História Pretty MermaidBoy - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Sensational Feeling 9 (SF9)
Personagens Inseong, Jaeyoon, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, Taeyang, V
Tags Bangtan Boys, Boyxboy, Bts, Gay, Híbrido, Hybrid, Inseong, Jaeseong, Jaeyoon, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Kpop, Lemon, Mermaid, Namjin, Park Jimin, Rap Monster, Seokjin, Sf9, Taehyung, Taeyoonseok, Vhope, Yaoi, Yoonseok
Exibições 1.361
Palavras 1.973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me desculpem pela demora ;-; pelo menos postei antes de ter um dia de atraso ajskkskdjs


♡POR FAVOR, LEIAM AS NOTAS FINAIS♡

Capítulo 4 - You're curious


Fanfic / Fanfiction Pretty MermaidBoy - Capítulo 4 - You're curious

     Um barulho vindo da porta do banheiro fez com que o ruivo acordasse do transe que nem ao menos sabia que se encontrava. Ao ver os próprios dedos murchos, imaginou que havia ficado bastante tempo ali parado no chuveiro, relembrando de Jeon.

     — JIMIN, NÃO SEI SE VOCÊ SABE, MAS FICAR HORAS NO CHUVEIRO NÃO VAI LAVAR SUA MENTE IMPURA. – Yoongi esmurrou a porta, impaciente.

     — Já vou, hyung. – Murmurou, enquanto enrolava a toalha em sua cintura, andando até a pia e se apoiando ali mesmo. Olhou para si no espelho, seu lábio estava levemente roxo por conta do frio que sentia. – Devem ser resquícios do álcool pensar tanto assim naquela criatura, sei lá.

     Vestiu as roupas que havia trazido consigo e saiu dali, sendo encurralado na parede por Suga.

     — Adivinha quem deu uma de avestruz e enfiou a cabeça no buraco? ISSO MESMO, KIM NAMJOON NÃO É MAIS VIRGEM E KIM SEOKJIN NUNCA MAIS IRÁ SENTAR NA VIDA.

     Pegou o celular em seu bolso e o pôs em frente ao rosto de Jimin.

[02:41]" Grupo c/ Park Jimin, Min Yoongi e Kim Namjoon."

  caRALHO ELE ME CHAMOU PRO QUARTINHO

  cade vcs seus lixo

  chama a ludmilla pq é hoje, to sentindo

      — UM GRANDE MARCO NA HISTÓRIA DOS PUNHETEIROS QUE NUNCA PENSARAM QUE KIM NAMJOON PODERIA PERDER A VIRGINDADE EM UMA MADRUGADA DE DOMINGO.

     — Se até mesmo o Namjoon conseguiu adentrar a caverninha da felicidade, eu também consigo. Daqui a pouco vou fazer umas rezas para a fadinha da desvirjinação. – Suga falou.

     — Seu caso é tão fodido que acho que nem fazendo pacto você consegue perder a virgindade, colega.

     — Falou a Bruna Surfistinha. Que não dá, distribui.

     — A única coisa que eu distribuo, é o meu brilho. – Passou a mão pelos fios úmidos e desceu as escadas em passos rápidos, dando de cara com sua tia. – Meu Deus, que o demônio tenha saído dessa mulher.

     — Eu não sou surda, Jimin. – Cantarolou enquanto ajudava o marido com as malas.

     Eu só disse que me bateu uma vontade de rezar agora, tia, amém.

     — No dia que Park Jimin deixar de ser piranha, eu corro pelado na rua. – Yoongi exclamou do andar de cima.
    
     — Min Yoongi, se você não parar com esse vocabulário, eu irei marcar sua alma com a sola do meu chinelo.

     — MANDOU AQUELE AO VIVASSO.

     — Até minha mãe me detona. – Disse antes de entrar no banheiro e trancar a porta atrás de si.

     Park então foi até a casa de Seokjin, procurar por Namjoon. Bateu na porta cinco vezes até que o mesmo aparecesse.

     — Só vim dar meus pêsames pelo orifício anal do morador desta residência.

     — O orifício anal do morador desta residência está em ótimo estado e não precisa dos seus pêsames.

     — Você não fodeu o morador desta residência até a próstata do mesmo virar purê?

     — Caralho, seria meu sonho? O Jin só queria que eu ficasse com ele porque estava com medo dos trovões.

     — Não rolou nem uma sarrada? Gente, que garoto recatado e do lar.
     
     — O pior nem foi isso. – Coçou a nuca e olhou para trás, verificando que Seokjin não estava ali antes de sair e fechar a porta. – Hoje de manhã, eu acordei antes dele e...

     — Para de fazer suspense, viado.

     — Ele fala sonhando, ou melhor, geme. O meu nome.

     — EITA PORRA. – Tentou evitar o máximo possível, mas não conseguiu esconder sua expressão maliciosa ao ouvir tais palavras.

     — Bom, e eu lhe tasquei um beijo, não deu para resistir. Aí ele acordou todo vermelho e me expulsou do quarto.

     — Porra, também né, já chega no beijo desintupidor de pia. Até eu te expulsaria, Namjoon.

     — Cala a boca, piloto de carrinho da Hot Whells.

     Jimin e Nam ficaram em silêncio durante algum tempo. O mais novo pensava se deveria ou não contar o que tanto lhe atormentava atualmente, Jeon.

     Sabia que ele iria lhe zoar, mas era torturante guardar aquilo apenas para si. Precisava saber se o que viu na noite anterior era real ou não. Foi nesse momento que teve a brilhante ideia de voltar até o lago de noite, sozinho, quando todos estivessem dormindo e não o questionassem sobre sua saída.

     — Quer me falar algo? – Nam disse, o encarando desconfiado.

     — Não, não. Por que acha isso?

     — Para estar me encarando desse jeito, ou você quer me dizer algo ou quer me pedir dinheiro.

     — Porra, tem dinheiro nem pra pagar sorvete pros parça, acha que eu ia pedir logo para você?

     — Então, você quer me dizer algo?

     — Só que os pais do Yoongi voltaram e que é para você chegar na casa e fingir que é civilizado, e não um cavalo raivoso, beleza?

     — Eu sou um amorzinho, me respeita.

     — Olhando assim, nem parece que é ativo.

     — Que se passa aqui, negada? – Suga chegou por trás de Jimin, colocando o braço sobre seu ombro. – Vim dar meus pêsames ao orifício anal do morador desta residência.

     — Vocês ensaiaram este caralho?

      — De qual caralho estamos falando? – O platinado disse, confuso.

     — Tá bom, hyung, explica a história broxante com o Jin para o Yoongi enquanto eu vou...Ajudar a senhora Min com o almoço.

     — CARALHO, TU BROXOU? – Gritou enquanto ria de modo nada discreto.

     — CALA A BOCA, ESTRUPÍCIO.

     Jimin se afastava aos poucos, entrando na casa em frente a que estava antes. Passou por trás do sofá onde o senhor e a senhora Min assistiam tevê e subiu até o escritório, ligando o computador em seguida.

     — Bom, Jeon, chegou a hora de te conhecer. – Estalou o pescoço e se acomodou na cadeira alta do amigo, logo abrindo o navegador e digitando sobre o tal "Lago de Jeon" e a história depois de Astrid, que Yoongi não deve ter pesquisado.

     Depois de quase duas horas pesquisando sobre tudo relacionado a ele, descobriu que algo sobre a marca desconhecida que aparecera em si. Era um sinal que indicava que a pessoa que possuía aquilo teria sido cativada pelo ser, estando assim, vinculado ao mesmo.

     — Vinculado de que maneira? – Disse para si mesmo, aproximando um pouco o rosto da tela.

     Ao ouvir a porta ser aberta bruscamente, puxou o fio do  computador da tomada o mais rápido que pôde.

     — Depois o punheteiro sou eu. Não acha que está muito novo para ficar vendo essas coisas, criança? – Nam falou, tendo em seu rosto uma expressão maliciosa.

     — Desculpe, eu estava pesquisando aqui quem foi que te perguntou algo, mestre dos magos.

     — Brotei para dizer que, MANDOU AQUELE AO VIVASSO. – Yoongi disse, aparecendo por trás do mais velho e depois descendo as escadas.

     Os dois outros foram atrás, se sentando na mesa onde os pais de Suga já almoçavam.

     — Esse garoto não tem casa não? – Senhora Min murmurou para o filho, encarando Namjoon.

     — Ele disse que trabalha vendendo arte na praia e seu lar é a natureza, omma.

     — Na verdade, senhora Min, eu moro na rua de trás com meu pai.

     — Porra, tava afim de umas miçangas. – A mulher disse enquanto sentava-se ao lado do marido.

     — Que vocabulário é esse, mãe?

     — Me respeita, que eu sou mais velha e posso tudo.

     Todos comiam concentrados no filme aleatório que se passava na tevê, aproveitando um dos raros momentos em que a senhora Min assumia a tarefa de cozinhar. Quando o pai de Yoongi, que era chef, estava cansado e ela resolvia arriscar alguma receita nova.

     — Então filho, como vão as namoradinhas? – O senhor alto perguntou enquanto caminhava até a pia para lavar a louça.

     — Teus pais não sabem que tu é viado, viado? – Jimin tinha a intenção de sussurrar aquilo, mas acabou saindo mais alto do que esperava.

     — EU VOU TE DAR UM PEDALA ROBINHO, NÃO ME SEGURA NÃO. – Exclamou antes de sua mãe o puxar pelo braço e se sentar ao seu lado no sofá, esperando até que o senhor Min também se sentassem ali para iniciarem uma longa conversa.

     — Vacilões como Park Jimin tendem a fazer vacilagens. Vem, eu acho melhor nós deixarmos eles sozinhos.  – Namjoon sussurrou para o ruivo, o acompanhando até o lado de fora da casa.

     — E o que a gente faz agora? Parece que eles vão demorar lá dentro.

     — Sei lá, bora fazer uma coisa louca, tipo tocar a campainha de geral e sair correndo.

     — Com essas perninhas de duende você pode até se esforçar que só chega na esquina quando Seokjin resolver me dar seu tesourinho.

     — TESOURINHO. – Exclamou enquanto gargalhava alto, tendo que se apoiar na parede para que não caísse.

     — Se me atacar, eu vou atacar, viado.

     — Do que estão rindo? – Suga disse ao abrir a porta, assustando os dois.

     — TA REPREENDIDO EM NOME DE JESUS. – Falou o mais baixo, pondo a mão sobre o coração acelerado pelo susto.

     — Mas já? O que seus pais disseram?

    — Bom, meu pai falou que eu tenho o direito de fazer o que eu quiser com a bunda e minha mãe começou a ficar emotiva porque eu não havia contado a ela primeiro.

     — Sorte sua que seus pais te aceitam... – Jimin disse se lembrando do pai que o xingou e depois foi embora de casa ao descobrir sobre sua sexualidade, há dois anos atrás.

    — Tristeza e domingo são duas palavras que não combinam. – Suga disse sorrindo para o primo, pondo o braço sobre seu ombro. – Vamo fazer algo, negada.

    — Tá calor pra caralho. – Namjoon exclamou passando a mão pela testa.

     — A gente pode estrear a piscina do meu quintal, o que acham? – Yoongi perguntou animado, já abrindo a porta de casa novamente, não vendo os pais na sala. – Meus pais devem ter subido para o quarto. Vamos. 

    Os três garotos foram até o quintal de Suga, onde estava a piscina, sem se preocuparem em trocar de roupa por estarem entre amigos, Namjoon e Min apenas retiraram a blusa e entraram ainda de bermuda na água.

    — Jimin, você não vem? – Nam falou, jogando água no outro.

    — Pula aí, Ariel.

    — Calma, já tô indo, piranha.

    — REPETE ISSO NA MINHA CARA. – O platinado riu com a voz engraçada que fez e voltou a mergulhar.

    — Que marca é essa? – O mais velho entre eles encarava desconfiado o peixe que foi revelado no corpo de Park ao que o mesmo retirou a blusa.

    O ruivo sentiu-se arrepiar. Por um segundo, havia esquecido que era mais visível do que se lembrava.


Notas Finais


Explicando algumas coisinhas:

_Talvez eu demore um pouquinho só para postar o próximo cáp. porque estou tendo alguns problemas c/ as notas da escola.

_O Jeon vai começar a aparecer mais depois do próximo cáp.

_Se acharem que esse cáp. ficou sem graça, me perdoem, eu tive que fazer na pressa msm com um bloqueio criativo enorme querendo me derrubar.


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