História Prisão do amor - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Dramas, Romance
Visualizações 2
Palavras 2.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OLÁ PESSOAS...
A MÚSICA QUE EU VOU RECOMENDAR PRA VOCÊS HOJE É PHOENIX DE MOLLY SANDEN S2, o link vai estar nas notas finais...
gente eu vou tentar postar um capítulo sempre que eu puder, ok? Não vou deixar a história parada por muito tempo...
BOA LEITURAAA S2

Capítulo 15 - Era você!


Fanfic / Fanfiction Prisão do amor - Capítulo 15 - Era você!

I wanna be the reason you smile! ���� (Eu quero ser a razão do seu sorriso !)

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Era agora, estava quase lá, Galinee vai perceber, vai descobrir o motivo pra mim estar aqui!

POV MIKOO

Ranielly estava de pé andando de uma lado para o outro aflita esperando a sua mãe voltar, parecia que iria abrir um belo de um buraco no chão, mas eu não tinha a permissão de reclamar de nada sobre a sua reação, pois quando eu soube da doença da minha mãe eu não saia de perto dela, queria que ela morresse ao meu lado. A minha mãe era tudo pra mim. E a Monica é tudo para Ranielly.

- Ranielly senta! - Eu disse. Ela iria cavar uma cova para si mesma naquele piso. - Você vai abrir um buraco no chão se continuar desse jeito. - Falei e ela obedeceu, sentando ao meu lado.

- Você sabia? - Perguntou ela em um tom baixo, mas alto o suficiente para eu escutar. - Sabia sobre isso? - Ela encarava o chão com o frasco de remédio em suas mãos. O que será que passa na cabeça dela nesse momento? Eu saberia se tivesse em forma de anjo, poderia ler a sua mente, poderia ler a mente de qualquer um... Mas agora sou apenas mais um ser humano qualquer!

- Bom, eu... - Iria falar que eu sabia sim sobre tudo, mas um baralho de chave me interrompe. Eu pensei que Ranielly se levantaria em uma velocidade rápida, mas ela continuou ali, parada, sentada e encarando o piso da sala de estar.

- Olá meninas, voltei! Desculpe se demorei, a conversa com a mãe de Arantxa  durou bastante... - Ela chegou rindo baixinho, mas parou logo ao perceber os nossos rostos. - O que aconteceu? - Perguntou Monica.

- Mãe. - Ranielly a chamou. Meus olhos estão enchendo de lágrimas. Estou lembrando de mim...

- Sim, filha.

- O que era isso no armário? - Ela ergueu a mão com o frasco e encarou o rosto de Monica. A expressão do rosto da mulher mudou completamente. - Então é verdade? Eu vi isso e pensei... Não, com certeza ela está guardando isso para alguma amiga de trabalho, mas daí lembrei... Que estamos no lugar mais assustador de nossas vidas, que a nossa vida é cruel e que alguém adora nos ver sofrer... Por que não conversou comigo sobre isso antes? Eu não tenho cinco anos de idade mãe, eu sei o que é câncer, eu entendo que você não vai viver aqui para sempre e entendo que eu também não. Ninguém de nós vai! Eu sei que contos de fadas não existem, entendo que não vai aparecer nenhuma fada boa aqui para tirar a sua drástica doença, mas custava você falar isso pra mim? Você poderia nem estar mais aqui mãe! Poderia estar morta e eu estaria chorando desesperadamente, sem entender o porque da sua morte. Os médicos falariam que o motivo da morte foi de câncer e pensariam, "Como ela não sabia disso? Coitada, a mãe não avisou! Que tipo de mãe foi essa?", foi graças á uma barra de chocolate que eu estava procurando que eu achei esse troço e saiba que até agora não encontrei a bendita barra. - Ela se levantou do sofá, com a voz alterada e foi em direção á mãe. - Toma. - Entregou o frasco e subiu para o quarto sem falar mais nada. E eu? Fiquei parada sem fazer nada? O que eu poderia fazer? É como a Ranielly acabou de falar, não estamos em algum conto de fadas, não sou uma fada e não poderia mudar isso. Ninguém pode mudar isso. Monica já está em um estado critico sobre essa doença, ela escolheu isso, foi escolha dela. O meu dever aqui não é dar um jeito para Monica não morrer, a minha missão aqui é proteger Galinee, quem sabe o que ela pode pensar em fazer ou fazer depois da morte da mãe? Eu estou aqui para ajuda-la é meu trabalho, não posso deixar ela ir para o mesmo caminho de sua mãe. E não vou!

- Melissa... - Monica me chamou, eu não tinha percebido, mas ela estava sentada ao meu lado encarando o frasco do remédio. Eu a encarei esperando ela falar algo. - Eu devia ter jogado isso fora! Devia ter falado sobre isso com ela, ela tem razão não tem mais cinco anos de idade, eu fui muito irresponsável. Pode jogar isso fora pra mim? - Eu confirmei com a cabeça, peguei o frasco e fui em direção á cozinha. Abri o pequeno potinho e contei quantas pílulas havia sobrado, o total era de 27 pílulas, mas naquele momento eu só havia encontrado 23... Joguei o pote fora. Saí da cozinha, subi as escadas e fui em direção ao quarto de Ranielly. Ela não estava sentada na cama, não estava lá. Fui em direção ao banheiro, e a porta estava trancada. Com certeza Galinee estava lá dentro. Estralei os dedos e a porta se destrancou, entrei e Ranielly estava sentada com as pernas dobradas, o braço esticado em cima de uma das pernas e o outro braço, estava segurando uma lâmina.

- Ei! O que pensa que está fazendo? - Eu cheguei mais perto dela, ela encarava o braço.

- Minha mãe vai morrer Mikoo, pode estar morrendo agora mesmo! Se ela morrer com quem que eu vou ficar? Não quero ficar com o meu pai vagabundo e dividir a casa com alguma vadia dele, nenhum dos dois tem irmãos, nem minha mãe nem meu pai. Se ela morrer eu morro também, então por favor me deixa? Você morreu dessa mesma forma por que eu não...?

- Fica quieta Galinee! Eu me matei por que minha vida era uma bosta eu não tinha amigos, ninguém gostava de mim e quem realmente gostava já tinha ido embora. Você ainda tem o Thomas a Arantxa, e sua mãe ainda está viva, por que não vai lá em baixo e conversa com ela ao invés de ficar trancada no banheiro e ficar pensando em besteira? - Falei tudo o que vinha na minha cabeça, Ranielly continuava na mesma posição, sem mexer nada. Eu me aproximei e sentei ao seu lado. - Olha na verdade... Minha mãe havia morrido por uma doença desconhecida, eu amava muito ela, inclusive quando ela morreu eu não tinha saído do lado dela na cama. Meu pai pensava que era melhor para mim e para ele achar uma mulher a mais e colocar na nossa vida, ele se inscreveu em um site de relacionamentos e lá encontrou a minha madrasta, Arantxa. - Ela me encarou surpresa. - Sim! Arantxa. Arantxa era uma mulher sombria e quando o bati o olho nela eu a odiei, mas o meu pai havia amado ela, então pensei que era melhor eu aceitar o namoro dos dois. Mas daí venho o casamento. Meu pai era extremamente rico graças á uma empresa famosíssima dele, Arantxa havia se apaixonado pelo dinheiro do meu pai e queria a herança pra ela. Mandou psicopatas matá-lo e ela queria me matar também, pois sabia que eu havia descobrido todo o plano idiota dela. Os policiais haviam concluído que meu pai havia se matado, mas não existia sentido nenhum para ele querer se matar. Ela me espancava, me maltratava, fazia de tudo para eu me sentir mal. Isso sem contar na escola, sempre sofria com o pessoal que estudava lá junto comigo, eles colocavam o pé na minha frente, eu caía. De todos eles eu era apaixonada por um garoto, o mais popular é claro. - Dei uma risada de leve. Esse negócio das garotas se apaixonarem pelo garoto mais foda da escola é uma padrão que todas seguem. - Ele se chamava Adriel e é claro que ele não ligava pra mim. A minha unica amiga era a Maria. Um dia quando havia voltado da escola, havia um carro preto estacionado na frente de casa, eu entrei e percebi que Arantxa estava transando com um homem na cama do meu pai e isso me deu muito raiva. Eu fui pra cozinha, peguei uma faca, subi para o quarto, tranquei a porta... Me sentei no chão, peguei o celular e mandei mensagens de Adeus para Maria e comecei a me cortar... O restante você já sabe! Aqui estou eu... - Parei e respirei profundamente, virei a cabeça e ela ainda me encarava. - Então, me dê isso... - Eu peguei a lâmina com cuidado e sai do banheiro com Ranielly logo atrás...

- Eu não sabia disso... Achava que era somente uma frescura, pensei que fosse só um apelido mal intencionado. Só um dia, só uma vez. - Ela falou com tom de tristeza. - Me desculpe.

- Não se desculpe, a culpa não é sua... Só vamos dormir... - Ranielly voltou ao banheiro e escovou o dente eu fiz o mesmo e fomos dormir.

 

[...]

No dia seguinte, eu acordei e literalmente Ranielly já estava pronta, sentada no canto da cama me chamando para eu acordar. Ela estava com uma blusa branca escrito algo (AUTORA** É SERIO EU NÃO SEI O QUE TÁ ESCRITO NA BLUSA KKKKJ**), uma blusa xadrez azul e preta amarrada na cintura, shorts preto e tênis branco.

- Eu vou te esperar aqui... - Disse assim que me sentei na cama para tentar 'acordar' mesmo. Me levantei, fui ao banheiro e fiz minhas higienes matinais. Quando eu voltei tinha uma roupa separada sob a cama. Era um cropped branco, uma blusa xadrez e shorts claro. Encarei Ranielly e ela me olhava com um brilho nos olhos.

- Coloca. Para a gente se parecer igual. De alguma forma. - Ela me estendeu e eu voltei ao banheiro. Quando voltei ao quarto ela me encarou com uma cara de desgosto.

- Que foi? - Perguntei.

- Era para você amarrar a blusa xadrez na cintura, pra ficar igual eu...

- Não vou fazer isso, é coisa de idiota. - Respondi.

- Claro que não, é moda...

- Moda velha e idiota!

- Nossa ok, vamos! - Ela falou como se quisesse poupar uma discussão desnecessária, no momento claro. Nós descemos as escadas e fomos em direção ao carro. Ranielly foi por trás junto comigo, ela costuma ir na frente. Acho que ela não quer falar com a mãe sobre nada... Apesar de minha pessoa achar que as duas deveriam conversar normalmente e ter mais momentos juntas quanto antes melhor, não sabemos se Monica ainda vivera muito.

[...]

Chegamos e a casa deles era normal para uma casa norte americana, quando chegamos tocamos a campanhia e fomos atendidos por uma mulher morena de olhos castanhos, nunca tinha visto aquela mulher...

- Olá Beth, tudo bem? - Falou Monica com um sorriso no rosto, a mulher sorriu de forma grandiosa e deu espaço para todos nós entrarmos.

- Galinee, Mikoo! Venham vou mostrar meu quarto para vocês, vamos ficar por lá um tempinho, acho que o almoço vai demorar um pouco... - Falou Arantxa. Subimos as escadas logo atrás da loira e fomos em direção á ultima porta do corredor do andar de cima da casa. Na porta estava pendurada duas plaquinhas uma escrita Seul Bi e a outra Sik, até um ladrão saberia que o quarto pertenceria á loira e o bad boy da casa. Ela abriu a porta e entramos. O quarto era realmente dividido, tinha uma cama toda vermelha de um lado do quarto e outra cama preta do outro lado do quarto. Havia uma estante cheia de livros, de livros grossos por sinal... No quarto também tinha um computador e Sik estava nele, jogando algum jogo que eu não faço a menor ideia de qual ser... - Sik elas chegaram! - A garota falou em bom som e o mesmo virou para trás com um sorriso idiota no rosto, igual ele... Ele voltou á ter a sua atenção na tela do computador.

- Arantxa! - Se escutava um grito chamando a loira. Achou que é a mãe dela. Beth se eu não me engano.

- Já vou mãe! Vão ficar aqui mesmo ou querem vir comigo? - Perguntou Arantxa olhando para mim e Ranielly.

- Eu vou, vai ficar aqui mesmo? Sem problema? - Falou Ranielly indo em direção á porta do quarto, mas parando e me olhando esperando minha resposta.

- Sim, não se preocupe eu não sou sua sombra... - Falei sincera. - Não precisa se preocupar comigo assim... - Conclui.

- Ah, que fofas, vocês duas parecem irmãs, tão lindas! - Falou Arantxa. Eu e Ranielly sorrimos, e as duas desceram.

Eu estava olhando os livros na estante que havia no quarto. Haviam várias livros interessantes como por exemplo livros como Quem é você Alasca?, Diários de um Vampiro ou até mesmo Como eu era antes de você e 50 Tons de Cinza... Olhando esses livros de romance eu acabei pensando em Thomas... Quando foi a primeira vez que vi Thomas e Ranielly juntos... Em falando nele, ele vai vir? Sik estava concentrado em sei lá o que que jogava. 

- Sik! - O chamei, o mesmo nem olhou. Ignorante do caramba, moleque chato. Credo. - Thomas vai vir? - Perguntei, afinal seria um pouco estranho eu o chamar e não falar nada. Ele parou de jogar e se virou para mim.

- Gosta do Thomas? - Ele perguntou se levantando da cadeira.

- Não. - Respondi.

- Então por que sente a falta dele? Ele não vir faria alguma falta pra você mesmo? - Falou andando em minha direção.

- Sim, Ranielly gosta dele e ele faz parte do grupo. Seria uma enorme tristeza ele não vir. - Falei com tom de ironia, olhando nos olhos de Sik. Mesmo que pareça mentira, é verdade. Thomas faz parte do grupo, faz parte da família de Sik, ele não sentiria falta de Thomas? Se ele pode por que eu não posso? Pra quê essas perguntas? Ele se aproximou mais e eu acabei ter que ficar encostada na estante. Merda! Aquelas cenas de filme que eu achava idiota! Merda! Merda! Merda! Mil vezes merda!

- Você gosta de quem então? - Ele falou apoiando a mão em uma prateleira da estante um pouco a cima da minha cabeça.

- Ninguém. - Falei seca olhando no fundo dos olhos dele. Ele sorriu. Merda! Minha barriga... Ah não!

- Sabe... Quando todos nós estávamos na sua casa jogando verdade ou desafio, você fez uma pergunta pra mim... Qual era mesmo? - Ele se aproximava com o rosto cada vez mais. Quem olhasse a cena agora, com certeza pensaria que a gente está prestes a se comer.

- E-eu... - Não gagueja! - Eu tinha te desafiado á falar o nome da menina que você tinha se declarado ontem... - Falei de forma tão rápido. O que esse garoto tem com ele? Eu fico 'agitada' perto dele, eu não devo ser a única. Se liga Mikoo, você é um anjo morto caído do céu, não pode se relacionar com ele nunca...

- Preciso do sobrenome? - Eu dei de ombros. - Era para Melissa Galinee, era pra você. A garota para quem eu tinha me "declarado"... - Ele faz aspas na palavra declarado... - Era você!...

ME FUDI

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Notas Finais


ESSES DOIS EM... EU SHIPPO S2
gente eu queria recomendar para vocês também um livro, pra quem gosta de ler qualquer gênero leiam o livro chamado Inverno das Fadas de Carolina Munhoz, é ótimo acreditem

Música >> https://www.youtube.com/watch?v=umLlWQg4EAA

Roupa Ranielly >> https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/6f/55/74/6f5574afcd416f7ca0e80f7d6a60c8b0.png
Roupa Mikoo >> https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/49/dd/5a/49dd5a6e03f6c18c420f8dd1e12f2079--summer-shorts-outfits-denim-shorts-outfit.jpg

Casa de Arantxa >> https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/3f/38/0b/3f380b2de54053cc5817a2c97fc60e0e.jpg


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