História Prisão Do Amor - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shizune
Tags Briga, Morte, Novela, Policial, Romance, Sasusaku, Sexo
Exibições 315
Palavras 3.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiie meus amores, boa leitura. ❤

Capítulo 8 - Prisão do Amor.


*PRISÃO DO AMOR*

*Chapter 8*: Prisão do Amor. 

*POR*Sakura.  

DOMINGO, o dia que eu mais odeio. É o dia mais demorado, o dia mais chato, o dia onde não tem nada pra fazer. Quando eu digo 'Nada' eu me refiro a nada mesmo.  

 

Meus amigos vão sair com seus crush's e eu vou boiar sozinha, acreditem quem quiser. Bocejo irritada e me espreguiço. 

 

Levantei-me da cama com a maior cara de quem comeu e não gostou e fui pro banheiro fazer minhas higienes. Tomei um banho e escovei os dentes também debaixo do chuveiro. Saio enrolada na toalha e vou à caminho do meu guarda roupa. 

 

Pego um short jeans desfiado, sendo até o meio da minha coxa. Revelando um pouco minha tattoo de flor na lateral da coxa esquerda. Uma blusinha de alça fina preta com 'Tenha-me' em branco e um par de all star vermelho.  Dentro da gaveta pego um conjunto íntimo vermelho e vou vestir tudo. 

 

Me encaro no espelho, enquanto passo um pouco de rímel. Depois pego dentro da minha bolsa, um brilho rosa e passo em meus lábios os deixando mordivél.  Pego algumas pulseiras e um anel na gaveta e coloco. 

 

Depois de pentear meus cabelos rosas,  me perfumo e pego uma pequena bolsa com celular, chaves e minha carteira.  Saio do quarto e desço as escadas, encontrando Shizune e meu pai na cozinha. 

 

– Bom dia pequena, vai sair? – Pergunta meu pai, direto ao assunto como sempre.  

 

– Bom dia papai, bom dia Shizu. Sim, eu vou, só não sei para onde ainda.  – Bufo me dando conta de que não pensei para onde eu ia.  Grande cabeça Sakura, Grande cabeça.  

 

– Porque você não leva alguma coisa para Sasuke? Ele deve estar tão entediado quanto você. – Sugeriu Shizune. Será que é uma boa ideia? Sim, é uma ótima ideia, meu dia vai ser divertido, poderei infernizar o Uchiha até ele querer se matar. 

 

– Gostei muito dessa idéia. – Digo maliciosamente. Shizune ri e meu pai franzi a testa.  

 

– Eu não acho uma boa ideia. – Ele começa. – O que os outros vão achar disso tudo? O Sasuke é o único que tem uma enfermeira particular, é o único que recebe presentes, e tem cela com tudo do melhor. E alem do mais, tem a companhia da minha filha em um domingo onde nenhum dos presos recebe visitas.  – Meu pai reclama. Reviro os olhos, pai ciumento é o Ô. 

 

– Só que querido, você esqueceu que o Sasuke é meu filho. Ele sempre terá prioridades ali. – Shizune diz meio irritada. – Você tá muito chatinho pro meu gosto, Kakashi. – Ela o encara. 

 

– E também pai, não tem nada de mais em levar algo para ele.  – Meu pai desvia o olhar de Shizune para mim e de mim para o balcão. 

 

– OK, Sakura. – Ele suspira. – Faça o que achar melhor.  

 

– Eu sabia que ia concordar.  – Shizune coloca a mão no ombro do meu pai.  – Ela já é bem crescida, e sabe se defender sozinha, então pare com essas desconfianças com sua filha.  – Diz ela em seu tom calmo, más ameaçador. 

 

– Não concordei, só aceitei porque era a única saída.  – Diz ele.  – Sakura pode ser adulta, mais ainda continua minha garotinha.  – Diz ele. 

 

– Papai, você tá um chato, na moral. – Reclamo. 

 

– Eu também to achando. – Shizune ri e eu também. 

 

– Então eu vou indo, vou passar no mercado e comprar algumas coisas e levar.  – Digo me levantando da cadeira.  

 

– Leve tomates recheados, Sasuke adora.  – Shizune diz e meu pai revira os olhos.  

 

– Pode deixar.  – Sorri. – Tchau pai, Tchau Shizu. – Saio de casa e entro em meu Mustang. Pego meu óculos de sol no porta luvas e coloco ligando o som logo em seguida. A música – Starboy – Ecoa pelo carro, começo a balançar o corpo e ligo o carro indo para o mercado mais próximo da prisão.

 

              .[…]. 

 

Vinte minutos depois estou dentro do mercado, arrastando um carrinho. Com uma sacola de Tomate recheado, outra sacola com um caixa de suco de pêssego, um doritos e balas,  amo balas.

 

Pego pelo caminho um pacote de chocolate e uma passa tempo.  Vou até o caixa e coloco as coisas no balcão e retiro o cartão da bolsa.

 

Saio do mercado com as sacolas em mão e vou para meu carro. Coloco as sacolas no banco do passageiro e dou a volta abrindo a porta do meu carro.  Antes vejo um carro preto parado do outro lado da rua, e sinto que a pessoa que esta nele, me encara. Entro no meu Mustang acelerando dali o mais rápido possível. Chego na prisão em dez minutos e desço do Mustang olhando antes para ver se o carro me seguiu, respiro aliviada por ver que não. 

 

Pego as sacolas e travo meu carro. Após o guarda me liberar entro e caminho pelo chão cimento até à entrada da prisão. A prisão estava em um silêncio absurdo, apenas o barulho das sacolas que eu carregava, ali eram ouvidos. Passo pela sala de Shizune e vejo um guarda parado ali. 

 

– Oi,  você é a Sakura, certo?  – Ele dá um passo na minha direção e fico alarmada. 

 

– Oi, eu mesma! O que deseja? – Pergunto. 

 

– Queria te chamar pra sair comigo. – Ele disse sem graça. Tive vontade de rir um pouco, porem me calei. – Se quiser é claro.  – Finjo pensar. 

 

– Ta bem.  Quando? – Dou de ombros.  

 

– Tudo bem...Espera, você aceitou? – Ele me encara surpreso. Dou uma risadinha. 

 

– Foi sim.  – Digo, vejo-o coçar a nuca.  

 

– Pode ser na terça então? – concordo com a cabeça. 

 

– Pode sim! Dai eu te passo meu endereço depois... Kabuto.. Certo?  – Ele confirma. 

 

– Tá bom, nos vemos na Terça então. – Sorriu. 

 

– Até lá.  – Continuo meu caminho até a cela do Uchiha. Abri a porta com a chave que a Shizu me deu, e entrei.

 

Achei estranho porque a cela estava vazia, provavelmente ele estaria no banheiro. Coloquei as coisas que comprei na cadeira e me sentei na cama. Não demora para que Sasuke saia do banheiro. 

 

– Olha só, veio matar as saudades? – Sasuke saiu do banheiro com apenas uma calça de moletom preta, por um momento me perdi naquela barriga toda definida, meu deus que homem. Engulo em seco sentindo meu centro se molha só com a visão desse homem sem camisa. 

 

– Não vim porque eu estava com saudades. – Retruco. – Eu vim porque não tinha nada para fazer, e te irritar me parece uma ótima opção.  – Dou uma piscadela. 

 

– Você é muito mentirosa.  – Ele coloca o dedo na minha testa. 

 

– E você é muito burro de achar que eu vim aqui por você.  – Tiro o dedo dele da minha testa com um tapa. 

 

– E porque veio aqui então? – Ele cruza os braços sobre o peito. 

 

– Pra te irritar. Já disse. – Também cruzo os braços. 

 

– Então veio por mim.  – Ele ri, bufo irritada. 

 

– Estou desistindo, acho melhor eu ir embora. – Digo me levantando mais Sasuke me faz sentar rapidamente. 

 

– Fica, eu vou tentar não te encher.  – Sorrio. – Por hoje. – Meu sorriso morre.  Más trato de sorrir pelo pedido que ele me fez. 

 

– Está me chamando pra ficar, é isso ou ouvi errado? – Debocho. 

 

– Tsc. – Resmunga. – Esse lugar é torturante aos fins de semana.  – Ele diz e eu resolvo dar uma trégua.

 

– Tá bom, eu fico, não precisa implorar. – Rio e ele resmunga. 

 

– Irritante. – Diz ele. 

 

– Ei, me adore menos. – Digo vendo-o revirar os olhos.  – Você está com fome? Comprei tomates recheados, gosta?  – Sasuke se vira para mim com os olhos brilhando, realmente ele ama tomates. 

 

– Tomates recheados?  – Ele repete e afirmo me levantando da cama e indo até onde as sacolas estavam.  Abro a sacola de tomates e entrego para ele.  Enquanto o vejo abrir o pacote abro o suco de pêssego entregando um copo para ele.  

 

Pego meu Doritos e meu copo de suco e me sento na cama ao lado dele.  

 

 

– Por quanto tempo você está aqui? – Pergunto abrindo o saquinho e pegando um doritos e o enfiando na boca. 

 

– Por dois anos.  – Ele não olha para mim, mais sim para seus tomates.  Bebo um gole do meu suco e como um pouco mais de Doritos. 

 

– Deve estar sendo uma tortura pra você.  – Digo após mastigar. 

 

– Pra falar a verdade era. Agora não é mais. – O olho, vendo-o sua atenção em mim agora. 

 

– E porque "era"? – Pergunto um pouco curiosa, Sasuke continua comendo e depois me responde. 

 

– Porque agora eu tenho uma companhia. – O olhei em duvida, devo dizer que isso meio que me incomodou, se ele tem uma companhia eu vou sobrar. 

 

– Entendi. – Murmuro incomodada, Sasuke coloca a bandeja com tomates sobre a cama e se vira totalmente para mim. 

 

– Você não entendeu, não é mesmo? – Diz ele levantado meu queixo para eu poder olhá-lo. 

 

– Você tem uma companhia, eu entendi sim. – Digo baixinho. 

 

– Não vai me perguntar quem é? – Ele me encara com suas ônix e dou de ombros. 

 

– Porque eu deveria perguntar? – Franzi a testa e mordi o lábio. – Não quero virar vela humana.  

 

– Não temos um relacionamento, ainda. – Começa ele. – Então você não vai ficar de vela. – No fundo isso me irritou, e minha vontade é encher ele de porrada e a tal companhia também. 

 

– Ao menos ela é bonita? – Resolvo perguntar. 

 

– Ela é sim, a mais bela que já vi.  – Meu corpo reagiu com ódio de ouvir Sasuke falar dessa forma, comigo ele é um bruto filho da Shizune e com a companhia dele é como se ele fosse um Condé gentil e apaixonado. 

 

– Que bom, pelo menos isso. Ela é daqui? – Fecha a merda da boca Sakura. 

 

– É, parece que você se interessou pelo assunto. – Ele ri. – Respondendo a sua pergunta; Ela é daqui sim. – Diz ele dando de ombros. 

 

– Só fiquei curiosa. – Resmungo. Mentira eu to morrendo de ciúmes desse duas caras desgraçado. 

 

– Sabe, eu quero dar isso a ela. – Ele me mostrou o colar que estava em seu pescoço, era de ouro e tinha um pingente em formato de leque nele. 

 

– É lindo. – Digo sincera 

 

– Será que ela vai gostar? – Pergunta ele tirando o colar do pescoço, suspiro irritada e com inveja. 

 

– Sim,  é lindo.  Ela vai amar Sasuke. – Digo o encarando. 

 

– Vire-se. – Diz ele sério. 

 

– An? – Arqueio a sobrancelha. 

 

– Vira de costa. – Ele repete. 

 

– O que vai fazer? – Pergunto curiosa. 

 

– Só vira,  irritante. – Ele resmunga. 

 

– Tá eu vou virar.  – Me virei de costa e ele afastou meu cabelo e então colocou o colar em mim. Arregalei os olhos, ele estava falando de mim? 

 

Ai meu deus, que vergonha. Fiquei mais nervosa ainda quando ele beijou minha nuca. Me arrepiei dos pés a cabeça. Me virei para encara-lo, só que o que aconteceu não era o que eu esperava. 

 

Meus lábios foram de encontro aos dele em um beijo calmo, com carinho, enquanto a gente se curtia ele me puxou pela cintura me fazendo sentar em seu colo. 

 

Suas mãos me seguravam pela cintura e eu coloquei as minhas em seu cabelo o puxando mais a mim. Logo a falta de ar se fez presente e finalizamos o beijo. 

 

Sasuke encostou sua testa na minha e me encarou com seus olhos negros. E depois sorriu de canto.

 

– Que bom que gostou,  é seu. – Falou ele. 

 

– Obrigada. – Digo sorrindo. 

 

– Pelo que? – Pergunta. 

 

 

– Pelo colar.  – Digo e ele ri baixinho. 

 

 

– Pensei que fosse pelo beijo.  – Ele me rouba um selinho. 

 

– Também. – Mostrei língua.

 

– Mostra de novo. – Pediu. 

 

– Mostrar o que? – Pergunto sem saber o que. 

 

– A língua. – Diz ele. 

 

– Para que? – Mordo o lábio. 

 

– Apenas mostra. – Sorri da cara de emburrado dele e mostrei a língua que na hora foi mordida por ele e depois chupada. Meu clitóris inchou na hora de excitação. 

 

– Isso é bom. – Digo ofegante. 

 

– Não. Isso aqui é bom. – Mal tive tempo para falar, pois ele já me beijava loucamente. Devo dizer que é bem melhor do que a chupada na língua. 

 

As mãos de Sasuke passavam pelo meu corpo, enquanto eu arranhava suas costas nuas.

 

– Acho melhor pararmos, ou eu não vou me controlar.  – Ele diz ofegante. 

 

– Não se controle.  – Falei ofegante.

 

– Você tem certeza? – Sasuke pergunta. Balanço a cabeça ofegante. – Fique em pé. – Franzi o cenho e me levanto. Sasuke se ajoelha em frente a mim. E desliza meu short e minha calcinha. Ofego ao sentir seus lábios beijando minha pele nua. E cada beijo deixa meu intimo ainda mais dolorido. Ele abre minhas pernas e enquanto ainda me beija, seus dedos abrem meus lábios e seu polegar massageia meu clitóris.  

 

– Sasuke. – Ofego,  ele massageia mais rápido me deixando completamente maluca. É uma sensação maravilhosa, e ao mesmo tempo nova.  Eu não sou virgem, perdi minha virgindade aos quinze com um colega de escola. Não foi ruim, porém não foi bom como Sasuke está fazendo. 

 

Os dedos dele são ágeis e sinto que vou gozar à qualquer momento. Sasuke tira seus dedos de mim e gemo em reprovação, isso logo muda quando cinto a língua dele me chupando.

 

Meu corpo vibra com as sensações, e minhas pernas ficam cada vez mais moles quando ele suga meu clitóris como se fosse um delicioso pirulito. Sasuke desliza um dedo dentro de mim e começa um vai e vem lento. Meu corpo reage a cada toque dele em mim.  

 

Levo minhas mãos aos cabelos macios e rebeldes dele e o faço ir para mais perto de mim. Em resposta, Sasuke leva uma de suas mãos à minha bunda e dá um tapa ali em seguida aperta me fazendo gemer de prazer. 

 

Meu corpo é atingindo pelos espasmos do meu clímax e minhas pernas ficam bambas enquanto Sasuke me chupa não deixando nenhuma gota do meu líquido em mim. O que me deixa molhada novamente. 

 

Vejo-o começar a beijar minha barriga e conforme ia subindo ele me deixava ainda mais excitada.  Seus lábios encontram meus seios cobertos pela blusa que estava erguida até ali. Ele desliza a mesma pela minha cabeça e a joga junto ao short que se encontra no chão. 

 

Gemo sentindo-o morder meu mamilo e observo tudo, é como se fosse um filme de ação, podemos ser pegos à qualquer momento mais a excitação e a adrenalina faz com que tudo fique ainda mais gostoso. 

 

Sasuke chupa meu seio direito enquanto ele amassa e massageia o outro. Meus gemidos são baixos, e mordo os lábios as vezes para não gritar. Não quero ser pega antes de Sasuke me foder completamente. 

 

Depois de abandonar meus seios, Sasuke sobe seus beijos pelo vale dos meus seios, e morde meu pescoço me fazer dar um leve gritinho. 

 

– Quero que todos vejam que você tem dono, e que sou eu. – Ele chupa onde mordeu e sinto meu clitóris gritar por ele novamente. – Entendeu,  Sakura? – Sasuke aperta minha nádega com as duas mãos e arfo. 

 

– Si-Sim, eu entendi.  – Ele sorri de canto e encaixa seus lábios aos meus.  Nossas línguas batalham intensamente. Uma batalha prazerosa que os dois vão ganhar. Enquanto isso, deslizo minhas mãos até o cós da calça de Sasuke e a desço.  Sinto o pênis dele roçar a minha barriga, quando ele me puxa mais à ele.  – Me deixe dar prazer à você. – Murmuro manhosa, Sasuke nega. 

 

– Não hoje, podemos ser pegos à qualquer momento. – Ele me leva até a cama e me coloca sentada na ponta da mesma.  – Deite-se e abra as pernas.  – Ele ordena. Deito-me na cama como ele pediu e abro as pernas, Sasuke me encara e vejo o quão duro ele está. 

 

Seu pênis é enorme. De vinte e cinco centímetros ou mais. Não à pelo ali, apenas a perfeição.  Ele se aproxima de mim e se encaixa entre minhas pernas. 

 

Sinto-o iniciar a penetração e mordo o lábio com força.  É grande de mais e cinto como se eu fosse uma virgem novamente. Mais assim que o pau dele está todo dentro de mim, é como se eu soubesse voar. A sensação é prazerosa até de mais.

 

– Você está bem? – Ele me encara. Rosno. 

 

– Ótima, eu não sou virgem então não me trate como uma. – Ele ri. 

 

– OK. – Ele então começa a estocar, lento e torturante e a cada gemido meu, suas estocadas aumentam.  sasuke ergue meu quadril e estoca com mais força, começo a gemer mais alto, então ele me beija.

 

Sinto ele inchar dentro de mim. E meu corpo ter sensações maravilhosas novamente, e então nosso clímax chega junto. Cai exausta na cama.  Provavelmente eu devo estar em um estado lamentável, cabelo suado e bagunçado, lábios inchados e pescoço marcado por uma certa boa maravilhosa. 

 

Sasuke continua dentro de mim e fecho os olhos sugando o cheiro de sexo e suor que emana dele. Para mim é o melhor perfume. 

 

*POR SASUKE.  

 

Se existe um dia em que eu odeie, esse dia é domingo. Ficar deitado olhando para teto também me irrita. Tiro a camisa e fui lavar meu rosto. 

 

Enquanto isso ouvi a cela ser destrancada e logo em seguida ser trancada novamente. Assim que terminei sai dando de cara com a irritante sexy. 

 

Hoje é domingo, porque ela veio? Não importa terei uma companhia nesse lugar quase assombrado. Sakura de uma forma meche com o meu interior, é difícil me segurar perto dela, ainda mais quando estamos sozinhos em uma cela e ela de short, deixando suas belíssimas pernas à mostra. 

 

Após comer, resolvi dar o meu colar para ela, o colar é muito especial, eu ia dar ele para Karin, mas ela faleceu antes disso. 

 

Então a melhor pessoa para ficar com ele, é a Sakura. Coloquei o colar no pescoço dela e não resisti, dei um beijo em sua nuca, e vi que a mesma se arrepiou. Esperei para ela se virar e então a beijei, e depois de novo e de novo. Só que o junior* já queria brincar e beijando ela assim tava difícil me segurar.

 

  Ao ouvir essas três palavras " Não se controle " o Junior* chegou a doer. Sakura foi melhor do que eu espera, nem mesmo a Karin me fez ficar tão excitado como Sakura fez.  

 

E ainda estou dentro dela, sentido sua boceta apertar meu pau querendo mais. Sem querer acabo rindo e ela fica tensa debaixo de mim. 

 

– Do que você está rindo. – Ela murmura em meu ouvido.

 

– Sua boceta quer comer meu Junior novamente. – Digo me levantando um pouco para poder ver o rosto delicado dela.  Suas bochechas estão vermelhas e lambo-as.  

 

– Você me quer, Sakura. – Afirmo. Ela sorri sapeca e muda nossas posições. 

 

– Sim, eu quero. – Ela se ajeita sobre mim e posição para cavalgar.  – Más dessa vez... – Ela se abaixa e morde o lóbulo da minha orelha. Fico de pau duro como rocha. – Eu comando. 

 

– Faça o que você quiser, Sakura. – Ela ri e começa a cavalgar em mim.



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