História Prison Break - A new story begins - Capítulo 12


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Categorias Dominic Purcell, Grant Gustin, Jesse Eisenberg, Lucy Hale, Prison Break, Sebastian Stan, Wentworth Miller
Personagens Dominic Purcell, Grant Gustin, Jesse Eisenberg, Lucy Hale, Personagens Originais, Sebastian Stan, Wentworth Miller
Tags Caity Lotz, Dominic Purcell, Grant Gustin, Jesse Eisenberg, John Wesley Shipp, Lucy Hale, Peyton List, Prison Break, Sebastian Stan, Wentwhorth Miller
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Palavras 2.932
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Revelações, pedidos e vingança


P.O.V Michael Scofield

Respiro fundo muito confuso e sério. Cruzo meus braços e encaro o T-bag.

- Por que está aqui?

- Queria te mostrar uma coisa, bonitão - Ele suspira passando uma mão pelo queixo, enquanto faz uma cara pensativa e suspiro - Acho... que vai gostar... de saber que sua bonitinha foi estrupada - Sussurra ele lentamente encarando meus olhos

- Se você... ah... encostou na minha filha - Diz o Lincoln nervoso, enquanto vai pra cima do T-bag, e engulo seco ficando nervoso

- Calma, irmão grandão do bonitão. Quem fez isso com a sua filhinha, foi um cara com uma cicatriz na cara... na minha opinião... de queimadura!

- Grant - Diz o Sucre pálido e nervoso - Eu vou acabar com ele... dessa vez... - Ele fecha os olhos e abaixa a cabeça - A Elo é como uma irmã mais nova... pra mim... que eu nunca tive!

Entro correndo no quarto chorando de nervoso, vejo a Elo muito machucada, com a roupa toda rasgada, e uma garota perto dela na cama limpando seu corpo.

- Ela foi muito machucada... tadinha... um cara estranho, estava pulando a janela... quando eu cheguei aqui - Sussurra a garota lentamente me encarando

- Quem é você? 

- Ela é a Emilia, a garota é alguma coisa do T-bag - Murmura a Elo sentando na cama me encarando e percebo a frieza, mais que a normal, no seu olhar - Oi... por quê está chorando?

Ver a minha mulher nesse estado, a minha menina, e não está já quebrando o pescoço do Grant com as minhas mãos, me dá mais raiva e um sentimento muito estranho.

- Estou chorando de nervoso - Passo as minhas mãos pelo meu rosto, enquanto vou até a cama, e beijo sua testa em seguida vejo a Elo se encolher - Eu vou acabar com o desgraçado... o Grant me paga... muito caro - Passo uma mão pelo seu rosto encarando seus olhos e ela abaixa a cabeça 

Sento na cama e encaro a Emilia.

- Pode nos deixar sozinhos... um pouco? Pede para os outros, pra não entrar... por favor - Falo sério, enquanto respiro fundo

- Claro, ela está péssima - Diz a Emilia encarando a Elo - Eu vou ir comprar doce para você, doces melhoram qualquer situação!

- Obrigada - Diz a Elo suspirando pesadamente 

Vejo a Emilia sair e suspiro.

- Ela parece ser inocente... muito inocente e lerda - Murmuro - Mas uma ótima garota!

- Sim

- Odeio te ver assim, meu amor - Murmuro me aproximando dela encarando seu rosto, enquanto seguro o mesmo cuidadosamente e ela se afasta até encostar na cabeceira - O que foi?

- Não sei 

Pego a Elo no colo, levo a mesma até o banheiro e a coloco sentada na tampa do vaso sanitário. Tiro o quê sobrou das suas roupas, observo todos seus machucados e engulo seco. Ligo o chuveiro, deixo a água esquentar um pouco, pego a Elo novamente e entro em baixo do mesmo. Sento no chão, coloco a mesma em cima das minhas coxas e ela continua da cabeça baixa. Começo esfregar seu corpo cuidadosamente, com o máximo de cuidado que posso ter, enxaguo o mesmo lentamente e suspiro.

- Você está muito machucada - Murmuro beijando uma bochecha dela e encaro seus olhos - Você não está assim, só por causa do seu estrupo...

- Eu lembrei de uma coisa...

- Do quê você lembrou? - Falo confuso 

- De quando a Sara... foi estrupada... - Vejo uma lágrima escorrer pelo o rosto dela e suspiro surpreso - Eu não quero falar disso...

- Eu entendo, não tem problema, meu amor - Murmuro dando um leve beijo no seu queixo 

Levanto do chão cuidadosamente segurando a Elo, saio do banheiro e coloco ela sentada na cama. Entro no banheiro, fecho o chuveiro e saio novamente segurando uma toalha.

- Vou te enxugar

Começo passar a toalha pelo corpo dela cuidadosamente, assim que acabo de enxugar ela, beijo sua testa e levanto. Pego na minha mochila uma blusa de frio minha, volto até a cama, visto a mesma na Elo e me sento novamente tirando meus sapatos.

- Dorme um pouco - Falo deitando devagar e ajeito um travesseiro ao meu lado

Ela se deita, observo seu rosto e abraço a mesma lentamente. Ajeito ela na cama, afundo seu rosto no meu peitoral com muito cuidado, beijo seu cabelo e olho a janela. 

- Eu vou cuidar de você... mesmo, se um dia, você não me quiser mais... até quando se cansar de mim - Sussurro baixinho - Eu nunca vou deixar de te proteger mais!

- Eu nunca vou me cansar de você. Michael, você é como uma droga pra mim, quanto mais fico perto de você, mais eu vicio... é impossível eu não querer você perto de mim - Murmura ela encarando meus olhos e acaricio uma bochecha dela

- Casa comigo 

- Já somos casados no papel, esqueceu? 

- Impossível esquecer... casa comigo de verdade

- Está falando sério? Quer mesmo que eu seja sua mulher? 

- Você já é minha mulher, só quero comemorar isso e oficializar - Dou um selinho demorado nela

- Eu aceito... mas quero uma coisa pequena e simples... não gosto de nada luxuoso demais, sabe disso!

- O que acha do quintal da casa... daquela sua amiga... a Caity? - Sorrio fraco encarando seus olhos

- Vai ser perfeito... aquele é o melhor lugar... já tenho até um padre...

- Quem?

- O sucrilhos!

- Quem é esse? - Suspiro mais confuso 

- Sou eu - Diz o Sucre entrando no quarto - É um dos apelidos, que ela me chama. Olha, eu não queria atrapalhar, mas eu estava preocupado com a baixinha, papi! - Olho ele

- Tudo bem. Nós vamos nos casar - Sorrio fraco e ele me encara surpreso

- Parabéns, gente! Isso me pegou de surpresa! O quê estavam falando de mim?

- Você vai ser o padre - Diz a Elo encarando ele 

- E eu o padrinho - Diz o Lincoln entrando no quarto

- Vejo que está aceitando bem, eu e o Mike - Diz a Elo 

- Eu sei que não vão se separar mesmo, vocês se amam e quero apenas o bem de vocês... vocês fazem bem um pro outro, prometam à vocês mesmos que nunca ninguém irá estragar isso - Diz o Linc sentando na beirada da cama encarando a gente - Como você tá, minha pequena?

- Eu estou tentando esquecer tudo - Diz a Elo e a mesma engole seco - Vou dormir um pouco

- Eu e o Sucre, não vamos atrapalhar. Vamos ficar ali no sofá...

Vejo o Lincoln ir até o sofá e sentar ao lado do Sucre. Sinto a Elo se aconchegar no meu peitoral, fechar os olhos e beijo sua cabeça. Abraço ela um pouco mais forte e suspiro. Depois de alguns minutos, vejo ela dormir e suspiro novamente.

- Me perdoa, Michael - Escuto o Lincoln sussurrar e encaro ele

- Não precisa disso, Lincoln 

- Precisa sim, eu estava sendo um idiota, quanto te tratei daquele jeito... te espanquei... gritei com a baixinha...

- Nós já nos resolvemos, acredite, eu já te desculpei!

Levanto devagar, paro em frente a cama e abro os braços.

- Vem cá, me dá um abraço - Sussurro encarando ele

O mesmo vem até mim e me abraça em seguida retribuo o gesto. Por cima de um ombro do Lincoln, vejo o Sucre chorando olhando a gente e suspiro confuso. Nos soltamos devagar e suspiro.

- Sucre, por quê está chorando? 

- Um cisco entrou no meu olho - Diz ele passando as mãos no rosto - Isso foi bonito, caras!

Balanço a cabeça negativamente sorrindo fraco e sento na cama.

P.O.V Eloane Tancredi 

Suspiro dormindo, me mexo um pouco na cama, assim que começo ter um pesadelo relacionado à algo que aconteceu no meu passado, de quando eu era mais nova, e começo suar frio.

• Pesadelo on •

Estou deitada na minha cama dormindo, acordo ouvindo um barulho alto e a Sara também. Sento na cama assustada, ela também na dela, encaro a mesma e levanto.

- Onde vai? - Murmura minha irmã assustada

- Eu vou ir ver se a mamãe está bem, esqueceu que o pai saiu? - Falo saindo do quarto

Caminho até a sala devagar e arregalo os olhos, assim que vejo minha mãe toda ensanguentada no tapete da sala. Vejo o papai esfaqueando ela, vou até o mesmo correndo e tento empurrar ele.

- PARA... PARA... VOCÊ VAI MATAR MINHA MÃE! - Grito chorando nervosa

- SAI DAQUI - Grita ele surpreso e muito ríspido - EU JÁ MANDEI VOCÊ SAIR!

Sinto o mesmo me pegar, me deixando presa em baixo de um braço dele apenas, ele solta a faca e tampa minha boca com sua mão livre em seguida mordo um dos seus dedos com muita força.

- SOLTA A MINHA IRMÃ! - Grita a Sara aparecendo na sala

- PARA DE GRITAR, VOCÊS DUAS! - Grita o Luke irritado

A Sara corre até a faca, pega a mesma e o Luke tenta pegar da mão dela.

- CORRE, SARA... CORRE - Grito bem mais alto que antes e vejo a minha irmã enfiar a faca em uma coxa do Luke

Ele me solta com bastante brutalidade, bato a cabeça com força na mesinha de centro e caio ao lado do corpo da mamãe. Encaro o rosto dela assustada, olho para o lado com dificuldade, assim que escuto longe um grito da Sara, e vejo o Luke arrancando a calça dela em seguida penetrar na mesma, assim começando abusar sexualmente da mesma.

- Eu vou acabar com você... Luke - Murmuro baixinho muito fraca e desmaio

• Pesadelo off •

Acordo suando muito frio e assustada. Sinto uma mão em um dos meu ombro, olho para o lado rapidamente e vejo que é o Mike.

- Você está bem? - Pergunta ele

- Eu preciso da... Sara 

- Ela está muito longe... meu amor... 

- Ela está na cidade... meu celular - Sussurro com muita dificuldade de respirar e desmaio

P.O.V Michael Scofield

Suspiro arregalando os olhos assustado demais, vejo a minha baixinha ficando roxa e pego meu celular em seguida ligo para a Sara.

- Quem é? - Diz elá atendendo 

- Sara, é o Michael... sua irmã precisa de você agora! - Falo muito preocupado e desesperado 

- Onde vocês estão?

- Naquele hotel... perto da saída da cidade... não tem erro - Desligo 

Vou até o banheiro, pego uma toalha bem molhada e volto até a cama. Sento nela e começo passar a toalha no rosto da Elo em seguida noto ela bem febril. Deito ao seu lado e abraço ela fortemente.

- Fica viva... por favor... meu amor - Repito várias vezes de olhos fechados 

- O quê aconteceu aqui? - Escuto o Lincoln dizer, depois de certo tempo

Abro meus olhos, paro de falar e vejo a Sara ao lado dele me encarando preocupada.

- Encontrei seu irmão no corredor - Diz ela caminhando até a cama e me levanto

- Salva a minha mulher, por favor - Murmuro por impulso e vejo lágrimas nos seus olhos 

- Eu vou fazer o possível... para salvar a Elo - Diz ela ajeitando a Eloane na cama de barriga pra cima e a mesma abre os olhos dela cuidadosamente - Ela está assim, por falta de remédio... como eu suspeitava...

- Eu tenho que sair, é muito urgente... cuidem da mimha filha - Diz o Lincoln saindo rapidamente

- E agora? - Falo encarando a Sara muito preocupado

- Toma, eu comprei às pílulas... antes de vim pra cá - Diz ela me entregando duas sacolas pequenas e uma receita - Quando acabar, é só usar a receita... eu vou deixar aqui uns documentos da Elo... tudo bem?

- Claro, obrigado... por ajudar... mesmo depois de tudo que aconteceu...

- Por mais que eu queira, eu não consigo ficar longe da minha irmã e deixar de cuidar dela, Michael! 

- Isso é importante demais... você pode explicar um pouco mais sobre a doença da Elo?

- Eu não sei muito sobre isso - Ela suspira pesadamente e abaixa a cabeça - Depois de certo tempo da nossa infância, ela ficou estranha e teve uma crise... ah... como posso te explicar? Foi uma "crise de falta de ar"... ficou desmaiada, por horas, e muito roxa. Ela foi no hospital e disseram que algum trauma foi o motivo daquilo. Ela teve depressão, tivemos que frequentar psicólogos e ela cada vez mais tomava mais remédios... um dia, ela teve uma parada cardíaca, por causa de uma forte mistura que ela fez, e o problema piorou. A doença da Elo, em geral, parece ser gerada pelo passado... até hoje, não existe um diagnóstico totalmente certo...

Engulo seco surpreso, ela levanta a cabeça e encara a Elo.

- Eu só escolhi ser médica, para cuidar da minha irmã e ajudar ela - Ela murmura por impulso e engulo seco - Eu tenho que ir, não quero causar mais brigas com a Elo, não é bom ela ficar nervosa... - Ela encara meu rosto assustada - Michael...

- Oi? - Falo muito confuso 

- Seu rosto... seu nariz tá sangrando! 

Vou até o pequeno espelho do banheiro e encaro meu rosto. Molho um pedaço de papel higiênico um pouco e limpo minha pele.

- Eu devo ter me cortado, não se preocupe... - Falo saindo do banheiro 

- Eu acabei de dar uma injeção na Elo - Diz ela me entregando uma caixinha - Quando ela desmaiar, igual hoje, aplica uma nela e tá tudo certo! Quando ela acordar, dá os remédios!

- E quando elas tiverem acabando?

- Eu arrumo mais, agora preciso ir... meu namorado está me esperando! - Diz ela caminhando até a porta ajeitando a bolsa dela em um ombro 

- Tchau... muito obrigado... Sara - Murmuro vendo ela sair e respiro fundo

P.O.V Fernando Sucre

Respiro fundo, parado em frente um hotel, de uma cidade vizinha de New Orleans. Alguns dias atrás, eu consegui descobrir que a minha Caity foi para ali, graças um trabalho policial. Entro no lugar nervoso, sento em um canto ajeitando meu capuz e encaro a janela na minha frente, enquanto pego meu celular. Envios um SMS para a Caity e aguardo ansiosamente ela descer. Minutos depois, sinto uma mão segurar um ombro meu firmemente e reconheço o perfume da minha "loira caliente" no ar.

- Fernando! Vamos sair daqui agora! - Murmura ela encarando meus olhos séria e saio rapidamente do hotel com ela - Você teve muita sorte, que eu estou com um ótimo humor, que aquele hotelzinho não tem segurança nenhuma e nenhum policial te viu!

- Eu estava louco... pra te ver! - Falo lentamente encarando ela, enquanto andamos um ao lado do outro 

- Idiota - Ela bufa - Fernando, vai embora! É perigoso, para você, ficar zanzando nessa cidade! 

- Não, Caity!

- Anda logo, Fernando!

Prendo ela contra uma parede e encosto nossos corpos encarando seus olhos fixamente. 

- Você vai me ouvir... agora! - Respiro fundo - Eu sei que você não me esqueceu, eu não esqueci você e vamos ficar juntos!

- Nossa, que pedido romântico e íntimo! Temos até uma plateia, quem passar por aqui! - Diz ela com ironia

- Quer romantismo e intimidade? Vamos ter! - Falo pegando ela

Jogo a mesma por cima de um ombro meu, seguro em volta da sua cintura com um braço e começo andar, enquanto ela bate nas minhas costas. Vou andando até uma praça, sento em um banco e coloco ela do meu lado. Me ajoelho na sua frente, ficando com um joelho no chão e a outra perna dobrada, seguro uma mão da Caity e encaro seus olhos.

- Casa comigo, Caity? - Falo suando frio de nervoso 

• Quase duas horas depois - Algum galpão abandonado em uma cidade vizinha de New Orleans •

P.O.V Lincoln Burrowos

O Grant mexeu com uma das coisas mais preciosas da minha vida, ele irá pagar caro demais. Suspiro saindo de um carro com o T-bag e encaro ele. 

- Tem certeza que um dos seis capangas trouxe o Grant pra cá? - Falo sério cruzando meus braços 

- Pode acreditar nisso, irmão grandão do bonitão - Diz o T-bag entrando no galpão e entro atrás dele

- Por que está fazendo isso?

- Porque eu quero... e a Emília também... não fui com a cara do tal Grant... tenho tantos motivos!

Vejo apenas uma luz acesa no centro do galpão abandonado e sujo, vejo o Grant amarrado em uma cadeira e ela me encara sorrindo de uma forma nojenta. 

- Entendi tudo agora, momento "vingança dos babacas"? - Diz ele rindo de uma forma irônica 

Me aproximo dele rapidamente, dou um soco com força no seu queixo, ele vai para trás e cai com tudo no chão.

- Se divirta, irmão do bonitão - Diz o T-bag rindo, enquanto senta em uma cadeira observando tudo

Vou pra cima do Grant, ele encara meus olhos e começo socar seu rosto várias vezes com muita força, apenas pensando no que esse desgraçado fez. Levanto do chão vendo seu rosto cheio de marcas e todo ensanguentado. Começo chutar seu corpo várias vezes, enquanto escuto a risada alta do T-bag e o barulho dos meus golpes. Percebo o Grant sangrando muito, assim que vejo muito sangue saindo pela sua boca, me ajoelho no chão segurando o pescoço dele com as minhas duas mãos e encaro seus olhos.

- Eu poderia te matar agora, mas seria fácil demais. Eu vou fazer da sua vida um inferno, ouviu bem? Quando você menos esperar, eu vou aparecer. Cada momento da sua miserável vida, eu vou está presente e você vai se arrepender de tudo. Você vai me implorar pela morte e eu só irei te torturar mais!

Levanto do chão, chuto seu rosto com muita força e saio do galpão. Percebo o T-bag ao meu lado e suspiro.

- Conte comigo, adoro vinganças - Murmura o T-bag rindo alto
















Notas Finais


Desculpem qualquer erro, irei revisar o capítulo depois.


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