História Pretty Innocent Boys - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Tags Baekyeol, Chanbaek, Exo, Kaisoo, Prostituição, Xiuchen
Visualizações 144
Palavras 5.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A fic está a sair do hiatus. Amém. E não, não desistirei dela ^^

Eu alterei algumas coisas no cap anterior. Já faz tempo então talvez reler seja bom >.< [desculpas mesmo]
Obrigada ~sidhe por abrir um pouco mais meus olhos, você me motivou a melhorar minha escrita e abrir mais a mente como escritora.
Instagrem IG: @uniqaya Follow me plz ~ 💙 💜
Boa leitura >.<

Capítulo 2 - Your Game, My Rules


Fanfic / Fanfiction Pretty Innocent Boys - Capítulo 2 - Your Game, My Rules

Amanhecera frio. Permitindo a pequena fresta da janela que deixasse entrar a leve brisa gélida da manhã, fazendo o Byun se encolher na cama. O despertador ecoou por todo o quarto, fazendo com que o menor acordasse num pulo. 

Esfregou preguiçosamente seus olhos e sentou-se na beira da cama. O despertador gritante marcava no brilhante  ecrã exatamente seis e meia da manhã. Estava tão cansado na noite anterior, que programou-o para tocar uma hora mais tarde. Estava pronto para levantar-se quando sentiu os braços fortes  agarrarem  sua cintura. 

 

 - Onde pensa que vai? - Perguntara o mais velho, com a voz mais rouca do que o habitual por acordar agora - Fica comigo mais um pouquinho. - Depositou-lhe um beijo na nuca que arrepiou os pelinhos ali existentes, antes de se jogar pra trás, consequentemente deitando Baekhyun em cima de si.

 - Me larga. - Falara sério tentando, em vão, se soltar daquele que ainda o apertava com possessão - É segunda, tenho que ir. - Se remexeu desconfortável.

 - Mal ficamos juntos nas últimas semanas, nem fizemos nada ontem. - Bocejou e espreguiçou-se  antes de levar uma de suas mãos até a cintura fina do mais novo, enquanto que outra servira de apoio para levantar seu tronco.

Baekhyun riu.

- Tudo isso é carência ? - Remexeu-se brincalhão minimamente em cima do membro que sentia perfeitamente abaixo de suas nádegas  ( já que não usava nada além de uma grande blusa branca  e sua boxer).  

Conseguia sentir a ereção matinal do mais velho.

- Baek... - Suspirou sofrego - Não fode.

 - Sorte a sua que... eu não posso me atrasar. -  Deu-lhe um selinho antes de sair de seu colo e se dirigir à suite do quarto. 

- E você chama isso de sorte? - Acompanhou Baekhyun, espreguiçando os braços - Como fica minha situação aqui ? - Apontou para seu próprio membro. 

- Toma um banho que passa. - Falou sem se dar ao trabalho de o olhar, sabia do que se tratava. 

Ignorando o outro, abriu o box e foi até o registro para regular a temperatura da água, saiu da pequena cabine e foi atrás daquele que ficara a resmungar na porta. Na ponta do pés, rodeou o pescoço do mais velho e beijo-o. Era um beijo de bom dia.

 - Prometo te recompensar mais tarde, estou livre hoje. 

 -  Tenho que gravar hoje... Pode ser as dez? - Perguntou, enquanto se ocupava em beijar e retirar a roupa do seu pequeno. 

Jogou a camisa para longe e prensou seu corpo à porta, roubando-lhe pequenos selos. 

 -  Tá. - Ofegou - Agora me deixa tomar banho. - Empurrou seu peito e correu para o chuveiro.

- Então...  Posso tomar b-

 - Não. - Interrompera  seco.

 - Mas e se-

 - Não.

 - Baekhy- 

 - Eu disse não.  

 - Byun Baekhun, vai fazer isso comigo? - Mordeu os lábios, e olhou o corpo nu de cima a abaixo. Baekhyun era um pecado - Vai me deixar assim ? 

 - Hum... - Já debaixo da água, se virou para encarar o mais velho - Como eu sou bonzinho... Deixo você se tocar enquanto me vê tomar banho.  -  Riu da cara de desaprovação  do outro. 

 - Mas... Baekkie ~ - Tentou apelar para o aegyo

Ah, mas não funcionaria daquela vez. 

- Lee Jong Suk. 

- Tá, parei. 

      ➳  Pretty Innocent ⎋ Boys➷

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Faltas de atraso eram intoleráveis, seu pai com certeza ia tentar o punir. O que era estúpido aos olhos de Baekhyun, já que era maior de idade afinal. Nem com seu pai morava, porém, sabia o que ele era capaz. Ah, se sua mãe ainda estivesse aqui... Talvez não estivesse seguindo por esse caminho, tão deliciosamente errado. Só o seu sorriso adoçava seu dia, seu coração era  puro, seu abraço era incomparável... Sentia tanta falta da mais velha. Maldita doença de merda.

- No que está pensado, baby? - A voz rouca tirou-o de seus devaneios, atraindo sua atenção.

- Hm... E-eu? Nada importante. - Puxou o espelho acima do banco e arrumou o cabelo para disfarçar. Só aí se dando conta que uma lágrima solitária escorria pelo canto do olho.

 Não gostava nada de pensar demasiado no passado, não que se arrependesse de suas escolhas, gostava da vida que levava mesmo que em partes. Mas ao se lembrar de sua mãe, consequentemente lembrava também das feridas mal  cicatrizadas e ainda escancaradas, das marcas, das brigas, da dor, do arrependimento, dos erros de seu passado... 

Além do mais... O  que diria agora sua mãe se visse agora no que seu pequeno menininho se tornara. O que diria ela se visse cada um dos ardentes pecados luxuriosos que seu querido e doce filhinho cometia a cada dia.

 - Aish... - Sussurrara pra si mesmo, dando pequenas bofetadas em sua face para acordar daquele mar de pensamentos.

Suspirou e jogou-se de volta ao banco.

- Toma. - Disse o outro, esticando para si uma pequena caixa de óculos, sem desviar o olhar da estrada - Põe logo isso. Vai disfarçar melhor esse seus olhos inchados de suor ocular. - Riu baixo - Não gosto de te ver assim. - Pousou a mão em sua coxa apertando levemente. 

 - Obrigado, honey.  - Sorriu - Para! -  Gritara, recebendo um breve olhar confuso do motorista - Para logo o carro aqui! - Bradou ao perceber que já estavam a poucas quadras da escola.

 - Não posso levar meu namorado para a escola? - Zombou, parando o veículo.

 - Não começa. Já é quase oito, os alunos já chegaram ou estão chegando. Meu pai te odeia e essa escola me odeia. Eles são especialista em fofoca e não quero que andem dizendo que o presidente do grêmio chegou em um carro preto estranho, além do ma-

 - Já sei, já sei. - Tirou o cinto e pegou a mochila no banco de trás, jogando-a em Baekhyun- Vê se não esquece ela dessa vez. - Suspirou - As vezes penso que pareço mais seu pai do que namorado. - Bagunçou seu cabelo.

- Ya! Para! O que está fazendo?

- Você está arrumado demais. Não quero ninguém olhando para você. - Disse enquanto o despenteava.

- Para caralho. - Deu um tapa em sua mão - Já vou, tchau. - Saiu sem esperar resposta, batendo a porta do carro.

- Hey! Espera! Espera ! Espera! - Abaixou a janela da porta do carona - E o meu beijo de despedida?

Baekhyun revirara os olhos.

- Vai se foder.

- Também te amo. 

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O sol quente já batia a janela atravessando as cortinas, ardendo a vista daquele que acordara a pouco. Levantou-se enfim, sentando-se na ponta da cama. A tontura se apossara de si mas disso já estava a espera. _Não devia ter bebido tanto - pensou.

Desistiu de se levantar e continuou sentado a olhar para as cortinas brancas do quarto. Tudo que se ouvia era o doce cantar dos pássaros. Esse era um dos motivos de KyungSoo gostar daquela casa, sem transito, sem carros, sem barulho. A morada situava-se próxima a uma das saídas da cidade, sua avó preferia lugares mais tranquilos como o campo porém aquilo era o máximo de tranquilidade que encontrava-se na cidade grande. A casa era enorme, branca e decorada interiormente com cores neutras e objetos de classe. Típico de sua avó.

A porta fora aberta devagar, atraindo a atenção de Kyung. Sua mãe, enrolada em seu fino roupão de seda branca, tentara entrar sorrateiramente mas arregalou os olhos grandes ao assustar-se ao ver o filho o encarar.

Sorriu docemente.

- Você me assustou, pensava que ainda estava dormindo. - Empurrou com a anca a porta devagar - Como está se sentindo ? - Caminhou devagar até a cama e deixou a bandeja  na mesa de cabeceira.

- Bem obrigado. - Bateu no espaço vazio ao seu lado num pedido mudo para que a mais velha se sentasse.

- Ressaca, não é ? - Riu - Kyung, Kyung... Sabe que não me engana. Porque ainda tenta? -  Acariciou os cabelos do filho - Não vai trabalhar? 

- Eu vou mais tarde. - Olhou as horas no celular -  Vou as onze pois já passa das nove. Não vale apena. 

A mais velha sorriu triste.

- Já não te digo nada Kyung. Você já é bem grandinho para cuidar de si. - Agarrou a mão do filho - Mas por favor não faça isso quando vier para essa casa, passei a noite em claro a sua espera para ver meu filho chegar em um estado deplorável.

O garoto suspirou, admitia que tinha feito tudo que sua mãe pedia para não fazer enquanto estivesse sobre aquele teto mas fora mais forte que si. Mais uma vez.

- Trouxe-te torradas e café. Não têm manteiga então pare de frescuras, mesmo estando perto do almoço não te quero sem comer. - Beijou a testa do filho e levantou-se.

- Temos empregadas para fazer isso, não devia se esforçar demais mãe. 

- Não fale delas como se fossem obrigadas a fazerem tudo. Não foi isso que te ensinei, corujinha. - Caminhou até a porta - E cuidar um pouco do meu bebê não me custa nada. - Sorriu, aquele sorriso que adoçava o dia de qualquer um - Não se atrase muito.

Não havia nem dez segundos que sua mãe saíra para ouvir um vaso ser partido no corredor. O susto foi tamanho que arrancou o garoto da cama, esquecendo-se até do próprio mal estar. 

- Mãe! A senhora está bem? - Desesperou-se ao ver a mulher sentada no chão em frente o vaso e porta retrato que derrubara.

- Sim. Sim, estou. - Levou a mão à testa - Foi só uma tontura. Provavelmente uma queda de pressão, não sei. Ajude-me a levantar. - Pediu calmamente, sendo atendida com prontidão - Vou chamar Samantha para limpar isso e chamo um táxi para você, hm? Se arrume logo.

- Não é necessário, irei no meu carro hoje. - Deu o braço para sua mãe apoiar-se e acompanhou-a até o cimo das escadas. 

- Irá dirigir? Assim ? De forma alguma. Eu não permitirei. - Agarrou-se ao corrimão - Ah, é verdade... Esqueci de lhe avisar. Seu pai ligou, precisa conversar com você. Não esqueça de o telefonar de volta. - Kyungsoo assentiu e observou a mãe a descer as escadas com um olhar vago.

" O que ele quer agora?"

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Onze e dez, foi a hora exata que Kyungsoo chegara no bloco do edifícios das salas. Abriu seu armário as pressas, arrancando dali seu livro de filosofia e sua agenda pessoal. Estava atrasado demais para entrar no segundo horário mas adiantado demais para o terceiro. Já tinha atrasado demais no ínicio do ano letivo, seu nome começava a ser manchado. Não que se importasse muito, porém mais atrasados significava notas mais baixas que significa não poder sair dali tão cedo. Abriu a agenda a procura de algo, embora não soubesse ao certo o quê. 

- Espera um pouco... - Sussurrou para si - Ah... Merda.  Como pude esquecer a reunião da associação de estudantes? 

Jogou o livro e o pequeno caderno em sua mochila, fechou o armário e saiu correndo.

- Minseok, vai me matar. -  sussurrou para si mesmo.

O colégio Hwanin  aparentava ser menor do que realmente era, principalmente aquele edifício. O colégio tinha quatro edifícios, nas quais dois blocos com salas de aula, uma biblioteca, três salas de estudos. O terceiro com menos andares do que os anteriores continha as salas da direção, as salas dos clubes, a sala dos funcionários, o refeitório, as salas dos professores, um palco, a sala do grêmio e um corredor de memórias importantes para escola e  troféus. Por fim, havia o gigantesco pavilhão desportivo - com piscina, quadras, sala de ginástica, aparelhos e vestiários - e o prédio antigo e abandonado no outro canto do terreno. Dentro dos edifícios todos se assemelhavam com seu exterior, cor creme leve junto com tijolos torrados, cada par de corredores paralelos partilhavam uma faixa de tinta colorida pela extensão da parede, as mesmas eram bem iluminadas com grandes janelas por todo lado. O instituto havia um ar clássico, e faziam o possível para o manter assim.

Kyungsoo, distraído com toda sua falta de tempo e enxaqueca extrema, sequer vira o alto garoto moreno encostado perto do bebedouro.

 

- Sabe... É a primeira vez que vejo um pinguim correndo. - Deu um gole no café que segurava, não se dando ao trabalho de olhar para o menor - Que fofo. - Riu.

  Não era de facto necessário olhar para o dono da voz para reconhece-la. Kyung levou os dedos as suas têmporas, massageando-as levemente a procura de paciência e como uma invalida maneira de aliviar sua dor e exaustão.

- Hey, vice presidente Kim? Choi? Min? Desculpa não me recordo. 

- Do, Do Kyungsoo. - Ajeitou os óculos na face.

- Vice presidente Do, é assim que você quer dar um bom exemplo? - Disse, ainda estampando um sorriso presunçoso nos carnudos lábios, como se decorados por teclas brilhantes - Hum...- Levou a mão ao queixo, como se estivesse a analisar algo - Vocês, cheios de privilégios, com salas próprias como se fossem importantes... Se esquecendo que acima de tudo, são só alunos como nós. Que isso é uma escola mas somos submetidos a essa hierarquia sem sentido. - Falou descontraído, dando mais um gole no seu café.

Num dia normal, Kyungsoo limitaria-se apenas a ignorar a existência alheia porém a maldita ressaca que ainda se fazia presente, consumindo os seus poucos resquícios de tolerância. Respirou fundo, dando-se conta que não sabia sequer por que estava ali parado.

- Parabéns Jongin, parece que você também sabe algumas palavras difíceis. Talvez não seja tão inútil como pensava. - Forçou um sorriso - Continue assim e quem sabe o seu cérebro tenha  salvação. - Iria retirar-se mas exitou - Ah, já agora... É descafeinado? - Apontou para o café que segurava.

-Ham...N-não, café normal. - Jongin ainda estava um pouco desnorteado, não esperava uma resposta dessas, pelo menos não de um dos seguidores calados do presidente do grêmio.

- Café? Ótimo. - Pegou a bebida das mãos de Kim e levou aos lábios, finalmente seguindo seu caminho apressado.

Definitivamente aquilo era demais para o moreno, agora, com cara de poste no corredor.

- Não está esquecendo de nada? - Um agradecimento talvez cof cof.

- Tchau, Kim. - Gritou já ao longe.

Kai não sabia se estava perplexo, irritado ou intrigado. Por isso decidiu sentir tudo ao mesmo tempo, resmungando pelo corredor perpendicular à aquele que Do seguira.

- Quem ele pensa que é?... Aquele sem noção roubou meu café.

 

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Após o longo sermão do professor de química, pelo quarto atraso do mês, finalmente foi sentar-se.

- Onde você 'tava cara? - Perguntou Sehun, entregando um jaleco branco ao seu parceiro de laboratório - Sabe que horas são? Eu passei na sua casa e sua mãe disse que você tinha saído cedo.

- Meu pai.- Disse enquanto vestia-se.

- Vocês conversaram a manhã toda? - Aproximou-se do amigo - Aconteceu algo?

- Sunny... - Olhou para baixo - Ela está voltando.

-É para trabalhar meninos e não brincar. - Disse o professor na direção da dupla-  O mesmo vale para você senhorita Kim. - Dirigiu-se a garota do outro lado da sala.

Taeyeon se levantou e curvou-se brevemente como pedido de desculpas.

- Pode parar com isso e se concentrar por favor? Você está fazendo errado. - Repreendeu Junmyeon, seu parceiro - Como vamos limpar essa bagunça agora ? - Ergueu o tubo de ensaio para analisar melhor a mistura.

- Que diferença faz? Não precisamos disso para o que queremos. - Encostou-se a mesa.

-  Para o que nós queremos? - Fez uma cara confusa, vendo a loira assentir - Espera... Quer mesmo fazer isso explodir? Eu estava brincando sua louca!

- Shi! Dupla 8, não irei repetir, a próxima é para fora. - Repreendeu, o professor, virando-se para trás, mandou um sorriso de lado para Taeyeon.

- Eca. Ainda tá dormindo com ele pela nota? 

- Credo Suh, foram só três vezes, por caso de necessidade. E não é só pela nota, não posso deixar que o diretor chame minha mãe novamente. Mais uma advertência e darei adeus aos fins de semanas com vocês. - Suspirou - Ah, foco. Precisamos sair logo daqui, a garota está saindo da aula agora e só temos essa oportunidade. Arranjei sódio puro no laboratório do meu pai. - Tirou da mochila um pequeno pote, enquanto o amigo apenas observava - Um pequeno pedaço e isso faz  caboom.

- Ainda está perseguindo a Victoria? 

- Você quer defendê-la ? Depois do que ela fez na festa de sexta? Depois do que ela fez com o Lay?

-  Ela não fez nada, só pediu uma bebida. O que ela realmente fez para você? Somos bffs, sei quando está mentindo para mim TaeTae...

- Tá. A Jessica ouviu ela dizer que era melhor que eu e poderia fazer o Chan se apaixonar. Na festa de sexta, quando voltei do banheiro ela estava tentando dar em cima dele, acredita? - Relatou indignada -  Até me admira você ficar tão calmo, sinceramente... - Disse devagar, desviando o olhar para o caderno, começando a rabiscar algo aleatório - Depois do que ela disse... e tentou fazer com o seu namorado...

- O que? O que você não contou? Tae... -  Desesperou-se momentaneamente, arrancando um sorriso arteiro de Taeyeon.

- Não viu os prints? As fotos dela tentando agarrar o Lay? A Hyeo não mandou ? - Fingiu inocência, vendo o humor do amigo mudar repentinamente. 

Tinha tudo guardado consigo, precisava da certeza que Junmyeon teria raiva o suficiente na hora certa para não dar para trás.

- Me mostra essa merda. - Era clara sua raiva ao falar. Estendeu a mão a espera do celular da amiga. 

Leu com "calma" a conversa em que claramente davam em cima do seu namorado, print aparentemente tirados do próprio celular da garota. Estava curioso para saber como sua amiga arranjara aquilo, mas seu ciúmes falava mais alto. Principalmente ao ver uma escura foto desfocada da silhueta feminina quase beijando o seu Lay.

- Ok. - Jogou o celular em cima da mesa - Explode essa porra, eu vou matar essa vaca. - Afirmou sério e vermelho de raiva.

Taeyeon sorriu.

 Não demorou muito para arrumarem todo o que estavam na mesa. Cuidadosamente colocaram o metal de sódio nuns químico quaisquer dissolvidos na água, deixando-a meio pastosa e azul. Quase de imediato assistiram a reação química, resultando um _explosão_ que os sujou dos pés a cabeça.

- Saiam daqui! Vão se limpar. E não voltem, já tem zero na experiência de qualquer modo. - Bradou o professor  - Kim, falamos mais tarde na minha sala.

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- O que fazemos agora? - Perguntara, ofegante por estar correndo - Não temos muito tempo.

- Hyeo está distraindo o monitor. - Parou, apoiando as mãos nos joelhos para recuperar o folego - Ela sai da aula de educação física daqui um minuto. - Despiu o jaleco - Temos esse tempo para esperar e usar o bebedouro.

Taeyeon era esperta o suficiente para planejar as coisas antes de fazê-las concretamente. Não demorou muito, em pouco mais de quarenta segundos Victoria passara por ali. Foi pega de surpresa, carregada por Junmyeon enquanto Taeyeon tratava de a esbofetear, ameaçando-a para que não se atravesse a gritar. Não que a mão de Suho permitisse.

A levaram por um banheiro afastado, longe de tudo, de todos. Pertencia ao antigo edifício, ninguém realmente o usava. Colocaram a garota assustada no chão. Apesar das ofensas e tapas, Victoria mantinha-se firme. Não permitia que uma lágrima sequer se formasse em seus olhos. Típico de pessoas como ela, sempre camuflando sua podridão por feições adoráveis.

- Não sei do que reclamam tanto. - Riu sínica, com vermelhas marcas de dedos em sua face - Lay nem combina com você. E você, loira de descolorante de farmácia. Nós duas sabemos que Chanyeol fica melhor comigo. Se bem que...Tae... Um chifre a mais ou menos para sua coleção realmente faz diferença? - Mais um tapa fora desferido em sua face.

Era o limite de Taeyeon, a fúria escorria por seus olhos. Nesse momento, Hyoyeon entrou, trancando a porta e entregando um afiado estilete à amiga.

- Vamos acabar logo com isso.

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Ao abrir a porta do refeitório, o apetitoso cheiro de comida fez-se presente nas narinas alheias,- ao menos daqueles que entravam - atiçando seus estômagos. O refeitório era amplo, decorado com refinamento e claramente fazia juízo ao resto do colégio. 

Yixing puxou o irmão, que parecia estar preso em seu próprio mundo com aquele livro a frente da cara.

- Esquece, Zitao, não vai fugir dessa vez. - Tirou-lhe o livro das mãos.

- Quais são minhas chances de escapatória? - Parou de andar, encarando o irmão  mais velho sem muito animação.

- Duas em dez. Você sempre promete que vai almoçar comigo mas sempre foge. 

- É. Eu digo que vou almoçar com meu irmão mas ele sempre resolve me levar para sua mesa de trogloditas metidos e duas putas.

- Cala a boca e vem. - Puxou-o até a mesa, obrigando-o a sentar, cumprimentando todos.

Tao realmente queria voltar a almoçar com  Yixing, voltar a se aproximar. Costumava ser divertido ficarem juntos mas tudo mudou quando o mais velho entrou para o time de basquete e se tornou popular. 

- Whoah. Finalmente aceitou nos fazer companhia? - Perguntou retorico Yifan para o garoto que sentara ao seu lado - Que honra. - Sorriu galanteador deixando um certo irmão protetor enciumado, fazendo-o se sentir obrigado a sentar no meio dos dois.

- Ya. Chegue-se para lá. Ficarei do lado do meu irmão.

- Há mais lugares na mesa. E tenho certeza que Tao não se importa. Não é mesmo?

Talvez fosse coisas de sua cabeça, mas cada palavra que Wu Yifan proferia perto de si, mesmo que a uns bons centímetros de distância, parecia ter um certo teor sexual. Porque, sexy, era isso que seu crush era, e com cada frase o fazia corar e se arrepiar cada vez mais. Não que se orgulhasse de sentir isso.

Zitao assentiu.

- Vocês ficaram sabendo?! - Chanyeol chegou a mesa, escandaloso.

- Descobriram a causa do alarme de incêndio ter disparado antes da horário de almoço? - Questionou JongDae com sua extrema curiosidade habitual.

- Melhor que isso. Victoria. A menina surtou. 

- A tarada repetente do primeiro ano?

- Exatamente. Encontraram ela chorando num banheiro cheio de sangue, ela segurava um estilete e estava toda cortada. Tentaram levar ela para enfermaria mas ela acionou o alarme e saiu correndo. 

Talvez fosse pelo choque mas ninguém ali sabia bem ao certo o que dizer, apenas olhavam perplexos.

- Gostosa mas louca. Isso parece exitante... 

- Você é doente, Sehun. - Jongin, rindo, bateu no braço do amigo que sentava ao seu lado - Esqueça, se ela se corta é porque tem problemas. Em vez de conseguir uma foda, vai ser psicologo por um dia.

- Tá mais para psiquiatra- Comentou Lay.

- Terapeuta é mais interessante. - O Oh depreciara - Altas terapias por um dia.

- Olá rapazes, do que estamos falando?

" Pronto, chegou a piranhagem"- Pensara Zitao.

Taeyeon sentou no colo de seu namorado, enquanto que Junmyeon e Hyoyeon nos lugares que sobravam.

- Nada importante. Chega de desviar do assunto principal. Os leitores ainda vão se cansar de nós. - Todos assentiram -  O que faremos quanto a aposta...?

- Quem é que se lembrou dessa merda, afinal? - Murmurou, JongDae.

- ME! - Taeyeon, levantou uma das mãos - A única meia sóbria restante. - E ela era, de facto, embora não parecesse - E esquecemos de um detalhe importante... O que estamos apostando exatamente? 

- Aposta? - Perguntou Tao, atraindo os olhares de todos na mesa. 

- Ham...Hm... Nada demais. Só, uma brincadeira de gente bêbada. 

- Hunag ZiTao. 

- Ah! Caralho! - Gritou JongDae ao ver o presidente do grêmio ali em frente a mesa - Meu cu fechou. 

- Baek... O que foi? 

- Eu é que te pergunto. Tínhamos marcado um almoço hoje fora da escola. O grêmio vai almoçar com o resto da associação. Lembra? 

- Ah~. O encontro com os outros grêmios. Esqueci completamente. Vamos. - Todos na mesa os observavam, o que ajudava o chinês ficar ainda mais sem graça ainda.

Antes de se retirar, Yifan segurou seu braço. Naquele momento, Huang estava se sentindo extremamente gay por pensar na cena como se estivesse num tipo de novela 

- Antes que esqueça, tenho algo para te pedir.

- D-diga. - Disse fazendo o possível para não corar.

- Preciso da sua ajuda para as próximas provas. Se eu tirar outra negativa eu estou fora do time. Pode me ajudar?

- Claro. - Oficialmente, Zitao havia derretido.

- Obrigado, primo. Eu te mando um mensagem depois. 

 Sim. Primos.

- Aquela gente esconde alguma coisa e eu vou descobrir o que é. - Murmurou Taeyeon para si mesma quando o Baekhyun (" e seu grupinho") se retirou.

- Tenho algo para contar... Sunny está voltando, ela chega amanhã.

 

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- Byun Baekhyun! Preciso que salve minha vida. - Minseok entrara alarmado na sala do grêmio - Acabei de perder a matriz da prova de história. Eu estou ferrado. Tinha todas as respostas praticamente. Eu me fodi. - Apelou ao aegyo.

- Depois o descuidado sou eu... - Comentara Kyungsoo, que de olhos fechados tentava cochilar deitado numa cadeira ao canto da sala.

- Calma. Consegui da primeira vez então não deve ser muito difícil.

- O professor está na sala de estudos perto do ginásio. Você tem quarenta e cinco minutos até que a aula acabe. Eu tenho poucas horas para estudar, o Minho vem daqui duas horas. - Foi empurrando o amigo até a porta - Help me. - Empurrou-o para fora.

 

" Obrigado, Baek. Você é melhor, Baek. Não sei o que eu faria sem você, Baek. De nada Min, amigos são para isso" -  Falava sozinho num monologo ao ser enxotado da sala.

A sala de estudos em que estava o professor era do outro lado, no segundo bloco de salas. Felizmente, a sala perfeita. 

Apressou-se em lá chegar. Não perdeu muito tempo, foi logo a trancar a porta e aproximar-se do professor.

- Boa tarde para você também, Byun. - Sorriu, Hyun Bin.

- Minseok precisa de ajuda. - Cruzou os braços e encarou o homem, arrancando-lhe uma boa risada forçada.

- Mais do que já ajudei? Não faço milagres. - Pegou o livro de história do terceiro ano, sublinhando algumas frases da página, ignorando a presença do mais novo.

- Ele perdeu a matriz, não teve tempo de resumir. Ele vai se dar mal assim e isso não é uma opção. - Arrancou o livro das suas mãos, atirando para trás - Ele precisa de ajuda.

- E o que você quer que eu faça? - Gritou já irritado - Dê as resposta? Perguntas da prova? 

- Perfeito. - Chegou mais perto do professor, levando o indicador até seu lábio inferior, nunca quebrando o intenso contato visual.

- Sabe que tudo tem um preço. Será mais caro dessa vez. - Agarrou a mão do aluno, deixando ali um breve selar.

- Isso não vai ser problema. - Tomou a liberdade de sentar no seu colo, logo roubando os lábios do seu professor.

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-  Bom jogo, mas da próxima não vão ter tanta sorte. - Yifan disse risonho, jogando a bola em cima de Chanyeol enquanto andava em direção ao vestiário.

- Sorte? - Debochou - Claro, pode pensar assim se isso faz você se sentir melhor. - Atirou a bola de volta - Vão na frente, vou beber água. 

Dirigiu-se até o bebedouro mais próximo. Assim que acabara de beber, assustou-se com a porta ao lado sendo aberta.

- Presidente? - Perguntou curioso ao garoto descabelado e de roupas amarrotadas que saíra da sala.

- Park? O que está fazendo aqui? - Assustou-se, tentando arrumar o cabelo com uma das mãos - Não deveria estar na aula?

- Dia de treino. - Olhava curioso para o menor - Tem certeza que está bem? Não é normal te ver assim.

- Ah! Eu ? Claro. Claro que sim. - Forçou um sorriso sem mostrar os dentes - Estava correndo, vim pegar essas folhas. Para um trabalho.

- Tem alguém aí agora? 

- O que? Na sala? Não. Não tem ninguém aqui. - Disse batendo na porta e rindo nervoso - Eu não tenho tempo para isso. - Voltou a  sua expressão de sempre - Estou com pressa, estou cansado por correr, e já tenho a roupa amarrotada. Perdão mas se tem algo importante para falar me procure na sala do grêmio depois da suas aulas. Com licença.

- Eu está pedindo para te procurar? - Baekhyun revirou os olhos e saiu andando.

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Perto das escadas do terraço, Kyungsoo estava inquieto. Andava em círculos no mesmo espaço ao telefone com seu pai, que, com certeza, não havia ligado para perguntar como estava.

- Eu tenho coisas para fazer senhor Do. Caso não se lembre tenho minha vida. Tenho deveres e obrigações que não envolvem o senhor. Sou maior de idade caso tenha esquecido. - Respirou fundo -  Não envolva minha mãe nisso. Eu irei. -  Não precisava estar do lado do seu pai naquele momento para saber que o mesmo sustentava seu famoso sorriso vitorioso - Quando Sunny chegará? Tudo bem. Estarei lá.

Bagunçou os cabelos e retirou seus óculos para esfregar os olhos. Seu pai era inacreditável.

- Olha o ladrão de café. -  Se assustou com o moreno que chegara de fininho.

- O que você quer dessa vez? Estou com dor de cabeça e problemas para resolver, não tenho tempo para isso. 

- Hm... Tá, mas isso não muda o facto que você roubou meu café. - Riu ao ver o Do bufar - Credo, está com cara de ressaca mal ultrapassada. Que tal bebermos juntos outro café, assim ficamos quites. - Tentou soar sedutor.

" Aposta, Jongin, tudo pela aposta." - Falava para si mesmo em seus pensamentos.

 - Que tal eu te dar o dinheiro e você voltar a cuidar da sua vida. - Tirou uma nota do seu bolso - Fique com o troco. - Colocou no bolso da calça do moreno, encarando a fundo seus olhos com aborrecimento.

Embora não quisesse admitir, Jongin havia se arrepiado com o toque. Toque esse que o intrigara mais. Talvez conquistar Kyungsoo seja mais interessante do que imaginara.

- Hey, Do. Esse foi nosso diálogo mais longo. O primeiro de muitos. - Sorriu e deu as costas ao mais baixo. Jongin sabia que seu sorriso era sua maior arma e não exitaria em usá-la.

❧ ---♂--- ❦ 

- Certo, já entendi. Mas repete, só para ter certeza.

- Para com isso. Você vai conseguir. Te ajudo hoje antes de sair. - Baekhyun fechou os livros e arrumando-os na sua mochila, acompanhado por Minseok.

- Saímos juntos hoje, onde está o D.o ? 

- Sei lá, ele não estava se sentindo bem aí o pai ligou. Coisa boa não deve ter sido. Mas ainda precisamos colar os cartazes do acampamento pela escola, duas mãos a mais até davam jeito.

- E que tal mais quatro? 

Ambos se viraram para trás, vendo ali parados a porta dois dos populares. Kim Jongdae e Park Chanyeol, as últimas pessoas que o presidente do grêmio desejava ver naquele momento.

- Não estava falando sério quando disse para vir aqui. - Levantou-se com os braços cruzados e a cara fechada.

- Mas eu levei a sério e você precisa de ajuda. - Chanyeol tomou a liberdade de se dirigir até os  cartazes e separar alguns - Byun, você fica comigo e Chen com seu amigo. Assim acabamos logo. - Sequer esperou uma resposta, saiu as pressas da sala não lhe dando tempo de protestar mas sim de receber um olhar mortal de Minseok.

❧ ---♂--- ❦ 

- Pronto. Era o último. 

- Obrigado, Park. - A aproximação repentina de Chanyeol estava irritando Baekhyun ao ponto de querer  jogar o jogador pela janela - Mas eu não pedi a sua ajuda.

- Pare de ser orgulhoso. Passamos meia hora quase juntos - foi no mesmo corredor - e nunca falei tanto com você... Embora só tenhamos trocado algumas frases você parece ser legal, acho que te subestimei. - Repare no charme que ele desesperadamente estava tentando jogar sobre o pobre presidente Byun - Quero te conhecer melhor. Que tal sairmos hoje a noite? - Embora não admitisse e reconhecesse agora, lá no fundo, Chanyeol sabia que havia um pingo de verdade.

 - Não.

- Amanhã ?

- Ocupado.

- Ao menos pode ir sentado comigo na viagem do acampamento? E não aceitou um não como resposta. Quer dizer... se você for.

- Ok. 

- Ok? Só ok? - Encostou na parede ao lado olhando divertido para o Byun.

- Tanto faz.- Revirou os olhos.

Antes que  lhe desse as costas, Chanyeol tirou-lhe os óculos.

- Podia estar bêbado, mas não me esquecerei jamais do quão lindo você ficou sem eles quando caiu na piscina. 

 Isso também era mentira, para sorte de Chanyeol hoje em dia câmeras existem nos celulares alheios, dando a seus utilizadores acesso rápido para poder gravar momentos como aquele. Mas para seu azar, Baekhyun não era burro e já tinha experiência no ramo.

- A bebida provavelmente distorceu sua visão. - Pegou de volta os óculos - Vou embora, vá para casa e estude algo.

" Difícil? Assim é até melhor "

❧ ---♂--- ❦ 

Já dentro do carro, Kyungsoo ia atrás com Baekhyun - deitado em seu colo-, enquanto Minseok ia na frente com seu parceiro de negócios e amigo Choi Minho.

- Espera, então aconteceu com o mesmo com o três? - O motorista perguntou curioso.

- Só um cego para não ver que aí tem algo a mais. - Baekhyun comentou.

- E o que faremos?- D.o perguntou, quase a cair no sono.

- Não é obvio? Entramos no jogo deles.

- Você não presta. - Minseok riu.

- Não se trata de jogar o jogo meu caro, mas sim o jogador.


Notas Finais


Surprise! Byun tem um boy magia ( um ator pornô dlç :3 ). // Sou doente, me deixa.
Não revisei por ter pressa para postar. Eu mudei, amadureci, a fic tomara um outro rumo... um mais interessante (na minha opinião).
Ah! Embora não tenha respondido todos os 27 comentários do aviso, eu li cada um e salvei-os no core e outros no pc (inclusive as ameaças de morte e cortes na garganta ;u;) 💙 💜 Obrigada pela força, vocês são incríveis.
Dsclp, pelos erros e as repetições de palavras, estão a tentar melhorar isso. Farei o possível para escrever o próximo logo brevemente. Eu apaguei a FMV que tinha feito mas voltarei a fazer ^-^.
Tia Aya está de volta bitches.
~Boo Bye Bye Boo >-< ( nunca largarei minhas viadagens) @uniqaya


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