História Presa Em Uma Mentira - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 9
Palavras 1.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiie essa é minha primeira história, espero que vocês gostem.
Comentem oque acharem porfavor.
Boa leitura😙

Capítulo 1 - O Serviço


Fanfic / Fanfiction Presa Em Uma Mentira - Capítulo 1 - O Serviço

~Flashback ON

− Mamãe.... Papai... Acordem! Por favor!! Acordem...

~Flashback OFF

−Hey! Levanta.

− Ahm? − Acordei meio sonolenta e percebo que estou na enfermaria.

− Hannah? O...o que aconteceu? − Tento sentar na cama, mas minha cabeça começa a doer − Ai, minha cabeça dói.

−Você e a Ashley estavam lutando e ela bateu em você com muita força, e de repente, você apagou− Responde Hannah.

−Ash, aquela vaca não tem jeito mesmo − digo indignada.

− kKkk − Hannah começa a rir.

Ela é minha melhor amiga por aqui, o que é uma coisa rara, porque todos estão sempre competindo entre si para ser o melhor.

− Ah! O chefe quer te ver.

− O que? Porque? – Pergunto.

− Eu não sei o motivo. Apenas que ele queria te ver – Responde.

− Ah, então vou lá agora − Digo meio desconfiada, porque não é com muita frequência que o vem falar conosco pessoalmente.

Eu fui andando meio tonta até o escritório. Minha cabeça ainda doía, o que já estava me tirando a paciência, bato na porta e o escuto mandando entrar. Meio tímida, entro envergonhada, até porque é do CHEFE que estamos falando... Sento numa cadeira a sua frente e assim que me acomodo, ele me entrega alguns papéis e começa a falar.

−Tenho um trabalho pra você − Diz seriamente.

−Um trabalho? - Pergunto meio confusa, porque quem entregava os nossos "trabalhos" são os treinadores, encarregados dos treinamentos de cada turma.

− Sim, um trabalh. Mas como pedir pra você vir aqui, não é qualquer trabalho. – Fico curiosa, qual será a relevância desse serviço para tanto suspense? − Esse não é brincadeirinha de criança. Chamei você porque foi a mais indicada pelos treinadores como a melhor. Assim, acompanharei de perto essa operação.

− O senhor irá também? Porque? - Digo alarmada.

−Isso não vem ao caso − Diz o chefe apontando para meus papéis − Observando a ficha que eu lhe dei...

Deu uma olhada na papelada e notei que eram informações pessoais de um cara. O chefe interrompe minha leitura para enfatizar mais a nossa missão:

− Nick Hoad, filho de Nicolas Hoad, umm dos criminosos mais procurados. Tivemos a informação de que ele ficou doente e o filho assumiu o controle de tudo. Essa é a sua próxima vítima − fala com uma cara maliciosa – O bom disso, é que você vai ter a sorte de ouro.

−Sorte de ouro? Como assim? – Entusiasmada e com medo ao mesmo tempo.

− Amanhã ele vai fazer uma reunião com outros criminosos em seu escritório, ai que você entra em ação! – Bate na mesa o que me causa um susto − Poderá mata-lo e ainda seus alidado.

− Uhm... – Fico pensativa sobre o que dizer, um ataque surpresa? Tão rápido? Minha sorte de ouro? E se eu perde-la? − Ótimo−  Falo depois de tudo, com um sorriso forçado.

Depois de mais alguns detalhes, me retiro para preparar minhas coisas para amanhã. Vou até meu quarto e arrumo minha malas. Não adianta eu ficar tão nervosa para essa missão de alto nível, por isso, acho melhor descansar e pensar em algumas estratégias. Nunca tive que matar mais de uma pessoa ao mesmo tempo, no máximo duas, mas.... Devem ter vários criminosos nessa reunião, e ainda por cima, armados. Tentei  pensar em outros assuntos e caio rapidamente no sono.

Acordo e corro para o banheiro, afinal o dia será cheio. Tento não perder muito tempo na rotina matinal e parto em disparada para a cantina, na qual o prato do dia é panquecas. Aproveito e pego um copo de suco de laranja e sento na primeira mesa que vejo vazia, sem esperar por Hannah.  Assim que engulo a primeira fatia, escuto o meu nome ser chamado fortemente e sigo o som, o CHEFE está a minha espera apressado.

− Precisamos ir, agora! – Diz rigidamente.

− Agora? Mas porquê? A reunião é apenas a noite – Digo confusa.

− Mudanças de planos. Recebemos informações de que irá começar agora. Rápido! Pegue suas coisas.

Fiquei desapontada, eu adoro panquecas.... Corro para o quarto o mais rápido que posso, troco de roupa e pego a mala já preparada. Chego ao carro em menos de dez minutos, só pode ser um recorde. Não dar nem tempo de me acomodar, os integrantes da missão já começam a passar os últimos dados que descobriram. Assim, passo a viajem entre olhar pela janela e escutar as últimas notícias.

~Enquanto isso, você descobre mais informações sobre meu CHEFE ><

Ele é alto, tem cabelo preto meio ondulado, olhos castanhos – lindos por sinal! − um corpo bem... bem... bem... Definido. Além de ser gentil, engraçado quando quer e principalmente, quando está com pessoas mais intimas, e rígido, quando se trata de uma missão, tem uns 24 anos, há! E seu é James Glownd.

~COMEBACK TO HISTORY....

Ao chegar, saio do carro com tudo esquematizado em minha mente. O plano era o seguinte: Eu iria escalar o muro e eles, meus companheiros de missão, iriam desligar toda energia da casa por dez segundo. SIM!!! Eu teria que escalar um muro em pouquíssimos tempo! Para os “inimigos” não desconfiarem. Eu entraria na casa pela porta dos fundos, que por sorte, tive que decorar a planta da casa no carro, depois entraria no escritório onde eles estariam se reunindo e acabava com tudo. Pois é, é só fazer isso e detonar com eles no final, bem prático, né?? Parece ser bem simples, mas não é, principalmente a parte de DETONAR GERAL!

Pulei o muro e não morri (HAHA), vou para a porta dos fundos, que já estava destrancada (o que acho estranho). Entro pela cozinha e que não há ninguém no cômodo (seria sorte demais?), passo pelo corredor, onde avisto um segurança, como ele estava um pouco longe e meio distraído, pego uma das facas da cozinha e acerto bem na cabeça.

Ando até o corpo, pego sua arma e tento arrastar o corpo em algum lugar discreto, num quarto pequeno que havia entre tantas portas da casa. Quando ia subir as escadas, ouço vários homens descendo-as gritando. Entro na primeira porta que eu vejo pela frente, o quartinho está muito escuro e tento achar o interruptor.

Achei!!


Notas Finais


Comentem oque acharam da história para que eu posso continuar se vo ês estiverem gostando.
Beijosss


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