uma cor violeta balançavam conforme andava em minha direção, em seus lábios portava um pirulito da mesma cor que seu cabelo. Sua pele bronzeada se realçava com a luz do local, seus lábios já vermelhos tinham um leve sorriso divertido. Suas vestimentas eram estranhas, suas calças eram pretas e tinham listras brancas na vertical, usava uma blusa preta e por cima um casaco de couro. Seu olhar era penetrante, com um tom de divertimento.

- Quem é você? - falo, com minha voz falha.

- Não importa quem eu sou, mas eu sei quem você é Jeon Jungkook - sorri travesso.

- Você esta brincando comigo? - questiono já indignado.

- Basicamente. Eu te vigie por muito tempo, e cheguei à conclusão que você é tentador demais, Jungkook - fala com sua voz rouca e grossa.

- Não acredito, estou falando com um louco - digo pra mim mesmo, e o desconhecido a minha frente apenas ri divertido - Onde eu estou?

- Você é um policial certo? Não consegue desvendar onde esta? Ou por acaso não é tão bom assim, como todo mundo diz? - debocha, colocando o pirulito nos lábios.

- Eu senti um leve aroma salgado, estamos provavelmente perto do mar.

- Uh, muito bom policial, mas existem milhares lugares perto do mar - sorri travesso.

- Você me sequestrou ontem à noite, e já esta de manha, provavelmente seria umas oito horas, você com certeza não me levariam muito longe em tão pouco tempo, existem apenas três praias aqui perto Praia do Porto, Praia Por Do Sol, e Praia das Conchas. A mais longe seria a Praia dos Portos que fica perto da saída da cidade, então descartamos uma, nos resta duas. Pelo cheiro de mofo e metal que esse lugar exala, eu diria que alguma empresa de materiais abandonada, perto da praia só existe uma, que seria essa. Estamos na praia das conchas. - termino minha fala e o desconhecido a minha frente me olha surpreso, e sorri.

- Você faz realmente jus ao que dizem por aí.

- Qual é seu objetivo? - pergunto já com meu corpo cansado pela posição em que me encontrava - Você quer brincar comigo? - direciono meu olhar ao homem a minha frente, alguns fios de sua franja caiam na frente de seus olhos, isso poderia soar um tanto doentio, pelo local em que nos encontrávamos e como, mas ele assim parecia um Deus, com aquele pirulito brincando entre seus lábios de uma forma travessa. Era sexy demais.

- Meu objetivo, senhor Jeon - ele da uma longa lambida no pirulito e retira ele de seus lábios, levanta sua perna esquerda e coloca seu pé em cima de meu membro, o pressionando - É você. E espero que saiba que - pressiona mais forte seu pé em meu membro - Eu sempre alcanço meus objetivos.

Engulo em seco, a pressão que seu pé fazia em meu membro estava me deixando quente, muito quente.

- Está noite, você será meu prisioneiro - sussurra perto de meu rosto, com essa proximidade posso sentir seu hálito doce, e excitante.

Podia sentir meu suor percorrer por minhas têmporas, descer pelo meu pescoço, e molhar meu uniforme. O desconhecido a minha frente da uma ultima lambida no pirulito, e logo depois o retira de seus lábios. Brincando com o pirulito em mãos, encosta a ponta do mesmo em meus lábios ressecados, minha respiração começa a pesar, meus pulmões já não conseguem conter todo ar que entrava e saia. Aquele local estava calor demais. Tento não me levar pelo momento, mas tudo aquilo estava me excitando de uma forma que eu não conseguia controlar meu corpo, minha mente estava nublada, o que seria certo em um momento desses? Eu realmente não mais me lembro. Sua mão começa a se mover lentamente, fazendo o pirulito molhar meus lábios - que ainda estavam fechados.

- Não tente bancar o durão, eu sei que você quer - diz me olhando de uma forma assustadora e sexy - Eu não irei fazer nada que não queira - retira o pirulito de meus lábios, e acabo inconscientemente deixar um leve murmúrio de reprovação sair de meus lábios, fazendo o desconhecido a minha frente sorrir - Oh, essa noite será inesquecível, e eu tenho certeza que você ira pedir por mais.

Tento falar, mas nada saia de minha garganta, eu estava com vergonha, e excitado demais para pensar em palavras com algum sentido. Novamente o pirulito volta para meus lábios, e dessa vez eles estavam entreabertos para o pirulito explorar todas as partes de minha boca. Eu desejava por mais. O pirulito começou em movimentos lentos molhar meus lábios de baixo, com uma ousadia desconhecida por mim, permito lamber a ponta do doce. Seu sabor misturado com a saliva de seu dono era excitante demais. O desconhecido a minha frente segura meu rosto firme, deixando-o assim parado para que o pirulito brincasse livremente por meus lábios molhados. Já molhado todos os cantos de meu lábio inferior, o pirulito começa a subir para o superior, em uma investida que me surpreendeu, o pirulito deixa metade de sua cabeça dentro da minha boca, raspando levemente em meus dentes. O sabor se misturava com minha saliva, eu ansiava por mais contato. Nunca achei que com apenas um simples doce, eu me excitaria tanto.

Com um sorriso travesso desenhado nos lábios tentadores, ele retira o pirulito de meus lábios, e logo depois o coloca novamente, mas dessa vez por inteiro em minha boca. Deixando-me assim, apreciar o sabor daquele doce que tanto me excitava. Saliva escorria pelos cantos da minha boca, sua mão começou a fazer movimentos de vai e vem, e em um único movimento ele retira o pirulito fazendo minha boca soltar um som um tanto erótico.

- Todo esse vai e vem me deixou excitado, e essa sua cara de puta não ajuda nada. Mas como você foi um bom menino, eu vou lhe dar um presentinho - fala largando o pirulito no chão.

Lentamente ele caminha em minha direção. Deixo minha cabeça cair para trás, quando seus dedos longos dedilham por entre meu peito, mesmo por cima do uniforme, cada local se seus dedos passavam queimava. Um de seus dedos começa a brincar com o botão de meu uniforme policial. Lentamente, ele desbota cada botão, me deixando ansioso pelo que viria. Por debaixo do uniforme preto eu vestia uma regata branca - que já estava toda ensopada de suor. O tecido da camisa estava colado em minha pele, com essa visão o até então desconhecido a minha frente, morde o lábio inferior.

- Você é tentador demais, sabia disso? - fala sorrindo - Vou fazê-lo gritar tão alto, enquanto te fodo, que ficara sem voz no outro dia - beija minha clavícula exposta.

- Até agora você só falou, e não fez nada. Eu não diria que é tudo isso - sorrio travesso, fazendo o desconhecido rir.

- Você ira se arrepender de ter dito isso.

Segura meu cinto, logo depois tirando o mesmo em uma rapidez incrível. Seus dedos passeiam pelos botões da minha calça, propositalmente um de seus dedos acaba encostando-se a meu membro já duro, fazendo assim meu ventre se contrair com o contato, e deixo me deixo solto um longo suspiro.

- Você parece desesperado, para mim te foder - levanto meu olhar fazendo-o encontrar com dele, coisa que eu não deveria ter feito, pois o maior a minha frente estava absurdamente sexy, com o lábio inferior preso entre os dentes brancos. Seus cabelos já colados na testa pelo suor. Seus olhos exalavam excitação, me deixando mais submisso, e por incrível que parece eu estava gostando.

- E você parece desesperado, para me foder - falo, sorrindo maliciosamente.

Em um movimento rápido, ele desabotoou todos os botões da minha calça. Ele se ajoelha a minha frente, e segura forte minha calça a forçando para baixo. Tento levantar meu quadril para facilitar, o que era um pouco difícil, por meus pés estarem amarrados. Puxa minha calça até metade das minhas coxas, deixando amostra minha cueca Box preta. Seus dedos gélidos caminham por minhas coxas brancas, vez ou outra as apertando deixando marcas vermelhas colorirem minhas coxas. Enquanto sua canhota continua brincando com minhas coxas, sua destra vai em direção de minha cueca Box. A segura pelo elástico ameaçando tira-la, e acabo soltando um gemido quando ele beija meu membro, ainda coberto pela Box. Sua língua quente toca o volume da minha cueca, me fazendo arfar de prazer.

- V-Vá logo - digo em meio a um gemido sôfrego.

- Peça - dita em uma voz autoritária.

Engulo em seco, nunca me imaginei que um dia estaria passando por isso, ou que imploraria para fazerem esse tipo de coisa comigo, e muito menos que eu gostaria de implorar assim.

- P-Por favor, me chupe.

Depois desse pedido, o maior a minha frente retira minha cueca, a puxando para baixo deixando no mesmo local onde estava minha calça. Deixando assim meu membro saltar para fora, já escorrendo pré-gozo. O maior ajoelhado a minha frente segura firmemente o falo, e deixo um longo suspiro escapar por meus lábios. Em movimentos de vai e vem, ele começa uma lenta e gostosa masturbação.

- Ah - um longo gemido saiu da minha boca.

Seus movimentos revezam de lento para rápido e logo depois voltava a serem lentos, me deixando louco por mais. Sua língua, brica por entre seus lábios, os umedecendo. Sem desviar deu olhar de mim, o maior abaixa sua cabeça fazendo sua boca ficar a centímetros de distância de meu membro. Seu hálito quente batia em membro, me fazendo revirar os olhos. Sua língua vai em direção de meu falo, sinto o músculo quente encostar em meu membro e solto um gemido mais alto. Fazendo o maior rir por meu desespero, e me fazendo corar por parecer uma puta desesperada para ser chupada.

Em um único movimento a fim de acabar com meu sofrimento, o maior abocanha meu membro, me fazendo assim gritar de prazer, e finalmente poder sentir sua cavidade bucal quente envolver meu membro.

Começa fazendo movimentos lentos de vai e vem com a cabeça, me fazendo morder os lábios para tentar conter os gemidos altos que ecoavam pelo quarto pequeno.

- Ei, gracinha, não precisa se controlar - diz com a voz mais rouca do que antes.

Sua voz retira toda minha sanidade que me restava. Em minha cabeça já não importava se eu estava amarrado, se aquilo era errado, ou se ele poderia muito bem ser um psicopata que me mataria depois, eu só queria sentir mais dele. Muito mais.

Seu dedo longo vai em direção de meu falo, apertando a cabeça e logo depois sua boca volta a fazer seu trabalho de antes e sinto seus dentes rasparem por meu membro.

Eu estava no céu, sendo tocado pelo Diabo, e era prazeroso demais.

As algemas - que prendiam minhas mãos, atrás da cadeira - que começavam a machucar meus pulsos, e o sangue que escorria pelo corte em minha testa, nenhuma daquelas coisas me importava mais.

Suas mãos grandes seguram meu quadril, o apertando de uma forma possessiva. Ele começa a se mover mais rápido, podia sentir meu ápice chegando. Sua destra vai em direção da minha boca, levando dois de seus dígitos até meus lábios. Começo a lambê-los, como se fossem o pirulito que estava antes em meus lábios, o sabor de sua pele me deixava mais excitado. Seus movimentos aumentam a velocidade fazendo mais gemidos saírem de minha boca.

- Ah, humm.

Lágrimas caiam pelo meu rosto se juntando a saliva que caia de minha boca. Sem poder avisar acabo gozando em sua boca, em um grito.

O maior continua a me chupar limpando assim todo vestígio de sêmen que escorria de meu membro. Terminando ele me olha com um olhar selvagem e um sorriso malicioso.

- Isso foi divertido, não foi?

Tento falar alguma coisa, mas estava cansado demais. O maior percebendo minha sonolência sorri. Suas grandes mãos vão em direção aos meus pés, desamarrando assim o nó que os prendiam a cadeira. Retirando do bolço uma pequena chave cinza, ele da à volta ficando atrás de mim, sinto suas mãos envolverem as minhas mãos, ouço um leve "Click" e então minhas mãos se soltaram da algema.

Está era minha chance, minha chance de fugir, minha chance de deixa-lo. Mas então por que meu corpo não se movia?

Voltando a minha frente ele me levanta, e arruma minha cueca e calça. Minha cabeça encostada em seu peito podia ouvir as batidas de seu coração. Era gostoso ficar ali. Eu queria ficar ali. Já arrumado minhas roupas, ele leva sua destra em direção de meu queixo, me fazendo olha-lo nos olhos.

- Não adormeça agora, Jungkook. Nossa brincadeira está só começando.

 

Continua...


Notas Finais


Eeeeeeeee
O que acharam? Gostaram? Odiaram? Por favor deixe seu comentário, adoraria saber a opinião de vocês.
Esse foi meu primeiro lemon, então eu estava um pouco receosa de postar >.<
Espero realmente que tenham gostado, até o próximo capitulo *3*
OBS: Ah, eu essa 2short foi baseada em uma fanart >.<


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