História Prison Dark - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Aiolia de Leão, Camus de Aquário, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Miro de Escorpião, Shun de Virgem
Tags Drama, Romance, Saint Seiya, Yaoi
Exibições 38
Palavras 2.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura

Capítulo 8 - Reencontro Fatal


Reencontro Fatal

 

—Como vai Hyoga? Se divertindo muito por aqui? Já soube que é a nova puta do Fênix. Deve ser bem interessante o ex-menininho rico e mimado, levar pau na bunda, ainda mais quando o dono do pau é o homem que matou o seu pai.

Hyoga saiu da cama e o encarou, o olhando com ódio.

—Radamanthys! O que quer aqui? – Bradou tomado pela ira.

—Esse lugar está muito mal administrado. – Andou pela cela ignorando a pergunta do loiro, mudando drasticamente o tom agressivo que usara ao entrar no local. – Confesso que tenho feito vistas grossas, entretanto agora é diferente.

Voltou a olhar o rosto contraído de Hyoga.

—Você está aqui, e apesar do crime grave que cometeu, eu ainda o criei e tenho que preservar seu bem-estar. – O rapaz apenas escutava as palavras falsas e mentirosas da boca daquele homem, que jamais na vida demostrara algum sentimento bom para consigo.

—Estamos a sós, não há motivos para esse teatro Radamanthys. – Estava irritado, porém tentava controlar-se e agir com alguma razão. –Você mandou que matassem a pobre da Eiri e me encerrassem nesse maldito lugar…

—Não diga bobagens meu rapaz. Qual seria meu interesse nisso?

—Dinheiro, poder…

—Eu já tenho isso tudo, não preciso de nada que é seu, aliás, sendo sincero você não tem mais muita coisa, afinal gastei muito de sua herança com sua educação, saúde e seus caprichos de menino mimado.

—Ou seja, gastou minha herança com seus próprios interesses. – Hyoga sorriu irônico. – Bem, mas deveria ter algo de maior valor e importância para você querer ver-me aqui e morto.

—Eu não diria que ainda me impressiono com as coisas que já vivi e vi nesse nosso belo mundo. -Dizia o governador ironicamente mais uma vez ignorando o que Hyoga falava. – Entretanto, eu realmente achei que Fênix acabaria com sua raça, visto que seus caprichos foram diretamente ligados a causa da morte de seu irmão menor, e sua consequente prisão. Porém você conseguiu fazê-lo se apaixonar por você, algo que eu considerava fora de cogitação, aliás algo que jamais passara por minha cabeça. Esse seu rabo deve ser mesmo incrível. Uma lastima!

E fora nesse instante que Ikki adentrou a cela, ouvia a algum tempo a discussão de Hyoga e Radamanthys, mas as últimas palavras do governador fizeram algo dentro de si se contorcer.

—O que você quer aqui? -O moreno perguntou de forma agressiva.

—Uma visita rápida. - Respondeu sorrindo malevolamente para Fênix. -E é claro apresentar ao novo diretor nossas maravilhosas acomodações.

O governador e o presidiário se olhavam minunciosamente estudando as reações um do outro. Antes de abandonar o local Radamanthys olhara a última vez para o rosto de Hyoga, mostrando certo desprezo.

Ikki andou pela cela, agora que se viam sozinhos, o clima pesado que o governador deixara ainda pairava no ar.

—Não acredite nessa merda, que esse fodido falou. - Após segundos de silêncio Ikki voltou-se para o loiro chamando sua atenção.

Hyoga sorriu, sentia-se muito culpado pelo que ocorrera a Shun, mesmo que realmente não quisesse se sentir daquela forma, era inevitável e ouvir aquilo de Fênix lhe trouxe um alívio momentâneo.

—Eu não estou, aliás nunca estive apaixonado por você garoto. – Vira o sorriso de Hyoga morrer naquele momento. -Só que eu decido o que fazer com você, não esse cretino do Radamanthys, ninguém me diz o que fazer.

Ikki o olhava friamente e o coração de Hyoga retumbava no peito ao ouvir aquelas palavras, acabara por calar-se e apenas ouvir o que Fênix tinha a dizer.

—De você eu quero sexo. Sexo limpo, sem frescuras. Eu não gosto de homem, moleque, mas gosto de sexo. E como já te disse, não tem vaginas dando sopa por aqui, então você serve. É limpo, saudável, não é fresco e nem abrutalhado, aliás, é até bonito para um cara.

Hyoga não entendia porque estava ouvindo aquilo, aquele homem se arriscara por ele, quando se amavam ele parecia sinceramente mostrar-lhe seus sentimentos. Por que o olhava agora tão duramente, e desdenhava-se de si?

—Você não precisa me dar tantas explicações Ikki. - Respondeu de forma objetiva, numa tentativa de esconder seus reais sentimentos e fazer Ikki se calar. -Temos um acordo, você me protege e tem direito a meu corpo.

—Isso. Entendeu direitinho loiro. – Ikki sorriu de lado, mas sentiu uma pontada em seu coração, a forma gélida que Hyoga o falava o deixara confuso, a maneira que ele se entregara anteriormente, como o olhava, o garoto lhe pareceu realmente apaixonado, porém deveria ter sido mesmo um mal-entendido. -Agora que tudo foi esclarecido, vou sair, afinal tenho que saber quem será o novo diretor dessa espelunca.

Ikki saiu um tanto atordoado. Como poderia ter se envolvido daquela forma pelo filho de seu inimigo? Sentia-se culpado por não estar de fato honrando a memória de Shun, e sentia um nó em sua garganta ao lembrar-se da frieza de Hyoga…

O loiro levou a mão ao peito, pensando no porque ali doer tanto daquele jeito, soluçou, porém, segurou o choro, saiu depressa da cela, precisava de um lugar onde esconder sua dor.

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—Alguma notícia do novo diretor? -Ikki recostou-se ao lado de Máscara da Morte que observava Afrodite que andava em sua direção de maneira sensual.

Notava-se certa apreensão nos presos, a sensação que haveriam mudanças, e naquela atual circunstância não pareciam ser nada boas.

—Sei pouca coisa, parece que alguns guardas foram transferidos para outras repartições e que teremos gente nova aqui. - Respondeu o amigo. -O que pensa em fazer Fênix? Sabe bem que Radamanthys está de olho em você, sabia que esse seu romance com aquele garoto não daria certo.

—Que romance cara? Eu não sou homem de romances…. É apenas uma boa foda. Parece que não me conhece. – Ikki falava extremamente irritado.

—Sei…

—Vi de longe o novo diretor. -Afrodite chegou já divulgando sua descoberta e interrompendo a pequena discussão que se iniciava ali. – Não deu para ver o desgraçado direito, mas ele não pareceu um desses pobres coitados e viciados que costumam estar à frente da Prison Dark.

—Ah, então Radamanthys resolveu inovar! -Fênix sorriu enigmático.

—Não acredito que um filho da puta da elite de Athenas se meteria num buraco sujo como esse. - Comentou o amante de Afrodite. —Além do mais seria estranho o governador colocar um fresco covarde justamente agora que você matou o seu antigo puxa-saco. O que realmente esse cara pretende?

—É realmente muito estranho, sem contar que o sobrancelhudo demorou para tomar alguma atitude. - O loiro colocou-se entre os dois homens mais altos. -Não que eu achasse que ele quereria sua cabeça por ter matado o inútil do Guilty, mas por você não ter obedecido sua ordem…

—Eu sempre fiz o que eu quis Afrodite, não é a primeira ou a última vez que irei contra a vontade daquele filho da puta do Radamanthys. – Falou Ikki pensativo. – O que parece é que algo aconteceu para que ele mudasse de estratégia. Alguma coisa o fez recuar, ao menos por enquanto.

—Pode ser, mas com aquele demônio todo cuidado é pouco. -Concluiu Máscara da Morte.

Os três ainda conversaram por mais um tempo, até Ikki se afastar indo para os chuveiros.

¨¨¨¨¨¨¨

 

Camus e Milo se sentiam estranhos perto um do outro e Freya percebia que já alguns dias eles pareciam se evitar. Ela interpelara a ambos separadamente, mas tanto o jovem ruivo quanto seu marido saíram pela tangente. A impressão que a loira tinha era que eles haviam tido alguma espécie de briga séria e que resolveram a poupar, porém não conseguiam disfarçar de todo a tal situação.

Milo apenas olhava Camus que estava visivelmente magoado, o loiro se martirizava ao pensar que seu irmão o estivesse apenas o vendo como um tarado, que tentara abusar de si, aproveitando-se de sua autoridade como irmão mais velho, e por tê-lo criado como a um filho. A verdade é que Milo estava confuso quanto a seus sentimentos contraditórios, já não sabia mais o que pensar, mas amava o ruivo, só não tinha a dimensão daquele sentimento e de quando ele deixara de ser fraterno…

Camus por outro lado, estava confuso, sempre soube que amava Milo, e agora não sabia se o irmão tinha consciência desse amor e resolveu aproveitar-se, mesmo sabendo que o loiro não era assim leviano, ele jamais demostrara nada, e o beijou daquele jeito, tão de repente. Aquilo o confundiu, ao mesmo tempo que a esperança tomara seu coração que jamais pensara que aquele amor pudesse ser correspondido de alguma forma, agora se via no meio de um casal, que esperava uma criança, e que o criara como seu filho. Era tudo muito forte e terrível e pensar que por um segundo que Milo pudesse ter brincado com seus sentimentos era horrível demais para ele suportar...

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

 

Da parte de cima da prisão, de maneira discreta o novo diretor observava Hyoga passar, a mando de Radamanthys, deveria se livrar dele e de seu amante, o tal de Fênix.

Distraído Hyoga não percebera que era vigiado e estudado por um homem com belas feições em um terno bem cortado sobre seu corpo, alheio a qualquer coisa, andava sem rumo com as palavras de Ikki gritando em sua cabeça. Tentando entender porque fora tão estúpido ao ponto de se deixar envolver por Ikki. Desnorteado acabou afastando-se procurando abrigo debaixo das escadas, onde também não tinha como ficar por muito tempo, pois logo recebera a companhia de dois homens atrás de sexo…

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Ikki voltara para cela ao toque de recolher, tirou sua camisa a jogando de qualquer jeito e pulou na cama. Hyoga continuara em silêncio, resolvera fingir que dormia, apenas por não saber que reação teria ao se deparar com Ikki após o que acontecera pela manhã. Refez todos seus passos até a chegada naquele maldito lugar e tristemente constatou que fora nos braços de Fênix o único lugar que se sentira bem de verdade, e aquilo o fazia sofrer ainda mais. A desilusão que as palavras dele lhe causaram doía forte em seu peito. O sono demorou a vir e quando chegou lhe trouxe sonhos conturbados. Mesmo assim acordara cedo, e fora logo aos chuveiros, era sempre desagradável os olhares maliciosos daqueles homens, porém ninguém ousava o tocar por medo de Ikki. Ao menos era a parte boa, não queria terminar por ser violentado por aqueles homens, mas foi aí que se lembrou das palavras de Misty e como tudo fazia sentido. Fênix não tinha nenhuma espécie de consideração consigo e assim que achasse algo mais interessante para brincar, o deixaria a mercê daqueles bárbaros, e provavelmente não haveria nada que ele pudesse fazer para evitar.

Sentiu o nó em sua garganta se formar, rapidamente enxaguou-se, secando-se, tratando de se vestir. Não tinha fome, as palavras de Ikki em sua cabeça e a iminência de ser trocado o deixava um tanto enjoado.

Entrou um tanto aturdido na cela que dividia com Ikki e estancou com a cena que vira. Seu amante sentado na cama de pernas abertas e calças arriadas, no meio delas, uma cabeça loira em um vai e vem ritmado e orquestrado, pelos gemidos roucos e baixos de prazer do moreno ao ter a boca quente levando seu membro até a garganta. Ikki forçava a cabeça de Misty em direção a seu pênis continua e repetidamente sequer percebendo que não estavam mais sozinhos naquele lugar.

Hyoga virou-se saindo dali uma angustia invadia seu coração com uma força quase visceral, a vontade que tinha era avançar em Ikki, mas não daria a ele aquele gostinho.

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O dia tão esperado da visita a Prison Dark enfim chegara e Milo, seu irmão e o falso namorado do ruivo, assim como Aiolia e seu doce amante Shun, encontravam-se enfrente a prisão.

A Prison Dark, por fora era horripilante, muito grande e de muros fortificados. Sim aquilo era uma fortaleza em estilo medieval, e pelo que vinha lendo nos livros, Shun pensara logo em torturas inimagináveis, e sem perceber encolhera-se no corpo de Aiolia, e aquilo não passara despercebido por seus amigos. E apesar de já estarem acostumados com as demonstrações de afeto daqueles dois seres tão diferentes dentro daquela sociedade, estavam agora em um local inapropriado. Entretanto, Aiolia era protetor, e no fundo sentia-se orgulhoso de ter a confiança total de Shun, mesmo que almejasse que o garoto se sentisse mais seguro, o que vinha acontecendo gradativamente. Shun era um rapazinho muito forte, após tudo que passara em sua vida, continuava lutando...

Viram que alguém abrira os portões indo ao seu encontro, logo puderam constatar que era um guarda daquele lugar.

 —Entrem senhores, por favor. - O guarda parecia que os aguardava previamente, mesmo que tivessem tentado manter segredo sobre a tal visita. Provavelmente Radamanthys se adiantara a eles, era o pensamento de  todos ali.

—Comentei com meu tio em uma discussão. Desculpem-me. - Pediu Isaak um tanto envergonhado. – Pode ser que ele tenha dito algo a alguém…

—Tudo bem Isaak, isso não tem importância agora, Radamanthys não impedirá minha entrada aqui e muito menos a de Aiolia.

—Camus me desculpe. – Issak tentava se desculpar também com o amigo.

—Se acalme Isaak, Milo tem razão. Vamos entrar.

Shun, Aiolia, Camus, Milo e Isaak adentraram a prisão seguindo o guarda que os acompanhava de perto.

 

¨¨¨¨¨

Os amigos andavam por um tempo ao lado do guarda, observando o quão escuro e úmido era aquele lugar. Era mesmo um prédio terrível, tenebroso. O homem ia explicando que os detentos estariam na parte inferior, aquela parte onde estavam indo ficava a administração. E que eles deveriam ir à sala do novo diretor que já os aguardava.

Em um dado momento chegaram em um corredor, onde se podia ouvir as vozes dos detentos que se divertiam no pátio da prisão em algum esporte ou jogos de cartas. Ao contrário dos outros, Shun não prestava mais atenção ao guarda que os indicava a sala do diretor e sim nos homens que falavam alto e se exaltavam durante os jogos.

O garoto aproximou-se das grades e logo vira os autores de todo aquele reboliço. Shun estancou no meio do caminho enquanto os outros seguiam. Alguém o chamara a atenção... O reconheceria mesmo que se passasse mil anos…

—IKKIIIII!!!!! IRMÃO!!! – Shun gritara e correra até as escadas que o levariam até onde o irmão se encontrava. Descera as escadas que davam para o pátio da prisão, no entanto chamara a atenção não só de Ikki, mas também de seus inimigos. E Fênix os tinha e muitos, alguns deles sempre quiseram se vingar, e por mais que tivessem medo, algumas vezes o ódio e o desejo de vingança falava mais alto...

—SHUN, NÃO! -Ikki ao ouvir aquela voz, ao ver a imagem de seu irmão correndo escada abaixo, temeu por ele. Tentou correr em sua direção, porém Charles, com um ferro enferrujado que ele escondia em seu corpo esguio chegara primeiro até Shun.

Um grito estridente e horripilante tomou conta de todo o local chamando a atenção de todos os presentes.

*******

Já imaginando que seria abandonado, e na esperança de tentar proteger-se, Hyoga conseguira uma faca com o cozinheiro da Prison Dark, a exigência do homem fora que o loiro permitisse que ele o chupasse. Pensando em ao menos tentar manter sua dignidade ao não ser estuprado por aqueles homens da Prison Dark, ele aceitara o acordo e fora o exato momento que voltava a sua cela, que se deparara com Shun correndo e gritando por seu irmão, e aquele homem estranho que claramente não primava de suas faculdades mentais, ir de encontro ao amigo de infância.

Não fora algo que pensara em fazer em sua vida, matar alguém, no entanto protegeria Shun de qualquer jeito. Hyoga enfiara a faca que conseguira naquele homem, de qualquer forma, com uma força que nem sabia que tinha, mas que era movida por seu desespero.

A faca entrara nas costas do homem magrela e muito alto, com tanta potência e seguidamente, que perfurara seu pulmão direito, até o loiro ser contido por golpes dos guardas da Prison Dark e Charles cair morto ao chão.

Ikki olhava atordoado para Hyoga, vendo os guardas o arrastarem pela prisão, o ferindo no processo. O corpo magro e pálido maculado pelo sangue do homem que tiraria seu irmão novamente de seus braços... Enfim, Hyoga havia matado pela primeira vez, contudo salvara a vida de Shun

 

Continua…


Notas Finais


Pois é, agora o Hyoga realmente é um assassino e a história dele se complica, mas o importante é que ele salvou o Shunzinho.
Bem, eu sempre respondo os reviews antes ou logo após postar, no entanto eu corrigi para postar duas fics hoje, e eu levo muito tempo arrumando os errinhos e mesmo assim acaba passando alguns, rsrs. Enfim, como fiquei um pouco cansada amanhã estarei respondendo. Então, por favor, me desculpem por isso.
Obrigada a todos que estão lendo a fic, favoritando, deixando seu review e sendo um fantasminha, rsrs. Mas, espero que vocês apareçam.
Beijos a todos e até os próximos.


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