História Private Hell - Newtmas fic - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, The Maze Runner, Thomas Sangster
Personagens Ava Paige, Ben, Brenda, Gally, George, Mark, Minho, Newt, Personagens Originais, Sonya, Teresa, Thomas, Trina
Tags Dylmas, Dymas, Lemon, Maze Runner, Minho, Newt, Newtmas, Teresa, Thomas, Tmr, Yaoi
Exibições 71
Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi Oi amores

Era para este Cap ter saído ontem, mas o site estava em manutenção e só agora eu tive tempo de vir postar.

Enfim, espero que gostem de um pouco de Newtmas :)

Boa Leituraa!

Capítulo 12 - With you


                 Point of View of Newt Sangster  

 

 

Receber ligações nunca foi algo comum na minha vida. E quando Thomas me ligou por volta das oito da noite com uma voz de choro horrível, posso dizer que foi algo extremamente inesperado.

 

Thomas não me disse o que tinha acontecido apenas perguntou se eu podia o buscar no lugar em que ele estava e é claro que aceitei. Após ele me passar o endereço sai de casa as pressas e fui o mais rápido que pude até o local desejado.

 

Chegando no local indicado, estaciono  minha Range Rover e saio da mesma. Procuro Thomas com o olhar e o vejo sentado em uma escadaria que dá acesso até um prédio.

 

Atravesso a rua e sigo até ele.

 

- Hey. - Eu o chamo obtendo a atenção dele.

 

Assim que o moreno me encara sou tomado por um enorme aperto no peito. Thomas está com os olhos vermelhos e um pouco inchados devido ao choro de antes e um sorriso fraco no rosto.

 

- Desculpa fazer você vir até aqui. - Ele sussurra. - Espero que seus pais não briguem com você.

 

- Não precisa se desculpar. - Eu comento me sentando ao seu lado. - E sobre meus pais, estou cansado deles.

 

- Imagino. - Thomas murmura dando um suspiro.

 

- Eu… eu nem sei como começar a te contar. - O moreno fala encarando o chão. 

 

- Não precisa contar se não quiser. - Eu o aviso.

 

- Eu quero. - Ele rebate me encarando. 

 

Thomas da um suspiro pesado antes de começar a falar.

 

- Hoje Chris e eu completamos um ano e quatro meses de namoro. - O moreno conta com um sorriso triste no rosto. - Vim até aqui para preparar uma supresa e encontrei ele com outro na cama. - Ele finaliza dando um riso forçado. - Sou um perfeito idiota.

 

- Não Thomas, você não é um idiota. Ele é que é um idiota por ter feito isso com você. - Eu exclamo sentindo meu corpo ferver de ódio.

 

Minha vontade é entrar dentro deste prédio e ir de andar em andar até achar o quarto do Chris e depois? Socar a cara dele até todo meu ódio sumir. Thomas é uma pessoa tão boa e pura. Ele não merece nada do que aquele babaca fez.

 

- Ei, não chora. - Eu sussurro passando meus braços em volta dele, numa espécie de abraço. - Ele não te merece. 

 

- Ele é um babaca… mas… está doendo sabe. - Ele diz com dificuldade devido às lágrimas. 

 

- Eu estou aqui e não vou deixar que nada te aconteça. - Eu o consolo. - Quer ir pra casa?

 

- Ainda não. - Thomas responde enxugando os olhos com as costas da mão.

 

- Vem, vamos dar uma volta. - Eu falo me levantando e estendendo a mão para ele.

 

- Vamos. - Thomas concorda segurando minha mão.

 

Seguimos até o meu carro e só quando eu vou pegar as chaves no meu bolso é que percebo que estávamos de mãos dadas. E a ausência da mão dele da minha causa uma sensação… estranha.

 

- Algum lugar específico? - Pergunto assim que entramos no carro.

 

- Não. - Ele me responde.

 

Ligo o carro e dou partida. Cogito ligar o radio mas desisto da ideia. Não sei para onde ir então não vou há lugar nenhum. Apenas opto por dar uma volta pela cidade.

 

Vez ou outra dou uma olhada no moreno ao meu lado. Thomas permanece em silêncio apenas olhando o mundo fora do carro, perdido em seus pensamentos. Não me atrevo a atrapalhar, então continuo em silêncio, mesmo na hora em que vejo uma lágrima escorrer pelo seu rosto.

 

- Acho... que é melhor eu ir para casa. - Ele pede depois de uns vinte minutos de passeio.

 

E é isso o que eu faço, dou meia volta e o levo para a casa.

 

 (...)

 

- Chegamos. - Eu anuncio assim que paro o carro em frente ao prédio onde Thomas mora.

 

- Obrigado. - Ele agradece dando um sorriso de canto. - E me desculpa por envolver você nisso tudo.

 

- Já disse que não tem que se desculpar, afinal somos amigos. - Eu rebato.

 

- Será… que você pode… - Ele começa a dizer e eu entendo o que ele quer falar.

 

- Quer que eu entre com você? - Eu pergunto e Thomas concorda fazendo um aceno com a cabeça.

 

Descemos do carro e nos dirigimos até o apartamento do moreno. Chegando no mesmo, Thomas espera um pouco antes de abrir porta. 

 

Respirando fundo o moreno finalmente toma coragem e a abre, adentrando a casa. Sigo o mesmo.

 

- Thomas? Você não ia dormir fora?  

 

Ouço uma voz feminina - provavelmente a mãe de Thomas - perguntar, o moreno apenas a ignora e sobe a escada que tem ali. 

 

Avanço alguns passos e então sou surpreendido por quatro pares de olhos me encarando. Reconheço um deles na hora, os grandes e lindos olhos azuis de Teresa.

 

- Han… Boa noite. - Eu falo sem graça, afinal é a primeira vez que venho aqui e que vejo os pais de Thomas. - Prazer, meu nome é Newt.

 

- O que aconteceu? - Teresa pergunta de modo sério.

 

- Chris. - Eu respondo.

 

- Segunda porta a direita. - A morena fala no mesmo tom sério de antes.

 

- Lincença e bom… foi um prazer conhecer vocês. - Eu comento e subo as escadas indo até o quarto de Thomas.

 

Uma porta a direita depois eu chego no quarto dele. Thomas se encontra jogado na cama abraçado ao travesseiro. Caminho lentamente até ele e me sento na beirada da cama.

 

- A Teresa ficou bem revoltada. - Eu comento.

 

-Com certeza ela vai querer ir matar ele amanha? - Thomas sussurra com um meio sorriso no rosto.

 

- Vou pedir pra ela me chamar quando for. - Eu falo com um sorriso de canto.

 

- Por que? - Thomas pergunta me encarando.

 

- Porque eu gosto de você. - Eu respondo de modo simples. - Você é meu amigo. Sempre me ajuda. E o que ele fez com você é inaceitável. 

 

- Eu também gosto de você. - Thomas murmura dando um bocejo.

 

- Pelo visto você está ficando com sono, Tommy. - Eu comento sorrindo enquanto faço um leve cafuné nos cabelos negros dele.

 

- Tommy? - O moreno questiona confuso.

 

- É, um apelido sabe. - Eu respondo.

 

- Eu gostei. - Thomas sussurra sonolento.

 

Continuo com o cafuné até perceber que o moreno pegou no sono. Me levanto da cama com cuidado para não fazer barulho.

 

- Durma bem, Tommy. - Eu sussurro antes de sair.

 

 Chegando na sala, encontro Teresa em pé no batente da porta. 

 

- Ele dormiu. - Eu aviso a morena.

 

- O que aconteceu? - Teresa me pergunta curiosa.

 

- Thomas foi até a casa do Chris fazer uma surpresa pra ele, e acabou encontrando o babaca na cama com outro. - Eu explico sentindo o ódio de antes percorrer meu corpo.

 

- Aquele babaca fez o que? - Teresa exclama incrédula. - Eu sempre soube que ele não prestava. Eu. Vou. Matar. Ele. - A morena completa raivosa

 

- Me chama que eu também quero matar ele.  - Eu comento.

 

- O Tom deve estar péssimo. - Teresa comenta com uma cara de triste. - Mas… o que você estava fazendo com ele?

 

- Ele me ligou. - Eu respondo de imediato. 

 

- Curioso. - A morena fala com um leve sorriso no rosto. - Newt, amanhã o Tom vai fingir que está tudo bem, mas no fundo ele ainda estará triste. 

 

- Eu tenho uma ideia do que fazer pro dia do Tommy amanhã ser melhor. - Eu conto com um sorriso maroto no rosto.

 

- Tommy? Curti o apelido. - Ela rebate maliciosa. - E qual a ideia?

 

- Quando eu chegar em casa eu te conto okay? Já está um pouco tarde. - Eu pergunto.

 

- Tudo bem. - Ela responde e me leva até a porta. - Obrigada por ficar com ele. - Ela agradece.

 

- Não precisa agradecer. - Eu comento sorrindo.

 

 Após me despedir de Teresa sigo direto para casa, afinal, amanhã terei um longo dia. Dia este que eu farei de tudo para Thomas se sentir melhor.


Notas Finais


Newtmaaaaaas

Sinto cheiro de novos sentimentos no ar ;)

Fim de semana tem cap novo e bom... beijar é bom e todo mundo gosta né? e.e

Até amoores

Nhac


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...