História Prisoner Of Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bella Thorne, Dylan O'Brien
Personagens Personagens Originais
Tags Bella Thorne, Cecilia, Dylan, Romance
Exibições 6
Palavras 1.102
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero q gostem 💕

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Prisoner Of Love - Capítulo 1 - Prólogo

Cecília.

Sinceramente não sei como consegui levantar da cama, juro. Hoje seria o meu primeiro dia de aula, em um novo colégio. Estou super nervosa. Será que vão me receber bem? Será que vou conseguir me enturmar com as outras pessoas? Além dessas, várias perguntas rodeavam minha cabeça, e sem resposta alguma. Na noite anterior fiquei a madrugada inteira chorando, eram muitas mudanças na minha vida.

Antes de vir para São Paulo, eu morava em Campo Grande com minha mãe, mas e seu pai? Bom, meu pai morreu quando eu ainda havia quatro anos, em um acidente automobilístico, com a idade que eu tinha, não sabia direito o que havia acontecido, e anos depois minha mãe me contou e fui me conformando. Mas voltando ao assunto, quando eu ainda morava em Campo Grande, comecei a namorar um garoto, o Bruno, que pouco tempo depois descobriu que tinha leucemia, essa fase foi uma das mais difíceis da minha vida. Virava noites no hospital com ele, ia em todas suas quimioterapias, enfim, dediquei minha vida à ele, e por pouco não repeti de ano. Dois meses depois que ele descobriu a doença, ele veio a falecer.

Eu estava no colégio, quando cheguei em casa minha mãe me contou, foi como se eu tivesse levado várias facadas de uma vez.

Depois do falecimento de Bruno, minha mãe teve que vir morar aqui em São Paulo por conta de seu trabalho. Deixei meus amigos, meu colégio, minha vida para trás. Mas não a culpo por isso, afinal era o trabalho dela, e ela havia que me sustentar e sustentá-la também.

Vagarosamente, me levantei da cama e fui de encontro com a janela. Abri as cortinas e esperei encontrar uma manhã linda, pássaros cantando, mas foi ao contrário. O céu estava em um tom acinzentado, e como de costume, abri a janela e coloquei apenas uma mão para fora e bateu um vento gelado nela, me fazendo arrepiar por inteiro.

Andei até meu guarda-roupa e peguei uma blusinha branca, uma calça jeans escura um pouco rasgada na coxa e uma jaqueta preta. Coloquei as peças todas em cima da cama e peguei minha bota de coro preta colocando ao lado da cama.

Fui até o banheiro, fiz minhas necessidades e me despi. Entrei no Box e esperei a água esquentar, entrei embaixo do chuveiro sentindo aquela água morninha passando por toda a extensão do meu corpo.

Vesti minha roupa e me pus de frente para o espelho enorme que havia em meu quarto, me perguntando se aquela roupa estava bonita para o meu primeiro dia de aula. Penteei meus cabelos, deixando os mesmos soltos e desci rumo à cozinha.

 – Bom dia mãe! – depositei um beijo em sua bochecha.

 – Bom dia filha, dormiu mal foi? – passou a mão pelo meu rosto.

 – Não consegui pregar os olhos. – apenas falei isso e minha mãe pegou em minha mão e a acariciou.

 Depois que tomei meu café da manhã, fui ao banheiro. Escovei os dentes, passei um batom rosa bebê e passei meu rímel, o guardando no bolso direito da minha calça. Peguei minha mochila e desci as escadas.

– Tchau mãe! – gritei da sala.

– Tchau filha, vai com Deus!

Enquanto estava no ponto esperando o ônibus, avistei um garoto lindo entrando no carro de uma menina morena e também bastante linda. Enquanto eles passavam por mim, percebi o garoto me olhando e logo disfarcei mexendo no celular, típico de Cecília.

O ônibus veio e entrei me sentando no fundo do mesmo. Peguei meu fone e coloquei no rádio, estava tocando uma música que não sei qual o nome, mas mexeu bastante comigo. Fui o caminho inteiro com a cabeça escorada no vidro, com os olhos fechados e apenas escutando música, meu porto seguro.

Desci em frente a escola, maldito ônibus, por quê não podia descer no outro quarteirão? Não ia me importar de andar à pé, pelo menos eu já ia me preparando para dar de cara com pessoas completamente desconhecidas por mim.

Fiquei paralisada no mesmo lugar que havia descido, observando o lugar. Em um canto afastado, havia um grupinho de meninos e percebi que um deles era o menino que eu tinha visto mais cedo. Fiquei olhando para ele, que logo olhou para mim e percebi sua expressão surpresa, logo tratei de desviar o olhar. Observei também outro grupinho, que haviam umas quatro meninas, que me olhavam com desdém e cochichavam no ouvido umas das outras, me senti extremamente desconfortável e segui para dentro da escola.

Passei na direção para me informar de qual sala iria ser, acabei caindo na turma 12. Caminhei até lá e por sorte não havia chegado ninguém, escolhi uma carteira lá no fundo e me sentei, peguei meu celular e fui checar meu facebook.

Pouco tempo depois, alguns alunos começaram a chegar, e eu me senti extremamente envergonhada. Me ajeitei na cadeira e guardei o celular no bolso assim que vi o professor. Acabei descobrindo que agora era aula de Português e o professor pediu para me apresentar, odiei , mas fazer o que?

– Meu nome é Cecília, tenho 17 anos. – foi tudo o que consegui falar.

– Seja bem vinda, Ceci! – olhei para a pessoa que falou e logo percebi que era o garoto. Qual é, virou perseguição agora? Não dei intimidade para ele me chamar de ‘’Ceci" ! Eu apenas sorri em resposta e vi a tal garota, que supus ser namorada dele, o fuzilar com os olhos.

As três primeiras aulas passaram rápido. Logo bateu o sinal para o lanche e eu fui a última a sair da sala. Paguei meu lanche e sentei em uma mesa afastada de todos, até que vem uma garota morena em minha direção.

– Oi, posso me sentar com você? – perguntou a garota.

– Claro, senta aí – gesticulei para que ela sentasse.

– Cecília né? - assenti. – Meu nome é Giulia, também sou nova por aqui! - disse ela enquanto bebericava seu suco.

– Que legal! Acho que vamos nos dar bem! – sorri para ela.

O intervalo passou voando e eu e Giulia fomos para sala. Ela senta do meu lado e eu nem percebi, avoada do jeito que sou...

Agora teríamos aula de Ciências, minha matéria preferida, e a professora me parecia bastante legal, em vista que eu nunca me simpatizei com professores.

A professora estava explicando umas coisas lá na frente, mas eu nem estava prestando atenção, meu sono falava mais alto. Olhei para o tal garoto e pego ele olhando para mim, ele sorriu e eu fiz o mesmo. Foco Cecília, você veio para estudar e não para ficar de sorrisinhos com garotos que você mal conhece!    
 



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