História Primavera de Rulim - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ansiedade, Depressão, Drama, Drogas, Escolar, Machismo, Romance, Trafico, Violencia, Yaoi
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Palavras 3.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 13 - Volto a falar com Pedro e os garotos!


Eu não vou tentar explicar em que estado me encontrava ao deixar a casa de David.

Não vou explicar por um motivo simples: Eu não saberia como fazê-lo!

Não é como se fosse culpa minha, eu acredito fortemente que fiz o certo. Tudo foi muito rápido e no final eu só queria não estar ali, para assim poder pensar. Eu gostei?

Talvez pareça ridículo me fazer essa pergunta, mas durante todo o caminho para casa foi essa a pergunta que me fiz! O que me assustou porque só quando já no portão de casa que fui me lembrar que deveria ter pensado no que dizer aos meus pais e não em me preocupar se gostei ou não.

Por fim, parei na frente do portão sem saber se deveria entrar ou não. Se entrar, o que vou dizer? Sequer considerei que eles não sabiam de nada além de que estive em uma festa e ainda não tinha dormido, talvez bebido um pouco (isso levando-me a crer que eles usariam do bom senso de acreditar que eu tive bom senso em não me embriagar, o que não é verdade).

Abri o portão e com cada passo pesando uma tonelada me dirigi para o caos.

Quando cheguei na entrada da casa a primeira coisa que ouvi foi o suspiro de alívio da minha mãe. Congelei por um segundo temendo que fosse me tornar impotente ali, e despejar a verdade toda sobre eles. Preciso mentir. Pensei, sem me orgulhar disto.

— Como você faz isso conosco? — Ela bradou entrando em fúria em seguida.

Eu abaixei a cabeça e esperei. Não era só isso, claro que não, como poderia ser apenas isso!?

Tinha muito para ouvir! E ouvi... ou ignorei. Ela falou muito enquanto eu, de cabeça baixa, escutava, mas sem realmente prestar atenção (acredito que você me entenda, todo mundo já fez isso alguma vez, ouvir, mas sem realmente escutar) ela falou sobre a festa, sobre o trabalho que usei como desculpa, me acusou de ter planejado ir fazer o trabalho só para escapar e ir à festa, coisas que eu esperava que ela dissesse na verdade.

Quando finalmente acabou eu percebi que deveria falar alguma coisa, mas estava inseguro demais, com medo demais, me sentindo errado demais para justificar aquele incorrigível pecado e com medo demais de falar e acabar falando demais devido a culpa que se assomava cada vez mais dentro de mim.

— Desculpa. — Levantei a cabeça e olhei-a nos olhos. Por um curto momento pensei que ela fosse chorar, mas quem chorou fui eu!

Minha mãe era tão sensível quanto eu, meu pai era o mais resistente e frio, talvez por isso ele não falasse muito sobre essas coisas (e eu sou grato por isso), então quando eu comecei a chorar ela mudou as feições duras para feições de preocupação, e correu para me abraçar, o que logo terminou, não retribui o abraço, me sentia fedendo demais, e sujo demais, não de sujeira, mas sujo de uma forma que só uma mentira para encobrir um pecado pode te sujar.

— Jorge, você disse que ia estudar, e vai em uma festa, não pode fazer isso, mandou uma mensagem e sumiu! Eu te liguei dezenas de vezes. — Me segurando pelos ombros ela me analisou de cima abaixo, e depois me soltou.

— Vinte e oito vezes. — Respondi.

— E quantas você me atendeu? — Ela inqueriu.

Minha mãe é o tipo de mulher que quando faz uma pergunta exige uma resposta, mesmo já sabendo o que responderei!

— Nenhuma, mãe. — Abaixei a cabeça de novo, limpando as lágrimas.

— Exatamente. Nenhuma. E agora aparece de manhã, feito... feito um vagabundo de rua que passa a noite na gandaia. Você não é isso, filho meu não é assim! Te criei melhor que isso, Jorge!

Criou! Concordei, mas então porque eu fiz o que fiz? O que foi que eu fiz?

O que David me fez fazer?

— E aquela mulher que só falava em inglês, não entendi metade do que ela disse...

— Desculpa, mãe. Não era pra ter acontecido como aconteceu... — Não era pra ter acontecido nada disso, na verdade. Só que como explicar sem me atrapalhar mais e mais e falar o que não deveria? Preferi me manter quieto e parei de falar deixando as palavras morrerem no ar.

Então ela fez que não com a cabeça, aquele olhar cansado de quem, provavelmente, não havia dormido bem, me esperando, me ligando, me procurando.

— Não importa. — Ela soou decidida e educada enquanto meu pai voltava do quarto, completamente vestido, então me lembrei da igreja. — Acho que se você tomar um banho rápido conseguimos te esperar para ir à igreja... chegaremos atrasados, mas acho que vale a pena esperar, não é Rogério?

Meu pai deixou a bíblia dele em cima da mesa e minha mãe foi arrumar a gravata para ele.

— Rápido, Jorge. — Ele rebateu me lançando um olhar de decepção velada através dos ombros, esse talvez fosse o máximo que chegássemos a falar sobre o assunto.

— Eu... — Precisava de coragem para dizer aquilo, não porque era algo que não podia dizer, mas porque eu não tinha direito ou moral, não depois do que fiz na véspera! — Eu não vou ir! — As palavras rolaram para fora da minha boca quase que inaudíveis de tanta incerteza que tive de pronuncia-las.

— Como? — Os olhos da minha mãe se estreitaram me encarando e meu pai deu de ombros indo para fora após a gravata estar ajeitada, foi para o carro, como se sequer valesse a pena reclamar, senti a decepção dele quando passou do meu lado. — Lucas...

— Vão logo. — Aumentei um pouco o tom de voz, precisava de força nesse instante. — Não quer que o pai perca o emprego de novo, quer? — Disse indo para a sala e então meu quarto, deixando minha mãe falando com as paredes.

Não devia ter feito isso, é uma ação infantil e ridícula, além de desrespeitosa.

Ao invés de parar no meu quarto eu fui direto para o banheiro tomar um banho. Minha mãe provavelmente deve ter reclamado do meu cheiro também, mas eu provavelmente ignorei essa parte junto das outras.

Enquanto me lavava sentia a culpa toda vez que lembrava!

Sai do banho e fui direto para a cama, tranquei a porta do quarto para que ninguém me incomodasse quando voltassem da igreja, só coloquei cuecas e me joguei no colchão querendo sumir da face do planeta por algumas horas, só queria não existir.

Estava com sono. Muito sono, mas uma culpa igualmente proporcional me atacava. Toda vez que fechava os olhos via flashes do David me agarrando, das mãos segurando minha cabeça, dos lábios tocando os meus e depois de nós nos levantando, ele excitado apenas com o calção, visível. Eu excitado, mas de calça, me sentindo culpado. Porque me excitei? Eu sabia! Mas não deveria ser assim!

Pensei que não conseguiria dormir, os flashes constantes, a culpa constante, a dor constante...

Quando finalmente adormeci os flashes da realidade sumiram. Deram lugar aos flashes da imaginação, e estes são sempre piores.

No sonho David descia as mãos da minha cabeça para ombros e costas e me prensava contra seu corpo, com força, e eu retribuía, abraçando-o e fincando as unhas na carne. Nossas línguas viravam uma só, e nossos corações batiam em ritmo, ele parava de me beijar para me olhar e sussurrar que me amava, eu avançava contra ele em resposta, beijando-o com mais vontade ainda, até que sua mão deslizasse para minha calça desabotoando e puxando o zíper, ele sorria enquanto os dedos puxavam a calça para baixo em trancos e eu sorria em resposta enquanto seus dedos encostavam na minha virilha. As mãos então subiam pela minha barriga, costelas, e ele me jogava na cama ficando por cima de mim, sentado em cima de mim, apenas nossas cuecas protegendo um ao outro do contato, ele sorria e eu suspirava, podia sentir o calor dos corpos juntos, sentia o calor de David. Então ele se deitava por cima de mim e beijando do meu pescoço até o umbigo puxava minha cueca para baixo até os joelhos onde estava calça. Agora eu estava nu, totalmente desprotegido, entregue a David. Sua mãe novamente deslizou pela minha virilha, eu me inclinei para frente para tentar parar, mas com a outra mãe ele me empurrou para a cama de novo, o indicador sobre os meus lábios como se me quisesse quieto.

— Só aproveita! — Ele sussurrou e eu fechei os olhos mergulhando na escuridão enquanto ele me tocava. Foi quando senti os finos e quentes lábios me tocarem onde nunca ninguém tocou.

 

Abri os olhos e senti o corpo estremecendo em cima da cama. Não!

Eu estava excitado como acho que nunca fiquei, mas não sentia prazer nenhum. Estava tão duro que sentia dor por todo o membro, o tipo de dor que só acontece após ao menos três masturbações seguidas. Estranhei o sentimento que me afligia, tanto o físico quanto o emocional.

Nas trevas do meu quarto eu comecei a suspirar enquanto em uma careta me negava com todas as forças e chorava, chorava de raiva enquanto a excitação passava rapidamente!

— Não posso ser essa... — A palavra me vinha a mente, mas não podia falar, não podia tornar real e se eu falasse seria verdade! Não posso ser essa aberração.

O que eu faria? Me lembrei dos remédios. Você já passou disso, Lucas!

Você é melhor que isso Lucas!

Sou? Será que sou? Eu não sabia!

O que minha mãe faria? Como ela me ajudaria...

Elise! Foi assim que ela me ajudou da outra vez.

Agarrei o celular de cima do criado mudo e limpando as lágrimas com uma mão disquei para Elise com a outra, mas a chamada não completou nenhuma vez.

— ME ATENDE! — Berrei para o celular, virei na cama, inquieto, soquei o colchão várias vezes até sentir os nós dos dedos doerem de tanta força que colocava nos punhos, o lençol soltou-se por completo de tantos murros desferidos. Então me ocorreu outra ideia. — Pedro!

Como minha última esperança eu agarrei o celular de novo. Eu não precisava de Elise, eu precisava me ocupar! Era isso, se eu mantivesse a mente longe de David e longe dos meus pais, se mantivesse os pensamentos longe da bagunça que tudo estava, então eu estaria bem! E era como Elise havia me falado: Ninguém sabe de nada a não ser que eu conte! Não é como se estivesse escrito na minha testa. Ainda não pelo menos.

O celular mal chamou e ele atendeu, ofegante.

— Lucas, mano, tá tudo bem? Não é pra tu tar na igreja? — Pedro conhecia minha rotina, ele era um bom amigo! Na verdade, antes de Elise cair no ensino público eu passei o primeiro ano com Pedro como meu melhor amigo, e ele foi um ótimo amigo.

Acho que ele ficou até decepcionado comigo quando Elise surgiu, porque Pedro ficou de lado. Foi quando ele começou a fala com Dido e Guilherme. Até eu romper com Elise e voltar a falar com ele, e Pedro estava lá, me esperando, sem nenhuma reclamação a fazer além do sarcasmo ácido que eu sequer reclamo, é uma das características que torna Pedro um ótimo amigo.

— Era, mas... vocês ainda andam de skate de manhã?

— Andamos, cara, mas já são onze horas. — Ele informou, estava arfando.

Sequer me dei conta que havia dormido por quase quatro horas.

— Vocês tão aonde? — Perguntei pulando da cama e tentando calças os chinelos, mas ao falhar fui descalço até o interruptor e ascendi a luz. — Nas praças...

— No Ibira. — Pedro me cortou. — Você vai vir?

— Posso? — Larguei o celular no viva-vos em cima da cama e fui para o guarda-roupa. Quando abri a porta me lembrei do guarda-roupa de David e senti um calafrio. Foco, Lucas, foco!

— Dido, o Lucas pode vir? Tipo, dá tempo? — Ouvi ele perguntando. — Não, então suave... Lucas? Pode vir sim... pelo jeito esse arrombado vai fazer a gente andar até o fim da tarde hoje!

Riu e eu me senti entusiasmado por Pedro, esse era um poder dele.

— Quando estiver chegando eu ligo de novo. — Anunciei e desliguei.

Peguei as roupas leves para praticar esportes. Estava na hora de esvaziar a cabeça dos problemas!

 

Os três; Dido, Guilherme e Pedro, me receberam na entrada do Ibirapuera, um dos melhores parques do país, mas que estava com essa qualidade bem baixa nos últimos tempos (justamente devido ao público, mas não posso reclamar, eu, em grande parte, compactuo ou só não me importo. As reclamações na direção do parque são sempre as mesmas, jovens, drogas, álcool, mas isso é de se esperar, eles deveriam saber).

Não tínhamos Skates para todos, Dido tinha dois e Guilherme um, então revezávamos, e as vezes um parava de andar e ficava só dois andando e dois conversando em algum canto.

Andamos até umas três da tarde quando minha barriga roncava tanto que fiz todos pararem para comer.

Os food trucks espalhados ao redor do parque serviram muito bem, gastei quase dez reais ali, Pedro e Guilherme comeram também, mas Dido só pegou um suco natural.

Depois descansamos um pouco na Praça da Paz. Quando passei o skate para Dido, eu estava suando já, eles também, mas eles estavam ali desde às oito horas, tempo ao qual eu estava fugindo de David, brigando com meus pais e tendo sonhos ou pesadelos, ainda não sabia como classificar.

— Vai morrer aí, sedentário? — Pedro perguntou descendo do skate, e empurrando-o para a grama. Acompanhei ele até lá. Eu respirava com certa dificuldade, sentia o peito urgindo por ar.

— Fazia um tempo que não fazíamos isso...

— Que você não fazia. — Pedro corrigiu. — A gente tá aqui toda semana, cara. Você que sumiu, largo a gente. — Senti uma nota de “me largou”, naquela curta reclamação.

— Oh, tadinho do Pedro. — Disse zoando ele, então comecei a rir e ele me deu um soco no ombro.

— A cara, eu sinto sua falta aqui, no fliperama... mesmo você tendo vacilado pra caralho.

— Quando isso? — Eu perguntei vendo que Dido e Guilherme voltavam, mas ainda longes.

Dido estava sem camisa, e deslizava com o skate, seu corpo parecia fundir-se com o deck em movimentos tão ritmados que era impossível não olhar para Guilherme e chama-lo de desengonçado, mesmo andando de forma até que razoável.

— Você foi na festa, cara. Nem avisou, agora a Bianca nem fala comigo, acha que eu fiz de proposito.

— Eu... nem sabia que ia. Foi culpa da Elise.

— Vocês nem foram juntos...

— Você nem tava lá! — Eu garanti e Pedro me olhou rindo, ele estava triste com aquilo, mas não parecia realmente estar se importando.

— Mas eu tenho olhos por aí. — Ele garantiu. — Foi mancada sua ter ido e nem avisado... ou só ter ido. Cara, eu te chamei, e você levou o David e me deixou de fora. Eu devia estar muito puto com você agora, cê sabe né?

— E porque não está? — Perguntei enquanto Dido e Guilherme chegavam.

— Porque não sou esse tipo de amigo! — Pedro garantiu enquanto virávamo-nos para Gui e Dido, que tinha algo a dizer, ele chamou-nos com a mão. Estávamos no gramado, e para ele não descer do skate, nós retornamos ao cimentado. — Que foi?

— Eu vou ali no portão oito pegar uma coisa. — Dido disse. — Vocês podem ficar...

— A gente vai. — Pedro afirmou. — Vamos?

Dei de ombro, e logo estávamos andando juntos. Optei por ficar ao lado de Pedro, Guilherme do outro lado e Dido na ponta, ele estava ainda sem camisa e preferi evitar ficar perto para evitar olhar, ou pensar.

O portão oito é um dos mais distantes da administração do parque, talvez o 9-A seja mais longe, mas precisaríamos contornar todo o parque para chegar lá (não que Dido se importasse, ele adora ficar andando e deslizando com o skate por ai).

Quando chegamos no portão, Dido nos deixou e atravessou a rua. Do outro lado ele parou para falar com um homem de jaqueta, naquele calor, pegou alguma coisa e voltou, eu, Pedro e Guilherme só debatemos sobre quem seria o homem enquanto Dido ainda estava longe.

Quando ele chegou nós voltávamos a andar.

— Pra marquise?

— Demoro. — Dido respondeu Pedro, e partimos para a Marquise. Era só atravessar a ponte do lago e chegaríamos rápido lá.

Enquanto andávamos Guilherme olhou para o que Dido carregava na mão.

— Um tablet? — Perguntou, sempre curioso.

— Maconha, gênio burro. — Pedro rolou os olhos e Dido fez sinal para que ele falasse baixo.

— Não me é útil em nada saber disso. — Guilherme gostava de saber de tudo, desde que lhe oferecesse alguma vantagem em algo esse saber. E a maconha, para ele, não era importante em nada. Considerava um vício inútil, diferente da cafeína, a qual ele era adepto.

Quando chegamos perto da Marquise, esta estava cheia com um espetáculo de palhaços, então demos meia volta e fomos para a trilha que circundava o lago ao lado da ponte.

Paramos lá e na beira do lago nos sentamos para descansar ao pôr do sol, mesmo faltando quase uma hora e meia para o mesmo se pôr e nossas peles estarem só queimando sobre o calor escaldante.

— Dido, você sabe porque me chamariam de xis nove? — Perguntei quando a oportunidade surgiu com a falta de assunto do grupo.

— Ainda isso? Algum dos moleques falou alguma coisa? — Dido, que enrolava o cigarro de maconha dele, perguntou me lançando um rápido olhar, então voltando a focar na seda.

— Não... é que... sei lá, ninguém gosta de xis noves, e eu vejo que o João e o José lá no fundo me olham torto sempre.

Eu não sabia porque, mas aquilo ainda me incomodava, era como se ainda não tivesse acabado, como se ainda tivesse alguma coisa por acontecer! Se não fosse, a turma do fundão não me olharia com aquela cara feia, nunca o tinham feito, e não devia ser apenas rancor.

— Relaxa, Lucas. — Dido afirmou. — Não deve ser nada além de antipatia mesmo. Esses caras são uns idiotas, por isso não falo muito com eles. Além do que, tudo foi esclarecido, não!?

— É. tudo foi esclarecido — Respondi, mas era aquilo verdade?

Se tudo foi esclarecido, então por que eu continuo com tantas dúvidas?



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