História Primeira Atração: Um Método Perigoso. - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Palavras 1.783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Tá aqui o capítulo novo 🌚
Boa leitura ♥

Música nas notas finais.

Capítulo 37 - Pain.


Fanfic / Fanfiction Primeira Atração: Um Método Perigoso. - Capítulo 37 - Pain.

Como posso dizer isso sem quebrar
Como posso dizer isso sem assumir
Como posso colocar em palavras
Quando é quase demais para a minha alma em paz
(...)
Eu amei e eu amei e perdi você
E dói como o inferno
Sim, dói como o inferno. - Hurts Like Hell.

Terça-feira.

Nunca na minha vida desejei tanto ser sábado.

Minha cabeça doía com tanta força, que fico tonta ao levantar a cabeça, e olhar pela janela.

Para completar tudo, estava tendo uma tempestade.

Sinto meu rosto com os rastros das lágrimas que lavaram minha face ontem. Não falei com ninguém quando cheguei, e nem pretendo falar hoje. Pra ser mais exata, não vou me levantar.

" Vadiazinha estúpida. "

Ainda ouço suas palavras falarem comigo. Até mesmo sonhei com isso.

Até agora ainda não acredito.

Me aconchego mais nos lençóis, cobrindo-me completamente até a cabeça, fazendo o ar ficar abafado.

Escuto alguém bater na porta, mas não me dou ao trabalho de me levantar para destrancá-la.

- Belle? -- Bob me chama. -- Está na hora de se arrumar, rápido!

Eu fecho os olhos com mais força, sentindo vontade de chorar de novo. 

Tinha que arrumar um jeito de arrumar uma desculpa para não ir.

Gripe parece uma boa alternativa.

Então, me sento na cama, sentindo a dor de cabeça vir de novo, e enrolo o lençol à minha volta, congelando dos pés à cabeça ao tocar até mesmo o tapete do meu quarto.

Caminho lentamente até a porta, e a destranco. Olho para o lado de fora, e vejo meu pai prestes a descer as escadas. Porém, quando ele me ouve o chamar, o mesmo dá meia volta e vêm até mim.

- O que aconteceu? -- Bob pergunta, segurando meu rosto em suas mãos. -- Seus olhos estão inchados. Andou chorando?

- Não. -- Falo, sentindo a garganta seca, e com um nó. Eu não podia chorar na frente dele. -- Quer dizer, sim, mas é porque estou me sentindo muito mal.

- Quer ir para o hospital? -- Ele fala, me levando para dentro do quarto de novo. -- Posso pegar meu carro agora mesmo e...

- Não, pai. -- O interrompo, e me deito na cama de novo, quando chegamos até ela. -- Só preciso descansar, minha cabeça dói a cada palavra que digo.

- Tudo bem. Isabelle também não vai para o Colégio de novo, ela me ligou avisando ontem à noite, porque você não respondia as mensagens dela. -- Bob fala, sentando-se na beira do colchão. --

- Ela está bem? -- Pergunto, agora o olhando nos olhos. --

- Não totalmente, ela não se dá bem com tortilhas e pimenta. -- Meu pai responde, rindo, e eu tento não rir, afinal, coitada de Izzy e da minha cabeça. -- Mas enfim... Vou pegar um remédio para você. 

Ele fala, e então vai embora depois de dar um beijo em minha bochecha.

Quando me vejo sozinha de novo, Matthew volta à minha mente, e eu solto um suspiro de angústia, enquanto lágrimas começam a sair de meus olhos.

Um trovão me faz estremecer nos lençóis, e então volto à mesma posição de antes de Bob bater na porta.

Se eu soubesse que se apaixonar doeria desse jeito, por conta de algo que o outro falou, eu nunca teria me envolvido com Matthew.

Sr. Bomer pov's.

Chego no Colégio um pouco antes da chuva começar. 

Vou diretamente para todos os lugares onde Belle poderia estar, já que ainda era muito cedo para alguém notar um professor agindo como louco pelos corredores.

Não a encontro. 

Convenço a mim mesmo que ela apareceria na minha aula, como sempre, e que no final ela iria aceitar minhas desculpas.

Tento com todas as forças enfiar isso no meu cérebro, por mais difícil que fosse a quase certeza de que isso não aconteceria.

Vou para a sala dos professores, e me jogo numa cadeira, após colocar minha pasta em meu armário.

Passo as mãos pelo cabelo, e respiro fundo.

Não me interessava em ficar aqui, se Belle não estivesse também.

Começo a pensar no que eu poderia fazer para mudar o meu erro, e me assusto quando dois saltos vermelhos param à minha frente.

Olho para cima, e vejo Lilian sorrir para mim, com seus lábios tomados por um batom rosa.

- Olá, Sr. Bomer. -- Ela fala, pegando em alguns fios de meu cabelo, mas a paro, segurando seu pulso. --

- Lilian, eu realmente não estou com paciência hoje. Pode me deixar sozinho? -- Falo com a possível educação que ainda me restava com ela, e solto-a. --

- O que aconteceu? -- Lilian pergunta curiosa, e puxa uma cadeira para se sentar ao meu lado. Passo uma mão pelo rosto, sentindo minha cabeça esquentar mais ainda, àquela hora do dia. --

- Srta. Gomez, isso não é de sua conta. -- Respondo, e me levanto do lugar onde estava, então caminho até o refeitório. --

Afrouxo um pouco a gravata, e então me sento em uma mesa vazia, no canto daquela área do Colégio, e observo alguns alunos passarem me encarando.

Massageio as minhas têmporas, sentindo um incômodo terrível dentro de mim mesmo. Mas que merda.

Eu poderia descontar tudo naquele rosto radiante do Ryan.

Xingo baixo quando o sinal das aulas toca, e me dirijo até a minha sala, para dar aula aos estudantes do 1º ano.

No meio da aula, eu nem estava mais prestando atenção nos alunos. Apenas passei uma atividade que demoraria no máximo 2 dias para responderem.

Meus pensamentos estavam total e completamente sendo ocupados por Belle, como nunca foi por ninguém.

Isso estava deixando-me irritado comigo mesmo. Quando deixei as coisas saírem do controle dessa forma?

- Professor? -- Ouço uma voz chamar, e acordo do transe, olhando uma garota de cabelos negros e franja à minha frente. --

- Sim? -- Respondo, olhando para o caderno que ela tinha nas mãos. --

- Estou com uma dúvida, mas... O senhor está se sentindo bem? -- A mesma pergunta, me fazendo olhar em seus olhos de novo. Tenciono o maxilar, e respondo que sim lentamente com a cabeça. --

- Pode fazer a pergunta. -- Eu mudo o assunto, e a ajudo no que precisava. --

Assim que o sinal toca, me levanto da cadeira, e saio da sala antes mesmos dos estudantes.

Caminho até a grade de horários dos professores, e procuro por qualquer um que tivesse aula com o último ano.

Se Belle não veio, a amiga dela, Isabelle, poderia ter vindo. Eu só preciso de alguma informação sobre ela.

Procuro nas salas, gastando o tempo da minha segunda aula, e apenas encontro o garoto ruivo e impetuoso que agarrou Belle no Baile. 

Engulo meu orgulho, e então bato na porta onde ele estava tendo aula.

O professor, que se não me engano, chamavasse Marcos, abre a mesma para mim, e então peço para falar com Rob, enquanto ouço comentários e risadinhas de meninas correrem pela sala.

Assim que digo o que queria, espero o garoto aparecer, encostado na parede da exterior da sala.

Alguns segundos depois, o ruivo aparece, e eu me viro para ele rapidamente.

- Preciso saber se você sabe algo sobre a sua amiga. -- Digo de uma vez, e espero ele responder, enquanto cruzo os braços. --

- Belle? Por quê quer saber sobre ela? -- O mesmo pergunta, só para testar o resto da minha paciência. --

- Coisas do Colégio. Ela não vem hoje? Está doente? O que aconteceu? -- Falo, e o Rob franze as sobrancelhas à medida que falo. --

- Calma aí. Eu não sei, não falo com ela há alguns dias. -- Admito que ouvir isso me deixou um pouco feliz, mas volto a minha atenção às palavras do garoto. -- Quem provavelmente sabe é Isabelle, mas acho que ela tá doente. Desculpe.

Ele responde, e então com um gesto de mão, o dispenso, e o mesmo volta para a sua classe.

À passos largos, volto para a minha sala, para dar a aula com o resto de tempo que sobrou.

Tento me concentrar nas coisas que escrevia no quadro, a medida que penso no sofrimento que eu estava causando à Belle, e me puno mentalmente por isso.

Parecia um pequeno inferno de volta à minha vida.

Belle pov's.

Já eram 14:56, mas a dor de cabeça ainda insistia levemente.

Eu também ainda não havia abandonado a cama, apenas para comer - porque fui obrigada -.

O meu celular estava cheio de mensagens de Isabelle, que queria saber do meu sumisso.

Também havia uma mensagem de Ryan, se desculpando pelo incoveniente.

Reviro os olhos, e então me levanto, indo até o banheiro.

Tomo um banho rápido, e descubro que a porcaria da minha menstruação desceu. O que poderia faltar para a minha vida melhorar?

Voltando para o quarto, eu me visto com raiva, e ponho um suéter grande por cima da blusa regata e short que coloquei.

Então, pego meu celular novamente, e resolvo responder a Jordan.

" Não se preocupe. Matthew é um idiota, eu que peço desculpas pelo modo que ele agiu. Espero que não desista da nossa amizade. " - Eu.

Mando, e então leio as mensagens de Izzy, nas quais se resumiam a como sua barriga estava horrível, e como ela queria vir me ver.

Eu respondo rapidamente, dizendo que ela poderia vir quando quisesse, já que não tinha ido ao Colégio também, e saio do quarto, indo até a sala de estar.

Bob havia saído com Meredith, para fazer as compras do mês, e eu me vejo sozinha na casa, o que me abala emocionalmente. Isso só podia ser tpm misturada com a minha decepção amorosa.

Ao sentar-me no sofá, recebo uma nova mensagem de Ryan, e a leio.

" Claro que não. E sim, pude ver como ele é ciumento, sinto muito por isso. Podemos marcar qualquer coisa, quando eu estiver livre da faculdade, e você do Colégio. ;-) " - Ryan Jordan.

Encaro a tela do celular por longos minutos, sem saber se realmente queria sair para me divertir de novo, e acabo largando o aparelho no estofado, assim que Isabelle chega e vou abrir a porta para ela.

- Hey. Por que não foi hoje? -- A mesma pergunta, indo para o sofá, e pega o controle da tv. --

- Não estava me sentindo bem. -- Falo, e me sento ao seu lado. -- Não estou.

- O que aconteceu? -- Ela olha para mim, e coloca uma mão em meu ombro. --

- Matthew. Ele aconteceu. -- Respondo, sentindo meus olhos lacrimejarem, e me xingo de fraca por estar chorando por causa dele. --


Notas Finais


Espero que tenham gostado u.u comentem sobre, xo ^^

Música: https://www.youtube.com/shared?ci=PxmiH23QMKE


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