História Princeps Proditor - Capítulo 35


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Batalhas, Comedia, Drama, Guerras, Lutas, Magia, Tragedia
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Palavras 1.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Seinen, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


E ai pessoa, estamos cada vez mais próximo do fim, esse arco ira ser finalizado no máximo semana que vem
Estou muito ansioso por isso.
Valeu por tudo até agora.

Capítulo 35 - A partida do príncipe.


Fanfic / Fanfiction Princeps Proditor - Capítulo 35 - A partida do príncipe.

Os primeiros raios de sol atingiam Tenebris, Hunter havia pego eu antigo quarto, no alto de uma torre, ele mal conseguira dormir naquela noite, ele ouviu um bater na porta, rapidamente se levantou e abriu, Anya estava de braços cruzados.

-Como posso servi-la, majestade. –Ele desse fazendo uma reverencia.

Ela o empurrou e entrou no quarto.

-Tristan acabou de partir com seus homens devoluta para Zerk, e Cadmo deu a ordem para que metade de suas tropas retornassem junto do general Edward, o resto deixou sob o meu comando até que todos os quatro comandantes jurem fidelidade a mim.

Ela dizia isso seriamente.

-Confie em Cadmo e em Tristan para o que precisar, alteza.

Ela fez que não.

-Não me chame assim, você deveria usar a coroa, não eu.

-Não estou apto para isso. –Disse Hunter.

-Por que não?

-Se eu virasse rei, logo começaria a ficar cada vez mais parecido com meu pai, você por outro lado, poderá governar bem melhor do que eu.

-Aquela cena que você fez na frente do Regia Caeli, ia mesmo me matar? –Ela perguntou.

-Não, só queria que eu fosse o primeiro a lhe jurar lealdade.

-Não é só por isso, Edward me contou que pretende ir atrás de seu pai.

Hunter encarou a prima.

-Pretendo e irei, alguém tem que para-lo.

-E o que vai fazer? Mata-los? –Ela perguntou.

-Sim, assim como teria matado ele e minha irmã se eles estivessem aqui.

-Não faça algo que vai se arrepender depois, seu pai mandou matar o meu pai, agora você vai mata-lo, não acha que a família Bellec já não derramou muito sangue dela mesma?

-É um mal necessário, não são apenas as nossas vidas que estão em jogo.

-Eu sei disso.

-Então diga logo o que você quer?

-Quero que me prometa que não vi matar seu pai ou sua irmã. –Ela disse com uma expressão seria.

-Vai depender da situação.

-Então não posso autoriza a deixar Tenebris com um dos barcos que estão sob o comando da coroa.

-Pode ser a nova rainha e tudo mais, minha prima, eu não sou uma pessoa que você vai querer como um inimigo.

Ela recuou um pouco.

-Isso é um ameaça.

Ele se curvou novamente.

-Jamais amaçaria a rainha, mas não posso responder por mim se a mesma vir contra mim e meus assuntos particulares.

-Já disse, me prometa eu lhe concedo o melhor barco que houver em Segregatorum, caso contrario, mandarei que um batalhão permaneça noite e dia guardando essa torre.

-Você não pode...

-Posso e vou, já está se arrependendo de tem me colocado no poder, primo? Prometa e em poucas horas seu navio estará pronto.

Hunter bufou.

-Muito bem, eu lhe prometo que Messoren e Dianna Bellec serão poupados, se eles se entregarem pacificamente, está feliz agora?

-Estou.

-Sabe que eles não vão se entregar sem lutar?

-Sei, assim como eu sei que você não vai mata-los sem conversar antes.

-Espere, não foi isso que eu disse!

-Como eles irão se render pacificamente se ele nem souberem que você está lá para dar-lhes essa chance?

-Mal entrou no poder e já age como uma rainha. –Ele disse isso com um sorriso.

-Só quero o melhor para o meu povo, incluindo você.

-Eu também estou fazendo o que eu acho melhor para Segregatorum, vê agora, nossas visões são distintas, enquanto você tenta solucionar os problemas através da conversa, eu tento resolver pela espada, quanto tempo acha que levaria para que eu colocasse o reino em outra guerra?

Ela deu as costas e esguio em direção à porta.

-Nada mudou entre nós dois, continuamos sendo amigos, só quero que seja feliz.

-O mesmo para você, planejo fazer minha festa de coroação assim que vocês voltarem.

-Vocês? –Perguntou Hunter.

Anya saiu do quarto, mesmo que ela não tivesse dito nada, Hunter já desconfiava de quem ela estaria falando.

***

Hunter estava na praia, quando era mais jovem, era um dos lugares em que ele vinha para se acalmar, ele ficava horas e horas olhando as ondas. Um único barco de guerra estava no mar, tinha velas brancas com o brasão da casa Bellec em preto, provavelmente era o navio que Anya havia providenciado, um pequeno bote com alguns homens chegou a praia, apenas um dos homens se aproximou.

-Vossa majestade, será uma hora leva-lo até a ilha Serus, me chamo Harold, sou o capitão do Acólito do Oceano.

-Muito prazer em lhe conhecer, Harold, quando podemos partir? –Perguntou Hunter.

-Imediatamente. –Disse uma voz vinda de traz de Hunter.

Vindo da cidade estava um grupo de soldados, Anya, Oberon e Lyanna. A rainha se aproximou do primo e o abraço.

-Não achou que nossa briguinha iria fazer com que eu não me despedir de você. –Ela o soltou. –Além disso, seus companheiros de viajem não sabiam onde o navio iria aportar.

Hunter olhou para Ly e Oberon, em suas costas, mochilasde couro estavam presas.

-Sabem que vai ser perigosos ir para Serus junto de mim?

-Sim. –Disseram ambos ao mesmo tempo.

-E mesmo assim querem me acompanha?

-Começamos isso junto.- Disse Oberon.

-Vamos acabar juntos. –Completou Lyanna.

Hunter deu um sorriso e abriu os braços.

-Muito bem, o que estamos esperando. –Ele olhou pra a prima. –Consegue aguentar sozinha?

-Não tenho escolha, assim que você voltar, realizaremos a festa da minha coroação.

Hunter entrou no barco junto dos amigos, depois de remas um pouco, eles já estavam no convés do Acólito do Oceano. Oberon e Lyanna sempre gostaram de navios, sempre sonharam estar em um, mas a realidade era bem mais dura do que as historias que lhes foram contadas, Hunter ficou apoiado no mastro principal enquanto olhava para a praia e via Anya e sua guarda retornarem para a cidade.

-Anya nos pediu para lembrar-lhe da sua promessa. –Disse Oberon.

Hunter respirou fundo.

-Eu a tratei um tanto mal hoje de manhã, confiem em mim, a pior das coisas que vocês podem fazer é arquitetar um plano que terminara na morte da sua família.

-Agora nós somos a sua família. –Disse Lyanna encarando Hunter.

-É, é o que parece.

-Então lebre-de Hunt, nós confiamos e nunca desistimos da família, não importa o que aconteça.

Hunter deu uma risada.

-Obrigado, a vocês dois.

Ele disse abraçando os dois amigos ao mesmo tempo.


Notas Finais


Pessoal, só um aviso, semana que vem, muito provavelmente só ira ter um único capitulo. Pois aquele meu velho problema da net ainda não foi solucionado.
Mas eu não irei deixar vocês em esse capitulo.
Valeu por tudo até agora.
Até semana que vem.


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