História Presos na Selva - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens André Alencar, Felipe Vaz, Isabela Junqueira, Joaquim Vaz, Julia Vaz, Lola Alencar, Manuela Agnes, Mateus Jardim, Omar Ferraz, Personagens Originais, Priscila Meneses, Téo Cavichioli
Tags C1r
Visualizações 23
Palavras 1.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Consegui :)

Capítulo 4 - 04. Amigos ou inimigos?


 —Ãnh, eu me chamo Joaquim. Eu e meus amigos viemos acampar, mas perdemos nosso irmão mas novo. E vocês? – ele estava um pouco agoniado pelo irmão e acabou por falar um pouco irritado.

—Chloé? – Gui viu a irmã e com um suspiro de alívio, ele a abraçou.

—Affz garoto, me solta. – Chloé irritada, afastou o irmão.

—Vocês se conhecem? – Júlia, estranhando a cena, perguntou.

—Sim, somos irmãos! – com um sorriso, ele olhou para Júlia, o que acabou por despertar um incômodo em André que respirou fundo.

—Bom, ficamos felizes que vocês tenham se reencontrado. Mas temos que ir agora. – Joaquim estava um pouco impaciente.

—Podemos ir com vocês? – disse Pricila observando um por um e logo depois, revirando os olhos.

—Tudo bem, só, vamos logo. – agora havia sido a vez de Júlia. Ela estava preocupada com o irmão. Eles saíram daquela parte da floresta e foram a procura de Felipe enquanto se conheciam.

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—Isa, Isa, Isa. Vamos dar uma volta pela mata? – Felipe perguntou ao chegar todo animado perto de Isabela.

—Ai garoto, eu tô me bronzeando. Não tá vendo? – Isabela o olhou com seu tom de arrogância.

—Por favor Isa. Não quero ir sozinho. – ele se ajoelhou e juntou as mãos implorando..

—Affz, tá bom. Mas não se aproveita da minha boa vontade. – ela se levantou, colocou os óculos, amarrou uma canga na cintura até metade da coxa e amarrou o cabelo num rabo-de-cavalo.

—Mas você vai assim? Só de sainha? – Felipe riu enquanto a olhava.

—E o que é que tem? Não vamos passar mas do que vinte minutos naquela mata. Agora vamos logo que quanto mais rápido fomos, mas rápido voltaremos. – ela disse indo na frente. Felipe foi atrás. Isabela coloca os fones enquanto escutava uma música qualquer. Eles ficaram conversando.

—A Manu é a mas nova, ou a mas velha? – ele pergunta ciente de que, apesar de gêmeas, não nasceram ao mesmo tempo.

—Manuela é mas velha por apenas sete minutos.

—Hum, vocês não são tão próximas né?

—Na verdade, somos. O problema é que eu não suporto a voz da Manu. – ela estava um pouco incomodada. Isso seria notado se Felipe não fosse tão pequeno para entender.

—Mas vocês tem a mesma voz!!! – ela não entendia e considerava aquilo algo estranho.

—Não. A voz da Manuela é toda no diminutivo e fofa. É mas suave e angelical. Se você prestar atenção, vai notar a diferença.

—Entendi... Eu acho.

—Mas e você pequeno? É o mas novo?

—Sim. Meu irmão, o Joaquim, ele é o mas velho. A minha irmã, Júlia, é a do meio e eu sou o caçula.

—E por que você se afastou deles? O que tem nessa cabeça garoto? – ela estava apreensiva, mas ainda assim, achava graça.

—Ué, eles disseram que eu estava incomodando, resolvi não incomodar. Então me afastei.

—Pois, se eu fosse você, teria continuado a incomodar. Você fez até bem em dá um susto neles pra eles aprenderem. Só não precisava se perder de verdade.

—Estava chateado. Mas agora estou com saudades. Nunca passei tanto tempo longe deles. Ainda mas, num lugar destes.

—Fica tranquilo, você vai encontra-los. Então fique calmo. – Felipe para e fica em silêncio. – aconteceu algo? – Antes que Isabela possa fazer algo, Felipe saí correndo.

—Eles estão me procurando Isa. – gritou enquanto corria. Isabela, sem alternativa, foi atrás.

—Quem Felipe? – ela gritou de volta. Mas não obteve resposta. Então ela foi atrás dele.

—Joaquim, Júlia. – ele gritou enquanto corria. O local por onde eles corriam era cheio de árvores, insetos, folhas espalhadas pela terra e algumas raízes de árvores. Foi numa destas raízes que Isabela tropeçou e caiu após avistar uma loira e duas morenas.

—Felipeeee. – Isabela gritou de raiva, chamando a atenção das garotas, que se aproximaram junto a alguns garotos. Felipe então, correu até seus irmãos e os abraçou.

—Ainda bem que você apareceu Felipe. – disse seu irmão feliz de encontra-lo.

—Felipe, não some mas por favor. – disse sua irmã ainda mas feliz que o irmão.

—A culpa é de vocês. Não minha! — Felipe rebateu enquanto se afastava.

—Tá, mas você tá bem? – Joaquim perguntou preocupado.

—Sim, a Isabela e os amigos dela cuidaram de mim... – disse ele enquanto se lembrava de que havia corrido e deixado Isa Para trás.

—Você falou com estranhos Felipe? – Lola perguntou ao visualizar o amigo.

—Bem, não são mas estranhos. – disse enquanto voltava a procura de Isabela.

—Mas eles podem ser perigosos Felipe. – Júlia disse indo atrás do irmão que correu ao ver Isabela sentada no chão, cheia de folhas na cabeça e com o celular na mão.

—Isa!!! – ele foi até ela para ajudar ela a se levantar. Ao ver o garoto se aproximar, ela faz sua cara de poucos amigos. – Você está bem?

—Bem Felipe? Bem Felipe? Eu pareço bem pra você? Eu caí! E olha o que aconteceu. Isso é culpa sua!. – ela gritou enquanto mostrava a tela do celular rachada. Logo depois ela se levanta. – se fizer isso de novo, vou ter que arranjar uma boa desculpa para a Manuela entender o por que de eu ter te matado. – os irmãos e os amigos se aproximam e visualizam a morena. Os três garotos abrem a boca ao verem a Morena apenas de biquíni e uma canga, deixando a mostra suas pernas, coxa, costas, abdômen e um decote.

—Desculpa. Mas ouvi meu irmão me chamar.

—Dessa vez passa em. – disse enquanto tirava as folhas enfiadas em seu cabelo.

—Tá. Olha, Isa, queria apresentar você a meus amigos e meus irmãos.

—Quem de vocês é o Joaquim? – Isabela perguntou irritada. Joaquim então ergue seu braço.

—Eu, Isabela? Não é? – ele pergunta com dúvida.

—Escuta aqui garoto! Quem você pensa que é pra gritar com o Felipe? Ele é só uma criança. Será que você, como o irmão mas velho, não tem um pingo de responsabilidade?! Sinceramente, acredito que não, afinal, que tipo de irmão não cuida do mas novo? Eu gostaria muito de saber quem foi o, ou a idiota que colocou essa responsabilidade a você, afinal, pelo que estou vendo, foi um erro que eu espero que essa pessoa não cometa mas. Mas quantos anos você tem garoto? 5? 2? – Isabela gritou irada.

—Posso falar?! – perguntou Joaquim sem saber o que dizer diante daquela situação.

—Não! Não quero te escutar. Pra mim já ficou claro o tipo de irmãos que vocês são. – disse, logo depois, deu as costas e pegou a mão de Felipe.

—Ei, onde você pensa que tá levando nosso irmão? – reclamou Júlia.

—Para onde nunca devíamos ter saído, do acampamento.

—Você não pode levar o Felipe desse jeito. – disse André.

—A partir do momento em que vocês perderam a responsabilidade com ele e eu cuidei dele, ele fica comigo e quando eu for embora, eu levo ele até a casa dele. – replicou Isabela.

—Ôh garota, solta o meu irmão por favor! – disse Júlia sem paciência.

—Ôh garota, fica na sua que ninguém falou com você! – disse irritada.

—Júl, eu vou voltar com a Isabela. O lugar onde eles estão acampando é muito legal. Fora que eu gostei de conhecer a Manu, o Omar e a Dóris. – Felipe disse pensativo.

—Eu tive uma ideia, por que não vamos acampar com a Isabela? – perguntou André que recebeu um olhar de raiva por parte de Júlia.

—É uma ótima idéia. – disse Guilherme.


—Tanto faz! – disse Chloé.

—Por mim, tudo bem, desde que vocês parem de gritar. – disse Pricila sorrindo para Isabela. Ela havia gostado do jeito da Morena.

—Não sabia que vocês gostavam de ir pros lugares sem serem convidados. – disse Isabela olhando para Pricila.

—A gente não vai! – esbravejou Júlia.

—Calma gente. Calma. Não podemos simplesmente ir fazer um acampamento junto com ela. Afinal, o acampamento é dela. Seria invasivo. Mas podemos fazer um pouco perto pra o Felipe ir ver ela todos os dias em que ficarmos aqui. – soou Joaquim pacivamente.

—Olha, vou ser sensata pela terceira vez na minha vida. Vocês podem ir acampar com eu e meus amigos. Até por que, a Manuela me mataria. Mas vocês vão únicamente por que quero o Felipe perto de mim. – disse Isabela com ignorância.

—E se a gente não quiser ir? – Júlia disse grosseira enquanto a encarava, olhando firmemente em seus olhos.

—Você não se dar conta de que até agora, só você está reclamando pirralha? – perguntou enquanto a olhava do mesmo jeito. Alguns segundos depois, Júlia revira os olhos desistindo.

—Ótimo, agora vamos. – disse Isabela com um sorrisinho vitorioso. Pricila foi logo pra perto da Morena e eles seguiram caminhada até o acampamento e em meio a esse trajeto, todos apenas escutavam as reclamações de Chloé.

No acampamento...

. . .


Notas Finais


Por hoje é só... Mas eu já tenho planos pra essa história.


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