História Prison Love - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Demi Lovato, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Ação, Criminal, Demi Lovato, Drama, Hentai, Justin Bieber, Romance, Ryan Butler
Visualizações 81
Palavras 1.880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


- Me perdoem pela demora, amores
- Depois eu coloco o banner <3
- Não revisei muito bem, então me perdoem qualquer erro

Capítulo 5 - Não odeio você


Ryan estava no meu quarto, conversávamos sobre o dia anterior e sobre como eu havia ficado confusa com tudo aquilo.

— E aí ele disse “continuamos depois”. O que isso significa?

— Provavelmente que vocês vão continuar depois? — disse óbvio.

Um silêncio foi mantido enquanto eu pensara no assunto.

— Acha que... Se eu transar com ele, ele pode me odiar menos? Quer dizer, pode despertar sentimentos, não é?!

— Bom, eu... — parou um minuto. — Espera! Vocês nunca transaram? — ele quase gritou.

— Cala a boca! — o repreendi. — Pode ou não?!

— Talvez, só vai descobrir se tentar.  Mas eu acho que não precisa correr atrás dele, se ele disse que continuariam depois é porque vão continuar depois. Certo?

— Talvez, não sei.

— Katerina?

Me virei e vi Justin parado na porta. Há quanto tempo ele estava ali? Será que tinha escutado a conversa?

— Oi. — eu disse, surpresa.

Por um momento deixei um sorriso nervoso escapar de meus lábios. Eu estava feliz, porém muito nervosa.

— Vamos?

— O quê? Pra onde?

Fiquei nervosa com aquilo. Iriamos aonde?

— Treinar, talvez? — ele disse óbvio e eu relaxei.

— Oh, certo.

Levantei e o segui enquanto ele ia para a sala do outro dia. Esperei que ele falasse sobre o que havia acontecido entre nós, mas não falou. Nem ao menos ousou abrir a boca, simplesmente nada.

Justin havia me ensinado algumas coisas básicas, não era muita coisa, e nem nada muito importante e durante todo aquele treinamento ele não disse nada. Não tinha significado nada para ele? Ele realmente não ia tocar no assunto? Ia apenas ficar falando de armas? Era sério?

Enquanto ele falava sobre àquelas armas, eu fingia estar prestando atenção, até que finalmente mudou o rumo do assunto, e eu me interessei.

— Vamos à uma festa hoje.

— Por quê? Pelo que eu sei Matt ainda está vivo e você ainda está sem a sua carga.

— É, mas um cara importante vai dar uma festa hoje, ele conta com a nossa presença.

— Que cara?

— Não o conhece. Ele nos fornece o carregamento de cocaína. Só... esteja pronta às dez.

Assenti com a cabeça.

 

[ ... ]

 

Assim que coloquei meus pés para dentro daquela casa, eu jurei que não sairia dalí sem um grande problema de audição. O volume da música era de ensurdecer qualquer um, mesmo que estivesse à um quilômetro de distância. A casa era enorme, bem maior que a que morávamos, para ser justa, a nossa mansão parecia uma casa comum perto daquela.

Logo me dirigi ao bar, deixando o resto dos garotos para trás.

— O que deseja? — o barman sorriu, educado.

— Três doses de tequila.

Decidi que nada iria me abalar hoje, eu iria curtir o máximo, dançar até o chão, beber todas e depois transar com o Justin.

Bebi minhas doses assim que o barman me entregou, logo depois pedi uma vodka, bebi aquele liquido todo de uma vez, que desceu queimando pela minha garganta.

— Uol. — ouvi uma voz masculina atrás de mim.

Me virei e vi um cara moreno, aparentemente mais velho que eu, apesar do escuro, consegui identificar que seus olhos eram cor-de-mel.

— Acho que você precisa de algo mais forte. — ele disse. — Ah, perdão. Sou o Noah, dono da festa. — ergueu sua mão para mim, querendo fazer um cumprimento.

— Ah, claro. — apertei a mesma. — Sou Katerina, prazer. — sorri tentando parecer educada.  — Então, o que sugere que eu beba? — perguntei.

— Ah, não, acho que tenho outra coisa para você.

Ele colocou a mão no bolso e tirou de lá um saquinho, com algo que eu não consegui identificar o que era.

— O que é isso? — perguntei, olhando para o que ele tinha nas suas mãos.

— Cocaína. — ele disse e sorriu.

Tive medo de pegar aquilo, eu nunca havia usado drogas, muito menos cocaína, não sabia o efeito que aquilo iria me causar. E se eu me tornasse uma drogada? Mas eu só iria usar um pouco, não é? Que mal teria?

 

Pov’s Justin Bieber

Atlanta, 23 p.m.

 

Ryan e Chaz estavam sentados em um grande banco de couro bebendo e conversando enquanto Chris dançava com uma garota, apenas quando ela virou que consegui ver quem era. Katerina. Ela parecia estar muito bêbada, mas até então não me importei, continuei sentado ali, apenas a observando de longe.

Comecei a prestar atenção quando ela começou a se esfregar em Chris, não era muito típico dela. E então ela começou a beijá-lo loucamente, e ele retribuiu. Sabia que ela não estava mais em seu estado normal.

Me levantei e caminhei até os dois.

— O que deu em você? — perguntei à Katerina.

Ela continuou dançando com Christian ao som de Swalla do Jason Derullo.

— O quê? — ela me olhou. — Está com ciúmes bebê?

Seus olhos vermelhos a entregavam e o seu hálito também.

— Está chapada?

Segurei seu rosto, o virando em minha direção, seus olhos estavam completamente vermelhos.

— Não fica com ciúmes, meu amor. — sua voz de bêbada me irritava.

Ela deu alguns passos cambaleando e colocou suas mãos em meu pescoço, logo depois atacando meus lábios com tudo. Quando me dei conta ela já tinha me arrastado para um canto sem ninguém naquela festa.

Não parou de me beijar nem um segundo, logo foi depositando seus beijos no meu pescoço, me dando uma chance de respirar.

— O que você tomou, Katerina? — perguntei, com a garota ainda pendurada no meu pescoço.

— Vodka, tequila, cocaína, cerveja, champagne, energético e essas coisas.

Ela dizia tudo sem sessar seus beijos e chupões no meu pescoço, o que ela era? Uma vampira?

— Ok, Drácula, já pode parar.

Quando me dei conta do que ela disse, fiquei nervoso. Estava explicado, ela nunca agia assim.

— Você misturou cocaína com energético, vodka e tequila?

— Só um pouquinho assim. — ela fez um sinal com a mão, querendo indicar que não tinha bebido muito.

Ela voltou a me beijar, desta vez, colocou suas mãos por dentro da minha camisa, a fim de tirá-la.

— Ei, o que tá fazendo? — perguntei, a afastando.

Ela me olhou com cara de tédio e logo voltou a depositar beijos por todo o meu corpo.

— Ah, qual é?! — disse. — Eu sei que você quer tanto quanto eu. — tentou tirar minha blusa mais uma vez.

Eu a afastei, a impedindo de fazer algo que se arrependesse.

— Não vou transar com você. — eu disse.

Ela me olhou sem entender.

— Sim, vai. Sei que quer.

Ela tentou se aproximar mais uma vez, mas eu não deixei.

— Olha, só quer transar comigo porque está chapada. E se fizer isso, vai se arrepender amanhã e ficar puta consigo mesma e comigo. — a expliquei. — Vamos para casa. Você não está bem.

A segurei, tirando-a daquele canto e indo até onde Chaz, Christian e Ryan se encontravam.

— Estamos indo para casa. — eu disse, despertando atenção dos três.

— Por quê? — Ryan perguntou.

— A gente tem outras coisas para fazer. — Katerina disse.

Sou olhar malicioso em cima de mim chegava a ser engraçado pelo seu estado. A sua voz de bêbada me irritava cada vez mais.

— Alguém exagerou na dose. Vou levá-la para casa e cuidar disso.

Os três me olharam com olhares preocupados. Eles achavam que eu ia fazer mal à ela, e com razão, mas eu não iria. Por uma razão estranha, não queria machucá-la, ela havia me feito um favor, não estava mais aguentando aquela festa.

— Só vou colocá-la para dormir, relaxem.

Peguei a bolsa de Katerina, a entregando e saí dali com a mesma apoiada em meu ombro. Abri a porta do carro e ela entrou, coloquei o cinto nela enquanto tentava fazê-la sossegar.

 

Assim que chegamos em casa, a levei até seu quarto, a mesma se jogou na cama assim que entrou. A olhei e ela sorriu para mim. Seu sorriso era bonito, lindo, por sinal, e por um momento, me peguei hipnotizado por ele.

Fui até ela e a puxei, fazendo-a levantar. A puxando pela mão até o banheiro, enquanto a mesma cambaleava um pouco.

— Uol, no banheiro? Ousado. — ela disse maliciosa.

— Aquieta a periquita, Katerina. — disse já sem paciência. — Vou te dar um banho e te colocar para dormir.

Assim que entramos no banheiro fui surpreendido por um ataque da mesma, que se jogou em cima de mim me beijando.

Puta que pariu, Katerina. — ela já tinha me feito perder toda a paciência. — Qual é a porra do teu problema?

Ela se afastou e me olhou, decepcionada.

— Por que não quer transar comigo?

— Por que você quer transar comigo? — retruquei.

— Porque é a única forma de gostar de mim.

— O quê? — perguntei, sem entender. — Que porra você tá falando?

Ela saiu daquele banheiro e foi até a sua cama, sentando na mesma, sem me olhar. Me aproximei dela, cruzando os braços e ficando em pé à sua frente.

— Sei que se a gente não transar você nunca vai gostar de mim, Justin. Tudo para você é sexo. Sexo e dinheiro. São as únicas coisas com que você se importa, sempre foram. Nosso casamento é só uma forma de você obter mais dinheiro, sei que não liga para mim, mas, eu não penso assim. Gosto de você, mesmo sabendo que não sente o mesmo, mesmo sabendo que talvez você nunca goste de mim. — deu uma pausa. — Acredito em você, não acho que seja um mostro, não acho que me machuque por vontade própria, mas porque sente medo.

— Como é?

— Você sente medo de se deixar sentir qualquer coisa por mim, Justin. E não negue, consigo ver em seus olhos. A questão é que eu não sabia mais como resolver isso, porque eu não aguento mais viver assim, então eu pensei que se transasse com você, algo mudaria, mas estava enganada. — vi uma lágrima rolar por seu rosto. — Me odeia tanto ao ponto de não querer transar comigo?

— Não odeio você. — respondi, por fim.

Não sabia o que fazer, e nem o que dizer. Não a odiava, nem nunca odiei, talvez ela estivesse certa. Talvez eu tivesse medo do amor, medo de senti-lo.

— Então o que?

Não podia responder, não conseguia responder, não sabia como responder. Eu precisaria pensar sobre isso, sobre tudo o que ela havia me dito e se tudo aquilo era verdade.

Ergui minha mão para ela, me aproximando.

— Acho que precisa de um banho.

Ela pegou minha mão sem exitar e eu a coloquei em baixo do chuveiro. Enquanto ela tomara seu banho, peguei roupas em seu closet e as coloquei em cima da cama. Sentei na mesma, tentando pensar nas coisas que Katerina havia me dito, mas não conseguia, havia bebido demais e minha cabeça doía, até mesmo pensar me incomodara.

Ela saiu do banheiro enrolada na toalha e ficou surpresa por me ver ali.

— Peguei essas roupas para você. — me referi as que estavam ao meu lado na cama. — Espero que sirvam .

Ela pegou as roupas e as olhou, logo depois sentou na cama e tirou sua toalha. Pegou a blusa, mas não conseguiu colocá-la.

— Está do avesso. — eu disse.

Ela desvirou a blusa e tirou sua toalha, deixando suas curvas totalmente à amostra, sem se importar se eu estava ali ou não.

Finalmente terminou de se vestir e deitou na cama.

— Por que ainda está aqui?

Ela estava chateada com tudo, não queria minha presença, não queria me ver, então não respondi sua pergunta, apenas a olhei mais um pouco antes de ir embora e deixá-la sozinha.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3


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