História Prison Of Love - Capítulo 3


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Categorias Angelique Boyer, Ariana Grande, Demi Lovato, Justin Bieber, Katy Perry, Phoebe Tonkin, Selena Gomez
Personagens Angelique Boyer, Ariana Grande, Barbara Palvin, Dallas Lovato, Demi Lovato, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Katy Perry, Personagens Originais, Phoebe Tonkin, Selena Gomez
Tags Adultério, Amor, Ariana Grande, Drama, Justin Bieber, Prisão, Romance
Visualizações 16
Palavras 2.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cap. pequeno más tá bom.
Relevam os erros.

Capítulo 3 - He is her husband.


Fanfic / Fanfiction Prison Of Love - Capítulo 3 - He is her husband.

San Francisco, Califórnia. (EUA).   16/02/2017.09:40

—Capítulo Dois.

Ponto De Vista Ariana Grande-Butera.(P.O.V)

Olho mais uma vez no relógio e percebo que são 9:40 da manhã, olho para para o lado e vejo Katy, copiando a matéria do quadro, ela olha para mim e da um sorriso, depois de pouco mais que meia hora a aula de história acaba e a professora de matemática entra,coloca suas coisas em sima da mesa dos professores. —Bom dia alunos. Falou sorridente,todos os alunos disseram juntos um bom dia fraco, nossa ô povo desanimado.              —Nossa gente, segundo dia de aula e já esse desânimo? Perguntou a professora com um leve tom de brincadeira, mas como toda brincadeira tem um fundo de verdade, todos da turma inclusive eu estamos super desanimados para o segundo dia de aula. —Ah professora, você sabe né, isso é normal ainda é terça-feira. Uma aluna do fundo disse.  —Não, não sei, eu estou super animada para dar aula de matemática. Falou e todos nos soltamos um gemido sôfrego. —Ah crianças nem é tão ruim assim. Falou e logo depois começou sua explicação,que por sorte eu estava entendendo

[...]

—Uh, graças a Deus é a hora do intervalo. Katy disse animadae eu ri.     —É Kaitya. Falei o apelido que ela odeia. —Não me chama assim, você sabe que eu não gosto. Falou emburrada.               —Desculpa gatinha. Falei com uma voz estranha, ela riu.                                         —Eu te desculpo coelhinha. Falou também com uma voz estranha. —Katy, você viu a Demi, ela ta sumida, não vi ela a manhã inteira. Falei olhando para os lados, numa tentativa falha de achar Demi.—Ah, ela deve está por ai você sabe que as únicas aulas que ela tem em comum com nós duas é Educação Física. Falou dando de ombros. —É Katy você tem razão. Falei tentando não me importar, mas estava sendo difícil.         —Katy pode ir na frente eu vou no banheiro. Falei e Kat foi na frente e eu virei para o caminho do banheiro feminino. Entro dentro do banheiro e encontro nada mais e nada menos que Bárbara Palvin, a namorada do menino por quem eu sofro de amores todos os dias e também a garota mais bonita e “sexy” da escola toda. Bárbara é uma menina linda não vou mentir, ela tem olhos azuis mas quando eu digo azuis quero dizer azuis mesmo, não são como os da professora de matemática que dependendo da luz ficam negros, os da Bárbara são azuis em qualquer luz, ela tem os cabelos pretos ondulados, um corpo esbelto, mas o que ela tem de linda tem de má, mas prefiro não entrar neste assunto. Entro em uma das cabines e faço minhas necessidades saio da cabine vou até a pia e lavo minhas mãos, em momento algum eu olho para a menina ao meu lado e que por milagre não tenta me humilhar, quando eu vou sair percebo que a Bárbara está chorando. Me viro e vejo que ela está com as duas mãos no seu rosto tentando abafar o barulho do seu choro, tentativa falha pelo visto. Reviro os olhos com esses pensamentos.           —Você está bem? Ouso pergunta, ela tirá as mãos do rosto e me olhá com um olhar matador. —Eu pareço bem? Perguntou sarcástica. —Nossa,desculpa eu só queria ajudar. Respondi com raiva, que garota petulante além de ser chata comigo todos os dias, ainda me trata mal quando eu tento ajudá-lá.—E não está ajudando, então saía. Ela disse e eu saí dali pisando fundo e bufando de raiva,fui na direção do meu armário não estava a fim de ir para o refeitório, a Bárbara consegue tirar qualquer um do sério apenas com algumas palavras. agh! Fico tão imersa em meus pensamentos que nem percebo que esbarro em alguém e caio no chão levando todas as coisas da pessoa a minha frente junto. —Olha por onde andá, garota, olha a bagunça que você fez. A pessoa a minha frente fala, e eu levanto a cabeça para olhar quem é e me surpreendo ao ver o meu professor gostoso,tão lindo, gosto...ah tá bom chega Ariana, pego suas coisas e levanto ele me olha de cima abaixo e suspira pesadamente e pega suas coisas saindo sem dizer mais nada e nem me dá a oportunidade de dizer um simples desculpa. —Grosso! Murmuro irritada, ando ate o meu armário, quando chego faço minha senha e pego meu livro de ciências que será a próxima aula, caminho até a minha salá e entro na mesma,ná sala tem alguns alunos vulgo nerds e idiotas vulgo eu, não que eu seja nerd eu sou o tipo de aluna que nem sempre tem as melhores notas e nem sempre tem as piores notas, sou sempre na média o que numa escola como a Edward Gyn é difícil mas eu sempre mantenho com medo de perdê a minha bolsa. Saio dos meus pensamentos quando escuto o som do sinal bater, olho no relógio só para ter certeza e fico surpresa ao ver que fiquei quase meia hora aqui na sala e nem percebi. —Vaca, por que não me avisou que iria ficar na sala? Kat perguntou entrando na sala e se sentando na minha mesa.—Desculpa é que eu fui no banheiro e lá encontrei a Bárbara e ai decidi ficar na sala. Respondi ocultando a parte que eu esbarro no senhor Bieber.—E o que aquela vadia fez com você. Kat perguntou brava, ela é a única que sabe o que eu já passei com a vadia da Bárbara. —Nada más você sabe que qualquer coisa que a Bárbara faz deixa qualquer bolsista lá em baixo. Falei e ela soltou uma gargalhada alta e eu a acompanhei colocando minha mão na minha boca,do nada enquanto estamos ali rindo o meu professor gostoso preferido chega, hã? mas agora é ciências. —Professor más agora não é ciências? Um garoto atrás de mim falou.—Uhum. O professor respondeu sem muito ânimo. —Então o que faz aqui? O mesmo aluno perguntou. —Se você ainda não percebeu eu também sou o professor de ciências. O Professor Bieber respondeu revirando os olhos,depois disso ele deu continuidade a sua aula.

[…]

—Você precisa que eu te leve para casa. Kat perguntou e eu neguei com a cabeça. —Eu vou para o hospital, minha prima Selena está lá. Falei sem muito ânimo. —Mas o que aconteceu ? Kat perguntou preocupada.                            —Adivinha? Perguntei com uma pitada de sarcasmo, katy mas do que ninguém sabe que a Selena já tentou se matar mas de uma vez.—Ela tentou se matar de novo né? Ela disse e eu assenti soltando uma risada baixa.—Ontem eu fiquei a tarde toda lá e o médico só veio para dizer que ela já estava fora de perigo e que ela estava sedada e que só permitiriam visitas hoje. Falei e kat me olhou com pena. —E você está morrendo de vontade de ir lá né. Kat ironizou. —O pior é que eu me preocupo. Falei, eu realmente me preocupo esse é o ruim porque é isso que ela quer, é chamar atenção de todos ao seu redor e as vezes eu fico pensando e se ela um dia ficar grávida e tentar se matar e em vez de matar ela mesma ela matar esse bebê, balanço minha cabeça tentando afastar esses pensamentos.—Isso é normal ari, significa que você é um ser humano. Ela disse numa tentativa de me confortá, uma tentativa falha já que eu não concordo em me preocupar com a Selena e esse sentimento é recíproco já que eu me preocupo com ela.—Ari se você quiser eu ligo para minha mãe e falo que eu vou te levar para o hospital para ver sua prima Selena, tenho certeza que ela não vai ligar. Kat falou com um pequeno sorriso no rosto. —Kat não precisa se preocupar, e o hospital nem é tão longe assim e você sabe que eu praticamente conheço San Francisco como a palma da minha mão. Falei e kat riu baixo e falou: —Ari você sabe que isso é mentira, porque você nunca foi a nenhuma praia. É esse é o único lugar que eu nunca fui na vida nem em L.A e nem aqui em San Francisco. — Ah kat isso é uma expressão. Falei fazendo um biquinho. —Uh, ela esta bravinha. Falou tirando uma com à minha cara. —Ah não, é que eu amo que tirem uma com a minha cara. Falei e olhei no meu celular vendo que já é minha hora de ir. —Kat eu tenho que ir. Falei um pouco triste.         —Tudo bem, me liga se precisar. Ela disse e eu assenti, kat foi em direção ao seu carro e eu fui andando em direção ao hospital.

No caminho para o hospital, fiquei pensando em várias coisas aleatórias até que um certo professor gostosão veio a minha mente, imaginei como séria beijar sua boca, como séria sentir seus toques pelo meu corpo, balanço minha cabeça tentando tirar esses pensamentos. —Que droga Ariana, pare de pensar essas coisas. Falei. —Falando sozinha, srt.Grande. Uma voz rouca fala no meu ouvido, me viro assustada e vejo que é apenas o meu professor gostoso preferido, coloco minha mão direita no lado do meu coração e respiro fundo pelo susto. —Você me assustou. Disse com um bico. —Desculpa querida, é que eu vi você falando sozinha e achei estranho. Ele disse, droga será que foi só eu que quase tive um orgasmos quando ele disse querida. —Uhum, tá. Falei sem muito ânimo. —Hum é...Tchau. Falei e me virei para continuar meu caminho, mas fui impedida pelo meu professor que segurou o meu braço. —Para onde você vai. Perguntou. —É então não que seja da sua conta, mas eu vou para o hospital Santa Mônica. Falei franzido a testá , por que será que ele quer saber para onde eu vou, será que ele está entereçado em mim,sorri com esse pensamento e o homem a minha frente franziu a testá. —Por que você riu? Perguntou confuso. —Por nada...é eu tenho que ir. Falei puxando meu braço e me virando para ir mas o meu professor me em pede mais uma vez e eu bufo de raiva. —O que você quer agora. Falei com cuidado para não elevar o tom de voz e parecer grossa, mas eu acho que falhou pela cara de indignado que ele fez. —Ah me desculpa se eu apenas queria te ajudar te dando uma carona, Mas se você não quer tudo bem. Ele disse e eu tive a maior vontade de rir, ah sério, que homem hoje em dia que quer ajuda uma mulher, se eu aparecer morta podem saber que foi um homem que queria me ajudar. —Muito obrigada,mas não precisa. Falei rude. —Tudo bem, desculpa. Disse e foi em direção ao seu carro que até agora eu não tinha percebido ali e saiu dando partida para sei lá onde, solto um suspiro e começo a andar novamente em direção ao hospital tentando pensar em tudo que se pode pensar apenas para não pensar não meu professor gostoso.

[…]

—Filha você demorou. Minha mãe falou quando eu adentro a grande sala que caberia no máximo setenta pessoas quer dizer- mentirá - no máximo trinta pessoas.—É que eu vim à pé e também tive alguns imprevistos. Falei e fui me sentar minha mãe veio logo atrás de mim se sentando ao meu lado. Depois de alguns minutos sentada ali vejo meu pai entrando conversando com um homem que está de cabeça baixa e terno- Nesse calor - O homem levanta a cabeça e eu consigo ver quem ele é.

Espantada,essa é a palavra que me define agora, só pode que ele está me seguindo, porque não, não é possível, como ele está no mesmo local que eu sempre. —Justin essa é minha esposa Joan Butera e essa é minha filha Ariana Grande Butera. Meu pai disse e o meu querido professor gostoso me olhou com a testá franzida e sorriu sarcástico, droga é agora que eu estou Ferrada,com certeza ele vai falar para o meu pai que eu o tratei mal, ele com certeza deve ter percebido o meu desespero por que virou o rosto para o lado tentando prender o riso e meu pai me olhou esperando que eu fosse educada já que minha mãe já tinha feito isso. —É um prazer conhecer o senhor. Falei emburrada e nem me dei o trabalho de levantar o braço, depois de pouco mais que meia hora um médico finalmente apareceu e pelo que eu reparei é o mesmo de ontem. —Parentes da srt.Gomez. O médico disse e imediatamente meu pai e o meu professor gostoso levantaram, eu estranhei essa ação de Justin pois a do meu pai eu até entendo mas e ele, o que ele é da Selena, agh! Meu Deus por que eu me preocupo ele não é nada meu que se dane e se ele for um amigo ou sei lá um primo. —Eu sou o marido dela, o que ela tem? O meu querido professor gostoso disse preocupado e meu queixo quase caiu, eu não acredito “ele é o marido dela...” o professor Justin é o marido dela.



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