História Primeira Atração: Um Método Perigoso. - Capítulo 38


Escrita por: ~

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Palavras 1.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


ME DESGURLPE, EU SEI QUE DISSE QUE IA POSTAR NA MADRUGADA HOJE, MAS EU DORMI NO MEIO DO CAPÍTULO JAHSHSJD
( A seguir, podemos ver o Patrick maravilhoso. )

Tá aqui, terminado. S2 Boa leitura :3

Música nas notas finais.

Capítulo 38 - Patrick Bomer.


Fanfic / Fanfiction Primeira Atração: Um Método Perigoso. - Capítulo 38 - Patrick Bomer.

Me escute, eu te darei tudo de mim
Me dê tudo isso, eu preciso disso tudo pra mim
Eu preciso disso tudo
Então me diga que você me ama
Apenas essa noite
Apenas essa noite
Mesmo que você não me ame. - Wicked Games.


- Eu estou ouvindo as palavras que estão saindo de sua boca, mas eu não consigo crer nelas. -- Isabelle fala, depois de escutar meu desabafo. --

- Entendo. Não parece real. -- Respondo, enquanto enxugo as lágrimas que caíram. --

- Eu vou detonar ele. -- Izzy fala, ficando vermelha de raiva. --

- O que vai fazer? -- Pergunto assustada. --

- Não sei. -- A mesma se levanta, e coça a cabeça, se concentrando. -- Vou dizer que ele te assediou, e quando você recusou, ele te xingou e disse que você nunca passaria de ano se depender dele.

- Isabelle... Isso não vai funcionar. -- Eu retruco, a olhando cansada. -- O Diretor Turner acha que sou obcecada por Matthew, e isso não vai ajudar. Além do mais, não vou fazer nada com ele. Apenas vou esquecer que ele existe.

- Mas... -- Ela tenta insistir, mas eu nego com a cabeça antes dela começar. --

- Só vamos ver um filme. Estou com cólica e de coração partido. -- Eu falo, deitando minha cabeça em seu colo, quando a mesma volta a se sentar, e espero ela ligar a tv. --

Ficamos assistindo filmes de terror até às 16:00, que foi quando Bob e Meredith chegaram.

Nos levantamos do sofá, e vamos os ajudar com as compras, e levamos tudo para a cozinha.

Ao terminarmos, Bob dá um beijo na cabeça de Isabelle, e vem até mim. 

- Está melhor? -- Ele pergunta, colocando as costas da mão em minha testa, checando alguma febre. --

- Estou. A dor de cabeça está melhor. -- Eu respondo, e me sento um banco, perto do balcão, assim como Isabelle. --

- Vai poder ir para o Colégio amanhã? Se não é melhor te levar no médico, onde pega um atestado. -- Ele fala, indo buscar algo em uma das mochilas de compras. --

Eu fico sem saber o que responder. 

Não estava realmente doente, o que significava que eu não precisaria ficar em casa de novo, mas a última coisa que precisava era ir para o Colégio.

Será que eu não poderia faltar por uma semana?!

- Não... Tudo bem, eu vou amanhã. -- Respondo, e olho para Izzy. -- Você vai também... Certo?

- Claro. -- Ela fala, e pisca para mim, enquanto sorri. --

Retribuo, aliviada em ouvir suas palavras. Enfrentar as coisas com alguém é bem mais fácil do que sozinha.

Sr. Bomer pov's.

Volto para casa sem saber bem no que fazer.

Era como se uma grande nuvem tivesse se instalado em minha vida no exato momento que aquelas malditas palavras saíram de minha boca.

Encaro um pouco a rua, refletindo, e então desço do automóvel, entregando a chave ao manobrista.

Subo até meu apartamento sem ânimo, e me jogo novamente no sofá, e de novo, encaro a tela do celular, sem saber o que fazer.

" Belle. Precisamos conversar sobre o que aconteceu. Por favor. - SrB. "

Envio, e então me deito no sofá, sentindo-me estranhamente desgastado por um dia.

Sem demora, acabo adormecendo por conta das horas que fiquei sem dormir na madrugada de hoje.

" - Você sabe o que tem que fazer. -- Ela sussurra em meu ouvido, enquanto escuto o barulho das correntes em suas mãos se arrastarem, e me fazerem cair no chão. -- 

- Não posso. -- Respondo, sentindo meu corpo tremer a medida que sua mão se levanta, e logo depois desce em meu rosto com força, fazendo minha face já machucada, arder ainda mais. --

- Matthew. Já conversamos sobre seu comportamento... Não pode me responder, querido. -- Ela sussurra de novo, e então pisa em minhas costas, esmagando minhas costelas, fazendo-me sugar o ar de forma dolorosa. --

- Sarah. Por favor. -- Eu grito, quando vejo o chicote descer em minha direção. -- "

O barulho do interfone na cozinha me faz levantar rapidamente do móvel onde adormeci.

Minha camisa social estava completamente molhada de suor. Passo a mão pelo meu rosto, para fazer-me acordar de vez e perceber que tudo não passou de um pesadelo... Ou melhor, lembranças.

Caminho atordoado até a cozinha, e então seguro o telefone, levando-o até minha orelha.

- Sr. Bomer? -- O recepcionista fala, e eu pisco algumas vezes até responder. --

- Sim, sou eu. -- Digo, e então respiro fundo. -- O que foi?

- Patrick Bomer deseja subir ao seu encontro. Liberado? -- Ouço a voz falar, e meu corpo congela. --

O quê?

Patrick?

- Claro. -- Respondo, e automaticamente desligo o interfone. --

Sigo rapidamente até o banheiro, onde lavo meu rosto, e tiro a camisa social.

Me encaro no reflexo do espelho por alguns minutos, até que ouço a compainha tocar e vou atender a porta.

- Irmão! -- Patrick fala, abrindo um sorriso convidativo, e abre os braços. -- Vem cá.

Ele se aproxima, e então me dá um abraço caloroso, sem se importar de eu estar todo soado.

- Patrick. O que está fazendo em Carlisle? -- Pergunto, o afastando de mim, e dando espaço para ele entrar. --

- Vim te visitar. Além do mais, resolvi fazer negócios com pessoas daqui, para poder te ver mais. -- O mesmo se justifica, enquanto arrasta suas malas até meu sofá. --

- Espero que seja visita. -- Digo baixo, porém o mesmo escuta e me olha divertido. --

- Seu mané. Eu vou me hospedar em um hotel, pode ficar tranquilo. -- Ele fala, dando de ombros, e então segue até minha cozinha. -- Cara, o vôo me deixou com fome.

Patrick abre a minha geladeira, e pega várias coisas de dentro. O observo por um instante, até que resolvo falar algo.

- Como você está? -- Pergunto, indo me sentar em uma cadeira. --

- Bem, na medida do possível. -- Ele responde com um mínimo sorriso, me fazendo lembrar de como foi difícil para ele a morte do nosso pai. --

- E a Empresa? Não faliu ela, não é? -- Brinco, pegando uma fruta da fruteira em cima do balcão. Ele me olha com sarcasmo. --

- Isso aconteceria se você estivesse no comando. -- O mesmo responde, sorrindo de novo, e em pouco tempo, o mesmo termina de preparar um sanduíche nojento. --

- Vai comer isso? -- Pergunto, e franzindo o cenho. -- 

- Sim, ue. -- Patrick me olha estranho, e continua. -- Só porquê tenho 24, não significa que tenho que me alimentar como um velho, igual a você. 

Eu rio de suas palavras, pensando que ele era a única pessoa, além de Belle, para conseguir fazer isso.

Ao lembrar dela, olho para a sala de estar, onde deixei meu celular, e me pergunto se a mesma tinha me respondido... Ou até mesmo lido.

- Com quem daqui está fazendo negócios? -- Pergunto, tentando ocupar a minha cabeça, mudo meu olhar para Patrick. --

- Uma empresa. A dona é uma mulher chamada... Como é? -- Ele fala, pensando, e então olha para mim ao se lembrar. -- Maryah Fanning.

- Fanning? -- Pergunto, estático. -- 

- Sim. É uma ótima empreendedora. -- Patrick diz, e eu concordo com a cabeça. --

- Não tenho dúvidas.

Aquilo só poderia ser uma brincadeira.

- Hoje irei jantar com ela em um restaurante. -- Ele continua o assunto, e eu me levanto da cadeira. --

- Legal. -- Falo distante, saindo da cozinha para subir até meu quarto. -- Vou me deitar. Estou indisposto...

- Tudo bem. Se não se incomoda, vou dormir aqui hoje. -- Ele avisa, com a boca cheia de comida, e começo a subir os degraus da escada. --

Chego no meu quarto, e tranco a porta.

Então, sigo até a suíte, tirando o resto de minhas roupas, e paro em frente ao espelho retangular do banheiro.

Encaro meu reflexo, sem camisa, e observo algumas cicatrizes se estenderem do meu abdômen, até minha cintura. 

Elas eram tão finas, e claras, que apenas quem soubesse que as mesmas estavam ali, poderiam percebê-las.

Toco as minhas costas com as pontas dos dedos, sentindo outras ali, porém mais espessas.

Respiro fundo, fechando os olhos, e apoio as mãos na pia.

Incrível como tudo antes era um borrão, quando estava com Belle, mas agora, parece que aconteceram há pouco tempo, apesar de fazerem anos.

Um arrepio sobe pela minha espinha ao relembrar o rosto de Sarah.

Odiava aquela sensação de insegurança. Odiava não ter controle sobre meus sentimentos por uma garota.

Olho para mim mesmo no espelho novamente, e dou um murro no meu reflexo, fazendo o objeto se partir em vários fratais de vidro.

Abaixo a minha mão, que agora sangrava, e tiro alguns pedaços de vidro que se juntaram a carne.

Então, observo-me mais uma vez, agora em partes divididas no espelho, e sigo para debaixo do chuveiro.

Banho e dormir, eram as únicas coisas que me restavam fazer para enfrentar uma provável outra madrugada acordado, por conta de Belle.


Notas Finais


Digam o que acharam u.u e favoritem 💞

Xo.

Música: https://www.youtube.com/shared?ci=6GwMcvA3B0w


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