História Pretty Face Ugly Attitude - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Personagens Originais, Shuu Tsukiyama, Uta
Tags Ghoul, Lemon, Originais, Tokyo Ghoul, Tsukiyama Shuu, Uta, Yaoi, Yuma
Exibições 33
Palavras 2.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Super Power, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem! ;D
Ps: Sim a img fui eu quem editei, por isso tá uma bosta XD

Capítulo 8 - Meu e Somente Meu!


Fanfic / Fanfiction Pretty Face Ugly Attitude - Capítulo 8 - Meu e Somente Meu!

- Bonito, que bonito! - Era a voz de Tsukiyama - Será que eu estou atrapalhando o casalzinho aí!?

Eu me afastei de Uta o mais rápido que pude e olhei pasmo, como eu iria explicar isso pra ele!? E mais, ele ouve sertanejo!? Eu e Uta engolimos em seco. 

POV'S YUMA OFF

POV'S TSUKIYAMA ON

Eu não acreditei na cena que vi.... Uta beijando meu petit! Eu sei que o petit gostava do monsieur Uta, mas não achei que mesmo depois de eu ter ajudado a salvar a vida dele ele me faria uma coisa dessas! A menos que....

- Tsu-Tsukiyama-chan, e-eu posso explicar! - Yuma se levantou rápido e corado vindo na minha direção. Uta nos olhava com um misto de inexpressividade e dúvida, pelo visto ele achou que Yuma tinha ficado com vergonha ou algo do tipo.

Eu continuava com a expressão irritada e séria.

- .... Não tem que me explicar nada... - Eu cerrei meus punhos e saí pisando duro para fora do cômodo.

POV'S TSUKIYAMA OFF

POV'S YUMA ON

Tsukiyama saiu do quarto claramente irritado, e tudo por minha culpa.... Eu não posso deixar as coisas assim!

- O que deu nele? - Uta perguntou. Sério que ele não se tocou!?

Não o respondi, apenas estalei a minha língua e corri atrás de Tsukiyama, que pelo visto estava no quarto de hóspedes que nós estávamos dormindo. Eu engoli em seco antes de entrar, não queria demonstrar que estava nervoso...Mas isso era algo impossível.

- Tsukiyama-chan.... - Eu falei me aproximando devagar do homem sentado na beirada da cama.

- Por que você não contou pra ele...? - Ele me perguntou de cabeça baixa, os cabelos roxos tampando boa parte do seu rosto.

- Tsukiyama-chan.... - Eu suspirei.

- Por que....? - Ele me encarou, demonstrando o "por que " dele estar de cabeça baixa.... Ele estava chorando - Você.... Vai me deixar também...?

 O que? Eu ouvi direito? Eu me sentei ao lado dele na cama e peguei sua mão, recebendo em troca um olhar surpreso e um soluço.

- Tsu-chan.... - Sorri, nunca tinha chamado ele por esse apelido antes - Eu não vou te deixar nunca....  - Eu o abracei, sendo correspondido quase que de imediato.

- Petit.... - Ele soluçava - Por favor.... Não faça como ele.... Por favor.... Não vá.

- Shhh... Eu estou aqui... - Eu sorri e acariciei as costas dele, lhe dando um beijo na bochecha depois. - E eu só não contei ao Uta, porque não tivemos tempo pra isso ainda....

Ele me olhou, os olhos marejados e o rosto e nariz levemente corados o faziam parecer uma criança dócil.... Nada daquilo que ele era.

- Petit.... - Ele enterrou a cabeça no meu pescoço, se esfregando - Hoje nós vamos transar.... - Ele sussurrou no meu ouvido.

Oi? O que isso tinha a ver com a conversa mesmo!?

****

Felizmente, ou infelizmente, a noite caiu rápido e por consequência, o pedido de Tsukiyama chegou rápido também. Depois que eu tomei um banho, eu fui para o quarto, o encontrando apenas de roupão me olhando sedutor. Eu estava apenas com uma toalha enrolada na cintura, o que me deixava constrangido.

- Pronto para o que está por vir petit? – Ele me sorriu malicioso e se levantou, me abraçando por trás e roçando os lábios e o nariz na minha nuca, me fazendo arrepiar.

- Tsu-chan.... – Eu corei e fechei os olhos, apreciando o carinho, mas logo os arregalei ao sentir uma mordida forte e inesperada – Ouch! Mas que porra Tsukiyama!

Eu o ouvi rir nasalmente enquanto mastigava minha carne. Ele engoliu.

- Petit.... Seja só meu essa noite.... Se doer muito.... Grite arrêter...

- O que!? – Ele me empurrou com força no chão, me fazendo bater a cabeça. No meio da queda a toalha acabou caindo.

- Mas que droga Tsukiyama! – Eu fui me levantar, mas ele me empurrou, ficando por cima de mim e mordendo meu pescoço, me fazendo amolecer na hora e desistir de ficar de pé.

- Petit.... – Ele lambeu o sangue que começou a escorrer da mordida – Eu adoro o gosto do seu sangue....

- U-uhnn....- Eu revirei meus olhos ao sentir sua língua macia me tocar em um lugar tão sensível.

A língua dele desceu explorando cada parte do meu corpo e deixando uma trilha de saliva, chegando nos mamilos já rijos.  Ele se afastou e sorriu.

- Já está ficando animado com quase nenhum toque? – Ele desceu e mordeu meu mamilo esquerdo com força o suficiente para me fazer soltar um gritinho abafado.

Com a mão livre ele apertava e puxava o mamilo direito. Eu sentia meu membro encostando na bunda dele, que estava coberta pelo tecido do roupão branco, e pelo visto ele também percebeu, pois seus quadris começaram a subir e descer, se esfregando no meu membro.

Ele soltou meus mamilos que ficaram roxos com tantos apertões e mordidas, e desceu até meu membro, ereto, cessando o carinho que ele fazia.   Ele me olhou com um sorriso bobo nos lábios.

- Será que eu devia te ajudar...? – Ele tocou a cabeça molhada do meu membro, me fazendo estremecer – Eu não sei.... Ainda estou magoado por você não ter contado sobre nós para o monsieur Uta.....

- A-ahhnn.... Tsu-Tsu-chan.... Por favor... AH!! – Senti ele enfiar a ponta do dedo dentro da pele do meu membro, me fazendo arquear.

- Olha! Está gotejando…. – Ele sorriu – Você gosta quando eu te toco assim? – Senti o dedo rodear meu pênis por dentro da pele.

- Ah.. Haa.. Por favor... Me... Me deixe...  Uhhnn... – Gemi mais alto ao senti ele brincar com meus testículos.

- Te deixe o que petit? – Ele lambeu toda a extensão, tirando o dedo.

- Me deixe gozar...  Ahh.... – Senti meu membro pulsar.

Ele riu e se levantou, indo até uma cômoda, abrindo a gaveta e pegando algo, voltando pra perto de mim depois.

- Non.... – Ele sorriu e me mostrou um anel peniano.

- Você.... Não faria...  – O olhei com um pouco de irritação e medo, nunca tinha usado um daqueles na minha vida.

- Faria o que? – Ele se abaixou, sem quebrar nosso contato visual – Isso? – Ele colocou o anel em mim.

- Ahh... – Eu suspirei – Mas que porra Tsu!

- Porra é o que você não vai ver se continuar assim...  – Ele sorriu.

Ele tinha preparado até trocadilhos com “porra” para me zoar!? Pelo amor de deus!

Ele tirou o roupão, deixando o corpo esbelto dele á mostra, juntamente com o membro que já estava ereto e escorria o pré-gozo.  Ele me virou de bruços, abrindo minha entrada com as mãos e enfiando a língua ali.

- A-Ahh... Mas... Que... Droga!

Ele ignorou e continuou lambendo e mordiscando, enquanto apertava as minhas nádegas.

- Tsu... Uhhnn.... – Minha voz estava arrastada e carregada de prazer  - Gozar.... Ahhnn...Eu quero gozar....

Ele tirou a língua de dentro de mim e riu.

- Ainda non petit..... Sei que você aguenta....

Ele se levantou e se sentou na beirada da cama, me indicando seu membro ereto.

- Senta aqui...

Eu me levantei, meio cambaleante e andei até ele, meio sem jeito, por conta da minha ereção que já começava a doer. Me posicionei e fui me sentar devagar, quando senti ele me puxar com força pra baixo, fazendo seu membro entrar em mim de uma vez.  Ele soltou um longo gemido rouco e já começou a me erguer e me abaixar.

- Ei.... Ahhh... Merda! Seu idiota! Is-Isso dói! Uhhnn... – Eu ainda não tinha me acostumado direito com o membro dele e o mesmo já estava acertando meu intestino! (não literalmente né pessoal!)

- Petit.... – Ele me colocou de quatro na cama, sem romper o contato, me estocando fundo forte e rápido. Agora não doía mais, era apenas muito vicante.

- Tsu... Ahhh... Tsu.... –Eu rebolava contra o membro dele com força, empinando a bunda e mordendo meu dedo indicador.

- Petit... De quem você é? – Ele gritou. Mas que merda! Ele vai acordar o Uta desse jeito!

- O que!?  AI! – Senti um tapa ardido em uma das minhas nádegas.

- Resposta errada... – Ele continuou estocando no mesmo ritmo alucinante – De quem você é? – Perguntou de novo.

- Se-seu... – Falei baixo, porém audível. Eu sei que estamos transando, mas falar esse tipo de coisa era constrangedor.

- Não ouvi!  - Ele me deu outro tapa – Grite para mim... Ah... Grite!

Minha próstata estava sendo esculachada, a cada tapa, a cada investida que ele dava, eu senti meu membro doer mais e mais.

- Tsu... Por favor... O... Uta... Ahhnnn..  Ah! – Mais um tapa. Ele começou a estocar com mais força, como se estivesse irritado, mas ele não estava. Sua voz ainda era mansa.

- De quem você é? Me fale e eu te deixo gozar....

Quando ouvi o que ele prometeu eu pensei “ Foda-se o Uta, eu preciso gozar e agora!”

- EU SOU SEU! SÓ SEU TSU! AGORA ME FODE E DEIXA EU GOZAR!

Ele riu e me estocou mais fundo,  e tirou o anel, me deixando gozar e me contrair fazendo-o gozar também. Ao me sentir ser preenchido pelo seu líquido espesso eu gozei novamente.

Eu caí ofegante na cama e ele saiu de mim, se deitando espremido na cama de solteiro comigo.

- Seu imbecil.... – Eu olhei pra ele irritado e ofegante, quase nem conseguindo falar direito – Dá próxima vez que você vier com um anel.... Que seja de casamento!

Ele riu e me abraçou, tirando minha franja molhada de suor da minha testa, beijando-a em seguida.

- Você me ama tanto que quer se casar comigo petit? – Ele sorriu.

- Vai se fuder! – Empurrei ele da cama, fazendo-o cair no chão.

- Petit! Que maldade! – Ele falou com a voz chorosa.

- Eu te amo.... Idiota....

- Eu também te amo... Mon petit...

***

De manhã, bem cedo eu levantei e limpei os lençóis junto com Tsu, depois indo tomar banho. Enquanto a água quente escorria pelo meu corpo eu senti minha bunda ardendo, olhei e vi todo o esperma de Tsu saindo, como se fosse uma torta de creme*.

- Ai.... Que nojo....  – Eu olhei e vi mais uma coisa sair – Meu senhor.... Que porra é essa!?

Terminei o banho o mais rápido que pude. Saí e fiz o café, Tsu se sentou e Uta já estava conseguindo andar com ajuda, então se sentou também. Eu servi o café preto e me sentei, dando um pulo em seguida.

- AI CACETE! – Coloquei a mão na minha bunda num  gesto inconsciente.

- O que houve? – Uta me perguntou. Sério que ele não ouviu nada!?

- É... – Tsukiyama me sorriu sacana – O que houve petit...?

Ah, mas eu não aguentei a cara que ele fez.

- O que aconteceu é que você fudeu o meu cu! Literalmente!

- O que!? – Ele ficou surpreso.

Vi Uta contendo uma risada.

- Tá até sangrando seu desgraçado! Aquela sua crise de ciúmes me rendeu um machucado!

Uta começou a gargalhar, mas o que!?

- De-desculpe petit.... Mas logo você vai se curar.... Eu sei que vai... – Ele parecia preocupado com o fato de eu não poder me curar, que era praticamente nulo.

- Desculpe o cacete! – Rosnei – Curar eu sei que vai curar! Mas vai doer pra caralho!

Uta estava batendo na mesa, mas que desgraçado.

- Quantos palavrões.... – Uta secava uma lágrima – Então é verdade...? – Ele me olhou sorrindo.

- É verdade o que!?

Ele sorriu e pigarreou.

- “ Ah Tsu! Eu sou seu! Agora me fode! “ – Ele imitou minha voz, fazendo uma voz fina. Ao ouvir o que ele disse eu corei como os infernos.

- Isso é culpa sua! Você quem me mandou gritar! – Eu apontei pra Tsukiyama que ainda estava pensando no que fazer caso eu não me curasse.

- Se ele não se curar... O que eu posso fazer... – Ele murmurava – Talvez se eu der um gato pra ele, ele me perdoe...

- Oye! – Eu chamei a atenção dele – Gato nenhum iria me fazer te perdoar!

Uta riu.

- Vocês realmente combinam... – Ele sorriu para nós, que olhávamos para ele – Mas por favor, me chamem qualquer hora para uma das “festinhas” de vocês...

Eu corei.

- Mas é claro monsieur Uta! – Ele concordou rápido demais.

O que diabos estou fazendo com a minha vida....?

POV’S YUMA OFF

***

POV’S NARRADOR ON

O jovem homem sentado na frente da lareira balançava sua taça com vinho.

- Shuu-sama.... Será que você encontrou o ingrediente que queria...?

O arroxeado diz pensativo e bebe um gole do líquido vermelho, o cuspindo em seguida, e arremessando a taça longe, fazendo o objeto estourar.

- Scheiße*! Eu não aguento mais isso! Shuu-sama! – Sua voz tinha um tom melancólico – Eu vou te achar.... Eu juro!


Notas Finais


Eae? Gostando? Odiando? Me falem plzzz ><
Quem será o arroxeado? Quem? Quem? 'u'
* Nunca pesquisem creampie no google XD
* Merda em Alemão.
Espero que estejam gostando! Bye bye sayonara e kissus de morango pra vcs! >3< ~


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