História Prison Of Love - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~Rebecca_James

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Adúltero, Drama, Incesto, Justin Bieber, Revelações Fortes, Romance, Violencia
Visualizações 250
Palavras 3.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eiiiii, como vão? Estamos sumidas? I'm sorry pela demora! Mas como presente aqui está um capítulo enormeeeee

LEIAM AS NOTAS FINAIS É IMPORTANTE!

Capítulo 6 - Resignation


Fanfic / Fanfiction Prison Of Love - Capítulo 6 - Resignation

Pov's Daniella Martins
 
--Daniella, sei o que deve está pensando. Eu não lhe trair...--Patrick disse assim que chegamos no celeiro. Minhas lágrimas não paravam de cair, meu coração batia forte e minha raiva só aumentava. Senhor me ajude, o que mais pode acontecer em minha vida?  Patrick começou a se aproximar de mim, com um sorriso maldoso nos lábios. Fechei os olhos, os segurando para não desabafar logo ali, eu não vou fazer isso. Não na frente dele. Suas mãos foram para debaixo do meu vestido, um certo arrepio senti. E uma coisa eu tenho certeza: Vou ser abusada sexualmente por meu namorado.--Abra os olhos, Daniella.--Ele ordenou, não obedeci.--Abra a porra dos olhos, vadia.--Patrick abriu meus olhos a força e me jogou contra o chão.  Olho para frente com a esperança de conseguir levantar-me, dando a visão de Justin na porta do celeiro. 
--M-Me ajuda, por favor.--Eu implorei a Justin, minha voz saiu fraca diante a dor que me consumia. Justin começou a rir igual a um louco, Patrick percebeu sua presença e foi a minha direção. Próxima meta da vida: Não confie em Justin Drew Bieber, ele é um péssimo amigo e mal caráter.
--Porra cara, se eu soubesse que era para fazer isso com a garota, poderia ao menos me convidar. Quer um tipo de ajuda?--Aquele filho da puta do Justin disse. Como pude confiar nele? Ter amizade com Justin é o mesmo que fazer o pacto com o diabo. Patrick tinha um don para saber quem está mentindo e com certeza Bieber não estava.
--Se eu soubesse que temos os mesmos extintos, eu lhe convidava cara. Se quiser, a festa nem começou.--Patrick respondeu.  Não posso acreditar que vou ser abusada por um deficiente e um namorado desorientado~Pensei.
Os dois dois estavam conversando sobre como me acorrentar em um quartinho, aproveitei e fui engatinhando até a saída, provavelmente Pattie deve me ajudar. Justin percebeu que eu estava saindo e deu um sinal para Patrick.
--Hora. Hora. Já vai? Mas a festa mal começou.--Patrick veio a minha direção me puxando pelas pernas. Algum tipo de flashback passou pelos olhos de Justin, eu podia sentir.
Pov's Justin Bieber
Me lembrei do que Daniella me disse quando foi para jardim. Por mais que Patrick esteja errado, meu pequeno e escuro coração não me deixa ajudar Daniella, é como se algo me impedisse.  Por mais que eu me importe com Daniella, meu orgulho vai ser maior. Não ache que meu orgulho é algo que herdei da minha raiva, e sim por ser de nascença. Patrick fechou o punho e pegou Daniella pelo pescoço, o apertando. Não me segurei e comecei a rir. 
--Cara solta ela, se realmente gostasse dela não faria esse tipo de ação.--Eu disse. Patrick me olhou, ameaçando de a sufocar. Daniella estava aos prantos. Sua cara de sofrimento era a melhor.  Finalmente o pau mandado do Patrick a soltou, confesso me sentir aliviado.
--Nos vemos mais tarde, cadela.--Patrick disse se referindo a Daniella.  Comecei a rir igual uma hiena, minha boca vai acabar rasgando de tanto rir. Ele me lançou um olhar do tipo "não faça nada com ela, senão corto sua garganta". Devolvi um sorriso cínico e fui a direção a Daniella. 
--Foi bom, não é? Pelo lado bom ele não fez nada de mais. Para ser honesto, eu faria a mesma coisa. Tecnicamente.--Tentei a consolar. Ela me olhou indignada, fechou a cara, me deixando falando sozinho. Vagabunda. Faço de tudo para a ajudar e ela me devolve com facadas. Não é a toa que a "ex amiga" dela morreu. Deve ter morrido pela baleia-azul, alias quem não ia se matar com uma amizade dessas? 
--Nunca mais chegue perto de mim. Eu me demito, cansei de de você, não é atoa que ninguém lhe atura. --Daniella respondeu. Quem essa mini-vadia pensa que é para dizer isso comigo? Puta merda que ódio. Quero matar ela. Quero arrancar seu coração e o comer. Daniella saiu correndo para fora. Não vou atrás dela, como dizem o ditado: Um dia a caça o outro o caçador.
Pov's Patrick Cooper
Entrei em minha BMW 0 Branca e fui em direção a casa da cadela. Deve ter sentido falta, adoro cachorras que ficam correndo atrás de mim.  Coloquei uma música retro no volume máximo. A cadela vai surtar quando souber das novidades. Uma hora se passa e cheguei na casa da cadela. Entrei naquela enorme mansão, cada coisa mais insignificante que a outra. Cadela adora ostentar. Cheguei no escritório e lá estava ela, sentada na enorme poltrona, com as pernas cruzadas.  Chegava a ser sexy.
--Tenho noticias cadela.--Eu disse com um sorriso de lado nos lábios. Joguei seu aparelho de clonagem na mesa.  Ela me olha entediada.
--O que conversamos sobre me chamar desse jeito?--Ela perguntou. Me fiz de desentendido, a irritando mais. Mas sei com quem estou mexendo, abaixei guarda.
--Ok, desculpa ai, meu amor.--Beijei  sua bochecha. Cadela me devolveu com um sorriso debochado nos  lábios. 
--Desembucha, quais as novidades?--Tão delicada~Pensei.
--Daniella vai se demitir do emprego. O alvo conseguiu a deixar irritada no máximo, traindo sua confiança.
--Desse jeito que eu gosto, para comemorar, por que não tomamos um vinho branco?
--Por que sei que sei que você vai colocar veneno dentro.--Debati. Posso ser a pessoa mais impulsiva do mundo, mas tenho que admitir que adoro brinca com fogo. Ela se levantou e ficou atrás de mim.
--Então por que não sobe para o quarto número 13?--Ela sussurrou em meu ouvido esquerdo, me dando um certo arrepio pelo corpo.
--É desse jeito que eu gosto.-- Cadela pegou duas tarças de vinho branco em cima da mesa, me entregando uma.
--A desgraça de Bieber.-- Dissemos juntos e brindamos. 
Pov's Daniella Martins
Subi no meu quarto aos prantos, Pattie me olhou por um estante e revirou os olhos.  Peguei todas as minhas coisas e guardei em uma mala. Desci as escadas do décimo sexto andar, as empregas ficaram cochichando algo do tipo: " esse dia tinha que chegar", " Justin nunca vai mudar mesmo", " Um pena, ela ir embora".  Tentei ao máximo ignorar, mas é tão difícil. A família Bieber toda é racista, todos os empregos da mansão são negros (menos o segurança particular de Justin), se ninguém fazer exatamente o que eles mandam apanham muito. Ninguém aqui é "empregado" está mais para escravos. Eu adorava todos eles. Mesmo sem ter tirado uma palavra se quer com eles, eu os amava. 
--Aonde você vai menina?--Mary Margaret pergunta. Mary era a mulher mais doce e compreensiva do mundo. Como sei? Eu a observo todos os dias. Pode parecer estranho mas é legal. Ela é a minha "novela" favorita. Ela me deu um abraço apertado. Um abraço muito bom. Um abraço de mãe. Um abraço que nunca sentir.
--Me demitir.--Respondi rápido e abaixo. Para que só ela ouvisse. 
--Você falou com a senhora Pattie?
--Eu disse diretamente com Justin.--Ela me olha assustada. Minhas mãos tremiam para o que deve ser. Mas por que dizer a Pattie?
--Que isso menina? Enlouqueceu? Se Pattie descobrir que você saiu sem a permissão dela, ela vai ficar uma fera.
--Pattie? Mas ela é um doce de pessoa, não seria capaz de fazer algo de tão pura maldade. Eu sei disso, o pouco que convivi com ela já posso sentir o...---Mary me corta.
--Eu sei, acha que não sabemos? Antes de você chegar Pattie trazia outras garotas, não para cuidar de seu filho e sim da sua psicopatia. Aprenda: Não julgue o livro pela capa. Pattie é um mostro. Um mostro sem coração. Tudo por causa do pai de Justin, que a abandonou. 
--Olha não sei se posso confiar em...--Do nada as meninas ficaram caladas, Mary ficou paralisada. Olhei para trás e lá estava o ser mais bondoso que conheço. Ou acho que conheço. Pattie. Pattie lançou um olhar para a Mary. As meninas saíram correndo.  Mary se agachou no chão, ficando de quatro. Pattie pegou sua cinta de couro e uma correia que estava dentro de sua bota. Fiquei paralisada imaginando no que pode acontecer, Pattie não seria capaz dessa barbaridade. Pattie ficou atrás da Mary. E começou a bater sua cinta contra a bunda de Mary.  Não aguentei ver aquela maldita cena e empurrei Pattie.
--O que é isso? Menina insolente, eu a ajudo e assim que me  agradece? Tem sorte de não ser negra.--Pattie gritou.
--Pare com isso, Pattie. Vai acabar a machucando. Não vou permitir isso. E eu me demito.--Gritei. Senhor, como eu sou impulsiva e burra.
--Vá e não volte mais. Quero você longe do meu filho.--Sem pensar duas vezes aproveitei que a enorme janela  que estava ao lado de Pattie e a empurrei para baixo. Será que eu a matei? Não, os arbustos amorteceram a queda. Sai de perto da janela e ajudei Mary Margaret a se levantar. 
--Venha comigo. Vamos fugir!--Eu disse rápido, sem deixar ela responder, a puxei para fora da mansão.
Pov's Narrador

A casa de Mary estava situada nos arredores da cidade e a mesma era bem simples. Era uma casinha de madeira branca envernizada mas com um aspecto gasto. Mary abriu a porta e sentiu um pouco de complexos por a casa ser tão pequena mas o sorriso de Dani perante a situação fê-la esquecer-se disso. 

-Sinta-se à vontade. - Disse a mais velha.

-Com licença. - Disse Daniella adentrando a casa

-Temos visitas? - David pergunta a Mary aparecendo de outro lado da casa.

-Esta é a Daniella e ela ficará um tempo connosco por conta de uns incidentes na casa dos Biebers. Daniella, este é o meu marido David.

-Prazer - A mais nova diz., e  David apenas sorri

-Vou-lhe mostrar onde ficará e se poderá instalar o melhor possível.

-Agradeço - Diz Daniella e sai andando atrás de Mary que a leva até ao sótão da casa. Ali tinha uma velha cama e um colchão todo carcomido pelos ácaros.

-Não é grande coisa mas é tudo o que tenho. Vou-te dar lençóis para a cama. E poderás ir lá embaixo, no banheiro, lavares-te.

-É mais do que suficiente, muito obrigada! - A mesma diz. A mulher dá-lhe os lençóis e Daniella faz a cama para si. Limpou um pouco o pó que se encontrava naquela pequena divisão e decidiu descer para lavar a cara para ficar mais apresentável. 


Pov’s Daniella Martins


Tinha acabado de lavar a cara e ir retornar para a beira de Mary para, mais uma vez, agradecer tudo e ouvi um pouco da conversa dela com o marido.

-...mas não me agrada ter estranhos em casa. Nao a conheces de lado nenhum Mary, não sabes se é da mesma laia dos Biebers.- Dizia David.

-Ela é diferente, é só uma menina. Ela só trabalhava para eles porque precisava muito. Eu tenho impressão que ela nem mãe tem.- Mary insiste.

-Isso não significa que tens de fazer de mãe dela Mary!

-Estava a pensar que a poderíamos adotar.

-Estás louca?

-David, pensa nisso, nós não temos filhos podemos muito bem adotá-la. Família é sinônimo de felicidade tanto para ela como para nós. Pensa nisso, por favor, David.

Deixei passar um minuto de silêncio para ter a certeza que a conversa havia acabado e adentrei a sala.

-Já fiz a minha cama e lavei a cara. Estou-me sentindo bem melhor, obrigada. Algo que eu possa fazer para compensar?

-Eu queria fazer o almoço, precisava de ir às compras mas estou muito cansada. Alguma chance de você ir por mim? 

-Claro, isso não paga a sua gentileza. Eu vou, só me diz o que tenho de trazer.- digo. Ela se levanta, segue até à cozinha e me entrega uma lista de alimentos e algum dinheiro para pagar as despesas.

Saio porta fora e no caminho vou a remoer na conversa que ouvi. Era ótimo.ser adotada por eles. Não são ricos mas isso eu já estou habituada mas eles são felizes apenas com a companhia um do outro e isso é uma coisa linda de se ver. 

Chego no mercado e começo a ver tudo o que preciso de comprar. Estava quase a acabar a lista, só faltavam os ovos quando na pressa de os ir buscar esbarro noutra moça. Graças a Deus ainda não tinha os ovos.

-Me desculpa, eu sou uma distraída mesmo - Peço desculpa à menina a ajudando a levantar.

-Ah sem problema, a culpa foi minha também.

-Mais uma vez, desculpe - Digo saindo dali e indo pegar os ovos. 

Com as compras todas pagas, volto para casa feliz por ter feito algo por Mary. Chego e a mesma logo arruma as compras e me pede ajuda para o almoço.

-Convidei uma amiga minha para vir também, espero que não se importe. Ela tem uma filha que deve ter a sua idade também, Daniella.

-Oh, por favor, me trate por tu e me chame de Dani.

-Com certeza, agora descasca esses ovos cozidos Dani. - Ela diz e eu sorrio.

Logo as convidadas chegam e, com alguma vergonha, vejo que a menina da minha idade a quem Mary se referia. Era a menina que eu tinha esbarrado no mercado. 

-Olá, me chamo Samantha, mas pode me chamar de Sam. Penso que não tive a oportunidade de me apresentar quando cai no chão - Ela diz com humor.

-Pois, me desculpa. Sou a Daniella mas todos me chamam de Dani.

-Ai, não se preocupa com isso. Prazer em te conhecer.
Pov's Patrick Cooper

Depois de termos tomado toda a garrafa de vinho branco, sai da sala deixando-a por lá. Eu precisava me aliviar rapidamente e seria com a primeira que eu visse pela frente.

 

Já estava no local combinado com a garota, um motel. Entrei e pedi por um dos quartos, assim que recebi a chave fui até o mesmo e enviei uma mensagem a ela avisando-a. O quarto era muito bom, espaçoso, era uma suíte, no banheiro uma grande banheira com hidromassagem e no quarto uma cama grande, tinha até mesmo um espelho em cima dela, com certeza essa noite teria uma visão maravilhosa ali...

 

Pouco tempo depois que eu dei toda a checada na suíte, a mulher com quem eu tinha combinado de passar a noite chegou. Eu estava sentado na cama e ela estava parada de costas para mim, tinha acabado de fechar a porta e estava vestida como uma bela vadia, como eu imaginava, uma perfeita cadela.

 

– Você demorou... – Eu disse levantando da cama, caminhando até ela que se mantinha de costas para mim. Sua mão ainda estava presa à maçaneta da porta quando eu tomei a atitude de abraçá-la por trás.

 

– Mas agora eu estou aqui – Ela disse virando seu corpo para poder me olhar – Inteirinha pra você fazer o que quiser comigo – Ela sorria maliciosa enquanto passava o indicador desde os meus lábios até chegar à gola da camisa e puxá-la um pouco, se ela queria me atiçar: Conseguiu.

 

Nossos corpos estavam próximos, tão próximos que com o mínimo de esforço eu alcancei seus lábios, nosso beijo era rápido, de uma forma necessitada, queríamos sentir o corpo do outro da maneira mais intensa possível. Nosso ar estava acabando quando ela foi diminuindo a intensidade do beijo. Ela era habilidosa. Enquanto prendia meu lábio inferior com seus dentes, suas mãos chegaram até a extremidade da minha camiseta e foi puxando-a para cima, eu já sabia o que ela queria...

 

Minhas mãos acompanharam as dela fazendo os mesmos movimentos com as vestimentas de vadia que ela usava, quando minha camisa estava bem levantada quebrei o beijo e a tirei lançando-a ao chão. Ela tentou reatar o beijo, mas não dei tempo para isso, já estava forçando sua blusa decotada para cima. Depois de tirada sua blusa pude notar o quão gostosa ela estava vestindo uma lingerie da cor vermelho sangue, pura tentação.

 

Enquanto a beijava colei ainda mais nossos corpos e fui caminhando com ela para a cama, onde a empurrei até estar totalmente deitada, a cada segundo que passava eu ficava mais necessitado por estar dentro dela, por tê-la rebolando em cima de mim, eu queria ver o desejo em seus olhos, a prazer percorrendo seu corpo e ouvir seus gemidos pedindo por mais e mais. Ela me pegou de surpresa, invertendo as posições e ficando por cima de mim, terminando de tirar nossas últimas peças de roupa e principalmente chegando na última, aquela que nos impedia de ter mais prazer, minha boxer.

 

Suas mãos faziam um belo trabalho no meu amigo de baixo, ela sabia como dar prazer. Eu precisava receber e ela só queria dar, a dupla perfeita não? Quando pensei que não podia melhorar, seus lábios me tocam fazendo movimentos pra cima e para baixo sugando-o movendo juntamente as mãos.

 

– Isso vagabunda, coloca ele todo na sua boca – Seus cabelos estavam embolados em meus dedos enquanto eu a ajudava com os movimentos, eu queria sentir mais dela – Anda cachorra eu sei que você consegue – Nesse momento eu tirei sua boca do meu pau, a deitei na cama e fiquei por cima. Fui com a minha cintura em direção a sua boca – Abre mais essa boquinha que agora eu vou foder direito nela.

 

Ela foi abocanhando todo o meu pau e quando não conseguia mais eu o empurrei todo pra dentro, ela resistiu e tentou me empurrar já que estava praticamente engasgada com o meu membro

 

– Fica calma que você já acostuma – Ela parou de resistir – Isso relaxa a garganta que ele entra – Ela relaxou a boca e tudo deu certo – Pronto já foi, agora é só continuar chupando.

 

E foi isso que ela fez, depois de algum tempo me chupando ela relaxou um pouco, já havia se recuperado da minha brutalidade e agora estávamos eu deitado na cama e ela sentada ainda fazendo todo o seu trabalho no meu amigão.

 

– Isso, só mais um pouquinho que eu já to chegando lá – Eu dizia entre gemidos enquanto ela chupava só a cabecinha, que mulher mais sexy é essa? Conforme ela ia lambendo meu membro e rodando a língua bem na minha fenda, eu ia me aproximando cada vez mais do abismo de prazer.

 

– Já vai gozar querido? – Ela perguntou me olhando maliciosa, eu não a respondi – Hum? – Fechei meus olhos e apenas assenti movimentando minha cabeça, de repente ela parou com todos os movimentos.

 

– Por que parou? – Eu a encarava incrédulo

 

– Porque vamos terminar ali – Ela disse apontando para a hidromassagem

 

– Você quer ir pra lá é? – Agora eu lhe direcionava um sorriso sacana e ela o correspondia, eu me levantei da cama e lhe estiquei a mão – Então vamos...

 

[...]

 

– Ual você me cansou – Eu disse pra ela sorrindo enquanto ainda estávamos relaxando dentro da banheira depois de terminada toda a nossa brincadeirinha da noite, eu estava sentado com meu corpo quase por inteiro dentro d’água e ela sentada em meu colo virada de frente pra mim

– Você também me cansou, mas é um cansaço bom. – Ela dizia com um sorriso no rosto.

 


Notas Finais


Estou a divulgar uma fanfic para uma amiga, espero que gostem como eu gosto! @LittleGGomez

Link: https://spiritfanfics.com/historia/life-changing-7066331

Trailer:https://www.youtube.com/watch?v=0Fek2i5uNp4&t=92s

Voltando para P.O.L
Quem será que é a cadela?
Daniella mal entrou e já saiu?
O que acharam na ação de Justin?
Prometo que vamos postar o próximo capítulo mais rápido possível.


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