História Preso ao passado. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Agustd, Bts, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Minyoongi, Rapmonster, Suga, Yoongi
Exibições 20
Palavras 387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Minha primeira história, espero que gostem. ❤

Capítulo 1 - O reencontro.


O telefone toca.

Esfrego os olhos e confiro o relógio: 10:27 AM. Como pode ser tão tarde quando meu corpo sente que nem mesmo dormiu? Atendo o tefelone e sou surpreendido com uma voz sonora e vibrante:

-BOM DIA QUERIDO, COMO ESTÁ VOCÊ?

De repente meu sangue começa a correr depressa e sinto meu rosto corar. Droga, esqueci o aniversário do meu pai

-Estou como sempre, mãe. As coisas continuam as mesmas...

-Espero que se lembre que hoje é aniversário de seu pai e toda a família espera vê-lo na comemoração, aliás a que horas você pretende chegar?

-Sim, estou lembrado. Em breve estarei com vocês, preciso vestir algo e logo pego a estrada

-Tudo bem, dirija com cuidado. 

Levanto-me da cama e sinto meu peso duplicar sobre meus pés. 

Merda, me sinto tão exausto! 

Por um segundo penso em retornar a ligação e cancelar, apenas para ter um tempo a mais de descanso, afinal isso tem sido uma raridade ultimamente. Imediatamente me vem à lembrança que estive ausente em todas as reuniões, a ideia rapidamente se desfaz. Tomo um banho quente e em 15 minutos estou na estrada e enquanto dirijo penso no tempo que não vejo aqueles rostos e o mesmo em relação a minha mãe: Como eu gostaria de dizer que a amo e ser envolvido pelo seu abraço. Sem perceber, tenho lágrimas escorrendo em meu rosto. NÃO! Eu não posso preocupar minha família.

Em 45 minutos estaciono o carro na garagem da família Min, que está à minha espera na porta da frente. 

Saio do carro e noto minha mãe, que tem novas rugas e os fios de cabelos brancos estão mais perceptíveis, assim como meu pai, que ganhou uns quilos e óculos de grau com lentes grossas. Recebo o abraço caloroso que tanto esperei, contenho as lágrimas e respiro fundo. Oh, esta é a melhor sensação do mundo. 

Após cumprimentar toda a família me senti deslocado, sem lugar. Novas pessoas, novos rostos. Estas pessoas me parecem tão familiar, por quê me sinto errado? Quanto tempo ignorei minha família? 

Meus pensamentos são interrompidos quando ouço uma voz feminina doce e suave vindo de trás de mim. Viro-me e deparo com Sunhee, filha de amigos de longa data da família e minha grande paixão aos 16 anos. Não consigo respirar, meus músculos não obedecem meus comandos, por um momento me sinto inválido.





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