História Primeiras vezes - Capítulo 62


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Diana Ayala, Firmino Gonçalves, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Tags Jorgerida, Marilina, Paulicia
Visualizações 404
Palavras 1.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E aí, pessoal?! Tudo bem?! Depois de muito pensar e ter ideias, lá vai mais um capítulo! Você irá se emocionar, prepara-se!

Capítulo 62 - Paulicia na área, Brasil!


Fanfic / Fanfiction Primeiras vezes - Capítulo 62 - Paulicia na área, Brasil!

P.O.V. Paulo

Quando abri aquela porta, me arrependi profundamente de ter dito tudo aquilo à Alícia. Entrei correndo no meu quarto quando percebi que ela estava com um tesoura na mão, prestes a cortar seu cabelo. 

Corri até ela e imediatamente puxei a tesoura de sua mão e a encarei. Percebi que ela não me olhava com desprezo, como eu esperava, e sim com uma carinha que dizia: "Por favor, me ajude!" 

A Ally, notando que não iria conter suas lágrimas, subiu correndo à minha cama, a qual era uma beliche. Sem nem pedir permissão eu subi os degraus que davam à cama e sentei ao seu lado. 

- Alícia, o que estava fazendo? - perguntei preocupado

- Nada além do que deveria ter feito desde que entrei nesse mundo... - ela falava evitando o contato visual

- O que seria?

- Sair dele... - ela falou e eu não acreditei no que ela disse

- Por que ousaria em fazer isso? - perguntei indignado

- Porque eu não mereço viver, Guerra... E-Eu não mereço ser feliz! - ela falou cabisbaixa e eu senti um nó na garganta

- Quem te disse isso?

- Guerra, você não vê?! Depois de tudo o que aconteceu você acha que eu ainda devo ficar aqui? Durante toda a minha vida recebi sinais de que eu fui e sou um erro... Tudo corria bem no mundo, até eu nascer e arruinar a vida de todos! Além do mais, eu não aguento mais um minuto nesse sufoco, nessa prisão de sentimentos que turbinam minha mente e me fazem desistir cada vez mais. Eu preferia nunca ter nascido à causar todos esses danos! Se eu não existisse nada haveria acontecido aos meus pais, eu nunca iria ter que lutar contra meus sentimentos, os quais eu jurei nunca sentir... - ela falou e uma lágrima caiu de seus olhos

- Gusman, primeiramente eu quero que você me escute e não me interrompa! - falei seriamente e ela assentiu - Olha, eu nunca achei que falaria isso à alguém ou, muito menos uma garota, não qualquer garota, A Garota! Enfim, posso ser um covarde em te pedir desculpas somente agora e você pode não acreditar no que eu estou dizendo, mas nunca é tarde demais! Nunca é tarde demais para ser feliz! Nunca é tarde demais para amar! Nunca é tarde demais para ser amado! Nunca é tarde demais para... Viver! E... Eu sou uma prova disso. Sabe por quê? - perguntei e ela me encarou se atentando à cada palavra que dizia - Porque antes tudo era muito escuro e sombrio, e assim foi, o que me fez acreditar que eu nunca acharia uma luz nessa imensa escuridão, mas eu estava errado. Às vezes, a luz está logo ali, mas não nos permitimos achá-la... Não queremos achá-la, por mais que inconscientemente! Temos medo do que estará adiante, temos medo da felicidade, temos medo de nos iludirmos e criamos um bloqueio que nos impede de senti-la, porém, acredite, se você não a encontrou, um dia ela te encontra, e meu dia chegou como que de repente, me assustando e logo me proporcionando experiências que em hipótese nenhuma imaginaria passar. Não posso negar que no começo foi muito difícil, doeu, mas meu esforço valeu à pena... Porque, ele me mostrou que não há caminho para felicidade, pois a felicidade é o caminho! E... Essa felicidade à qual me refiro não é algo hipotético e muito menos faz parte da minha vida... -  eu falei e a Alícia me olhou confusa - A minha felicidade É minha vida... A minha felicidade é você! - eu falei e a Alícia ficou boquiaberta

- Guerra, m-mas como posso viver se estou sozinha? - ela falava derramando algumas lágrimas

- Gusman, você nunca estará sozinha, você nunca está... P-Porque e-eu te amo! - falei chorando - Por favor, não me deixe aqui! Se você se for, eu deixarei de viver para apenas... Sobreviver! Você pode até dizer que eu ainda tenho pai, mãe, irmã e um família, mas... Nada disso importa se a pessoa que eu mais amo não está aqui! Lícia, eu faço tudo por você, mas por favor... - eu ajoelhei aos seus pés - Fique comigo! Eu fui um idiota em falar que você estava com frescura, que era gorda e quem jamais nenhum garoto te amaria! Mas, olha só! A ironia do destino se fez presente quando eu me apaixonei por você! Não! Eu não quero que você mude seu estilo, seu corpo e muito menos, eu não quero que VOCÊ mude, porque... Se eu te amo, é porque você é única! Eu não te quero uma patricinha, uma caipira, não te quero meiga, não te quero romântica... Eu quero a Alícia Gusman, aquela que sempre me xinga, me chama de inúmeros nomes, diz que me odeia, mas que esconde uma menina tímida e que quer carinho! A Alícia Gusman por que eu me apaixonei, apesar de ser carinhosa e uma ótima amiga a quem merece, não perde o costume de insultar, dizer te odeio, para recomeçar. Lícia, pode ter certeza, o céu deve estar sorrindo agora, e seus pais não iriam querer que a filha sofresse. Agora, seu pai deve estar me fuzilando por estar dando s-seu bem mais precioso à mim, mas pude ficar tranquilo - falei olhando ao teto - Nunca deixarei a Alícia, porque agora ela está protegida em meus braços! - disse e a Ally deu um riso abafado e começou a chorar novamente, mas, não um choro de tristeza, um choro de alegria

Eu apenas a abracei bem forte. Ela precisava de um...

- Está tudo bem? - perguntei limpando seu rosto

- S-Sim! - ela falou não muito confiante

- Tem certeza? - falei desconfiado e ela olhou para baixo

- Sabe o que é? Eu não suporto ficar brigada com você! Desculpa! Me desculpa por tudo! - ela falou 

- Não! Eu que devo desculpas! Se alguém aqui fez errado, esse alguém foi eu... - falei acariciando seu rosto

- Então, v-você não está bravo comigo? - ela perguntou envergonhada

- Por mais que eu tentasse, eu não iria conseguir! E-Eu te amo! - falei me aproximando

- E-EU também te amo! -  ela falou e ficamos trocando olhares

- L-L-Lícia, a-acho que eu vou te beijar! - falei timidamente, sim você leu certo. A Ally apenas arregalou os olhos

Quando percebi, já estávamos nos agarrando, como se necessitássemos daquilo para viver. Nossas línguas brigavam por espaço. Hora ou outra dávamos mordidas e trocávamos carinhos. A peguei no colo e ela enrolou suas pernas prendendo meu quadril. O clima já começava a esquentar, quando escutamos o Mário entrar. Droga

- Então, vocês não vêm... - ele iria continuar, mas se surpreendeu com a cena de mim e a Alícia todos descabelados e juntos - Opa! Parece que atrapalhei o momento. Só não esquece de usar cami... -  ele foi interrompido por um travesseiro que joguei na cara dele, porque percebi que a Alícia estava com muita vergonha 

- Já vamos almoçar! Agora, fora do meu quarto! - falei e o fuzilei

Eu e a Alícia nos olhamos e ela corou.

- Hey, não liga para o Mário! - falei e dei um selinho e quando virei ela deu um sorriso maior que o do Coringa. Ufa, não fiz algo errado! Percebendo que a Lícia estava tímida, puxei assunto - Amor, vamos almoçar?! Eu prometo que ficarei ao seu lado e te ajudarei.

- T-tudo bem... "Peraí!" Você me chamou de amor?! - ela perguntou sorrindo e eu corei

- E-Eu?! N-Não! - disfarcei

- Eu juro que eu ouvi...

- Não! Ouviu errado! - falei quase morrendo de vergonha

- Se você diz.... Vamos, amor! - ela me falou e eu sorri com aquela última palavra, o que ela me respondeu com uma piscadinha e eu me derreti. Ah, Alícia você me enlouquece!


Notas Finais


E aí?! O que acharam das palavras do Guerra? Ele merece o amor da Alícia? A Alícia vai desculpá-lo? Comentem o que acham! Próximo capítulo rolará Marlina e Kobi ;-)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...