História Prison Of Love - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Rebecca_James

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Adúltero, Drama, Incesto, Justin Bieber, Revelações Fortes, Romance, Violencia
Visualizações 477
Palavras 1.717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Daniella está vestida com a roupa da capa. Esse capítulo teve uma inspiração nossa do livro "Como eu era antes de você". Esses dias eu li o livro e me inspirei, não tem colas ou algo do tipo. Só tem algumas palavras que é do livro por baixo das nossas. Não ficou muito igual. Inspiração é uma coisa colar algo e colocar seu nome por baixo é outra.
Boa leitura.

Capítulo 3 - Repentance


Fanfic / Fanfiction Prison Of Love - Capítulo 3 - Repentance

Pov's   Daniella Martins
Messes se passaram e ate agora não acredito que minha própria irmã me agrediu, como ela pode falar coisas tão absurdas como aquelas. Estou cansada de só eu cuidar da  família sozinha! Quer saber? Vou agora na Lan house e vou procurar um emprego. Vou conseguir uma casa decente, mas depois disso tudo um deles pelo menos tem que me ajudar, to cansada de sempre ser eu! Fui a lan house mais perto que tinha aqui perto, ao entrar percebo que que Syed (Um grande amigo meu) está a no caixa.  Aproveitei e dei um pulão em suas costas, o dando um puta susto. 
--Caralho!--Ele exclamou. Ao olhar para atrás, para descontar sua dor, ele me olha com um grande sorriso nos lábios. Não esperei o que ele ia dizer e o abracei forte, Syed corresponde.
-- Como você cresceu. Está um gostosão. Cuidado que eu mordo, hein.--Brinquei. Sua expressão era séria, mas logo risos escandalosos veio a tona.
--Idem, Dani. Idem. --Syed disse, tentando parar seus risos.--E o que faz aqui?
--Procurando emprego. Me ajuda?--Perguntei, fazendo bencinho. Syed não disse nada apenas foi um dos computadores e fez uma pesquisa.
--Vai ficar aí parada ou vai vir para ver algumas vagas de emprego?--Perguntou o mesmo. Fui correndo a sua direção e sentei-me ao seu lado. --Cacete, já sei. Conheço um emprego que é a sua cara. 
--Se for como catadora de lixo lhe dou uma voadora.--Ele me ignorou e começou a digitar. Nem olhei o que ele digitava, fui a maquina de doces e peguei cinco dólares de barras de chocolate.  Depois de comer, voltei a cadeira aonde eu estava.
--O que prefere: Administradora, Síndica de prédio...--Ele começa a dizer, mas antes de terminar, eu o corto.
--Pensei que fosse algo mais simples.
--Hum... já pensou em trabalhar na indústria de entretenimento?
-- Em que função? Assistente de mágico?
-- Não. Mas há uma vaga para dançarina de pole dance. Várias, aliás.
--Ha, muito engraçado, Syed, adorei.--Ele revirou os olhos e continuou vendo as vagas de emprego. 
--Ah, qual é, Dani? São trinta horas por semana. É claro que você deve receber muito bem.--Ele continuou a me zoar. Bufei irritada.
--Duas palavras: Não rola. Cara, eu vou desfilar apenas de calcinha para estranhos. 
Syed riu pelo nariz, continuando sua pesquisa. Peguei meu celular e comecei a tirar fotos dele para mais tarde fazer montagens. Tirei umas cinco fotos, logo ele percebeu e me reprovou pelo olhar.  
--Que tal ser supervisora de conversas adultas? Já é alguma coisa.--Olhe bem para ele. Reprovando seu ato. Ele encolheu os ombros.--Pensei que gostava de conversar com as pessoas.
--Tem um emprego aí que não mate meu pai do coração?
--Caralho, o emprego é para você ou seu pai? Quer dinheiro, não é? Seja prostituta então. Trabalha menos, ganha mais.
--Vou fingir que nem ouvi isso. Mas sério, o que mais tem?
--Nada de mais, a não ser vagas no comércio de varejo, com horário flexível.
-- Arrumar prateleiras à noite? -- Já estive aqui tantas vezes que sou capaz de falar a língua deles.
--Tem lista de espera para essa vaga. Quem tem filhos costuma gostar, porque combina com os horários escolares--Disse Syed, desculpando-se. Ele estudou novamente a tela.-- Então, só nos resta o serviço de cuidadora.
--Aff, aposto que é daqueles que tem que limpar bunda de velho.--Fiz careta.
--Você reclama de mais. Eu na sua pele estava agradecendo os Deus por eles darem um salário bom.
--Não sou boa em lidar com idosos, Syed. Meu avô mora conosco desde que sofreu os derrames e não consigo lidar com ele. Idosos são um porre, aprendi isso do pior jeito.

--Ah. Então você tem alguma experiência como cuidadora. Você cuida do seu avô...
-- Não é bem assim. Minha mãe faz tudo para ele. 
-- Sua mãe estaria interessada em trabalhar? Por que, tipo, ela bem bonita e atraente. Com certeza vai chamar atenção dos coroas.
-- Engraçadinho.
-- Não estou fazendo graça. Só estou dizendo a verdade, Daniella. 
-- Então quer que eu fique cuidando do meu avô? Não, obrigada. Aliás, agradeço por ele e por mim também. Não tem nada em algum café?
-- Acho que não há cafés em quantidade suficiente para que sobre um emprego para você, Dani. Podemos tentar o Scar Place. Você pode conseguir alguma coisa por lá.
-- Acha que eu seria muito mais convincente ao oferecer um Balde Scar Place do que um Chicken McNugget? Acho que não.
-- Bom, então temos de procurar algo ainda mais longe.
--Nossa cidade tem apenas três linhas de ônibus. Você sabe disso. Estamos no pior lugar de Los Angeles.  E você disse que eu devia procurar o ônibus de turismo, mas liguei para a estação e ele para de circular às cinco da tarde. Além disso, é duas vezes mais caro que o ônibus normal. E claro, não tenho dinheiro suficiente para isso.--Syed recostou-se na cadeira.
-- A essa altura, Daniella, eu realmente preciso dizer que, sendo apta e capaz para continuar a receber seu auxílio, você precisa...--Eu o corto
.-- ...Mostrar que estou tentando conseguir um emprego. Eu sei.--Revirei os olhos.
--Boa garota. Ah, isto aqui pode dar certo.--Dei  uma olhada da tela do computador. -- Acabou de aparecer. Neste minuto. Uma oferta de emprego como cuidadora assistente.
-- Eu já lhe disse que não sou boa com...
-- Não é com idosos, e muito menos com crinças. É uma vaga confidencial. Para ajudar na casa de alguém, e o endereço fica a menos de três quilômetros de onde você mora. “Cuidados e companhia para deficiente físico.” Você sabe dirigir?
--Mais ou menos.  Mas eu não vou ter de limpar o...
-- Não é necessário limpar bundas, Daniella. Isso não existe. Isso não é um Reality Show ou algo do tipo. Bom voltando a oferta... Ele é... Tetraplégico. Precisa de alguém de dia para ajudá-lo a se alimentar e para assisti-lo. Geralmente, nesse tipo de emprego é preciso acompanhar a pessoa quando ela quer ir a algum lugar, ajudar com coisas simples que ela não possa fazer. E sem dizer que o salário é muito bom, se não aceitar logo eu mesmo vou trabalhar para a esta tal família Bieber.
--Pelo o que diz aqui, só aceitam alguém que seja mulher.  E sim, eu aceito esse emprego.
-- Vou ligar para confirmar isso então. Se não precisar, você aceita fazer uma entrevista?--Ele perguntou com dúvida. Mas nós dois já sabíamos a resposta. Suspirei e peguei minha bolsa, pronta para voltar para casa.

Pov's   Justin Bieber
Eu estava pensando no que a Mônica disse, como ela pode fazer aquilo? E por que eu não fiz nada? E infelizmente, eu ainda amo ela.Eu sou um merdão, mas cara, foi 5  anos de namoro, eu ia pedir Mônica em casamento. Mônica mexeu comigo de um jeito que nem consigo decifrar. Eu quero matar ela e ao mesmo tempo quero beija-la. Eu nunca mais vou me apaixonar! O amor já me machucou de mais e da pior forma possível.Eu nem sei mais o que é o amor.
Eu todos os dias trago alguma vadia aqui pra casa pra ver se me esqueço dela. E pode ter certeza que é terrível. O  Chis ou Nolan me ajudam a me deitar e ....Você já sabe!

Der repente, uma das escravas de minha mãe aparece em meu quarto, com um grande sorriso no rosto. 

-Que cara é essa? Transou com o coringa por acaso?-Eu disse em um tom brincalhão. Ela me olha reprovando o que eu disse.
-JUSTIN! Você tem uma nova babá! --Aff mais uma pra coleção, aposto ser uma velha,gorda e idiota.
-Mais uma? Minha mãe não cansa ?-- Eu já estava começando a me irritar. A escrava encolheu os ombros de medo, mas logo voltou a sua postura de " segura de sí".
-Ela é bonita, jovem , simpática  e com certeza vai gosta!- Aquelas palavras me calaram. Obvio que é brincadeira da parte de Pattie, ela sabe como sou com as mulheres. Ela sabe muito bem que se algo acontecer com uma das cuidadoras ela será responsável.

-....Tem cara de quantos anos?- Disse  curioso.

--Ah, vou saber? Quem sabe é dona Pattie. Ela que tem o perfil da menina. Fui dá uma olhada e só consegui ver o pedaço da lateral do rosto da moça.

--Mas é uma incompetente mesmo, hein?! Tem que ficar mais esperta. Agora sai do quarto que tenho muita coisa para pensar.

A mulher sai do quarto e fecha a porta. 

Essa garota nem sabe o que esta por vim, além de ter sua vida como um inferno, vai ser estuprada por um deficiente.  Vou ter que da um jeito para ver se ela é gostosa, pegável ou...nojenta. Espero que ela seja pelo menos gostosa. Aí sempre que ela vier aqui vai ter que transar comigo querendo ou não.

-Ate que eu gosto da idéia.-Coloquei um sorriso vitorioso com malícia. --Fechei os olhos e imaginei como será a moça. 

 Pov's   Daniella Martins
Fui no orelhão aqui perto para ligar para Patrick, eu  estava com muita saudade dele. Ele quase nunca me ligava ou saía comigo éramos os tipos de namorados que quase nunca se falava, chegava a ser deprimente. Um dia ele tinha me batido por que  eu não queria transar. Eu o perdoei pois entendo como é ficar sem transar. Eu acho. (Sim sou virgem,com dezoito anos na cara e nunca transou) Eu gostava dele, ele sempre foi romântico, mas parece que foi só no comecinho da na nossa relação, Patrick esta muito diferente agora. Mas prefiro ficar quieta. Disquei o número e como demora. Logo ele atendeu.
-QUEM É? --Ele me deu um puta susto, mas por que todo esse mal humor? Chupou limão, meu querido?
-Oi para você também, Patrick- Gritei de volta.
-Oi Dani, quanto tempo. Mas o que você quer? Estou ocupado agora -Novidade, pensei.
-Estou com saudades e quero passar o tempo com você. E o que você esta fazendo para estar tão ocupado?- Ele demorou responder e ouvir cochichos.
-Trabalhando né, burrice!- Ouvi risadinhas femininas, não pode ser. Patrick nunca faria isso comigo, eu confio nele. ELE ME AMA!
-Ok beijo, te amo- Ele desligou o telefone na minha cara?! Já estou acostumada mesmo.
      No dia seguinte...
-Bom  está  na hora do arrependimento.



 

 

 


Notas Finais


So Guys, o que acharam?


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