História Princeps Proditor - Capítulo 34


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Comedia, Drama, Magia, Tragedia
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Palavras 1.514
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Seinen, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoal, está aqui o capitulo dessa semana.
Postei apenas um capitulo semana passada, pois estive sem tempo, por que estava trabalhando em outras coisas, provavelmente irei postar ela também, mas só ano que vem, é claro, se eu achar que ela ficou boa.
Até o final desse arco, os capítulos serão curto e mais objetivos, não quero que ele se alongue muito
Bem valeu por tudo até agora.

Capítulo 34 - O nascimento da nova monarquia.


Hunter só tinha se esquecido de uma coisa a respeito de Tristan, ele nunca estivera no Regia Caeli. Ele literalmente se sentia como uma criança dentro daquele palácio então, mandar ele buscar algumas pessoas na sala do trono não era a melhor das ideias.
Se Hunter tivesse dado algum nome, ele poderia ficara chamando até alguém responder, ele ficava girando sua regalia celestial no dedo, ela era um anel prateado, igual ao de seu pai.
Ele basicamente seguia pelos corredores para encontrar alguém que pudesse guia-lo até lá.
Entre um corredor e outro, ele parou e viu um quadro que chamou muito sua atenção, era um quadro onde estava Hunter, Dianna e o pai deles, todos felizes.
Ele tinha inveja do relacionamento de Hunter com o pai, bem até ele saber a verdade. Leon Albany não era o pai exemplar, durante a gravides de sua mãe, ela contraiu uma rara doença e morrera no parto, assim como a mãe de Hunter, mas diferente de Messoren, Leon nunca via Tristan como seu filho, via ele como se fosse um inimigo, não importava o que Tristan fizesse, seu  pai não mostrava uma ponta de afeto por ele, ele foi criado basicamente por tutores.
-Eles tinham tudo para ser uma família tão bonita. –Disse uma voz feminina.
-Tristan se virou e viu uma garota de cabelos negros e olhos azuis.
-Seu nome é...
-Lyanna, Lyanna Fey, mas pode me chamar de Ly.
-Tudo bem, Hunter me pediu para chamar todos que estão na sala do trono para fora, ele quer que todos vejam uma coisa.
-O que?
-Não sei, mas se conheço Hunter, ninguém pode prever, ele é mais imprevisível que o clima.
-Me siga, a sala do trono não está muito longe, eu só precisava de um tempo longe do meu irmão, alias qual o seu nome?
-Meu nome é Tristan.
-Tristan, nome bonito.
Ela começou a guia-lo, basicamente a sala do trono era no mesmo lugar onde o jovem rei estava, porém era um andar acima.
Ao um garoto louro que estava sentado no trono se levantou assustado, um velho conhecido sacou sua espada.
-Lady Lyanna se afaste dele.
Ela se afastou do garoto.
-Olá, general.
-O que está fazendo aqui, maldito? –Ele perguntou se aproximando com a espada.
Tristan pegou carta que Hunter enviara e entregou ao general.
-Pode ver, foi o próprio Hunter que me chamou, encontrei com ele no salão de entrada do castelo, ele pediu para eu chamar todos vocês para a entrada do castelo.
-Eu não vou a lugar algum com um cão nortista como você. –Ele disse amassando o papel depois de lê-lo.
Tristan sacou suas espadas que estavam na sua cintura.
-Só estou fazendo uma gentileza a um amigo meu, além do mais, se formos ver por outro lado, ainda somos inimigos, a guerra ainda não acabou.
Eles iam começar a lutar quando uma garota de cabelos castanhos entrou no meio da luta.
-Lady Anna, por favor, não podemos confiar nele ele é...
-Tristan Albany, rei de Oblitus, eu sei muito bem quem ele é, e vossa majestade está enganado, a guerra já acabou.
Uma flecha acertou entre os pés do rei. Na outra ponta da sala, Oberon estava com outra flecha preparada para ser disparada.
-Saia daqui. –Ele disse entredentes.
-Como ousa? –Ele disse seriamente.
Se o rei não tivesse se esquivado, a faca de Lyanna terá acertado o peito dele, Anna e o general recuaram.
-Vocês dois estão loucos? –Perguntou Tristan.
-De raiva? Sim. –Disse Lyanna, ela parecia mais furiosas que o outro garoto.
-O que eu fiz para você?
-Seus soldados invadiram a estalagem dos nossos pais, Carter e Vivian Fey, disseram que eles estavam mortos, tudo em seu nome e depois queimaram a estalagem. –Disse Lyanna se afastando um pouco.
-Bem isso é a minha cara, mas...
Oberon disparou uma flecha, Tristan a repeliu com uma das espadas e com a outra, se defendeu de um golpe de Lyanna.
-Mas eu não os matei, não tinha motivos para isso. –Disse ele desesperadamente.
-Eles falaram que estava procurando pelo Hunter. –Voltou a falar Oberon.
-Mas eu nem sabia que ele estava vivo.
Tristan estava sendo sincero, Carter Fey, o líder dos Atrium, como ele pudera mandar matar a família dele.
-Pensem vocês dois. –Dele disse se esquivando de um golpe de Lyanna. –O que eu teria a ganhar com a morte dele? Se eu soubesse que Hunter estava vivo, eu iria pessoalmente contata-lo, por favor, me deem um voto de confiança, além disso, ninguém sabia onde o líder dos Atrium morava.
Os irmãos ainda continuavam a segurar suas armas, foi então que o improvável aconteceu, Edward embainhou sua espada.
-Odeio ter de admitir, mas a historia dele faz sentido, se realmente ele quisesse Hunter morto, ele nem teria vindo ajudar.
-Mas isso não muda o fato de você ter entregado a sua chave à Dianna. –Disse Lyanna se acalmando um pouco.
-Dianna me ofereceu um cessar de fogo contra Oblitus por ela, Oblitus já estava em crise, não tínhamos como financiar a guerra, então eu aceitei.
-Se estiveres mentido. –Disse Oberon colocando sua flecha de volta em sua aljava. –Ninguém vi esconde-lo de mim e minha irmã.
-Então não tenho nada a temer, agora vamos logo, Hunter está esperando.
***
Hunter estava na porta do Regia Caeli, assim que ele saísse já ouviria coisas como “Saúdem o novo rei!“ ou “Longa vida ao soberano!”, mas aquilo não seria correto, ele tinha um código moral muito forte, já havia mandado seus amigos ficarem do lado de fora.
Ele respirou fundo e tomou coragem, abriu a porta e observou todos os cidadãos de Tenebris, desde comerciantes até os soldados.
Ao verem Hunter, todos começaram a gritar, Lyanna e os outros estavam ao lado dele sorrindo.
O garoto levantou a mão e todos ficaram em silencio.
-Povo de Segregatorum, vocês viveram com o medo da guerra nos últimos dez anos, tudo por causa de duas pessoas arrogantes e gananciosas, seus nomes são, Messoren Bellec, meu pai. Ele planejou e executou manobras para que todos os reinos entrassem em guerra. Na época, meu falecido tio Aiacus foi contra este combate, por causa de suas ideias, ele foi assassinado, pela minha irmã, a mesma pessoa que matou a princesa Eleonora Vale e recentemente, o duque Salazar Verse encontrou-se com a morte pelas laminas dela. Eu estive ausente por dois anos inteiros, por um atentado a minha vida, realizado por meu pai e irmã, fui salvo por um bom homem, que recentemente também foi morto, desde então parti em uma jornada com estes dois jovens nortistas, Lyanna Fey e Oberon Sly.
O povo começou a bater palmas, os dois irmãos se sentiram corados.
-Eu poderia muito bem requerer o trono para mim, mas eu não sou o único herdeiro da família Bellec.
Hunter andou um pouco até chegar à frente de Anya.
-Está é minha prima, Anna Bellec, filha bastarda de Aiacus, eu posso garantir isso. Prova maior disso foi que logo após minha partida de Tenebris, ela foi enviada para a prisão Colditz e lá ficou todo esse tempo.
Anya estava vermelha de vergonha.
-O que está fazendo, idiota? –Sussurrou ela.
Hunter sorriu para a prima e se virou para o povo que parecia indignado com isso.
-Por mais que ela seja uma bastarda, o sangue de Aiacus corre em suas veias.
O grito de um homem foi ouvido.
-Vergonha, ela é uma mancha na família Bellec, deveria ser morta e o príncipe Hunter coroado ainda hoje.
Alguns berravam coisas parecidas.
-Muito bem, vocês tornariam isso mais fácil ainda para mim. –Disse Hunter sacando sua espada.
Ele se virou para Anya e começou a andar na direção da garota.
-Hunt, o que está fazendo? –Perguntou Ly.
-Não interfira, é por uma Segregatorum melhor.
Ele ficou a um metro de Anya.
-Perdoe-me. –Ele disse.
Uma lagrima solitária escorreu do olho de Anya assim que ela os fechou, ela não desejava ver Hunter se tornar como o pai.
Ela ficou esperando o golpe, mas tudo que ouviu foi uma grande indignação do povo, ela abriu os olhos e Hunter estava ajoelhado na frente dela, a ponta da espada estava de encontro ao chão e Hunter ainda segurava o cabo.
Aos poucos, todos que estavam na cidade se curvaram, até mesmo aqueles que estavam contra ela, seus amigos e até o general estavam curvados, todos exceto Tristan que permanecia encostado em uma parede, estava com um sorriso olhando Hunter.
Hunter se levantou lentamente e foi ao lada de Anya, a garota ainda não parecia estar acreditando no que o primo fizera.
-Todos saúdem Anna Bellec, vida longa à rainha! –Ele berrou.
O povo se levantou e brandiram as mesmas palavras ao mesmo tempo formando uma única só voz, a voz de Tenebris representando a voz de Segregatorum.
Anya conseguia ouvir palavras de afeto e incentivo para ela, finalmente ela não precisaria viver mais nas sombras, naquela noite nascera uma nova Anna Bellec, uma que daria sua vida porá governar um povo, provavelmente seu pai estaria orgulhoso dela, orgulhoso da nova rainha de Segregatorum.


Notas Finais


Está chegando a conclusão desse arco, serio pessoal, o fim desse arco eu quero que fique bom, nem que eu passe uma semana apenas escrevendo ele, prometo que ele vi ficar bom. Ah, estou terminando de corrigir os capítulos 22 e 24, mandei eles pelo celular e o mesmo “corrigiu” algumas palavras, deixando algumas frases estranha e engraçadas.
Valeu por tudo até agora, fico muito feliz que tem mais pessoas lendo.


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