História Primeiras vezes - Capítulo 65


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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Diana Ayala, Firmino Gonçalves, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Tags Jorgerida, Marilina, Paulicia
Exibições 247
Palavras 1.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Preparem suas pipocas e coração, pois vão chorar!

Capítulo 65 - Eu e mais quantas?!


Fanfic / Fanfiction Primeiras vezes - Capítulo 65 - Eu e mais quantas?!

P.O.V. Paulo

Eu e a Ally descemos e junto do Mário e da Marcelina jantamos. Sem dúvidas foi o melhor jantar da minha vida, pois minha marrentinha conseguiu, conseguiu! Quem me visse agora riria da minha cara, pois neste exato momento estou com uma tremenda cara de bobo, mas por um dos melhores motivos.

- Lícia, eu não te disse que conseguiria? - sussurrei em seu ouvido e ela sorriu

- Guerra, você não acha que comi demais? - ela me perguntou com uma carinha tristonha

- Não! Não se preocupe com isso, meu amor! O que importa é que... Você conseguiu! - eu disse colando nossos rostos

- Errrrrr... Desculpe atrapalhar o "love love" do casal, mas temos uma notícia importante para dar! - Marce disse trocando olhares com o Mário e vice-versa

- A Escola Mundial está organizando um Baile de Formatura ao Nono ano e pretende convidar todos nós... Então, estávamos pensando em reunir a galera amanhã na casa abandonada para decidirmos os pares e os detalhes. Topam? - Mário perguntou. Eu a Ally nos entreolhamos e demos de ombro

- Eu topo! - dissemos em uníssono e eles sorriram

- Perfeito! Bom, já são 23:00 e já estou morrendo de sono... Eu e o Mário já vamos deitar, então... Juízo e se comportem! - Marce disse com um sorriso malicioso e dando uma piscadela e nós demos a língua

- Essa Marce... - falou Ally se recompondo e se levantando

- Lícia, você está com sono? - perguntei como se quisesse dizer algo

- O que você quer aprontar, hein?! - ela me encarou com um olhar desconfiado

- Gosta de correr risco? - perguntei e ela assentiu prevendo o que eu faria - Venha comigo! - falei segurando suas mãos e a levando até o último andar - Esta vendo aquela escada? Ela nos leva até a cobertura... - falei e ela pareceu surpresa

- Você está pensando no que eu estou pensando? - ela me perguntou com uma cara sapeca

- Se você está pensando em subir até a cobertura, sim, estou pensando no mesmo que você! - falei e ela sorriu - Vem! Pula nas minhas costas... - falei e a Lícia pulou e eu subi 

- Uau... - ela disse ao descer das minhas costas e observar todo o local, que dava uma ótima vista do céu e da cidade

- E aí? - eu disse a observando

- Você nunca havia me mostrado antes... - ela falou me encarando deslumbrada - A Marce sabe disso?

- Não... Na verdade, só eu sabia... É um lugar especial, entende? - perguntei e ela assentiu - Eu sempre vinha aqui para esfriar a cabeça ou para aliviar um pouco o estresse do dia a dia... Já deve fazer um bom tempo que não vinha aqui... Desde que... - eu continuaria, mas me perdi no brilho dos olhos da morena

- Desde que... - ela me incentivava a continuar

- Desde que... Eu passei a amar e namorar você! - falei e ela sorriu envergonhada

- Mas, por que desde então você nunca mais veio aqui? - ela me perguntou e eu soltei uma risada meio tímida

- Porque... Desde quando eu passei a te namorar, não havia mais motivos com que eu me preocupar... Apenas você! - eu falei e ela apenas encostou no parapeito, de forma que o vento bagunçasse seus fios castanhos

- Guerra, posso te fazer outra pergunta? - ela perguntou se virando para mim - Por que me trouxe até aqui? - ela perguntou com um brilho inexplicável no olhar

- Porque, eu senti que estava na hora de compartilhar minhas dores e segredos contigo! - falei e ela abriu um sorriso, que logo desmanchou ao olhar ao céu estrelado - O que houve? - perguntei colocando uma mecha rosa atrás de sua orelha

- Sabe, eu não sei como pude aguentar tanto tempo sofrendo... - ela falou e eu não entendi - Eles eram tudo para mim, até que o destino resolveu me testar e como que de repente os arrancou de mim... - ela falou desviando o olhar, parecia que deixara escapar uma lágrima - Depois que eles se foram, nada mais fazia sentido na minha vida... Minha vida era uma mentira, eu era um erro... Até eu descobrir que a vida era mais que isso, até eu achar uma luz em meio a tanta escuridão... Até eu descobrir e sentir na pele o que é amar e o que é ser amada! Todo esse tempo eu chorei e sofri por algo que estava todo tempo ao meu lado, só restava eu abrir meus horizontes e me permitir... Esse "algo" ao que me refiro é a pessoa que eu mais amo neste mundo... É alguém que me ensinou que o amor, se verdadeiro, não acaba! Me ensinou o que é amar, tendo todos os motivos para desistir de alguém, mas não desistir... Esse alguém me fez acreditar que o amor não tem final feliz, porque o amor não tem final! Antes, o "amor" era apenas uma palavra até que eu encontrei alguém que deu um verdadeiro sentido à ela. A minha felicidade tem dez letras, mas consigo resumi-la em apenas quatro: VOCÊ - ela disse com os olhos marejados e a única reação que tive foi dar-lhe um beijo cheio de amor. Foi um beijo delicado e tímido, mas que demonstrava todo o amor que sentíamos

- Gusman, dança comigo? - perguntei encarando seus olhos 

- Guerra, eu não sei dançar! - ela disse envergonhada

- Eu te ensino! - falei e ela sorriu, se convencendo

Ela colocou as mãos no meu pescoço e eu em sua cintura. Não tirávamos os olhos um do outro em momento algum. Era como se o mundo parasse nessa cena. Era como se a única pessoa que existisse na Terra fosse a Alícia. Todo o universo conspirava a favor de nós, até mesmo as estrelas que nos iluminavam. (Coloquem a música Still Falling for You) 

- Lícia, agora que você já falou o que sentia, é minha vez... - falei e ela me encarou - Bem, sei o quanto foi difícil ficarmos juntos e mais ainda entendermos que nos amávamos. Apesar de todos a nossa volta reafirmarem que nosso ódio não passava de amor, apesar do universo conspirar a favor do nosso romance, nós não conseguíamos enxergar, sabe por quê?! Porque durante todo o tempo que nos alertavam, nós estávamos muito ocupados, tentando se esquecer um do outro... Mas, quanto mais nos ocupávamos, mais não percebíamos que fomos nos apaixonando mais e mais. O nosso grande problema foi criar problema onde havia solução! O amor sempre foi a solução... Só que nós não enxergávamos... Passamos tanto tempo ocupados tentando não amar, que nos amamos! Nos odiamos tanto, que acabamos nos apaixonando... Mas, quer saber?! Eu não me arrependo! Nunca é tarde demais para amar! Você me fez abrir os olhos ao amor... Eu te amo tanto... Eu gosto quando você sorri, mas eu amo quando eu sou a razão! Ao mesmo tempo que você é o meu "olá" favorito, é o mais difícil "adeus"... Não importa se serão momentos bons ou ruins, mas se for ao seu lado, cada segundo valerá a pena! Viver sem você, não é viver, é apenas... Existir! Às vezes me pego pensando: Se eu roubei seu coração e você o meu, não teria sido o crime perfeito? - perguntei e ela riu emocionada - Ally, você chegou do nada... Para ser meu tudo! - falei colando nossos rostos

- Eu te amo! - ela disse com um olhar apaixonado

- Eu também te amo!

- Me prove! - ela disse desafiadora - Grite para o mundo! - ela falou sorrindo timidamente

- Eu te amo! - sussurrei em seu ouvido

- Por que você sussurrou para mim?

- Porque você é o meu mundo! - falei e ela ficou sem palavras - Eu te amo muito! - reiterei 

- Eu e mais quantas? - ela perguntou esperando pela resposta

- Aí depende de quantas filhas vamos ter... - falei e ela deixou escapar várias lágrimas e me abraçou e ficamos ali nos beijando, até o sono bater. Quando percebi que ela dormia em meus braços, a peguei no colo e a coloquei em minha cama - Eu te amo, uma ótima noite para você princesa! - sussurrei e ela sorriu, quando eu já ia saindo senti uma mão me puxar

- Te amo! Sonhe comigo, Guerra! - ela disse me fazendo cair sobre ela e me dar um longo beijo

E assim foi uma das melhores noites da minha vida...


Notas Finais


E aí?! O que acharam do momento revelação paulicia? Gostaram? Querem mais? Comentem o que estão achando da fanfic! Beijos!


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