História Prison Novel - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Liam Payne
Tags Criminal, Larry Stylinson, One Direction, Ziam Mayne
Visualizações 152
Palavras 2.951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


...

Capítulo 1 - The Prison


Fanfic / Fanfiction Prison Novel - Capítulo 1 - The Prison

   A delegacia estava agitada. A maioria dos policiais andavam de um lado pro outro,mexendo em seus aparelhos celulares ou ouvindo algum comunicado de outro agente pelo walkie-talkie. Uma nova denúncia era a causa de todo aquele alvoroço.
  Por volta das 19:00 horas uma pessoa que preferiu não se identificar tinha ligado para a polícia dizendo que sabia o paradeiro de um procurado da justiça e que,além disso,sabia de outro crime que ele tinha cometido. Os agentes estaduais ficaram loucos -e com razão-afinal não é todo dia que um fugitivo é descoberto. E isso pode até ter gerado um pouco de desconfiança da parte do delegado mas depois de pensar viu  que invés de perder tempo pensando a respeito ele deveria ir atrás do suspeito o mais rápido possível. Não podia arriscar cometer um deslize e ser demitido. Após tantos anos trabalhando excepcionalmente bem para o estado do Texas,o que ele aprendeu é que se há uma denúncia, querendo ou não,eles devem ir investigar. 
  Chamou o chefe dos agentes e o instruiu de tudo o que ele deveria fazer e frizou -pela centésima vez- quão importante aquela prisão era pra delegacia e,consequentemente,pra ele também. Geralmente você é muito bem reconhecido quando executa a prisão de um dos fugitivos mais procurados da lei. E reconhecimento era tudo que o Sr. Pollter queria. 
  Os policiais saíram apressados e nervosos em direção ao endereço que foram informados. Três viaturas seguiam seu trajeto em alta velocidade pelas ruas da cidade com suas sirenes ligadas,refletindo suas luzes azuis e vermelhas nos muros e paredes de vidros dos edifícios do centro. As pessoas como sempre olhavam aquela movimentação curiosas mas ocupadas demais pra se importarem. O que quer que fosse seria anunciado no jornal pela noite. 
   Durante o trajeto um dos agentes transmitia todos os dados do trabalho para o delegado. Enquanto esse,sentado em sua cadeira-super confortável- escutava tudo com atenção redobrada,temendo que no final aquilo não passasse de mais um trote ou,que pior,tudo saísse errado. Tinha um copo de uísque sobre a mesa de madeira envernizada e de vez em quando olhava no seu relógio de pulso,tanto ansioso quanto nervoso. Já conseguia se imaginar sendo elogiado pelo prefeito e todos os homens importantes da cidade,até mesmo do estado,se a denúncia fosse verdade e a prisão fosse efetuada com sucesso. Teria seu merecido reconhecimento,que apesar de já ter não achava ser suficiente, e quem sabe um aumento salarial no fim do mês. Ficaria feliz pelo resto da vida e isso tudo dependia daquela missão. Colocava todas as suas esperanças pra que seus homens conseguissem fazer o trabalho. Cogitou a ideia de até rezar mas não queria ser egoísta ou anticristão ao desejar a prisão de outro ser humano. Apesar de tudo,ele sabia como a vida na prisão era e não desejava aquilo pra ninguém. Infelizmente,era seu trabalho e ele devia cumprí-lo. 
   Cerca de quinze minutos mais e uma mensagem. 
   -Senhor,nós já chegamos e vamos fazer a abordagem agora. -o agente comunicou e Pollter já roía as unhas de ansiedade. 
   No total havia 17 policiais ali,todos armados e bem treinados para enfrentar todos os tipos de situações perigosas e sufocantes possíveis. A maioria era experiente e só dois mais novos tinham começado há pouco tempo.Com  prática que se aprende. 
   Eles levantaram as armas em sinal de defesa e começaram a entrar no terreno. Era uma casa normal com um jardim na frente e garagem. O líder fez sinal pra que rodeassem a casa e vigiassem todos os cantos pra que ninguém fugisse. Ele e mais dois agentes foram até os fundos e encontraram a porta do porão e então acanenando com a cabeça a abriu e mandou que os outros o seguissem. 
      
                                  
   Os outros agentes cercaram a casa e então deixaram pra que o mais velho deles entrasse na casa. Seguido por aqueles que mais confiava ele adentrou o imóvel e seguiu pela sala e não encontrou ninguém. Escutou risadas e fez sinal de silêncio pra seus companheiros. Eles seguiram por um corredor sempre atentos e com as armas na altura dos olhos. 
  Mais alguns passos e estavam na cozinha onde avistaram o procurado sentado na mesa com mais três amigos. Eles estavam bebendo e conversando. Assim que os viram eles se levantaram,também armados e apontando para os agentes. Nenhum recuava e nem atirava porque corriam o risco de serem atingidos. Mas uma coisa era certa. Só sairia um deles de lá vivo. 
   -Vocês acham mesmo que vão me prender?- ele soltou uma risada sarcástica acompanhada de um sorriso de lado. 
   -Não achamos. Nós vamos. -respondeu o policial sem se amedrontar com o mais novo,o que o deixou mais furioso ainda. 
    -Já tentaram antes e não funcionou.- ele arqueou as sombrancelhas como se desafiasse o outro. 
   -Não costumamos so só tentar,jovem. Agora abaixa essa arma e renda-se. -o policial voltou a falar. 
  O rapaz olhou pro mais velho surpreso e depois com ódio.
   -Acho que não.- e puxou o gatilho pra atirar.  Todos fecharam os olhos.Nenhum som foi ouvido. O rapaz sentiu algo gelado contra sua nuca e seus olhos até aumentaram pelo susto. O líder da missão estava atrás dele com sua arma apontado pra cabeça do criminoso e pressionando o gatilho pra trás. Qualquer movimento e BUM um tiro e ele estaria morto. 
   -Abaixa essa arma!- o policial ordenou e o mais novo depois de perceber que nada podia fazer resolveu obedecer. Seus amigos o olhavam de olhos arregalados e inacreditados. Detestava o olhar dele sobre si mas não havia nada que eles pudessem fazer. Ao se curvar pra colocar a arma no chão ele sentiu um chute nas costas e caiu de joelhos e com a cabeça baixa. O policial o segurou pela cabeça e começou a procurar uma algema. -Zayn Malik,você está preso por roubo,cúmplice de assassinato,tráfico,prática de rachas ilegais e falsificação de documentos. Você tem o direito de permanecer calado.Tudo o que você falar poderá ser usado contra você no tribunal. Você tem o direito a um advogado e se não puder pagar um o governo fornecerá um público. -dito isso suas mãos foram algemadas e o ele foi levado pra fora por dois policiais que o jogaram de qualquer jeito dentro da viatura. Seus amigos também foram encaminhados pra outra. 
   Malik não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. De novo. 
   
       
     Na manhã seguinte o delegado chegou por volta das 8:15. Seu assistente já estava de cabelo em pé lhe esperando,com vários papéis em mãos e mais o caso do prisioneiro pra resolver. Ele suspirou ao sentar em sua cadeira. Mais um grande dia pela frente. 
   -Senhor,o prefeito ligou. -Sr Pollter levantou o rosto instantaneamente pra seu assistente,que temia a reação do chefe. 
   -O que ele disse? 
   -Parabenizou-o pela prisão de Zayn Malik e convidou-o pra um jantar sábado,como forma de agradecimento pelo excelente trabalho. -ao ouvir aquilo o delegado só faltava soltar fogos pelas narinas de tanta felicidade. Contudo,por fora sua expressão continuou a mesma,serena e rígida. 
   -O que mais? -perguntou. O mais novo checou suas anotações mais uma vez antes de prosseguir. 
   -O senhor precisa autorizar a transferência do prisioneiro pra cadeia municipal. Assine aqui. -entregou-o um feixe de papéis e foi indicando onde o delegado deveria deixar sua assinatura. Após o que pareceu uma eternidade de assinatura o funcionário finalmente deixou a sala. 
    Do lado de fora o policial que cuidaria da transferência do Malik esperava pela permissão do delegado e após ter os papéis em mãos seguiu por um corredor extenso até chegar na cela onde Zayn estava detido. O preso encontrava-se sentado na cama com as mãos nos joelhos e a cabeça baixa. O guarda abriu a cela e ele levantou inclinou a cabeça atônito. 
   -Vão me liberar?- questionou com um pequeno sorriso irônico. O policial riu aproximando-se dele. 
  -Levanta. Você vai ser encaminhado pra prisão municipal Fox River. 

  
    Zayn não conseguia acreditar no que estava acontecendo com ele. Não que ele não estivesse acostumado a ser detido mas preso? Aquilo realmente nunca tinha acontecido. Ele fora muito idiota em acreditar que sairia dali na boa. E ainda tinha o fato de seus amigos também estarem ali. Estava preocupado com o paradeiro deles e queria saber o que aconteceria. 
   Ele abriu a boca pra questionar mas antes o homem fardado a sua frente já o puxava pelos braços prendendo suas mãos juntamente com os pés. Já tinha visto aquele corrente antes mas nunca pensou que um dia chegaria a usá-la. Ela prendia os pés e mãos ao mesmo tempo não deixando nenhum jeito pra fuga ou briga. Ele grunhiu quando sentiu o ferro apertar suas mãos. O homem o empurrou e ele quase caiu já que seus pés mal saiam do chão. 
   -Devagar,cacete!- rosnou pro outro que apenas o olhou de cara feia apertando seu braço. 
   Os dois seguiram pelo corredor e num certo momento Zayn pode ver seus amigos em outras celas. Louis e Daniel estavam numa cela juntos e assim que o viram foram ambos aproximaram da grade pra poder falar com ele mas do jeito que estava não tinha como parar. Do lado esquerdo Harry estava numa outra cela. 
   -Hey policial,será que não dá pra mim falar com eles,não?- Zayn parou olhando pro homem com sua melhor cara. Teria que convencê-lo de que não faria nada. O homem olhou-o meio desconfiado. -Só um pouco. Eles são meus amigos. -o homem suspirou. 
   -Dez minutos. -ele se afastou olhando no relógio e Zayn olhou pra Louis. 
   -Malik,o que tá acontecendo?- Louis perguntou claramente irritado e curioso. Zayn balançou a cabeça pro lado mordendo o lábio. Depois de um momento ele respondeu. 
   -Vão me levar pra cadeia municipal. 
   -O QUÊ??- Louis sempre discreto. 
   -Ah você sabe,Louis. Não faz essa cara,man. Isso vai ser passageiro. Eles nunca conseguiram me prender e agora não vai ser diferente.-disse com um ar de confiança exagerado do ponto de vista de Louis. -E o chefe deve que vai fazer algo a respeito. 
   -E se não fizer?- Daniel perguntou aflito. - Você pode pegar perpétua,Zayn! -disse mais alterado. 
   -Cala a boca,Dani!-ele retrucou estressado. Não queria pensar naquilo ou ficaria pior do que já estava. -Você acha que eu não sei disso,eh? Pois eu sei! -disse,a voz cheia de raiva. 
   -Você não parece se preocupar com isso. 
   -Ah é! Eu tô super feliz, não tá vendo? Olha minha cara de felicidade. -ironizou gesticulando com as mãos. O quanto dava já que as correntes mal deixavam ele se mexer. Daniel deu de ombros indiferente. Já era acostumado com o humor do amigo. -Claro que eu tô puto,Daniel. Mas o que eu posso fazer? Eu nem mesmo consigo andar direito. Isso aqui é uma merda!- mostrou as mãos algemadas. Os amigos fizeram caretas. 
   -Então o que a gente faz? Deixa você ir preso sem fazer nada? Você é nosso amigo. - Louis protestou inconformado. 
   -Isso mesmo!- Zayn respondeu sem delongas. -É exatamente isso o que vocês vão fazer. Nada. 
   -Você é louco! Quer mesmo ir preso? Aquilo lá é pior que o inferno. Diga o que fazer e nós faremos. -Louis continuou mas Zayn negou. 
   -Valeu,Louis mas não quero que façam nada. 
   -Qualquer coisa,dude. Eu não vou te deixar sozinho naquele pandemônio!- Tomlinson disse convicto e Zayn travou o maxilar. Sabia que ele não o abandonaria naquela situação. Eram praticamente irmãos. 
   -Eu já disse,Louis! Mas que merda,meu! Você se esqueceu do Harry? -indicou o cabeludo atrás de si,que escutava tudo em silêncio. -Ele precisa de você. -disse mais baixo. 
   -Eu sei me virar,Zayn. -ele se pronunciou pela primeira vez fazendo Malik encará-lo. 
   -Você sabe mas naquela família não. -Zayn voltou-se pra Louis. -Vocês são namorados e você é o único que pode ajudá-lo. Então é isso o que vai fazer. Não se preocupem comigo. 
   -Malik,seu tempo acabou. Andando.- o policial apareceu puxando pelo braço novamente. 
   -Até mais,dude. -Louis disse antes que o amigo desaparecesse pelo corredor a fora. 
    O policial levou Zayn até a rua onde um ônibus pequeno aguardava todos os prisioneiros que seriam transferidos embarcarem. Zayn entrou e sentou-se perto da janela. Queria ver a cidade uma última vez. Não sabia quanto tempo ficaria preso então,era melhor aproveitar o quanto antes. Talvez ficasse por lá até ser julgado mas,no final, seu chefe sempre dava um jeito de liberar todos seus empregados e com Malik não seria diferente. Pelo menos era o que ele esperava. 
    Quando o veículo se mexeu,Zayn encostou a cabeça no estofado do banco e apertou os olhos. Queria gritar e socar dez de tanto ódio mas, enquanto não podia fazê-lo,só restava-lhe esperar. Atrás dele,os outros prisioneiros conversavam e gritavam. Uma verdadeira arruaça. Nada do que Zayn não estivesse habituado mas naquele momento tudo o que ele queria era silêncio. 
    

  Ele não sabia ao certo quanto tempo tinha se passado desde o momento em que saira da delegacia até seu destino final. Chutava uns 35 minutos,contudo,não era certeza. Isso também não importava. Ele finalmente tinha chegado e não podia estar pior. O nervosismo e ansiedade o acompanharam a viagem inteira. Já tinha ouvido falar dá Fox River mas nunca fora ali. Só seus piores medos e sensações conseguiam ser despertados ao pensar que passaria um tempo-até o momento- indeterminado naquele ninho de demônios. Literalmente,já que ali estavam presos praticamente os piores criminosos da cidade e regiões. Zayn,no fundo não estranharia muita coisa, entretanto, viver como criminoso nas ruas de Nova Iorque era fácil já numa prisão quase que de segurança máxima era outra história. Rezar seria estúpido, segundo ele então não teve escolhas quando viu-se diante dos portões da penitenciária​ da cidade. Eram altos e fortes, com muros também altos em volta com cercas elétricas e arames farpados,torres de vigia e guardas armados que a todo instante olhavam pra todos os cantos à procura de algo suspeito. Engoliu em seco. Não tinha escapatória.  

O ônibus parou assim que entrou e mais policiais fardados e armados apareceram. Zayn já estava começando a se cansar dá cara deles. Todos de mal com a vida e com expressões de que não faziam sexo há 9372562 anos,pensou o mais novo e não conseguiu segurar uma risada. 

   A porta abriu e os prisioneiros do fundo foram os primeiros a sair. Eram mais velhos que ele. Alguns aparentavam ter mais de 40 e outros eram mais novos e dois pareciam ter sua idade. Não se sentiu tão ruim a respeito disso aliás no começo ele achou que só veria velhos por ali. 
   Ao descer os policiais mandaram-nos fazerem uma fila e então eles começaram a andar. Malik olhou em volta. Grades e mais muros. Do outro lado de uma grade,num gramado até bem cuidado,os detentos os observavam curiosos e desconfiados. Tinham mesas de madeira já gastas espalhadas e estruturas de arquibancadas pequenas. Eram muitos,talvez 50 detentos ou mais,Zayn não se importou. Ele estava mais preocupado em acompanhar a fila. 
   Lá dentro,foi-lhe entregue o uniforme, que ele não achou tão brega assim. Infelizmente,teve que entregar sua jaqueta preta e anéis,ele amava aqueles anéis mas o policial rabugento disse que aquilo podia ser usado como instrumento de briga ou bla bla bla que ele não ouviu direito. Contra a vontade ele colocou seus pertences dentro de uma bacia branca e trocou-se no lugar indicado. O uniforme era azul com uma blusa de mangas compridas por baixo. Ficou só com a branca levando a camisa azul consigo. 
   Em seguida os presos foram novamente levados pra mais um corredor e depois desse finalmente conheceriam sua vida dali pra frente. 
As paredes do lugar eram brancas e com pouca iluminação. Zayn avistou uma porta de ferro com grades no final e aí sua ficha caiu que ele realmente estava sendo preso. Precisou respirar fundo umas 200 vezes pra não perder a cabeça e espancar o homem a sua frente. Àquela altura já tinham sido soltos,em relação as algemas,e seria fácil fácil se meter numa briga,principalmente se  levasse em conta o seu temperamento esquentadinho. 
   -Boa sorte,novatos. -o guarda da porta disse assim que eles passaram por ele. Zayn não soube dizer se foi por simpatia ou só pra irritá-los. 
   Escutou o barulho de tranca e logo uma voz masculina soando num auto-falante. 
   -Zayn Malik,cela 32. -olhou em volta e achou a cela no andar de cima,à direita,era a quinta. Ele subiu as escadas e seguiu até ela em silêncio,ignorando todos à sua volta e todos os comentários que escutava. Uns nem sabia se eram direcionados a ele mas preferiu deixar pra lá. Quando chegou na em frente a cela um homem mais alto que ele,de cabelos marrons escuros e um piercing na testa apareceu na sua frente olhando-o de cima a baixa. Ele sorriu pra Zayn dando espaço pra que ele passasse e o fez. 
   O jovem examinou aquele cubículo fazendo caras e bocas até parar nas camas beliches. Queria ficar em baixo entretanto viu os lençóis desarrumados e revirou os olhos bufando. Subiu na de cima e deitou-se,tentando esquecer seu companheiro o olhando curioso. Tapou os olhos com o braço formando um > . 
    -Você é novo. -o outro comentou e Zayn abriu os olhos.- o que vocês jovens andam fazendo? Pensei que faculdades fossem mais interessantes. -e saiu dali deixando o garoto confuso.  


   Do lado de fora,onde ficava o gramado com as mesas um grupo de detentos conversavam sobre os novatos que acabaram chegar. Eles estavam espalhados pela arquibancada e uns até fumavam. 
   -O que você vai fazer com eles?- perguntou o loiro ao amigo. O outro deu de ombros com um sorriso no rosto. 
   -Não sei. -meneou a cabeça de um lado pro outro -Talvez deixe dessa vez eu seja um pouco bonzinho. O amigo riu. 
   -Você nunca é bonzinho com alguém,Liam. A não ser, é claro,se a pessoa tiver algo que você quer. 
   -Esse é ponto,Niall.- ele respondeu -eu quero muitas coisas. 



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