História Pretty Reckless - Capítulo 65


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Demi Lovato, Justin Bieber, Katy Perry, Taylor Lautner, Taylor Swift
Tags Colegial, Festas, Justin Bieber, Romance
Visualizações 509
Palavras 2.251
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Não sei se é amor
É muito cedo para dizer
Mas se é algo como isso
Eu só quero que permaneça"
-Justin Bieber, Forever

Capítulo 65 - SURPRESA!


Eu vi coisas escritas em português.

As coisas do tipo "portão de embarque"e todo o resto das coisas, tudo em português, com as palavras em inglês em baixo, em letras menores, para os turistas.

Espera.

Calor? 

Português?????

MEU DEUS, NÃO É POSSIVEL! JUSTIN RETARDADO!

-ESTAMOS NO BRASIL????????????????????????????????????? -Gritei e ele sorriu, sapeca. 

-Sim. -Ele disse rindo da minha cara de assustada. 

-Estamos mesmo aqui?

-Sim.

-VOCÊ NÃO VAI SER DEPORTADO? -Falei.

-Não. -Ele riu.

-Espera? Minha mãe me dopou? -Falei pegando o celular e vendo que eu realmente dormi muito, 9 horas. 

-Sim. -Ele falou sorrindo. 

-Eu te odeio! E eles todos! E eu comprei casaco atoa? -Falei. 

-Sim. -Ele disse. 

-AAAAAAAAAAAAAAAAAH Justin Drew Bieber. Eu te odeio!!! -Falei. -Eu vou morrer de calor nesse inferno! Sério! Deve estar uns 30 graus agora. 

-Vamos para o hotel, minha bebê, eu te explico tudo lá. -Ele falou pegando minha mão. 

-Você apronta demais. -Falei. Ele sorriu e pegamos as malas. -E eu faço o que com esse tanto de casaco? -Falei. 

-Leva pra NY, depois. -Ele disse sorrindo. 

-E estamos aonde? -Perguntei. 

-No Rio. -Ele falou engraçado e eu ri. -Para! E depois vamos pra São Paulo. -Ele disse sorrindo. 

-Mano, você apronta demais! Pra que isso? -Perguntei empurrando o carrinho. 

-Eu te disse, há uns meses atrás minha pequena, que queria viajar. -Ele disse. 

-Devia ter me contado! -Falei. 

-Ah, foi mais legal assim! -Ele disse me parando. -Gostou?. 

-Bom, tirando o susto e o quanto eu vou te bater, eu amei. -Falei largando o carrinho e contornando seu pescoço. Ele contornou minha cintura e nos beijamos. 

-Eu te amo. -Ele disse em português. 

-Eu te amo. -Falei em francês. (francês, segundo idioma do Canadá.)

-Vamos? -Ele disse. 

-Vamos. -Falei voltando a empurrar o carrinho. 

-Me diz que seu português ainda é bom? -Ele falou preocupado. Ri.

-Acho que sim. -Falei sorrindo. -Táxi. -Pedi em português. O carro parou e o cara veio nos ajudar a por as malas. -Obrigado. 

-Qual o destino? -Processei suas palavras, é, eu não estava tão mal. 

-Jus, qual o hotel? -Perguntei pra ele. 

-O Royal Tulip. -Ele disse. 

-É o hotel Royal Tulip. -Falei pro motorista. Ele assentiu e entramos no banco de trás. 

-Está há quanto tempo fora? -Ele disse... Ahn... 

-Faz uns 10 anos, pelo menos. -Consegui falar. 

-Está com o português bom ainda. -Ele disse. 

-É. Eu acho. -Falei. Meu sotaque era estranho, cara! Jus me olhou com cara de QUE PORRA É ESSA? Ri de seu rostinho e o expliquei. Rapidamente chegamos no tal hotel e Justin fez o checking, porque ele propositalmente escolheu um hotel com uma recepcionista que falava em ingles. Ela tava cheia de sorrisinho pra cima dele e eu não aguentei. Eu estava meio longe, sentada esperando. Fui até lá.

-Moça, no quarto tem camisinhas? -Falei em inglês, para que Justin entendesse. 

-Ahn, algumas. -Ela disse se tocando. 

-Vamos precisar. -Justin falou me puxando para um beijo. Nos separamos com uma mordidinha minha em seu lábio e a moça nos entregou a chave. Viramos as costas.

-Vadia. -Ela falou em português, baixo. 

-Eu sou brasileira. -Falei bem alto, claro e em português. Ela me olhou com cara de que sabia que eu tinha ouvido. 

-Seja bem vinda de volta. -Ela falou sorrindo seca. 

-E ele é meu, já saiba disso. -Falei. Peguei na mão de Justin e fomos para o elevador.

-Amor, você percebeu que ela deu em cima de mim? -Justin falou entendendo o lance da camisinha. 

-Claro, idiota! Dando em cima do que é meu. E ainda me chamou de vadia. -Falei. Ele estava de mãos dadas comigo. 

-Sério? -Jus falou e soltou uma risadinha. 

-É, eu virei as costas e ela falou em português. -Falei.

-Ahhhhh, o que vocês falaram? -Ele disse. A porta se abriu e tiramos nossas malas. 

-Ela me chamou de vadia e eu falei que sou brasileira e ela falou um bem vinda de volta e eu falei que você é meu. -Falei procurando pelo numero do quarto. 

-Ah, queria pancadaria. -Ele falou e eu o bati.

-Idiota! -Falei e ele abriu o quarto. Lindo!

-Finalmente. -Ele disse se jogando na cama. Fui até ele e me deitei com ele, em seus braços. -Vou te contar! Foi tudo há uns dois meses atrás, eu falei para os nossos amigos que queria fazer algo que você gostasse, eu pensei em vir pra cá, mas ai achei que você não gostaria, mas eles disseram o contrário. Ai fui pensando se eu deveria te falar, ai achei melhor fazer surpresa, mas como? De lá até o Canadá são duas horas, você não cairia. Ai eu conversei com todo mundo. Tínhamos que fazer você entrar num avião e ficar lá por 9 horas, sem saber que ia pro Brasil. Ai sua mãe falou que podíamos te dopar. Eu não topei no início, mas ela disse que você tomou isso. E aí, tínhamos que dar um jeito de eu sair do pais. De alguma forma. Caio deu a ideia de falar que tínhamos que ir pro Canadá, mas Tay falou que você deixaria eu ir sozinho. Ai Demi pensou e disse que você perceberia as placas e a passagem escrito pro Brasil. E Katy disse que tinha que ser algo muito forte pra te deixar abalada e você nem perceber isso. Ai Chaz deu a ideia de eu ser deportado. Todos concordaram, porque sabem que eu sou importante pra você e que você viria comigo. Ai ficou tudo certo. E ai hoje, começou o plano quando Demi foi "embora" -Ele falou fazendo aspas com o dedo e eu tinha entendido tudo. Até ai. 

-Como assim? -Falei. 

-Ela não foi embora. -Ele falou sorrindo. 

-Explique melhor, Bieber. -Falei. 

-A buzina era da mãe dela. Ela entrou e esperou. No telefone era mesmo minha mãe, como ensaiamos. Assim que vocês e as meninas saíram, Demi entrou e subiu. E nos ajudou a colocar aquela mala ali com coisas de calor. -Ele falou e semi cerrei os olhos. -A gente não conseguiria fazer isso sozinhos. E ela foi fazer compras. Ela não me deixou ver as compras, mas me disse que eu ia amar. -Ele falou.

Espera ai.. Levantei da cama e peguei a mala que eu não fizera. A abri e tinha meus shorts e roupas de calor. Achei umas sacolas e sim, ela fez isso. O nome da loja na sacola já dizia tudo: Brazil in USA. Peguei algo no pacote. Retirei mostrando para Justin. Ele abriu um sorriso perverso. Sim, era um super fio dental.

VADIA! Ela sabe que eu não uso isso.

-Vai usar né? -Ele disse vindo até a mala.

-Não. -Falei. 

-Mas amor! Ela tinha razão, eu amei! E vou amar! -Ele falou pegando o biquíni na mão. -A gente vai na praia.

-Tem uma coisa que você precisa saber sobre as praias brasileiras, ainda mais nessa época de calor. -Falei. Ele assentiu. -Tem muita gente! Muita gente! Muita gente! Muito homem! -Falei. 

-Ahh, e qual o problema? -Ele falou ingênuo. Passei por cima da mala e sentei em seu colo. Ele me ajeitou e o beijei, com toda a calma do mundo. Ele foi se deitando aos poucos, e me deitei por cima dele. 

-Eu era pequena mas percebia os homens olhar e secar cada mulher que passava. -Falei. 

-Agora eu compreendi. -Ele falou me selando. -Preciso falar com o pessoal. -Ele falou tentando se levantar mas não deixei. Ele sorriu e me puxou pra outro beijo. Sai de cima dele e o deixei o pegar o celular.

-Oi, a gente chegou, ta tudo bem eu já contei. -Ele falou e peguei o cel da mão dele.

-Quem é? -Falei.

-Oi filhinha linda. -Minha mãe falou.

-VOCÊ ME DOPOU MÃE!!!!!!!!!! -Falei

-Ah filha... 

-Você é doida mãe.

-Eu sei, mas foi necessário.

-Não era, mas ok. .Passa pra vaca da Demi. 

-Fala. 

-A PROXIMA VEZ QUE VOCÊ ME COMPRAR FIO DENTAL EU FAÇO VOCÊ LIMPAR OS DENTES COM ELE.

-KKKKKKKKKKKKKKKKK pelo menos o Justin gostou?

-Inicialmente sim, antes de saber que as praias daqui não são tão desertas igual ai. Liga o viva-voz.

-Pronto. 

-TAYLOR E KATY VACA, VOCÊS QUE VÃO USAR ESSES CASACOS. -Todos riram. 

-Vamos desligar, tem alguém muito estressada. Justin você já sabe o que fazer, só cuidado. -Minha mãe falou e eles riram.

-Tá, obrigada por tudo. -Falei. 

-Awwwn, tchau filha, vai aproveitar seu namorado, vai. -Ela falou.

-Beijo, tchau gente. -Falei e desliguei. Justin fitava o teto. Levantei e coloquei um shorts mais fresco e uma regata. Ele ainda fitava o teto, imóvel. 

-Amor? -Falei o chamando. 

-Oi. -Ele disse piscando e olhando pra mim. 

-Se troca. -Falei. -Você tava acostumado com o Canadá, e ir pro EUA não é tanta diferença. Mas aqui... -Falei.

-É. Eu to com calor. -Ele disse e tirou a camisa. 

-Nossa, eu não via isso desde, hmm, ontem a noite. -Falei sorrindo. 

-Tola! -Ele disse e tirou a calça.

-Isso também. -Falei tarada. Ele ficou um pouquinho vermelho e riu. -Porque corou? -Falei. 

-Eu não corei! -Ele disse se virando para mim. 

-Olha pro espelho, lindinho. -Eu falei e ele se virou, resmungando um "droga". 

-Você me deixa sem graça, falando essas coisas. -Ele disse vindo até mim. 

-Só retribuo o que você faz. -Falei o colocando em meus braços. Eram 6 horas da manhã agora. 

-Hmm, eu não faço ideia do que fazer por aqui, viu, minha lady? -Ele falou.

-Bom, -Falei pegando o controle e ligando a TV. -Temos tudo que temos nos EUA, só, mais praias, samba e funk.

-Ah, o que são esses dois? -Justin falou. 

-Samba você sabe, aquele desfile.. -Eu comecei a falar e ele me cortou.

-Ah, com as mulheres quase peladas, eu sei! -Ele disse animadinho.. 

-É. E funk é outro tipo de música daqui. -Falei. 

-Você dança? -Ele perguntou curioso. 

-Existe uns bailes onde você vai e dança, e se você ver as danças, não vai me querer dançando. -Falei.

-Acho que entendi. 

-Vamos fazer alguma coisa? -Eu falei. 

-Sim, mas o que? -Ele falou ficando de frente pra mim. 

-Tomar café da manhã, você vai gostar. -Falei sorrindo. 

-Tem aquele pão lá? -Ele disse rindo. 

-Tem, você gostou? -Falei sorrindo. 

-É muito bom. -Ele disse sorrindo igual a uma criança.

-Então, gatinho, vamos? -Falei levantando. 

-Vamos. Posso ir assim? -Ele disse, mas estava sem camisa. 

-Huuum... As brasileiras olhando o seu tórax? -Falei. 

-Mas Jay, tá calor! -Ele falou me olhando com cara de cachorrinho abandonado. 

-Leva um blusa, podem não deixar você entrar sem ela. -Falei derrotada.

-Tudo certo. -Ele falou pegando uma blusa. Levantei, coloquei uma roupa bem fresca.

-Pronto. -Falei.

-Então vamos. -Falei saindo. -Espera, me diz que você trocou dolar por real. -Falei. Ele arregalou os olhos. 

-OH MY GOSH! -Ele disse. -Não. 

-Tinha que ser! -Eu falei. -Vamos ter que usar só cartão. -Falei pegando minha bolsa e pondo o cartão no bolso.

-Ninguém me lembrou desse detalhe, pequena. -Ele disse contornando minha cintura, indo para fora do quarto. 

-Estavam mais interessados em me dopar. -Falei rindo e ele me acompanhou. Entramos no elevador e ele apertou minha cintura. -Quando você vai perder esse medo? 

-Nunca, eu acho. -Ele disse. Revirei os olhos de seu medo bobo e o elevador parou, abrindo a porta.

-Pronto, em terra. -Brinquei o puxando.

-Chata... Como se diz, "amor" em português? -Ele falou.

-"A-MOR". -Falei. 

-"Ã-MOR". -Ele falou engraçado. 

-A. -Falei. 

-Á. -Ele disse melhor. 

-Isso, por ai. -Falei rindo. -Vem. -Falei o puxando pelo saguão. Fomos para a rua e logo na esquina tinha uma padaria, parecia boa, arrumadinha e tinha as mesas pra gente sentar e comer lá. -Pode ser?

-Pode. -Ele disse e fomos para as mesas. Logo veio uma moça nos atender. 

-Ahn, ele pode ficar assim? -Falei em português. 

-Pode, a gente permite, mas ele é novo no pedaço, algumas não perdoarão. -Ela falou gentil, tinha seus 35 anos. 

-É, chegamos hoje, quer dizer, eu retornei, mas estamos de visita. Ele é canadense. -Falei. 

-Seja bem vinda! Mas mesmo assim, se fosse meu... -Ela disse. 

-Tá certo, eu conheço essas brasileiras. -Falei e ai falei em inglês: -Amor, eles não deixam ficar sem camisa. -Falei mentindo. 

-Ahn, tudo bem então. -Ele disse e colocou. -Como se diz "bom dia"? -Ele disse. 

-Bom dia. Bom di-a. -Falei pausadamente.

-Ahh, Bõm diã. -Ele falou com um sorriso pra moça, que retribuiu.

-Bom dia, você está se saindo bem! -A senhora falou. Eu traduzi o que ela disse e Justin pediu um "obrigado", e eu lhe ensinei. 

-São dois pão de queijo e dois sucos de laranja, por favor. -Falei. Ela anotou, agradeceu e se foi. 

-Eu sei falar bom dia e obrigado, que legal cara! -Justin falou animado. 

-Bobo! Depois eu te ensino mais coisa. -Eu falei. A comida não demorou a chegar. Comemos e Justin comeu mais 1 pão de queijo.. Guloso! Realmente essa era uma surpresa, eu nunca imaginaria que ele faria isso, realmente. 

-Vamos aonde agora? -Justin falou. 

-Ei, você me trás para viajar, você que tem que fazer os planos! -Falei levantando. 

-Mas quem sabe daqui é a senhorita. -Ele disse. 

-Tudo bem, você é um péssimo anfitrião. -Falei.

-Claro que não, se você fosse pro Canadá eu te apresentaria tudo.  -Ele falou. 

-Então, uma caminhada na praia, topa? -Eu falei.

-Caminhada? Topo... Mas a gente vai entrar na água? -Ele disse. 

-Não, Jus, agora não, mais tarde a gente vem pra ficar ai pegando uma cor. -Fale entrelaçando os nossos dedos. 

 


Notas Finais


awwwwwwwwwwwwwn que fofos ~^^~
gostaram? desculpa postar tãããõ tarde, estive ocupada :/
espero que tenham gostado :3
bom, é só :3 me digam o que gostaram :3


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