História Prince of Revenge - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Elle Fanning, Shawn Mendes
Tags Elle Fanning, Principe, Sexo, Shawn Mendes
Visualizações 34
Palavras 7.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiie meus amores, mais um capítulo, me desculpem pelos erros, boa leitura. Beijos! Amo vocês.

Capítulo 5 - Chapter four


Liam POV's

-Que tipo de idiota coloca uma exigência dessas num contrato nupcial?- Hannah cerrou os dentes jogando o contrato nupcial em cima de mim sob olhares estupefatos do meu trio de advogados particulares. Eles estavam horrorizados porque ninguém ousava falar comigo de forma tão desrespeitosa. Nunca! Já passava das onze e estávamos preso no meu escritório desde as oito da manhã repassando ponto por ponto por insistência e implicância dela. A cláusula que causou o seu furor era uma que estabelecia que como minha esposa contratada me daria prazer sempre que fosse solicitada por mim. Era uma coisa simples, não precisava de tanto alarde.

-Senhores, me deem licença um instante.- pedi sem desviar os olhos dela que havia levantado pronta para a briga. Eu quase ri da sua expressão ultrajada se eu não estivesse tão puto.- você parece gostar de me desafiar na frente de meus funcionários. Por acaso esqueceu o que aconteceu da última vez?- minha voz não se alterou, mas ela enrubesceu.- Si, cara, você lembra não é?- meu sorriso foi cruel. Ela precisava saber o seu lugar e jamais ultrapassar a linha novamente.- Você será minha pelo período de um ano e vai fazer tudo que eu quiser na cama e fora dela. Nós dois sabemos que não será sacrifício nenhum para você ir para minha cama. A química entre nós ainda é perfeita.- fiz uma pausa.- mas talvez eu não procure tanto, afinal doze meses é um tempo muito longo e devo avisá-la de que nenhuma mulher manteve meu interesse por tanto tempo. Meu desejo por você é temporário como tudo nessa situação. Você para mim é apenas um corpo gostoso que quero foder até tirar isso do meu sistema.- Hannah empalideceu com as últimas palavras. Fui duro, eu sei, mas não havia a menor possibilidade de um relacionamento comum com ela. Agora era a hora de colocar tudo em pratos limpos.- há outra coisa que precisa saber.- ela me olhou de queixo levantado, já recuperada, os olhos de esmeralda soltando faíscas.- nós já estamos praticamente casados.

-Como assim?- sua voz saiu cortante.

-Os documentos foram preparados com data retroativa. Para todos os efeitos nos casamos há mais de um ano no Rio de Janeiro, nos desentendemos pouco tempo depois e você fugiu. A procurei e a trouxe para Ardócia, onde se espera que seja o lugar da minha mulher.- informei calmo.

-Deus! Por que isso? Esse tipo de coisa pode mesmo ser feita?- ela quis saber, mas logo depois riu sarcástica.- não para pessoas normais. Mas para vossa alteza real tudo é possível.- completou com desprezo pelo meu título. Que mulherzinha irritante. Ela era a única que não caía aos meus pés pelo me título. Desafiando-me, desrespeitando-me o tempo todo. Eu simplesmente sorri. Ela bufou e disse em seguida:- ótimo! É até melhor assim sem festas extravagantes, sem nobres arrogantes me avaliando. Onde eu assino?

-Quem disse que não haverá festa?- o rosto dela caiu de novo.- meu tio ficou chateado por eu ter me casado em segredo e longe de meu povo. Em Ardócia os casamentos Reais são tradição. As comemorações duram dias.

-O que exatamente está me dizendo Liam?

-Faremos um baile no sábado. Uma coisa mais íntima apenas para o parlamento e algo em torno de trezentos convidados.- ela arregalou os olhos.

-Trezentos convidados não se encaixam na definição de íntimo que conheço.- disse entre dentes.

-Já disse, meu tio, o rei é muito apegado às tradições e faz questão de nos apresentar como o novo casal real numa cerimônia oficial. Não posso e não vou contrariá-lo.- meu tom de voz não deixou margem para novos argumentos. Ela deu um suspiro designado e virou-se em direção à porta.- Ah, e Hannah?- chamei.

-O que?- me fulminou por cima do ombro.

-Eu quero você a partir de hoje todas as noites na minha cama.- os olhos dela se alargaram de ultraje, mas também nítido desejo.- Ciao Perla mia.- ela não disse nada, apenas saiu com as costas muito eretas.

Quando entrei no meu quarto já passava das onze da noite, fui direto tomar uma ducha. O dia foi agitado. Tive vídeo conferência a tarde toda com o gerente do Chateau Di Castellani em Bordeaux e marquei presença no Cassino no início da noite. Fazia um tempo que não aparecia por lá. Fiz a social com os clientes mais ilustres depois subi ao meu escritório. Meu gerente é muito capaz e confiável, do contrário não estaria comigo. Aproximei-me das paredes de vidro do escritório que permitia a visão total do movimento lá embaixo. O material especial me permitia observar sem ser visto. Hoje recebemos um premiado ator de Hollywood acompanhado de um bela ruiva, o detalhe era que a esposa dele, uma das mais lindas e talentosas atrizes da atualidades provavelmente estava em casa sozinha e grávida. Homem asqueroso. Observei a ruiva sentada no colo do ator, os dois quase fazendo sexo em público. Não sou santo, longe disso, mas jogo limpo. Traição não faz meu gênero. Exploro tudo que tiver para explorar no campo sexual, mas com uma parceira de cada vez. E exijo o mesmo da parte delas.

Enquanto a água caía no meu corpo, antecipava o que faria com minha cara esposa. Ela já devia estar na minha cama, me esperando. Sorri desligando o chuveiro e enrolei uma toalha na cintura. Qual foi a minha surpresa ao encontrar minha cama perfeitamente arrumada e... vazia. Dio! Ela gostava mesmo de me contrariar. Virei nos calcanhares e abri a porta do quarto do meio, meu filho dormia tranquilamente no seu berço. Parei um instante admirando o corpinho rechonchudo adormecido. Eu já o amava tanto. Mio piccolo é a única coisa boa dentro daquela loucura toda. Toquei seu rostinho, me sentindo mais calmo. O beijei e segui para o quarto de Hannah.

Para ser sincero Dimitri não era a única coisa boa naquela situação. Hannah podia ser uma harpia, mas seu corpo ainda me incendiava os sentidos e meu pau vivia em estado de permanente excitação nesses últimos quatro dias em que a arrastei de volta para minha vida. Lembrei-me do sexo explosivo no avião. Da sensação  absurdamente deliciosa da bocetinha quente e apertada em volta do meu pau, me sugando gostoso. Ela era apaixonada, intensa, sempre se entregou sem reservas para mim. Chega de brincar de gato e rato. Eu a quero e quero agora. Escancarei a porta e entrei pelo quarto semiescuro. Ela estava dormindo? Sério? Aproximei-me da cama e parei bebendo a visão dela recostada contra os travesseiros. A camisola preta mal cobrindo os peitos perfeitos. O lençol caindo na cintura. Sorri ao perceber a respiração dela se alterando. A espertinha estava fingindo. Debrucei-me na cama, apoiando uma mão de cada lado da sua cabeça mantendo-a presa.

-Uma dica para situações futuras, delizia mia. Seu peito está subindo rápido demais para quem está adormecida.- sussurrei em sua orelha e ela estremeceu.

-Quer, por favor, sair de cima de mim?- ela disse entre dentes, mas seus olhos espetaculares estavam totalmente dilatados pela minha proximidade.

-Chega de jogos, cara.- puxei bruscamente o lençol que a cobria e ela sentou indignada. A levantei nos braços enquanto ela se debatia.

-O que pensa que está fazendo? Para onde está me levando?Largue-me seu imbecil!- berrou tentando se livrar em vão, pois a segurei mais apertado contra meu peito.

-Shhhhh.- disse baixinho enquanto passávamos pelo quarto de Dimitri.- Deixe de escândalo ou vai acordar nosso filho. Além disso, você quer que a babá acorde e pense que eu vou estuprar minha própria mulher?

-Não sou sua mulher. Esse casamento é uma farsa.- desafiou assim que a depositei na minha cama. Ela ficava linda ali, onde a quis por tanto, tanto tempo.

-O casamento é perfeitamente legal e isso faz de você minha mulher. Minha para eu fazer tudo o que eu quiser.- sussurrei arrancando minha toalha e jogando-a no chão. Os olhos de esmeralda voaram para meu membro esticado em toda a sua glória, pronto para ela. Babando por ela. Suas bochechas coraram. Ela era uma contradição. Era a única mulher que eu conhecia que corava como uma adolescente mesmo depois de ter realizado cada fantasia minha na cama. Acho que é isso que me mantém louco para fodê-la o tempo todo. Ela me dá tudo de uma forma que nenhuma outra deu. Eu ensinei tudo e ela foi uma aluna sempre ávida por mais. Era naturalmente sensual. Não precisava fazer nenhum esforço para ser linda.- tem ideia do quanto está linda aqui na minha cama? Do quanto desejei tê-la aqui? Do quanto quero estar dentro de você agora?- minha voz saiu rouca e fui subindo, me arrastando na cama até me posicionar em cima dela. Ela recostou-se nos travesseiros arquejante. A luta abandonou seu corpo. A luxúria assumiu em seu lugar. Ela sentia isso também. Essa vontade louca de estarmos um no outro. Nossos olhares travaram e baixei minha boca lentamente na dela, mordiscando, lambendo, chupando. Ela suspirou trêmula e senti suas pequenas mãos em meu pescoço e meus cabelos puxando-me para baixo. Gemi e aprofundei o beijo, levantando uma coxa macia para meu quadril, esfregando meu pau em sua vulva coberta pela calcinha toda empapada.- Dio... Tão molhadinha para mim...- grunhi puxando sua camisola não tão gentil, louco para tê-la nua embaixo de mim. Segurei os seios perfeitos e os lambi juntos.

-Oh, meu Deus! Liam...- ela gritou quando chupei forte os dois mamilos de uma vez.

-Si, delizia mia. Você me quer tanto quanto eu a quero, não é?- minha boca foi descendo pela barriga plana, beijando, mordendo, me deleitando com cada centímetro delicioso dela. Como senti falta disso.- Diga. Diga que me quer.- exigi segurando sua bocetinha quente. Rasguei a pequena calcinha e enchi a mão na carne molhada.- Diga!- repeti metendo dois dedos dentro do seu canal cremoso.

-Sim, oh... Liam... Eu... quero você.- balbuciou arqueando as costas na cama. Desci mais e meu rosto ficou diante da sua boceta perfeita. Fechei os olhos e enterrei o nariz em sua vulva aspirando profundamente o cheiro divino. Meu pau se contorceu e o pré gozo caindo da ponta.

-Prometo que vou dar toda a atenção que essa bocetinha perfeita merece mais tarde.- lambi lentamente seu clitóris- mas agora preciso comer você ou vou gozar aqui fora como um maldito adolescente.- Rosnei avançando sobre ela de novo. Ela deitou-se de volta escancarando as pernas para que eu me acomodasse entre elas. Alinhei a cabeça grande do meu pau na sua entrada e a encarei. Ela arquejou suspensa, ansiosa. Abri um sorriso safado e estoquei dentro dela com força indo até o fundo.

-Ahhhhh! Liam...- choramingou me abraçando com as pernas, sua bocetinha palpitando em volta de mim. Dei uns segundos para ela se ajustar, tirei tudo para fora e voltei com tudo, me enterrando até o cabo de novo.

-Tão malditamente perfeita!- grunhi metendo duramente no seu pequeno canal.- eu amo essa bocetinha, sabia? Vou comer minha putinha gostosa toda noite aqui nessa cama.- ela ronronou me encontrando a cada estocada bruta. Ela gosta quando falo sujo na sua orelha.- você também adora, não é? Você não vai mais me negar isso, entendeu?- meti mais duro, enfiando os braços pelas costas esguias levantando-a e trazendo-a para tomar mais do meu pau, esticando-a quase além da sua capacidade.- entendeu?

-Sim... Deus! Eu vou... Ahhhhhhh!- sua bocetinha convulsionou no seu orgasmo, me esmagando, mamando no meu pau desfazendo meu controle em mil pedaços.

-Isso... Toma meu pau todo nessa bocetinha gulosa..- Gostosa..- girei o quadril entrando fundo em novo ângulo e soltei um rosnado animalesco gozando como um louco, esporrando dentro dela. Tomei sua boca num beijo erótico de olhos abertos e continuei a me derramar nela com pequenas e lentas estocadas. Desabei por cima dela ainda duro todo enterrado em seu calor, lutando por ar. Porra! Ela tinha a boceta mais gostosa que já comi. Era viciante. Levantei minha cabeça alguns minutos depois e ela parecia ter adormecido. Sorri e me movimentei dentro dela, chupando um dos seios lentamente. Seus lábios torceram em um sorriso e os lindos olhos me encararam.

-Céus! Você é insaciável.- murmurou visivelmente gasta.

-Ainda não terminei com você, delizia mia.- bombei lentamente dentro e fora dela, continuando a adorar seus seios, excitando-a de novo. Ela acariciou meus cabelos e deixou que eu a devorasse devagar. Não demorou muito ela soltou o ar agudamente quando chupei seus mamilos duros. Nossos olhos travaram e meti mais forte. Ela grunhiu e veio me encontrar levantando os quadris. Sai de dentro dela e sorri quando choramingou me puxando de volta. A puxei grosseiramente para fora da cama.- coloque as mãos na cama e empinei essa bundinha linda. Tô louco para comer seu cuzinho de novo. ela ficou prontamente na posição, empinando a bunda redonda e durinha.- linda!- sussurrei e puxei um lenço da gaveta ao lado da cama.- Reconhece isso putinha?- a vendei rapidamente e rosnei descendo minhas mãos pelo pescoço, ombros, abaixei e lambi toda sua coluna, enquanto ela estremecia. Desci as mãos e acariciei os dois globos redondos me posicionando atrás. Acariciei suas costas subindo de novo devagar, me inclinei e afastei seus cabelos de um dos ombros. Ela ronronava e sem aviso mordi duro no ponto entre o ombro e o pescoço, lambi depois acalmando o local, ouvindo seu gemido alto, seu corpo delicioso tremendo. Ela adora quando faço isso. Fui descendo novamente beijando e mordendo suas costas, lambendo sua coluna graciosa. Mordi forte uma das bochechas firmes e as abri. Meu pau deu uma guinada diante de seu botãozinho rosado. Lambi lentamente do seu clitóris até o seu cuzinho.

-Liam...- ela contorceu sua bundinha gostosa. Minha mão desceu numa palmada forte. Ela se assustou e eu sorri da sua tensão.

-Fique quieta! Essa é a porra da imagem que ficou um ano na minha cabeça. Você vendada tomando meu pau todo no seu rabo gostoso.- rosnei puxando-lhe pelos cabelos da nuca e a beijei duro. Minha outra mão achou seus seios puxando os mamilos na medida certa para enlouquecê-la. Minha língua lambia a dela como um animal lambendo sua fêmea.- tem ideia de quantas vezes me masturbei com essa imagem na cabeça?- rosnei em sua boca e desci a mão para sua boceta enchendo a mão nela. Eu adoro fazer isso. É como se afirmasse que é minha cada vez que faço. Brinquei com seu brotinho, massageando, beliscando devagar. Ela gemia na minha boca, minha mão ainda mantendo-a presa pelos cabelos quase com brutalidade. Enfiei um dedo em sua vulva melada e massageei seu brotinho com o polegar, logo ela estava gozando em meus dedos. Soltei-a empurrando de volta para a cama.- empine essa bundinha linda, delizia mia. Quero gozar profundamente enterrado nesse rabinho apertado.- ela atendeu ansiosa. Abri suas nádegas e passei a lamber seu buraquinho com vontade. Meti dois dedos em sua vulva e levei seus líquidos para cima encharcando seu ânus. Sondei devagar com um dedo, metendo lentamente. Ela relaxou como ensinei. Boa menina! Levei mais lubrificação e meti dois dedos alargando-a cada vez mais. Logo ela estava rebolando e gemendo em meus dedos. Enfiei três dedos e girei algumas vezes. Levei mais líquidos e substitui os dedos pelo meu pau que babava pré-gozo, louco para foder seu cuzinho gostoso de novo. Meti a cabeça devagar. Ela relaxou, empurrou de volta e eu meti até as bolas numa estocada forte.

-Oh! Deus! Liam...- choramingou, tentando sair, mas eu a segurei forte pelos quadris, mantendo seu rabo totalmente esticado em volta do meu pau.

-Shhhhh.- acalmei-a beijando e lambendo sua coluna de novo. Dei-lhe tempo para se ajustar à mim e passei a movimentar-me devagar, puxando quase tudo fora e voltando lentamente, girando meu quadril, minhas bolas massageando seu clitóris. Ela gemeu, me aceitando, rebolando a bundinha de novo.- si delizia mia, rebola esse rabinho gostoso no meu pau... Toma todinho dentro de você.- sua bundinha me encontrava agora com impulso, me pedindo sem palavras para foder mais duro.- Dio! Que putinha safada... Quer mais duro, não é?- grunhi e tirei tudo batendo de volta em seguida até o fundo, minhas mãos segurando forte em seus quadris. Passei a comer seu cuzinho com violência. Ela era tão estreita, mas tomava todo o meu pau sem reclamar.- Gostosa!- meti e meti impiedoso em seu buraquinho.- Gostosa do caralho!- gritei levando uma das mãos para seu clitóris, manipulando-o e beliscando enquanto meu pau a fodia brutalmente, sem trégua. Ela miou sem forças com mais um orgasmo. Continuei montando duro nela perseguindo minha liberação. Não demorou muito, meti fundo e gozei jogando a cabeça para trás rosnando:- Poooooorra! Muito gostosa...- seu rabo sugou até a última gota do meu sêmen. Maldita mulher viciante! Puxei a venda e saí de dentro dela devagar. Ela desabou na cama como uma boneca de pano. Totalmente fodida. Fui ao banheiro e tomei uma ducha rápida. Aquilo foi muito intenso. Meus planos eram passar a noite toda com ela, mas nesse momento preciso ficar sozinho. Preciso de uma pausa. Não quero e não vou sentir nada além de prazer quando estiver enterrado nela.

-Você pode voltar para o seu quarto agora.- consegui manter meu tom neutro assim que voltei para o quarto. Ela ainda estava de bruços do jeito que a deixei. Totalmente gasta. Seu corpo enrijeceu visivelmente. Mas demorou a levantar-se. Por um momento pensei que estava dormindo, mas finalmente se levantou e sem me olhar nos olhos pegou sua camisola rasgada no carpete. Não se preocupou em vesti-la, apenas andou nua e rígida saindo do quarto. Soltei um longo suspiro e fui ao bar servindo-me uma dose de uísque. Aquela mulher era perigosa. Tinha que manter minha guarda levantada. Nossa relação nunca poderia ser nada além de sexo. Eu jamais faria isso à memória de meu irmão. Teria sexo com ela até tirá-la do meu sistema e seguiria em frente. Ela ão me importava. Não poderia me importar.

***

Hannah POV's

A semana transcorreu e um padrão se desenvolveu. Eu ia até o quarto do cretino, fazíamos sexo quente e enlouquecedor. Infelizmente ele era especialista nisso. Sabe exatamente que botões apertar para que eu me entregue completamente a seus desejos. Após a primeira noite eu não o esperava mais na cama. Quando saía para o banheiro eu corria para o meu quarto. Ainda não consigo esquecer o tom de desprezo da sua voz me enxotando de seu quarto, enquanto meu corpo ainda estava cheio do seu esperma. Bastardo!

Quando encontrei Liam no dia seguinte àquela noite, eu mal o olhei, mas senti seus olhos e analisando, por mais que tentasse disfarçar com maquiagem, meus olhos estavam vermelhos e tinham bolsas escuras embaixo. Chorei muito antes de consegui dormir.

-Você está bem?- sua voz era suave. Foda-se seu idiota!

-Estou ótima.- minha voz saiu estridente.- o que você quer?

-Você precisa se preparar para o baile. Só restam três dias. Jade irá ajudá-la com isso.

Sua voz era suave como se ele não tivesse me humilhado na noite anterior. Desviei os olhos da sua figura odiosamente linda e virei para Jade, só agora percebendo que estava junto à janela do amplo escritório de Liam. Ela estava perfeitamente arrumada num vestido creme com um casaquinho do mesmo tom. Os cabelos longos e lisos presos num rabo de cavalo elegante. Sua pele tão fresca, sem maquiagem hoje, ainda assim era perfeita. Eu a odiei a níveis estratosféricos. Não era justo que eu parecesse um espantalho enquanto Liam ficava trancado a maior parte do tempo com a linda prima Jade em seu escritório. Sim, porque ela trabalhava diretamente com ele. Mais um motivo para eu querer arrancar alguns cabelos da sua cabeça tão irritantemente arrumada.

-Obrigada pela sua preocupação, mas sei me virar sozinha.- eu imitei o som suave dele.- era só isso?

Os cantos de sua boca subiram no que parecia ser um sorriso e os olhos negros brilharam. Que bom que eu o divirto, alteza!

-Pode me dizer a quantos bailes da realeza esteve presente, Hannah?

As palavras de Jade pingando sarcasmo me fizeram encará-la. A vaca queria me humilhar. Bem, eu não cairia no seu jogo.

-Isso é o que? Uma entrevista para o cargo de princesa?- ouvi Liam tentar conter o riso. Abri um sorriso que não alcançou meus olhos.- agradeço a sua generosidade de Oprah, mas repito, sei me virar sozinha.- girei nos calcanhares e os deixei sem palavras.

Três dias depois, meu telefone tocou assim que terminei meu café, sozinha na sacada, como sempre. Era Kênia, minha querida amiga do Rio. Vemo-nos pouco nesse último ano. Tive que sair do Rio as pressas. A última vez que nos vimos foi quando me acompanhou até a Inglaterra, há mais de seis meses. Sempre conversávamos por telefone, mas sinto falta dela. Da nossa relação diária. Ela havia assinado com uma grande marca de cosméticos e há quatro meses morava em Milão. Fiquei tão feliz por ela ter conseguido. Ao contrário de mim, Kênia, uma mulata linda de olhos escuros e risonhos, adorava sua profissão. Ela era a única que sabia toda a minha história com Liam.

-Hey! Sumida! Por que não consegui falar com você na última semana?- soou sua voz alegre. Eu sentia tanta falta dela, das nossas conversas. Da nossa parceria. Nos conhecemos no nosso primeiro trabalho como modelos aos treze anos e nuca mais nos separamos, até o furacão Liam entrar a minha vida.

-Hey, amiga.- minha voz foi fraca.

-Você está bem, Anna?- disse preocupada dessa vez.- aconteceu alguma coisa com você?

-Aconteceu. Liam aconteceu.- levantei indo até o parapeito, olhando a imensidão do mar à minha frente.

-Como assim?

-Ele me encontrou há oito dias e me arrastou até aqui.

-Aqui, aonde? O que esse babaca fez dessa vez?- sua voz era dura agora.

-Estou em Ardócia. Na ilha dele. No palácio dele.- e na cama dele, completei em pesamento.

-Deus! Que loucura! Por quê? O que ele quer de você?

-A mesma história de sempre. Atormentar-me, me humilhar... Mas agora há nosso filho. Ele o quer. Odeia-me, mas quer reconhecê-lo como herdeiro legítimo.

-Não gosto nada desa linha de pensamento- ela bufou.

-Eu também não, amiga.- suspirei.- tive que assinar um acordo maluco de casamento. Terei que permanecer com ele por um ano. Isso garante que Ricardo não seja um filho bastardo.

-Que situação amiga.- ela gemeu- eu odeio que você esteja a mercê dele.- fez uma pausa significativa.- Ele... Ele, hum... Vocês...

-Transamos?- completei seu pensamento e gemi de vergonha.- infelizmente sim, muitas vezes. Ele mal me jogou dentro de seu jato e já me tinha contra um armário, rasgando meu vestido, tomando-me como um bruto...

-Deus! Anna!- ela gemeu dramaticamente.- eu quero continuar com raiva do babaca, mas a cena que descreveu me deixou com tesão. Vamos combinar: ele pode ser um completo babaca, mas Cristo! O homem com certeza dá uma nova definição à palavra gostoso.

Não consegui segurar a risada. Ela era hilária. Só minha amiga para me animar em meio ao caos que se tornou minha vida. Conversamos ainda por mais meia hora. Kênia tentou aliviar o clima contando suas peripécias com o novo namorado, um modelo italiano.

-Eu te amo. Sinto tanto sua falta. Prometo que irei ver você e meu afilhado lindo assim que der.- disse com suavidade.

-Também te amo. Espero que venha em breve.- nos despedimos e desligamos. Suspirei.

A noite caiu e agora estou aqui, uma pilha de nervos esperando por Liam para me levar ao salão de festas no primeiro andar do palácio na ala central. Deus! Ainda estava me acostumando com tantas alas. Tanta riqueza. O palácio real era enorme e fora construído numa planície costeira, pela frente e nas laterais o verde predominava com jardins perfeitamente cuidados e um bosque que se estendia até onde a vista dava. Pelos fundos o mar mediterrâneo apresentava um cenário idílico. Fui até a sacada dos aposentos e senti a maresia. Os aposentos dessa ala tinham um jardim privativo e escadarias de pedra que levavam direto à areia branca da praia.

Senti a presença de Liam no exato momento em que entrou na sacada. Virei-me lentamente e minha respiração ficou presa nos pulmões. Ele estava simplesmente de tirar o fôlego. Usava um smoking branco contrastando com seu tom de pele moreno. Os cabelos estavam presos apenas na parte de cima, lembrando um samurai. Oh, meu Deus! Eu preciso dizer alguma coisa. Preciso parar de comê-lo com os olhos de forma tão patética. Quando nossos olhares se cruzaram, ele estava com uma expressão intensa nos olhos negros. Eles me avaliaram lentamente passando por todo o meu corpo. Tenho certeza de que corei sob seu olhar ardente. Seus olhos trancaram nos meus de novo e seus lábios se curvaram num sorriso lento.

-Devo dizer que fiquei preocupado quando se rebelou querendo se virar sozinha.- seu tom foi divertido ao repetir minhas palavras.- mas o resultado me agradou. Você está ainda mais linda.- completou baixinho. Minha pele se arrepiou e ele chegou mais perto, seus olhos me mantendo presa. Eu usava um vestido aveludado longo no estilo sereia num verde escuro que ressaltava a cor dos meus olhos. O modelo preso ao pescoço descia com um decote pequeno delineando meus seios e minha cintura fina onde tinha um detalhe com brilho, marcando meus quadris abrasileirados e se abria numa cauda discreta. Metade das costas estavam expostas pelo fato do vestido estar preso ao pescoço. Saltos altíssimos de um tom mais pastel que o do vestido completavam o traje. Meus cabelos foram arrumados por uma profissional em uma trança lateral frouxa e elegante e minha franja penteada e escovada para o lado direito, deixando-me com aparência de mulher em vez de menina. Meus olhos estavam levemente esfumaçados e meus lábios pintados com gloss.

-Você também esta hum... Ótimo.- minha voz saiu ridiculamente trêmula e ofegante.

Ele sorriu. O bastardo sorriu.

-Obrigado.- disse baixinho e abriu uma caixa preta que só agora percebi que trazia nas mãos.- quero que use isso. É nossa primeira aparição, então... hum... Todos esperam que...

-Oh! Meu Deus! Ela é linda!- exclamei ao ver a tiara delicada cravejada de diamantes brancos e com duas safiras no centro.- você... Comprou para mim? Quer dizer...

-Não. Ela faz parte da coleção de joias da minha mãe.- disse dando de ombros como se não tivesse importância. Eu engasguei. Por que ele me deixaria usar algo que foi de sua falecida mãe?

-Ela é perfeita, mas não posso usar algo que foi de sua mãe. Não seria certo. Isso não é um casamento convencional. Você não me escolheu por amor. Guarde a tiara para a mulher que será sua verdadeira princesa um dia.- senti um nó na garganta com a mera menção daquilo acontecer, mas fatalmente aconteceria. Outra princesa, uma que ele amasse... Uma que ele...

Liam suspirou ruidosamente interrompendo meu fluxo de pensamentos.

-Use-a Hannah. É apenas uma joia. A escolhi por que combina com você. Será que pode fazer apenas uma maldita coisa sem me contestar i tempo todo?- sua voz se exaltou no final da frase.

-Ok.- falei simplesmente e ele colocou-a com cuidado em minha cabeça. Meu coração tolo deu uma guinada me deliciando com seu cheiro, desejando ser sua verdadeira princesa. Que ele me amasse como eu o amava. Ah! Não. Deus! De novo não. Eu quase gemi constatando o que meu corpo já sabia: Eu ainda o amava. Ele me olhou por alguns instantes, suas mãos desceram do meu cabelo para meu rosto e acariciou-me lentamente. Seus olhos suavizaram em clara apreciação.

-Perfeita.- sussurrou baixando seus lábios para os meus, mas antes de me tocar seu celular tocou.- Si, Jade- rosnou ao atender se afastando e eu revirei os olhos. Ela tinha um timing de merda!- já estamos a caminho. Tutto bene ciao caríssima.- guardou o celular.- Vamos? Os convidados começaram a chegar.- ofereceu-me a mão e respirando fundo a segurei. Era oficial: Hannah Smith era a princesa de Ardócia, bem apenas por algum tempo. Ok. Isso tirou um pouco da minha empolgação. Dez minutos depois estávamos no topo da ampla escadaria com o salão ricamente decorado e quase lotado. O mestre de cerimônias fez uma longa reverência para nós e anunciou:

-Sua Alteza Real, o príncipe herdeiro Liam Vicenzo Di Castellani e sua esposa, a princesa Hannah Di Castellani!- o salão ficou todo em silêncio, sua atenção em nós. Oh! Meu Deus! Eu nunca pensei que seria assim. Puta merda! Minhas pernas começaram a tremer ameaçando me derrubar dos saltos. Eu estava acostumada a ser o centro das atenções, mas ISSO. Isso é muito diferente. Liam sentiu minha tensão, pois me puxou de frente para ele, enlaçando minha cintura e sussurrou no meu ouvido:

-Sei que parece assustador, mas você pode fazer isso. Imagine-se em um de seus desfiles. Todos eles vieram para vê-la. Você é a estrela.

Assenti levemente com a cabeça e ele me olhou nos olhos, levou a mão ao meu rosto e acariciou meu queixo. Sei que Liam está fazendo uma pequena encenação para seus súditos e convidados, mas isso não me impediu de sorrir e sonhar que ele se preocupasse comigo de verdade. Seu rosto se iluminou num sorriso que parecia quase carinhoso se eu não o conhecesse.- Obrigada.- murmurei. Ele me ofereceu o braço e eu o enlacei. Cada degrau foi um teste. Suspirei aliviada quando pisamos no piso de assoalho do salão. Então, como se saindo de um transe o salão explodiu em sons. A orquestra voltou a tocar e as pessoas a conversar. Liam rodou todo o salão comigo a reboque parado, cumprimentando, me apresentando. Os homens o bajulavam claramente e as mulheres o olhavam como se quiserem arrancar suas roupas. Em contrapartida olhavam-me e avaliavam-em escancaradamente. Algumas até tentaram ser simpáticas, outras me atiravam punhais com os olhos.

Em determinado momento conversamos com um velho conde italiano e sua filha Francesca. Uma ruiva curvilínea com um vestido ousado. Seu decote ia até quase o umbigo, mostrando muito dos seios que pareciam duas bolas. Artificiais com certeza. A garota flertou desavergonhadamente com Liam na minha frente? E o cretino parecia satisfeito com o assédio, rindo de suas piadas sem graça e suas histórias ridículas das últimas férias na Riviera Francesa. Quase bufei, mas acho que uma princesa não pode fazer isso em público. Meu sorriso parecia congelado no rosto. Acho que ficaria assim, pelo menos por uma semana. De repente, a música parou e o mestre de cerimônias anunciou a entrada do rei Maximiliano. O monarca ao contrário de mim e Liam saiu de um elevador ao lado da escadaria. De acordo com Liam, o tio que estava com quase setenta anos mostrava sinais de cansaço nos últimos meses. Como príncipe herdeiro, Liam havia assumido a maior responsabilidades do rei. O tio de Liam tinha um porte alto, elegante, devia ter sido um homem muito bonito como seu sobrinho. Mesmo tom de pele, mesmo olhos negros e inteligente. Lembrei-me de quando Liam me levou até ele quando me recuperei da virose. O rei cravou os olhos avaliadores em mim me deixando desconfortável. Parece que os homens Di Castellani tinham esse efeito sobre mim. Ele abriu um sorriso e seu rosto se transformou. Parecia muito mais jovem quando sorria. O rei não estava a par das suspeitas que levaram Liam até mim. A investigação foi sigilosa, Liam havia me informado. Gostei do rei de cara. Sorri de volta para ele.

-Bella, sei molto bella.- sua voz era profunda e teve um efeito calmante em mim.- seja bem vinda à Ardócia Hannah.

-Obrigada majestade.- fiz uma respeitosa reverência.

-Nada disso!- cortou bem humorado.- aqui em família, chame-me de Maximiliano ou tio Max como seu marido me chama.- Eu me apaixonei por ele total e completamente.

Senti o aperto da mão de Liam na minha cintura e voltei das minhas divagações.

-Devemos dançar agora. Todos estão esperando para iniciarmos.

Olhei em volta e percebi realmente que ninguém dançava ainda. Isso é ridículo! Pensei que coisas assim estavam em desuso desde o fim da Idade Média.

-Então, não vamos privar as pessoas de dançar.- falei com ironia, deixando que me guiasse até o centro do salão. Todos iam imediatamente abrindo passagem. Não vou negar. A sensação de ter tanto poder é avassaladora. Por isso ele é tão altivo, tão arrogante. Comecei a entender a dimensão de tudo. O enorme palácio, as pessoas caindo a seus pés. Por isso ele detesta ser contestado. É o que ele é. É a essência dele: riqueza e poder. A orquestra começou a tocar um Jass suave. Trancamos nossos olhares, suas mãos enlaçando a minha cintura, meus braços subindo para seu pescoço. Ele sorriu sedutor e o resto do salão sumiu. Éramos apenas nós dois. Imagens da nossa primeira dança em Angra dos Reis me assaltaram. A forma como suas mãos seguravam possessivas em minha cintura, seu cheiro delicioso me inebriando. Movemo-nos lentamente, nossas respirações se alterando, nossos olhos presos no outro, nossas bocas quase se tocando. Desejei que tudo aquilo fosse real. Mais uma vez desejei ser sua verdadeira princesa. Então a música acabou. Pisquei confusa enquanto aplausos enchiam o salão. Droga! Isso foi muito rápido. Liam levantou minhas mãos juntas e as beijou galante, os olhos escuros brilhando intenso. Mais uma cena no grande show certamente.

Vários casais se juntavam a nós agora. Uma música mais agitada começou e ele me puxou de novo contra seu corpo. E ele dançou, realmente dançou. Havia uma só coisa que ele não fazia bem? Acho que não. Liam me girou para longe e trouxe de volta de frente para ele, sua mão na parte baixa das minhas costas, perigosamente perto do meu bumbum. Eu arregalei os olhos, ele abriu aquele sorriso arrogante e sexy. Deus! Ele é tão bonito. E eu tô tão ferrada... Girou me de novo dessa vez trazendo minhas costas contra seu peito duro. Gemi e encostei a cabeça no seu ombro nu. Estremeci e ele sorriu baixinho em meu ouvido, suas mãos descendo pelos meus braços lentamente, entrelaçando nossos dedos. Eu o senti duro na minha bunda e fui incapaz de conter outro gemido. Senti sua risada baixa de novo e suas mãos foram para frente na minha cintura, seus dedos abertos, descendo, descendo... Eu cobri as mãos dele com as minhas e as parei. Minha respiração descontrolada. Ele beijou meu ombro de boca aberta. Deus! O bastardo está me torturando com essa dança. Segurou forte na minha cintura e me virou de frente. Seus olhos estavam em chamas. Ótimo! Eu também o afeto. Sorriu de novo, os olhos negros me fazendo todo tipo de promessa obscena e me girou por todo o salão, em passos mais comedidos. Eu me senti a própria Cinderela, patético, eu sei, mas não pude evitar. E como Cinderela minha alegria durou pouco. Quando encerramos a dança e nos dirigíamos à mesa do rei fomos abordados por Jade.

-Jade, está maravilhosa, cara.- a voz de Liam era ridiculamente suave enquanto a beijava no rosto. A maravilhosa Jade me olhou dentro dos olhos e sorriu abraçando-o por um tempo longo demais. Vaca! Uma princesa pode jogar sua taça de champanhe na cabeça da prima do príncipe? Acho que não. Droga! É muito chato ser princesa. Entretanto, preciso ser justo. Jade é uma mulher incrivelmente bonita. Hoje trajava um longo vestido azul marinho de alças finíssimas amarradas na nuca com uma abertura nas pernas. Bonito, mas não ousado. Os cabelos lisos caíam livremente pelas costas e uma pequena tiara de diamantes azuis completava o traje. Possuía um porte altivo, tinha um corpo esguio de curvas suaves, elegante ao extremo. Sim, eu a odeio. Ela parece uma verdadeira princesa.

-Obrigada caro mio. Você está perfeito.- sua voz saiu rouca enquanto os olhos cor de uísque devoravam dissimuladamente meu marido. Vadia!- Hannah, você também está ótima.- o elogio pareceu sincero. Já havia percebido algumas coisas a respeito da prima de Liam. A primeira: ela era presença constante na vida dele. Segunda: não dava para competir com ela, pois esse era o seu ambiente. Terceira: era muito polida para tentar alguma coisa com ele enquanto éramos casados. Ela parecia determinada a esperar pelo tempo que fosse necessário para se tornar a princesa de Liam. Quarta e mais importante: Liam parecia não a enxergar como mulher. Os olhos dele continham um carinho genuíno quando a olhavam, mas a tratava quase como uma irmã. Parece que Jade sofria de amor não correspondido. Exatamente como eu. A vida não era tão perfeita para ela também. Ok. Eu sei, foi um pensamento horrivelmente egoísta, mas não pude evitar.

-Dança comigo?- sua voz foi quase um ronronar. Eu mais uma vez me segurei para não bufar. Fui deixada na mesa do rei e eles se dirigiram à pista de dança. Tentei não olhar a cada cinco segundos, mas foi difícil. O bastardo dançou com ela exatamente do jeito que ela dançou comigo, sem os beijos. Talvez ele tenha percebido meu ciúme estúpido e me provocou. Algumas vezes ele me flagrou os observando e sorriu daquele jeito arrogante, perverso e... Lindo! Babaca! Suspirei e tentei ouvi o que o tio de Liam dizia. Depois de um tempo muito longo o casalzinho retornou à mesa. Jade era só risos. Ela precisava ser tão bonita? Deus! Eu preciso me controlar. Liam não é meu. Pelo menos ão definitivamente. Eu acabei fazendo uma das coisas que nunca fiz, sequei várias taças de champanhe praticamente atrás da outra. Liam franziu o cenho quando me viu com a quarta taça, ou seria a quinta? Não sei. Tudo estava ficando confuso. Seu rosto ficou duro. Ele levantou-me e me firmou pela cintura levando-me para o elevador ao lado da escada. Minhas pernas pareciam gelatina.

-Sua tola. O que acha que estava fazendo?- ele me encurralou num canto assim que as portas se fecharam.- você está bêbada! Dio! Ainda bem que ninguém percebeu. Você não tem costume de beber. Por que fez isso, Hannah?

-Eu me senti... Tão... Tão...

-Tão o que ?- me olhou duro- tão linda? Tão invejada? Tão desejada?- gritou me tirando do torpor. Oh! Foi assim que ele me viu? Fiquei calada e ele continuou agora mais suave:- cada mulher naquele salão queria ser você, não apenas para ser a princesa, mas porque você era sem sombra de dúvidas a mulher mais bonita lá dentro.- Oh! Eu gostei disso. Sorri atrevida encorajada pelo álcool, envolvendo meus braços no seu pescoço.

-Não sei o que houve comigo, mas obrigada por me dizer isso.- sussurrei. De salto eu ficava quase no nível dos olhos dele. Rocei meus lábios em sua boca e chupei seu lábio inferior num convite desavergonhado;- me beije, Liam. Eu quero você. A gora.- minhas mãos passearam pelo peitoral poderoso e ele assobiou colando nossos quadris me prendendo na parede espelhada.

-Dio Santo! Você é uma bêbada deliciosa.- sorriu safado contra meus lábios e me beijou. Seu pênis duro cavou na minha pélvis e eu gemi em sua boca. Ele se esfregou em mim saqueando minha boca com vontade. De repente me virou bruscamente de frente para o espelho enquanto uma das mãos apertava botões no painel do elevador parando-o, a outra descia o zíper lateral do meu vestido.- sabe como desejei levar você em qualquer canto escuro e te foder rápido e duro?- mordeu minha orelha descendo pelo pescoço e ombro, seus olhos nos meus através do espelho.- veja como é linda, perfeita.- suas mãos encheram nos meus seios assim que desceu o vestido até a minha cintura. Puxou os mamilos já duros.- Dio! Eu estive malditamente duro a maior parte da noite. Foi tão difícil manter minhas mãos longe de você lá dentro.- empurrou o pênis duro no meio das bochechas da minha bunda. Gemeu, descendo uma das mãos pela minha coxa, puxando a barra do vestido. Logo seus dedos subiam pela minha virilha. Rosnou ao encontrar minha vulva nua.- Que putinha safada! Estava esse tempo todo sem calcinha. Isso vai ser duro delizia mia. Vou comer você sem dó para aprender a não me provocar desse jeito.- gemeu enfiando um dedo na minha vulva já lubrificada.- sempre pronta apara o meu pau.- chupou e mordeu o meu ombro com força e eu gritei empinando minha bunda, rebolando contra seu pênis. Um tapa duro queimou minha bunda quando ele desceu totalmente o vestido e me inclinou contra o espelho.- vou comer sua boceta tão forte que você nunca mais vai abusar da bebida de novo. Vou esticar seu buraquinho apertado até o limite.- sussurrou no meu ouvido, lambendo minha orelha sem tirar os olhos dos meus. Ouvi o zíper sendo aberto e pouco depois a cabeça gorga de seu pênis estava na minha entrada. Ele esfregou na minha racha para cima e para baixo. Eu choraminguei empinando mais a bunda para toma-lo dentro. Mais um tapa ardeu em minha bunda no outro lado e em seguida seu pau entrou em mim bruscamente até o cabo. Fiquei sem ar com a invasão. Ele sorriu arrogante para mim, seus dedos no meu clitóris desviando minha atenção da sua estocada bruta.- rebole essa bocetinha no meu pau, Hannah. Tome todo ele devagar até se acostumar. Depois vou meter duro e profundo como quis fazer a noite inteira.- rosnou. Eu grunhi e rebolei devagar, me acostumando com seu volume grande. Eu amava como ele me estiava quase ao ponto da dor. Fiquei mais lubrificada com seus dedos massageando e beliscando suavemente meu clitóris. Ele sentiu e então começou a me foder. Realmente me foder. Tirando todo o seu pau e batendo de volta dentro de mim até senti-lo no meu útero.- é isso que você quer putinha safada? Dar essa bocetinha perfeita para mim em pleno elevador?- Puxou meus cabelos da nuca e trouxe a boca para a minha saqueando-a num beijo indecente, nossos olhos travados no espelho.- Olhe só você. Tão linda. Uma principessa lá no salão, mas aqui uma puta sendo fodida pelo seu dono. Minha!- rosnou puxando meu lábio inferior entre os dentes.- Minha putinha gostosa. Ohhhh!- gemeu me comendo sem dó. Girou o quadril entrando fundo, muito fundo e eu me desmanchei.

-Ahhhhhh! Liam... Oh, Deus... Que gostoso...- gritei fora de mim enquanto onda me atingiu, gozando forte. Minhas pernas fraquejaram e ele estocou mais duro, mais rápido, meus pés foram levantados do chão, ele me abraçando apertado, me empalando no limite da dor. Estocou fundo de novo e uivou me alagando completamente com seu sêmen. Palavras incompreensíveis foram murmuradas em seus lábios enquanto metia em mim ainda duro. Ele me manteve suspensa ainda empalada no seu pênis por alguns segundos, respirando ruidosamente no meu ouvido.

-Vamos delizia mia. Vamos terminar isso a cama. Quero gozar nessa boquinha na próxima vez.- sussurrou me beijando suavemente nos lábios e finalmente saiu de mim me firmando no chão.


Notas Finais




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