História Pretty Little Liars - Just a game - Capítulo 9


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Caleb Rivers, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Lucas Gottesman, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Personagens Originais, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Wren Kingston
Tags Carol Montgomery, Isabel Hastings, Julia Fields, Melissa Marin, Pll, Pretty Little Liars
Exibições 33
Palavras 1.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, tudo bem com vossa pessoa? 🙂

Nesse capítulo eu resolvi escrever sobre a história de cinco anos atrás de quando a Carla ainda não estava desaparecida...😉

Boa Leitura. 😆

Até as notas finais. 😄

Capítulo 9 - 5 anos atrás


Fanfic / Fanfiction Pretty Little Liars - Just a game - Capítulo 9 - 5 anos atrás

P.O.V Carla DiLaurentis
Car! Acorde, senão você vai chegar atrasada na escola!. - Ouvi minha mãe me chamar para ir a escola, eu concerteza estava atrasada, me levantei e fui tomar um banho para acordar de vez, logo depois eu me troquei colocando uma roupa simples e assim eu desci as escadas da minha casa em direção a cozinha para tomar café. Chegando lá eu vi minha mãe colocando o café da manhã na mesa. - Bom dia mãe! - Eu disse a ela com um bom humor que logo fui retribuída com o mesmo. Eu comi os biscoitos e tomei o leite que ela havia feito para mim e depois peguei minha mochila e fui para a escola me encontrar com minhas amigas: Carol, Julia, Melissa e Isabel.

Foram alguns minutos de uma longa caminhada até eu chegar na escola e me encontrar com todas elas já conversando. - Olá meninas! - Eu disse a elas que responderam com um - Oi - Em uníssono. - E aí Isa, resolveu se vai deixar esse seu cabelo crescer? - Eu perguntei a ela, Isa tinha um cabelo que ia até seus ombros, que não combinava nada com ela, ela tinha um bom gosto para roupas, mas para penteados, entre todas nós, ela era a pior. - Vou deixar crescer, vamos ver se vai ficar bonito como você sempre fala. - Eu assenti com a cabeça e então eu resolvi contar um segredo que eu havia descobrido já fazia um tempo, mas eu sempre me esquecia de contar a elas. - Meninas, faz uns dias já, que eu descobri uma coisa olhando na Internet - Elas me olharam e então Carol se pronunciou. - O que é, fala logo Car, tô curiosa *risos* - Não tinha concerteza outra pessoa nesse mundo mais curiosa que a Carol, mas, o que ela tinha de curiosa tinha de inteligente. - Sabe o rio que passa pela nossa cidade, o rio Granion? Eu descobri que esse não é o nome verdadeiro dele. - Elas me olharam um pouco confusas e aí eu dei continuidade ao assunto. - O nome verdadeiro dele é Rio Negro, ele tem esse nome por causa de um assassinato que ocorreu faz 5 anos, uma garota foi encontrada morta ás margens dele e dizem que na água do rio encontraram um casaco completamente preto, daí se vem o nome, Rio Negro, e dizem também que nunca acharam o assassino dela e ele pode estar á solta ainda. - Elas ficaram apavoradas, como um bebê de 3 anos assistindo um filme de terror, logo depois disso nós resolvemos por entrar na escola, eu disse a elas que eu iria no banheiro, mas era apenas uma mentira para eu me encontrar com o irmão da Mel, o Andrew e xingar ele de Quatro olhos, ele usava óculos e isso deixava ele completamente nerd, aliás, ele já era nerd, aí quando precisou usar óculos eu não perdi a chance de apelidar ele de quatro olhos, Mel já havia presenciado algumas das cenas em que eu xingava ele disso mas ela sempre não fazia nada e sempre que eu saia ele ficava deprimido no quarto dele e só saia no outro dia. Fiquei procurando por ele por alguns minutos até acha-lo pegando seus livros no armário. - Olá quatro olhos, como vai a vida de nerd? - Ele quando me viu começou a pegar seus livros mais rápido e não me respondeu nada, eu continuei olhando ele pegar os livros e quando ele finalmente pegou todos eu me esbarrei nele de propósito só para fazer eles caírem. - Ops, desculpa... - Eu disse á ele com um sorriso falso no rosto, ele se abaixou para pega-los e então eu chutei um dos livros para longe dele e fui embora. - Tchau, Tchau, quatro olhos. - Eu disse a ele indo embora e rindo dele pegando os livros do chão.

Depois de todas as aulas acabarem eu estava saindo da escola e vi Mel e o namorado dela, Mike, aos beijos em um canto da parede da escola, geralmente eu interrompia só para estragar o clima deles mas dessa vez eu ignorei e fui para casa.

Durante o caminho eu senti uma leve sensação de estar sendo observada, mas também a ignorei e continuei andando até eu ouvir meu celular vibrar.

*Celular*

Eu quero respostas, Car!

Era denovo aquele número estranho, esse número me atormentava desde o dia em que o novo prefeito de Rosewood, ou melhor prefeita, tinha assumido seu cargo, o nome dela era Spencer Cavanaugh, ela era esposa de Toby Cavanaugh, daí o sobrenome, esse Toby era um policial da cidade, um dos melhores na verdade.

Continuei andando até eu chegar em casa e me deparar com uma pequena caixa com um bilhete nele.

" Esta será você ainda hoje"

Era o que dizia na caixa, eu então a levei para meu quarto e a abri, dentro dela tinha uma boneca com uma blusa roxa dentro e com cabelo loiro e nela estava escrito:
" Carla DiLaurentis ".

Eu na mesma hora joguei a boneca no lixo e fui me distrair fazendo meu dever de casa.

P.O.V Melissa Marin
Eu estava voltando para casa sozinha dessa vez porque o Mike tinha treino de futebol depois da escola e então nós nos veríamos apenas mais tarde. Eu entrei em casa e já pude ver a Mochila do And jogada no chão, era estranho ele nunca fazia isso. - AND! TÁ EM CASA? - Eu gritei e nada de uma resposta. Eu fui então em direção ao quarto dele e quando abri a porta, me deparei com a pior cena da minha vida, ele estava com cortes em seus dois braços e alguns nas pernas também e ele estava sangrando muito. - AND, MEU DEUS O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? - Eu me aproximei dele devagar perguntando o porque daquilo. - Mel... Eu não aguento mais... Todos os dias, todos, não dá mais... - Ela estava dizendo algo que não entendi muito bem
..  - Do que você está falando And? - Eu perguntei a ele. - Ela... Mel... Ela é o problema... - Eu ainda não havia entendido de quem ele estava falando, mas, eu manti a calma e perguntei a ele. - And, de quem você está falando? - Ele se virou para mim com dificuldade por causa da dor. - A Carla, Mel, todo dia ela está se intrometendo na minha vida me apelidando de quatro olhos e derrubando meus livros, isso acontece todo santo dia... Eu não aguento mais Mel... - Ele dizia já começando a chorar. - Ei, calma, olha pra mim. - Ele então fez como eu pedi e eu continuei. - And, você se machucar não vai resolver em nada, só vai piorar as coisas, olha, a partir de amanhã, eu te prometo que ela não toca mais um dedo em você, esta bem? E nunca mais faça isso, tudo bem? Como você reagiria se alguém que você amasse se machucasse assim igual você estava fazendo? Olha, ignore todos esse apelidos dela e siga sua vida, pois vai ter um momento em que ela irá se cansar e irá parar, e depois vai ser tudo de bom pra você... Você se lembra do que a mamãe e o papai te falaram? - Á essa altura ele já estava calmo e então fez um sinal de não com a cabeça em resposta a pergunta que eu havia feito a ele. - Eles disseram:
" Pode demorar dias, semanas, ou  até anos para você perceber, mas algum dia você estará já sem problemas e estará com a pessoa que você mais ama nesse mundo " - Eu repeti a frase que nossos pais sempre falaram para ele e então ele se acalmou de vez. - Mas, será que tem alguém que me ama, Mel? - Ele disse com a voz baixa. - É claro And, tem sim, ela pode demorar para aparecer mas quando ela finalmente der as caras, seu coração será o primeiro a perceber... - Ele então me deu um abraço já calmo e eu logo retribuí o abraçando também.

P.O.V. Carla DiLaurentis
Depois que eu terminei meu dever de casa eu recebi novamente outra mensagem dizendo: " Por acaso você tem algo me contar?
Eu sei que tem, então, me encontre na floricultura abandonada há 5 minutos da sua casa.

-C

Dessa vez a mensagem anônima não era mais tão anônima já que ela tinha um -C no final.

Eu então me troquei e fui em direção a esse lugar para dar um fim nisso de uma vez por todas.

Foram exatos cinco minutos de caminhada até eu chegar nessa floricultura abandonada e então como não havia ninguém lá eu me sentei em um banco que havia lá perto e fiquei esperando alguém chegar. Depois de mais ou menos 10 minutos de espera eu ouvi um barulho nas árvores que haviam por lá. - QUEM É? - Eu gritei perguntando para ver se alguém aparecia, foi então quando eu me virei para trás e me deparei com uma figura encapuzada na minha frente. - AHHH... - Eu não tive tempo de gritar, pois a figura me injetou algum remédio calmante no braço com uma seringa e eu acabei caindo no chão já desacordada.

Eu ainda estava um pouco tonta mas quando eu finalmetne acordei eu pude ver que eu estava no Rio Negro, ou talvez Rio Granion, pude perceber também que eu estava usando outras roupas, eu estava com um vestido roxo e meu cabelo estava loiro, pude me lembrar logo da boneca que eu havia recebido mais cedo, ela estava vestida exatamente como eu estou. Eu me levantei e tentei andar para longe do rio e ir pedir socorro para alguém mas acabei levando uma pancada na cabeça e novamente cai já desacordada no chão.


Notas Finais


E aí, o que você achou desse capítulo?

Obrigado por ler. 😉

Até o próximo capítulo, ele sai amanhã. 💓


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