História Pretty U - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias 2NE1, Big Bang, Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Cl, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Minji, Park Bom, Sandara Park, Seungcheol "S.Coups", Seungri, Soonyoung "Hoshi", T.O.P, Taeyang, Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Jeongcheol, Jihan, Junhao, Meanie, Soonhoon, Verkwan
Visualizações 340
Palavras 1.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


[Edit achada na internet e enfeitada por uma amiga minha]

AAAAAAAH, CHEGAMO CARAI. 100 FAVORITOS, SOCORRO, EU NAU TO BEIM, KSAHSJSHS

TO ERRANDO TUDINJO AQUI, SOCORRO, SKDJSKSSHS

Eu ainda nem acredito nisso, alguém me socorre aaaaa

Eu nai esto bem, eu to passando muito mal, gente, cês não tem noção.

Vocês são os melhores. Serião. Amo vocês, cara. Ainda nem tô acreditando. Estou jungshooked, SKSJSJS

Agora, chega de piração, rumo ao capítulo especial.

Vão ler esse lemon, carai.

E até os surtos finais. ❤

Capítulo 13 - Especial 100 favoritos - Do You Marry Me?


Fanfic / Fanfiction Pretty U - Capítulo 13 - Especial 100 favoritos - Do You Marry Me?

Quando Seungcheol entrou pela porta de casa, realmente quis que Jeonghan fosse até ele. Que pulasse em seu colo e lhe beijasse, como sempre fazia.

Mas sabia que ele não faria isso. E pior: sabia que a culpa era sua.

Havia ido trabalhar bem no dia do aniversário do namorado e sabia muito bem o quanto isso contava para Jeonghan.

Tentara ligar para ele várias vezes, mas o aparelho nem parecia estar ativo.

Jeonghan estava lhe evitando.

Entrou em casa e encontrou o louro à encarar o televisor, enquanto algum drama passava por ele. Mas Seungcheol tinha a certeza de que seus pensamentos não estavam ali.

—… Hannie? — Arriscou, sabendo que Jeonghan não o encararia de volta. — Amor, eu estou de volta.

Jeonghan apenas abraçou os joelhos.

— Amor, perdão...

— Vamos terminar, Seungcheol.

— O que? — Alarmou-se. — Hannie, isso...

— Eu sei que este é o seu trabalho, nunca reclamei, mas hoje é meu aniversário. E você esqueceu. — O cortou.

— Você nem ao menos atendeu minhas ligações, eu avisei que…

— Sim, eu desliguei. Para não ter uma recaída por overdose de remédios para ansiedade. — Foi sério. — Tomei umas duas pílulas hoje e apaguei. Mesmo quando acordei, não recebi nada, então o desliguei. Não queria mais decepções.

— Jeonghan…

— Você tem seu trabalho e, mesmo que tenha concordado com isso, não está dando certo. Eu não quero ser um estorvo pra ninguém e parece que estou sendo um! — O louro acusou. — Eu tenho problemas, necessito de pessoas do meu lado. Não gosto disso, mas é a minha realidade.

O moreno foi obrigado a dar razão ao namorado. Sabia que havia ficado ausente. Mas, bem, ele tinha seus motivos.

Motivos estes, os quais Jeonghan não imaginava.

— Então, ponha-se daqui para fora. E não volte. — Ditou o louro.

O Choi suspirou.

— Não. — Negou, apertando o bolso da calça tirando a blusa do uniforme.

— Seungcheol eu estou falando para você ir. — Mandou o louro. — Agora.

— E eu já disse que não vou sair daqui. — Repetiu, desabotoando a blusa do uniforme.

— Seungcheol, eu estou avisando...

Tudo parecia ter regressado ao ponto da adolescência​. Jeonghan parecia decidido a colocar Seungcheol para fora da sua vida.

Mas o moreno não deixaria isso acontecer. Jeonghan era dele, e de mais ninguém.

Faria o louro perceber isto aquela noite.

— Está? — Sorriu.

Em uma reação surpresa, Seungcheol empurrou Jeonghan para superfície macia do sofá avermelhado e, ao se colocar no meio de suas pernas, prendeu suas mãos acima de sua cabeça a ajuda do braço esquerdo.

— Choi Seungcheol, me largue!

— Ou o que? — Riu, soprado. — Cale a boca, Jeonghan.

— Me cale, então. — Foi grosso.

— Tudo bem. — Sorriu e avançou nos lábios do mais baixo, que arregalou os olhos pela surpresa.

Sua língua invadia a boca do louro de maneira violenta, travando uma luta selvagem de dominação e sensualidade pelo controle dos movimentos.

Jeonghan se debatia em meio ao beijo, tentando fazer com que o policial lhe soltasse. Não teria orgulho algum se cedesse daquela forma.

Estava furioso com o policial Choi, mas sabia que era inútil, isso só o atiçava mais. Seungcheol o conhecia como a palma de sua mão, sabia muito bem o quanto o Yoon era manhoso e mais ainda, como sentia falta de ser tocado por ele. Sabia exatamente como provocá-lo e deixá-lo louco.

Jeonghan estava nas mãos dele.

Choi afastou-se do louro. Um de saliva os conectava. Ao lamber os lábios, Seungcheol desceu até a clavícula do Yoon.

— Por quê você nunca me ouve? — Gemeu o louro ao sentir os lábios quentes do namorado em seu pescoço frio. — Eu te odeio…

O policial retirou a blusa do mais novo, depositando um beijo na barriga lisinha.

— Eu sei. Desculpa. — Riu. — Mas sabia que eu tenho uma tara enorme pelas suas pernas?

— Idiota. — Resmungou, contendo um gemido ao sentir o moreno desferir um tapa em sua coxa, coberta pela calça jeans clara.

O louro mordeu o lábio inferior.

— Eu senti tanto a sua falta, Hannie... — Murmurou contra o seu ouvido.

— Não sentiria se parasse em casa… — Desviou o olhar.

— Você sempre tem uma resposta para tudo? — Indagou, descendo a mão livre perigosamente pela calça jeans do mais novo. Abriu-a, descendo a veste até seus joelhos.

O menor arfou ao sentir a cueca ser tocada superficialmente por Seungcheol.

— Você gosta disso, amor? — Sussurrou, friccionando sua mão no volume duro que tomava forma ali. Lambeu, também, um dos mamilos claros do mais baixo, sentindo-o tremer abaixo de si. — Gosta, Hannie?

— Oh, hm… — Sentiu Seungcheol mordiscar um de seus botões já endurecidos. —… Sim.

O Choi riu pela resposta.

Depositou um último beijo no pescoço clarinho do louro, observando atenciosamente as reações que causava. O cabelo claro se encontrava bagunçado e as maçãs do rosto estavam vermelhas. Os lábios inchados se entreabriam, convidativos para serem tomados.

— Você é tão lindo, bebê… — Murmurou.

Seungcheol entrelaçou sua língua na de Jeonghan novamente quando sua mão adentrava a cueca azulada de Jeonghan, alcançando o membro sensível do namorado.

Apenas beijos não foram capazes de conter os gemidos lânguidos do rapaz.

— Seungcheol… Own…

Tão entregue e inerte aos seus toques, o deixara extasiado. O policial sentiu a própria ereção esquecida no uniforme, clamar por atenção.

Precisava tanto do namorado…

O moreno puxou o membro duro alheio para fora da cueca, movimentando sua mão pela extensão macia e lubrificada por pré-gozo.

As costas do louro se arqueavam com os espasmos que os movimentos do mais velho lhe causavam.

Tão bom…

— Seungcheol... — Gemeu, sentindo os olhos revirarem. — E-Eu vou…

Seungcheol apertou a glande do mais baixo com o polegar, fazendo-o gemer em desconforto.

— Cheollie…

— Não tão cedo, amor. — Lhe fitou, puxando Jeonghan levemente pelos braços. — Eu quero te sentir também, bebê. Vem cá.

O policial beijou os lábios do mais novo, que lhe abaixava o zíper. Suas peças de roupa eram jogadas no tapete da sala e somente a TV ligada podia contemplar a semi-nudez de ambos, cobertos apenas por boxers, que o Choi fez questão de arrancar poucos momentos depois.

Seungcheol suspirou ao ver o homem que amava nú e entregue.

— Amor, relaxa… — Pediu, sentindo o louro agarrar-lhe os ombros.

Jeonghan não soube especificar quando os dedos de Seungcheol lhe adentraram. O desconforto era grande, claro. Afinal, fazia muito tempo que Seungcheol não lhe tocava de maneira tão íntima. Mas não podia negar o enorme prazer que vinha depois.

— Hm… — Sentia o moreno depositar beijos molhados em seu pescoço, distraindo-lhe da dor incômoda.

O moreno era bom no que fazia e conhecia seu corpo como ninguém. Jeonghan sabia que estava nas mãos dele desde o momento em que o policial lhe desarmara com somente um beijo.

Sobre ele, o Choi tinha esse poder.

O Yoon não soube o momento em que, inconscientemente, moveu-se em direção aos dedos longos do namorado. Só o que ele soube, foi que já não eram mais o suficiente para lhe satisfazer.

Precisava de mais. E o Choi sabia disto melhor que ninguém.

— Cheol-ah. — Chamou-o, manhoso. — Vem. Eu quero você.

— Você me quer, bebê? — Sussurrou. — Pede. Eu quero ouvir.

— Seung… — Murmurou.

Com um sorriso sacana, investiu contra o mais novo, simulando uma estocada. A entrada sensível se contraiu na hora. E então, Seungcheol fez mais vezes, só para provocar.

Jeonghan agarrou o revestimento do sofá, arfando pesado.

— Filho da mãe... — Grunhiu, fazendo o Choi rir.

— Eu ainda não ouvi nada. — Seungcheol brincou. — O que você quer, bebê?

Jeonghan suspirou.

— Eu quero você dentro de mim... — Ele disse, mesmo que a contra gosto. Seungcheol arqueou uma sobrancelha. —... Por favor.

O moreno abriu um sorriso, deixando uma leve mordida no pescoço do rapaz.

— Seu desejo é uma ordem, amor. — Ressoou.

Jeonghan não precisou pedir mais vezes para sentir o membro duro lhe adentrar o canal apertado. Seungcheol lhe preencheu como desejava, o fazendo suspirar. Céus, como sentira falta disto!

Gemeu de leve, procurando acostumar-se novamente com o volume do outro.

— Hm…

Sentiu o homem em cima de si grunhir em êxtase, em todo o seu autocontrole para manter-se parado quando ele realmente queria se movimentar ali dentro, sem se importar em machucar Jeonghan.

Ficaram algum tempo ali, juntos. Com o policial sentindo a respiração lenta do parceiro abaixo de si.

Até que o louro finalmente movimentou seus quadris, dando o sinal para que o moreno se movesse dentro de si.

— Seungcheol? — Arfou Jeonghan. — Vai.

E assim ele fez.

Puxando os cabelos longos e louros de Jeonghan para trás, forçou-se para frente, dando início às profundas investidas. Os corpos suados se chocavam com força e o cheiro de sexo empregava o ambiente, tornando-o extremamente erótico.

O Choi grunhia conforme se movia dentro daquela quente e apertada cavidade. As sensações quase lhe inebriavam e os gemidos manhosos do namorado, lhe enlouqueciam.

Sorriu. Quantas vezes não imaginara algo assim?

— Oh, isso- Oh! — O mais baixo murmurou. — Mais rápido, Cheol-ah…

E o moreno aumentou as investidas, fazendo com que o namorado visse estrelas.

Até que Seungcheol finalmente encontrou o ponto especial de Jeonghan, que gemeu alto.

Jeonghan agarrou os ombros claros de Seungcheol, descontando seu prazer nos arranhões que fazia ali.

— Mais forte, Cheollie… — Pediu, manhoso. — Por favor.

Seungcheol intensificou ainda mais seus movimentos, fazendo com que os corpos se chocassem quase que de forma desesperada. Jeonghan estava a beira do delírio, seu ponto doce era acertado diversas vezes, lhe tirando de órbita a cada estocada. Não queria admitir, mas estava amando cada segundo.

Sentira falta de seu policial por perto.

Ambos friccionavam seus corpos um ao outro, em busca de um contato que ambos sabiam precisar, denotando toda a saudade que tiveram durante todo esse tempo.

E quando o limite de seu prazer chegou, ambos em um gemido alto e arrastado, esquecendo até mesmo seus próprios nomes.

Seungcheol se desfez dentro do louro, que o fez no abdome de ambos.

Ali ficaram por minutos, grudados um ao outro, ainda vítimas do prazer recente.

Seungcheol, aos poucos, saiu do louro, que sentou-se de costas para o apoio do sofá, longe dele.

O policial suspirou.

— Eu ainda te odeio... — Jeonghan sussurrou, respirando fundo.

— Me desculpa, Hannie. — O moreno murmurou. — Eu não sabia que ia te magoar tanto ficar uns dias fora de área...

— Uns dias? Três meses! — Ele resmungou. — Você tem ideia do quanto eu senti sua falta? Seu filho de uma mãe!

Seung riu, fraco.

— Eu sei, perdão amor... — Sussurrou, se aproximando do louro, e encostando a cabeça do mais novo em seu ombro. — Mas foi um mal necessário. Eu precisava comprar o seu presente.

Jeonghan arqueou uma de suas sobrancelhas claras. Encarou-o.

— Presente?

O moreno suspirou.

— Não achou que eu esqueci seu presente de aniversário, achou? — Seungcheol riu, acariciando a bochecha do namorado. — Eu te amo tanto...

O mais novo desviou o olhar, se afastando dele novamente.

— No bolso direito da minha calça do serviço, só pegar. — Ele estralou a língua. — Vai lá ver.

E, como o bom curioso que era, Jeonghan fez o mandado. Era uma caixa de veludo, com um par de alianças dentro.

O Yoo arregalou os olhos, já marejados pelas lágrimas.

— Feliz aniversário, Hannie. — Seung sorriu. —... Casa comigo?


Notas Finais


AAAAAAAH, ainda não creio que vocês são 101. Gente, que MARAVILHOSO. Eu amo vocês. De verdade. Obrigada. Eu jamais esperei quando comecei esta fanfic, que fosse recebida tão bem na categoria... A ficha ainda não caiu, kshskshj

Como vocês puderam ler, isso não segue a cronologia da fic. Ambos os dois terminaram os estudos, fizeram faculdade e trabalham. Achei que seria bonitinho mostrar o futuro dos dois numa ceninha dessas. Me esforcei ao máximo para fazer algo que vocês gostassem, afinal, vocês merecem todo o meu amor. Espero do fundo do meu heart que tenham gostado. Policial Choi Seungcheol é o que há, ksjssjs

Até o próximo capítulo, meus bolinhos. ❤


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