História Presidiário sem limites; jikook - Capítulo 2


Escrita por: ~, ~Dorgadagguk e ~Arthurando

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bottom!jimin, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Namjin, Sope, Taeyoonseok, Top!jungkook, Vhope
Visualizações 491
Palavras 1.446
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Drogadagguk:
olá olá pessoas
Desculpem a demora aaaa
Enfim, agradecemos os favs, tipo muito obrigado mesmo (•ө•)♡

E é isso, boa leitura sz

Capítulo 2 - Proposta Estranha


Se eu estou irritado? Mas e lógico que estou! Primeiro eu chego na delegacia acreditando que seria designado a ir paras as ruas prender bandidos e acabo sendo obrigado a ser vigia da penitenciária, dai vem um preso, brinca com a corrente do meu pescoço e ainda me da um beijo na mandíbula? Me fizeram macumba e eu não estou sabendo? Porque olha... Não tá fácil.

Mas eu tenho que pelo menos pensar positivo, talvez isso seja só temporario e logo eles irão ver meu talento e me colocar para patrulhar as ruas. Não vão?

Aqui não é tão ruim, mas vigiar presos não é comigo. Ficar andando de um lado para o outro vendo caras maiores que eu me olhando torto e sentindo o cheiro de mofo, suor e produtos de limpesas baratos não estava nos meus planos de vida.

Eu já havia saído do patio, agora estava no refeitório que é um lugar fechado e com má iluminação, em volta estão as celas onde ficam os detentos que cometeram delitos "leves", eles sim podem sair do cubículo para comer.

A prisão tem três andares, e os presos são divididos por setores; o setor 1° fica no primeiro andar —que é onde eu estou— e no segundo andar onde são mantido os presos com penas leves; o setor 2° fica no terceiro andar e é onde estão os o presos mais perigosos, esses não podem sair de suas celas.

O meu trabalho é vigiar o terceiro anda, mas uma das coisas que ouvi Taehyung dizer era que eu teria de vigiar os outros setores as vezes, e era isso que estava a fazer. Enquanto os presos ainda estavam no patio, eu ficava aqui dentro, para ver se ninguém iria voltar para a cela antes do sinal.

Isso aqui é tipo uma escola, só que pior.

O barulho no qual meu sapato fazia no chão já estava me incomodando, na verdade tudo estava me incomodando, estar aqui dentro não é para mim.

—Hey! —Ou vi uma voz e me virei vendo um cara baixo de cabelos pretos vir ate onde eu estava. —Você é o cara novo, não é? — Perguntou e apenas assenti. —Já pode subir para o terceiro andar, já ira soar o sinal para os presos entratem, fique atento ao walk talk. —Me entregou o aparelho e o coloquei no meu colete.

—Ah, ok —Respondi simples já seguindo para as escadas.

—Espera! —Chamou e me virei — Me chamo Taemin, e se precisar de ajuda estou aqui. — Disse e novamente assenti me virando. —Espera! —Gritou mais uma vez e me virei confuso —Ignore tudo que Park Jimin falar, vai por mim. —Concluiu e franzi o cenho.

Por que todos ficam me avisando sobre o Park? E porque eu eu tenho que ignoral-lo? Quando estava no pátio, ele também estava então isso significa que ele fica no setor 1°, não?

Voltei a subir as escadas indo direto para o terceiro andar, e ele com certeza é mais diferente que o primeiro e segundo andar. Aqui não são celas com barras de ferro e sim portas de aço pitadas de branco com apenas uma pequena abertura alta e mais abaixo uma portinha para colocar a bandeja de comida.

O local me parecida espaçoso e mais ao fundo dele dava para se ver outro vigia do qual não tinha a minima vontade de saber o nome.

Continuei a andar indo para o segundo corredor e no mesmo também havia um vigia, então fui para o terceiro e deduzi que deveria ficar nele, ja que não havia ninguém além dos presos dentro da celas.

O corredor era extenso e eu conseguia sentir os olhares sobre mim. Aish, eu deveria estar colocando gente atrás dessas grades, não vigiando os que ja estão nelas.

—Parece abatido policial, o que foi? —Ouvi uma voz atrás de mim e me virei assustado.

—Park? O que faz aqui volte para o pátio. —Resmunguei irritado, ele não deveria estar nessr andar.

—Mas o sinal ja bateu, não ouviu? —Perguntou e arqueei uma das sombrancelhas. Estava tão concentrado em meus pensamentos que nem ouvi a bosta do sinal.

—Tá, mas o que faz aqui? Vá para a sua cela. —Disse ríspido.

—Eu estou na frente dela, esperando o senhor abri-la. —Disse e olhei para o lado observando a porta de aço fechada.

—Mas como assim? Então o que fazia lá em baixo? —Perguntei e ele riu.

—Oh novato, ele tem privilégios. —Ouvi um dos presos falar.

—Esse policial não vai durar um dia aqui. —Outro disse e risadas começaram ecoar pelo corredor.

Sério isso, agora estou sendo zoado por presos?

Peguei o bolo de chaves que estava preso em minhas calças e abri a cela irritado deixa o ruivo entrar enquanto ainda via o sorriso grudado em seu rosto.

—Obrigado polícial... —Murmurou passando o dedo indicador no meu rosto e logo desviei fechando a cela após o mesmo ter entrado. Mereço.

Voltei a rodar aquele corredor e confesso que esse trabalho é mais chato do que você pensa.

—Policial... —Ouvi novamente a voz de Park e me virei para sua cela. —Vem aqui.

—O que você quer? —Perguntei desconfiado.

—Se aproxime, não seja mal. —Disse e bufei me aproximando da cela. —Mais perto. —Pediu e apenas podia ver seus olhos pela pequena janela.

—O que é? —Perguntei quando já estava bem de frente a porta.

—Li sobre uma posição nova, quer experimentar comigo? —Perguntou e arregalei os olhos me afastando da cela. Não sou obrigado a ser assediado por um presidiário.

Ignorei o indivíduo e voltei a fazer a merda do meu trabalho, hora ou outra tinha de verificar cada cela para ver se tudo corria bem dentro das mesmas.

O Walk Talk que estava no meu colete a todo momento me irritava, pois eu podia ouvir os outros policiais conversando, podia até ouvir o tal Kim falando para tal policial ir para outro setor e etc, mas eu quase tomei um susto quando ouvi meu nome sair do aparelho.

—Policial Jeon Jungkook, compareça ao setor 1° com Park Jimin. Taemin ira assumir seu posto. —O som saiu chiado do aparelho e apenas disse um "ok" seguindo ate a cela do ruivo.

—Oba, já esta na hora do almoço. —O mais baixo comentou e revirei os olhos o puxando de dentro da cela e fechando a mesma. —Quanta brutalidade, policial... —Disse e novamente o ignorei seguindo com o mesmo até a escada.

Já no térreo tudo o que podia ver era vários caras de macacões laranjas rondando o patio, murmurios de conversas e gente comendo a gororóba que lhe davam.

—Aish, como conseguem comer isso. —Falei baixo esquecendo de que Park ainda estava do meu lado.

—Em uma prisão, o mais ousado é quem consegue coisas melhores. —Disse e apenas o observei indo ate o cara que servia a comida, sussurrar algo para o mesmo e logo depois receber um pote, e acredito ter uma comida melhor dentro do mesmo. Que pilantra.

Segui para um local que eu pudesse ter uma visão boa de todos —eu preciso ver se ninguém vai comercar uma guerra de comida—e fiquei ali apenas andando.

Alguns minutos se passaram e logo vi Jimin acenando para mim. —Policial —Gritou alongando a vogal "a".

Aish, o que ele quer dessa vez.

—O que é? —Perguntei tedioso quando já estava perto da mesa onde o mesmo se encontrava sentado.

—Você esta tão gostoso com essa roupa. —Disse e fiquei sem reação, dando meia volta e voltando ao meu lugar. —Belas coxas! — Falou auto e pude ouvir as risadas de quem estava perto dele e até murmúrios como "Park não tem vergonha na cara" ou "Jimin não sabe honrar o proprio nome".

Ainda confuso resolvi ignorar e continuei a observar o local, logo o "intervalo" acabou e novamente tive que levar o ruivo de volta para a cela.

Estávamos a subir as escadas quando o mesmo entrou na minha frente sorrindo.

—Então Policial-

—Aish, pare de me chamar assim! — Me exaltei. —Eu não sou um policial!

—Tecnicamente você é um sim. —Disse e bufei.

—Não, eu não sou. —Indaguei ríspido. —Sou apenas a droga de um agente penitenciário! Serei um policial quando estiver lá fora prendendo bandidos. —Conclui.

—Então você quer sair por ai investigando crimes? —Perguntou e balancei a cabeça positivamente.—Hmm, interessante. —Sorriu e arqueei uma das sombrancelhas.

—O que? —O olhei confuso.

—E se eu disser que posso te ajudar? O que você me diria? —Perguntou e ri soprado.

—Você? Me ajudar? —Perguntei e ele assentiu. — Ata, duvido.

—Você é um policial fajuto, nem vigiar celas presta, seria reconhecido se começasse a mudar sua postura diante dos presos. —Disse e o olhei assustado.

—Como você... —Murmurei.

—Como eu disse, posso te ajudar. —Sorriu ladino.

—E o que eu te daria em troca? —Perguntei desconfiado.

—Bem... Podemos começar com um selinho... —Disse fazendo uma cara fofa enquanto colocava o dedo indicador sobre o bico que fazia com os lábios.

Ai merda, mas no que eu estou me metendo...?


Notas Finais


Você deveria era ta metendo no Park
N pera
Q


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