História Princesas Junqueira. - Capítulo 2


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Categorias Carrossel, Cúmplices de um Resgate, João Guilherme Ávila
Personagens Alícia Alencar, André Alencar, Arthur Torres, Benjamin, Chloé, Damião da Fonseca, Daniel Zapata, Dona Nina Agnes, Dóris Jardim, Felipe Vaz, Fiorina Cavichioli, Frederico Pereira, Geraldo Saldanha, Giuseppe Cavichioli, Helena Agnes, Isabela Junqueira, João Guilherme Ávila, Joaquim Vaz, Julia Vaz, Lola Alencar, Manuela Agnes, Maria Joaquina Medsen, Mateus Jardim, Omar Ferraz, Orlando Junqueira, Personagens Originais, Priscila Meneses, Rebeca Agnes, Regina Junqueira, Safira Meneses, Sandro Cavanhaque, Téo Cavichioli, Vargas Houdini
Tags Daniel, Jobela, Jolari, Maria, Mateo
Exibições 87
Palavras 1.409
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Você nunca perguntou (Isabela


Fanfic / Fanfiction Princesas Junqueira. - Capítulo 2 - Você nunca perguntou (Isabela

Pov's Isabela

Eu, Maria e Larissa esperando Manu estávamos com meu pai e com a minha madrasta quando a grandes portas da sala do trono foram abertas Manu saiu correndo ao nosso encontro.
- está atrasada Manuela. -falou Maria.

- perdão eu me destrai. -falou Manu se desculpando.

- bom meninas. -nosso pai falou o mesmo estava sentando em seu grande trono e do lado Regina A Forte ela ganhou esse nome por ter sido por muito tempo general do soldados do nosso Reino um tempo depois meu pai se casou com ela. - como já devem sabe devem saber o Baile da Lua será em breve. - o baile da Lua um dos eventos anuais mais importantes do nosso mundo onde as 5 nações vinham para comemorar a união dos nossos povos, ele era realizado na floresta da Lua onde no centro era exposto e permitindo que a Lua cheia brilhar mais que as outras noites também era uma forma do ser divino agradecer por ter presos o à você sabe o ser "maligno" - um amigo do nosso reino dos nossos da nação dos elfos vira e daremos abrigo para poderem passar a noite.

- mais papai- falei tentando negar. Eles não podiam ficar aqui eles foram os culpados pela morte da minha mãe.

- eu sei Isabela. Mas entendo eu já os convidei e nada irá fazer me mudar de idéia. - ele me olhou firmemente nos olhos. - eles chegaram amanhã ao anoitecer então irão jantar conosco. Estejam prontas.

- eu não aceito isso. - falei firme.

- eu já disse minha opinião não mudará. - ele falou num tom alto e firme.

Ele nunca tinha falado assim comigo meus olhos tremiam eu queria sair chorando mais não iria fazer isso de modo algum, minhas irmãs e Regina nos olhavam suas faces pareciam surpresas seria a minha primeira briga com meu pai e isso acredite doía tanto em mim como nele.

- meninas por que não deixamos sua irmã e seu pai a sós para poderem conversar com calma.- falou Regina retirando as minhas irmãs do salão e deixando apenas eu e meu pai.

- não vai mesmo mudar de idéia? - pergunto direta.

- eu já disse que não. - ele falou no mesmo tom.

- ótimo, a partir de agora eu não sou mais sua filha, a partir de agora você só tem três filhas a princesa Larissa, Manuela e Maria Joaquina pelo menos até aqueles ipocritas dos elfos saiam do castelo agora eu sou apenas uma camponesa que nasceu com mantidos poderes e que foi retirada da família pelo um rei que não se importa com os sentimentos da própria filha se me da licença, Rei Orlando. - falei me virei apertei os olhos e respire fundo, eu queria muito me virar e pedir desculpas mais eu não faria isso não dessa vez.

- Isabela não ouse sair por aquela porta. - ele falou autoritário. E com passos firmes sai daquele salão -queria correr mais com o longo e pesado vestido seria inútil- mesmo ouvindo ele me chamando fui para o quarto.

Entrei e tranquei a porta caso alguém tentasse entrar, respirei fundo foi no meu closet onde se encontrava os meus vestidos e sapatos. Com muito dificuldade tirei o vestido pesado que eu usava colocando um vestido roxo de um tecido meio veludo ele era in traçado na frente por uma fita de cetim amarela quase dourada, tiro a coroa e desmancho aquele coque que eu odiava prendo duas mechas para trás e coloco uma tiara simples, antes de sair pego o minha medalinha de lua minguante e coloquei, cada gêmea tinha uma Maria uma estrela, Manu um Sol, eu uma lua minguante e Larissa uma medalinha de um sol e uma lua juntos. Fui até a estante e a puxei ela com se fosse uma porta era uma passagem secreta existiam várias espalhadas pelo castelo, o caminho era iluminado por tochas eu comecei a andar rápido até que encontrei a saída dava direto na despeça pois por lá seria mais fácil sair do castelo sai da dispensa e fui direto para porta de saída quase correndo, assim que sai levei um vento na meu rosto olhei para o céu ele estava escuro e trovejava indicando que iria chover mais eu tinha que sair um pouco -com chuva ou não- sai correndo pelo campo e entrando na parte florestada do castelo assim que coloquei meus pés lá ouvi algo como se fossem sininhos o que só podia indicar uma coisa. Ninfas.

- Tudo bem sou eu! - falei entrando um pouco mas a dentro logo algo que se parecia com uma pequena fada saiu pelo seu cabelo pode ver que era Lola apesar de ela apesar fazerem barulho como se fossem sininhos. Ela veio até mim e sentou na palma das minhas mãos. - hey o que foi? - perguntei ela parecia assustada e inquieta.- Tem alguém aqui? Quem aonde? Cadê a Lola - Eu entendia o que elas falavam talvez pelo tempo que eu vinha aqui quando mais nova nova enquanto brigava com minhas irmãs de esconde esconde entrei na floresta e acabei me perdendo Lola e Doris eram ninfas e me ajudaram a sair. Apenas a família Real saiba que as ninfas ficavam aqui. - no riacho? - pergunto e ela ainda aflita afirma. - me leve até lá. - falei seria ela levantou vôo e me guiou até o riacho.

Vi um homem colocando uma pequena ninfa dentro de um pote com muita raiva falei:

- solte a agora mesmo.

- olha isso está ficando cada vez mais interessante. - falou ele num tom malicioso.

- eu disse para solta lá.

- e se eu não soltar o que vai fazer menina estúpida.

- eu te pouparei. - falei seria.

- me medo. - falou num tom sarcástico.

- acho melhor fazer o que ela manda. - falou um garoto que empunhava uma espada na cabe do homem.

- está bem mais não me machuque. - falou ele abriu o pote Lola saiu e ele pegou sua mochila e saiu correndo.
- idiota. - falei me virei para o garoto me me olhava. - o que foi perdeu alguma coisa?

- é assim que agradece eu acabei de salvar sua vida. - falou ele se fingindo indignado.

- me salvar. Por um instante eu achei que iria ter que te salvar. - disse sarcástica.

- meu nome é Joaquim e o seu?- falou ele com um sorriso convencido.

- Joaquim! - uma voz foi ouvida.

- acho que é sua deixa. - falei sorrindo.

- Joaquim. - mesma voz repetiu.

- não posso ir embora sem saber seu nome. - falou ele sorrindo e dando passos para trás.

- Isabela, meu nome é Isabela. - falei, ele sorriu vitorioso.

- não encontramos por aí Isabela. - ele acenou se virou e começou a correr. - Já vou! -ele gritou provavelmente para voz que o chamava ouvir olhei até ele desaparecer na paisagem.

As ninfas ficaram na minha frente e tomaram a forma humana.

- agora me conta como foi que isso aconteceu? - perguntei para Doris que sorriu e me abraçou.

*

Já tinha voltado para o castelo quando o Marina fala que os gardas dos elfos vieram antes não intendi direito estava na sala do trono junto com meu pai, Regina e minhas irmãs. As portas foram abertas e depois os guardas começaram a se apresentar.
- eu sou Otávio general da guarda real dos elfos e esses são meus filhos. - eu me espantei eram dois meninos iguais provavelmente gêmeos um deles seria o garoto que avia encontrado mais cedo, qual deles seriam o que eu avia encontrado?- João Guilherme e Joaquim.

Depois de toda aquela cerimônia eu saia da sala quando ouvi meu nome ser chamado.

- Isabela! - me virei e vi um dos garotos provavelmente Joaquim.

- pois é eu sou Princesa Isabela Junqueira uma da filhas do rei! - falei cruzando os braços. Ele parecia abismado. - surpresa! - falei irônica.

- por que não me falou?

- você não nunca perguntou. -revirando os os olhos.

- você nunca me disse que tinha um irmão gêmeo. - falei.

- você nunca perguntou. - ele falou no mesmo tom que o meu da primeira vez, rimos fraco.

Me virei e continuei meu caminho em direção ao meu quarto com um sorriso no rosto.



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