História Primeira Inscrita - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~Yukema-chan

Postado
Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Rafael "CellBit" Lange
Personagens Personagens Originais
Exibições 39
Palavras 812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Harem, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


DESCULPA A DEMORAAAA
AAAAH

Esse capitulo foi feito pela co-autora-dono, então, todos os créditos vão para ela \o\

Capítulo 17 - Vídeo Treze - TUTS TUTS - Parte Dois


Por mais que já estivesse um tanto quanto "feliz", podendo assim dizer, Megan queria mais. Pediu outra dose, dessa vez de whisky, e a tomou aos poucos, ela não estava acostumada ao gosto amargo do álcool. 
 

- Ô Fox! Venha, vamos dançar! – O loiro chamou, estendendo à mão a menina. 
 

Megan fez um sinal de espere e se virou ao balcão do iluminado bar. Pediu uma garrafa de Selvagem ao garçom e, assim que lhe foi entregue a bebida, se virou ao loiro e deu sua mão a estendida de Rafael, pulando ao sair do banco alto, onde ela não alcançava o chão. 
 

Direcionaram-se a pista de dança enquanto os outros garotos caçavam os amigos (que mais pareciam namorados, pela proximidade de ambos). 
 

O loiro passou seus braços pela cintura da morena, que, por sua vez, apoiou sua cabeça no ombro de Rafael, que logo se misturaram no meio das várias pessoas que se encontravam dançando. 

POV's Megan 

 

Eu estava bem. Quer dizer, não tão bem assim, mas numa escala de bem a péssimo, eu estava no quatro. Isso é bom, certo?! Enfim, Rafael me chamou para dançar. A música era tão boa, acho que definia exatamente a minha situação naquele exato momento: 

So what we get drunk? 
So what we smoke weed? 
We are justing having fun, 
we don't care who sees. 
So what we go out? 
That is how's supposed to be, 
living young, wild and free. 

(E daí se ficarmos bêbados? 
E daí se fumarmos erva? 
Só estamos nos divertindo, 
não nos importamos com quem veja. 
E daí se sairmos? 
É assim que deveria ser, 
viver jovem, selvagem e livre.) 

 

Pedi uma Catuaba ao garçom e, assim que tive a bebida em mãos, pulei do banco com o auxílio de Rafael, que estava consideravelmente atraente. Ignorei meus pensamentos impróprios e, abraçada ao loiro, fui me misturando a multidão de pessoas na pista de dança. 
 

Conseguimos chegar próximos ao centro do lugar, onde era difícil de se movimentar. Novamente ignorei meus pensamentos e apenas aproveitei o momento. Quando estaria numa balada novamente? Com Rafael? Com Alan? Com Felps? Com Pac e Mike, o casal que nunca se assumia?

(***) 

 

Se passaram umas quatro músicas desde que fui dançar, e isso foi tempo o suficiente para acabar a minha garrafa de Selvagem. 
 

Me aproximei do loiro porque, graças ao som alto, seria impossível dele me ouvir e o avisei que iria para o bar de novo. Ele assentiu com a cabeça e eu virei de costas, seguindo o mesmo caminho pelo que viemos para a pista. 
Ao chegar ao bar, me sentei nos bancos altos, quase não conseguindo, e fiquei a observar o BarTender preparando os drinks para outras pessoas. Não sabia o que iria pedir, então me virei para a direita, onde encontrei um senhor que aparentava ter uns 30 anos. Preferi não julgá-lo por estar em uma balada onde ele era, certamente, mais velho que todos os presentes e puxei assunto, sem qualquer timidez, afinal, que mal ele poderia me fazer? Ele parecia ser tão inocente... (N/C: já tão prevendo a cagada, né?! 
N/A: NÃO DÁ SPOILER! 
N/C: foi sem querer ;-;) 
 

-Oi! Moço, você tem alguma bebida para me recomendar? 
 

-Claro minha querida! Acho que adorará esse, simples e delicado, parece com você! - Sua voz era grossa, até me assustei um pouco, estava acostumada aos gritos finos de Rafael. 
 

Enfim, pedi o drink ao BarTender e virei de costas ao balcão preto, procurando pelos meninos. 
 

Alan e Felps estavam sussurrando num canto escuro (N/A: Huuummmmm...) e Mike estava com Pac, conversando em um dos sofás vermelhos encostados à esquerda da porta de entrada. Todos pareciam bem. 
 

Me virei para trás e a minha bebida já tinha chegado. 
 

A tomei de uma vez só, estava incrivelmente boa, porém me veio, repentinamente, uma tontura gigantesca. 
 

Iria atrás de alguém, mas assim que me levantei, aquele homem do meu lado segurou meu braço. 
 

- Calma, moça. Aonde vai com tanta pressa? Fica mais um pouco aqui, por favor. ·.

-N-Não, eu não posso. Tenho que ver o... o... Meu namorado! É, meu namorado! 
 

 -Você precisa vir aqui, COMIGO! Vou te levar até seu namorado. 
 

-Ah, tudo bem então. (N/C: Que trouxa)
 

Segui ele até um canto. Ele parecia surpreso ao ver alguma coisa aonde iríamos. 
 

Duas pessoas. 
 

Alex e Filipe.  
 

Enquanto era puxada pro lado oposto onde meus irmãos estavam, de algum jeito, consegui me livrar daquele homem e corri até minha família. O senhor corria para fora da balada, por algum motivo. ·.

Quando cheguei, abracei-os instantaneamente, como senti saudade deles...

Ambos retribuíram, mas eu estava muito fraca e tonta. ·.

Estava tropeçando e muito cansada. Sério, se eu pudesse dormiria naquele exato momento. 
 

E acho que foi isso que fiz. Quer dizer, eu não me lembro de mais nada, só de tudo ficando embaçado e escuro... 

*Pov’s End*


Notas Finais


NÃO ME MATEM AAAAH[


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