História Pretending - Gastina - Capítulo 2


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Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Tino, Yam
Tags Gastina
Visualizações 57
Palavras 913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei!!!
Irmãos da Nina 👇👇

Capítulo 2 - Just ignore


Fanfic / Fanfiction Pretending - Gastina - Capítulo 2 - Just ignore

Gastón on

Acordo cedo, apesar de que hoje era sábado, precisava ir até a casa do Cory e do Jesse. Vou até e toco a campainha.

—Oi Cory! O Jesse está? Preciso levar vocês para um lugar.- digo assim que Cory abre a porta.

—Estou aqui.- Jesse desce as escadas- pra onde vamos?

—Preciso levar vocês ao orfanato, quero que conheçam uma amiga.

—Tudo bem. Estamos sem nada para fazer mesmo.- eles se arrumam e saimos- nosso pai voltou a procurar nossa irmã, eu nem sabia que tínhamos uma.- diz Cory e eu engulo seco.

—Que legal. Imagina, a menina no meio de vocês dois. Seria muito legal.- digo meio nervoso.

—Ele disse que o nome dela é Nina. Tenho uma vontade enorme de conhecê-la.- diz Jesse- deve ser linda assim como o irmão!- mexe no cabelo.

—Achei alguém mais convencido que eu.- digo e nós rimos.

—Pois é. Mas, eu já sabia disso. Aguento ele todos os dias.- diz Cory.

—Chegamos.- digo quando paramos na frente do prédio- não fiquem loucos com o tanto de meninas que tem.- vejo Nina sentada lendo, estava linda- aquela ali é a Nina.- digo apontando para ela.

—Vamos entrar, não dá para ver ela muito bem.- diz Jesse e eu abri o portão e fui de encontro a ela.

—Oi Nina!- digo me aproximado.

—Oi!- ela sorri- quer falar com a Delfina ou...- a interrompo.

—Não. Eu vim falar com você.- ela cora- cadê a Luna, Jim e Yam? Descobri que vocês eram igual chiclete.

—O processo de adoção foi adiantado, sabe como é.- desvia o olhar.

—Bom, esses são Cory e Jesse. Meus melhores amigos. E essa é a Nina.

Nina on

Gastón veio para o orfanato com uns dois amigos. Ele me apresentou e logo eles vieram me cumprimentar.

—Prazer, Cory.- diz um moreno alto, literalmente, muito alto.

—Jesse.- diz um loiro lindo por sinal.

—Ei, não vai se despedir?- diz Luna junto com as gêmeas (Jim e Yam).

—Com licença.- corro até as garotas- vou sentir saudades. 

—Também vamos. Lembre-se: precisando é só ligar que alguma de nós viremos na hora.- diz Yam.

—Ok! Se cuidem.- dou um beijo em cada uma e volto para os meninos.

—Quer ir para outro lugar?- pergunta Perida.

—Tanto faz. Acho que podemos ficar aqui, é o lugar mais calmo de todo orfanato.- nos arrumamos e o loiro começou falando.

—Sem querer ser intrometido, mas como você veio para cá?

—Não sei direito. Mas, a diretora disse que me encontrou no lixo com uma carta que não tive acesso até hoje.

—Também temos uma irmã perdida. Ela tem o mesmo nome que você. Nunca ouvi falar dela, mas, meu pai resolveu voltar as buscas. Não sei o por quê!

—Olha oi Nininha! Ficou sabendo? Eu e a Delfina temos uns pais para visitar, e você durante 15 aninhos nunca foi para uma casa se quer. Que dó!- diz Ambar- fique sabendo que você vai apodrecer aqui. Aposto que nunca ninguém vai te querer.

Gastón on

Depois de Ambar dizer isso Nina sai correndo.

—Por que fez isso?- Cory pergunta indignado e elas viram as costas.

—Eu vou...- sou interrompido.

—Deixa que eu vou. Resolve com as meninas.- diz Jesse.

—Ok!

Jesse on

Senti alguma coisa quando vi aquela menina, não foi amor de namorados, mas, senti como se ela fosse minha... Irmã. Não sei o por quê.

—Nina.- ela estava sentada no outro lado do orfanato.

—Venho aqui para me acalmar, sempre funciona, ou as vezes tenho que apelar.- pega discretamente uma caixa de lâminas.

—Não.- bato na caixa- isso não! Nina, você consegue ser mais forte que isso, sei que consegue. Apenas ignore.

—Apenas ignore, apenas ignore. Eu cansei de ignorar, não funciona. Faço isso por quase 15 anos. Minha vida é um inferno por culpa delas, e as pessoas tem pena de mim. Eu odeio que tenham pena de mim. Pra completar a desgraça minha únicas amigas foram embora. O que tem eu estar no meio delas. Ambar está certa, ninguém vai me querer. Eu nunca vou saber como é ter uma família de verdade.- ela diz com lágrimas nos olhos- as vezes eu só queria nunca ter nascido, por que assim eu não seria abandonada e não sofreria.- a abraço.

—Não fica assim, você tem novos amigos: eu, o Cory e o Gastón. Não vamos te deixar sozinha.

—Obrigada! Vamos voltar!- ela diz e nós fomos para onde Gastón e Cory estavam.

Gastón on

Estávamos procurando Nina feito loucos até que meu pai aparece.

—Gastón aqui? Nunca imaginei!- diz meu pai feliz- oi Cory.

—Oi Sr. Perida.

—Pai, a Nina sumiu.- digo meio desesperado.

—Como? Por que?

—Ambar e Delfina vieram aqui e falaram coisas horríveis para ela, aí ela simplesmente correu.

—Elas já passaram dos limites.

—Ela está aqui - disse Jesse se aproximando com ela e eu suspiro aliviado.

—Nina, o que aconteceu?- pergunta meu pai- vem vamos na minha sala.- eles saem.

—Obrigado por ter achado ela.- digo.

—Gastón, é impressão minha ou você está gostando dela?- diz Cory.

—Sei lá. Eu gosto dela, mas, ela é muito fechada para saber se ela gosta de mim. Essa garota conseguiu mexer comigo.

—Dá pra perceber. Você estava igual um louco procurando ela.

Nina on

Estava na sala do Sr. Perida, meio nervosa.

—O que aconteceu?- ele diz se sentando.

—Ambar, ela disse que eu apoderceria aqui. Que nunca teria uma família de verdade. Eu tenho medo disso ser verdade. Eu nunca fui escolhia para ficar um tempo com alguém.

—Entendo. Nina me conta quando isso acontecer. Sabe que pode confiar em mim. Vou conversar com elas. Pode ir com os meninos.

Saio da sala e volto para onde estava. Ficamos conversando até que eles tem que ir embora.

Vou dormir, sabendo que: não tenho mais Luna, Jim ou Yam para me proteger. Agora sou eu, sozinha!




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