História Pretty Face Ugly Attitude - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Personagens Originais, Shuu Tsukiyama, Uta
Tags Ghoul, Lemon, Originais, Tokyo Ghoul, Tsukiyama Shuu, Uta, Yaoi, Yuma
Exibições 45
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Super Power, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Tô com preguiça e-e é o calor :P

Capítulo 5 - A Loja de Máscaras


Fanfic / Fanfiction Pretty Face Ugly Attitude - Capítulo 5 - A Loja de Máscaras

Os meus dias corriam normalmente, Tsukiyama vinha na minha casa... Eu ia na dele e nós transávamos. Atsuko continuava a mesma assim como a faculdade.... Mas algo estava me incomodando.... Eu estava sentindo que uma pessoa não estava bem, então resolvi ir vê-la depois do trabalho.

No meio do caminho recebi um SMS do Tsukiyama.

Francês Tarado: Bonsoir petit! Que tal jantar aqui hoje?

Eu: Desculpe, hoje tenho um compromisso... Fica pra uma próxima.

Fancês Tarado: Ah.... Ok.... Que tipo de compromisso?

Eu: Não é da sua conta.

Fancês Tarado: :(

Eu: Brincadeira! ^^ Vou visitar um amigo.

Francês Tarado: Tome cuidado com esse “amigo”

Eu: Pode deixar idiota! XD

Francês Tarado: >3< Je T’aime petit!

Eu: s2

Problema resolvido. Tsukiyama não iria me mandar mensagens.... Eu acho.... Quando cheguei na loja de máscaras vi a placa de “ Aberto” e respirei fundo, entrando no local em seguida, não vendo ninguém, apenas manequins e algumas máscaras penduradas pelas paredes pretas.

- Olá? – Chamei meio hesitante, e ninguém respondeu – Uta-chan?

Nada. Andei mais a frente e vi um papel no balcão:

“ Olá cliente-san! Estou nos fundos, bata na porta vermelha ou grite muito alto! Aconselho que bata na porta senão pode incomodar os outros!”

Eu dei uma risadinha e fui até a tal porta, batendo em seguida.

- Só um minuto! – Era a voz de Uta, depois de tanto tempo sem ouvi-la meu corpo reagiu com um arrepio. Em seguida ele saiu, ele estava com uma regata larga que deixava grande parte de seu peitoral a mostra, e de suas tatuagens também. Ao me ver ele arregalou os olhos.

- É.... Eu sei que essa não é a melhor maneira de reaparecer, mas UHN! – Ele me abraçou, tão forte que eu pensei que meus olhos fossem pular pra fora. A primeira coisa que senti foi seu perfume.... Não havia mudado.... Depois os longos dedos finos nas minhas costas, me apertando como se eu fosse cair de um abismo.

- Cachorrinho!! – Ele beijava minha cabeça como se tivesse um íman entre a boca dele e o topo dela.  

- He-hey! Me solta! – Saí do seu abraço  corado e ajeitei as roupas – E não me chame de cachorrinho!

Ele riu.

- Não mudou nada.... – Ele sorriu – Talvez tenha crescido um pouco.... Mas nem dá pra perceber...

- Vá se fuder! – Falei ficando na ponta dos pés para ficar da altura dele – Sou do seu tamanho ó! – Mostrei a língua.

- Aham.... Vai sonhando... – Ele riu, mas logo ficou sério – Hey... Você ainda tem.... _ Ele parecia nervoso – Ela?

Eu corei. Ele ainda se lembrava disso!? Suspirei e tirei a camisa, virando de costas.

- Sim eu tenho.... – Sorri e corei como os infernos ao sentir ele tocar a minha pele com a ponta dos dedos, deslizando-os.

- Faz tempo... – Ele disse encarando a tatuagem, contornando as letras -  Omnia vincit amor....

Falamos em uníssono em seguida:

- O amor supera tudo.

Eu corei e ele percebeu que estávamos ambos desconfortáveis e se afastou bruscamente.

 - Você... Ainda tem a sua? – Corei.

- Sim.... – Ele tirou a camisa e virou de lado, me mostrando a costela direita onde havia escrito a mesma frase.

Eu sorri e me senti aliviado.... Estranhamente eu não queria que ele tirasse a tatuagem ou fizesse outra por cima.... Afinal, foram bons tempos....

- Mas... – Ele pigarreou e colocou a blusa de volta, assim como eu – Porque veio me ver tão de repente? Não que eu não tenha gostado, longe disso.

- É que.... Eu estava preocupado.... – Me sentei em um dos bancos, vendo ele fazer o mesmo – Os doves andam rodeando muito essa área...

Ele riu baixinho.

- Você sempre foi meio neurótico.

- Ah! Cala a boca!  - Eu ri também, não importa o que ele falava.... Eu me sentia feliz perto dele – Não venha reclamar se for atacado por um!

Ele riu, mas logo me fitou curioso.

- Você voltou a ativa, certo?

Eu suspirei.

- Sim.... Mas isso não te interessa.

Ele fez uma careta.

- Não me diga que você.... – Ele me olhou preocupado e viu que eu assenti com a cabeça – Você.... Sabe que não precisa fazer isso né?

- Não. Eu preciso sim... – Estalei a língua – Tsc! Aqueles bastardos tem que pagar por tudo que fizeram.... Pra mim.... E pra nós....

Ele ficou em silencio e me abraçou carinhosamente, deitando minha cabeça em seu peito.

- Eu sei.... Só não carregue esse fardo sozinho....

*****

Alguns dias depois da visita á loja de Uta, eu estava jantando com Tsukiyama, quando a jornalista na TV falou:

“E agora os investigadores do CCG, planejam um cavalo de troia em uma loja do 4º distrito, mais precisamente uma loja de máscaras que tem suspeitas de ser gerenciada por um ghoul....”

A TV foi desligada subitamente por mim, que apenas olhei Tsukiyama e ele entendeu o que eu quis dizer.

Enquanto nós corríamos até a loja eu praguejava mentalmente, porque!? Porque justo agora!? Uta.... Por favor... Fique bem....

Quando chegamos no local, tudo estava quieto, a porta estava trancada, como se o estabelecimento estivesse fechado. Tsukiyama a derrubou com um chute e nós invadimos o local, vendo Uta caído no chão. Eu corri até ele, encostando a minha cabeça em seu peito:

- Ele ainda respira.... – Deitei a cabeça dele no meu colo – Uta-chan... Aguente firme....

Percebi que Tsukiyama me fuzilava com o olhar.

- Tsukiyama, agora não é hora pra ciúmes! – O olhei sério – Me ajude a tirá-lo daqui!

- Oui petit, só não force a barra....

Não entendi o que ele quis dizer, me levantei e ergui a parte superior de Uta, vendo Tsukiyama erguer as pernas, mas as soltou como se elas queimassem. Primeiramente eu não entendi porque ele fez aquilo, mas depois eu vi a imensa poça de sangue que tinha embaixo de Uta, olhei pelo corpo dele e não achei nenhum ferimento.

- Ele não está machucado....

- Talvez já tenha se curado e só está inconsciente... – Tsukiyama pegou as pernas de volta, me ajudando a carrega-lo pra fora da loja. Quando estávamos quase chegando na saída escutamos uma voz que eu nunca pensei que iria escutar naquela situação:

- Aonde pensam que vão? – Uma silhueta feminina surgiu do fundo da loja, chamando a nossa atenção. Tsukiyama fez uma careta....Algo como “ Puta merda” ou “ Você não”.

- Boa noite, Tsukiyama-san, Yuma-chan... Ou eu deveria dizer Gourmet e Dog?

- A-Atsuko!? – Eu fiquei pasmo e quase derrubei Uta no chão.


Notas Finais


Cap saiu mais curto e-e eae gente vcs são Team Tsu ou Team Uta?? hueheuheueh
Bye bye sayonara e kissus de morango pra vcs! >3< ~


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