História Problemas: a história de uma emo - Capítulo 3


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Categorias Originais
Exibições 17
Palavras 665
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aqui está mais um capítulo de "Problemas: a história de uma emo"

Capítulo 3 - Um novo amigo?


Anteriormente:

Doutor: Luany, o horário de visita acabou.

Luany: OK.

Luany sai da sala e espera o doutor sair, quando ele sai, Luany lembra de como seu pai deixou sua mãe depois de saber sua doença, Luany desmorona no chão e começa a chorar!

Parando finalmente de chorar, Luany vai a caminho de casa, pois já é um pouco tarde, e não teria mais motivos continuar no hospital, chegando lá, Luany se depara com seu pai e sua atual namorada.

Amélia[Namorada]: Oi Luany.

Carlos[Pai]: (apenas olhando-me frio).

Luany: Iaí... ( Passei para meu quarto calada ignorando meu pai).

Jofuei-me na cama e fiquei encarando o telhado enquanto pensava em minha vida, Por que eu sou tão sozinha? Por que minha vida é tão sem graça? Por que minha mãe tem que sofrer? Por que meu pai não se importa com ela?... Essas perguntas sem repostas me sufocam o tempo todo, eu tenho vontade de gritar, gritar bem alto, eu sinto que estou toda hora gritando e chorando por ajuda, mas ninguém me ouve, ninguém me vê, é como se eu não existisse...

_-Na escola (intervalo)-_

Luany está no terraço da escola encarando as nuvens serem levadas pelo vento, até que alguém me interrompe.

??????: Oi!

Viro meu olhar para um garoto de cabelo curto e pintado de um roxo bem escuro, olhos azuis e um pele levemente bronzeada, diferente de outros garotos ele não usa a camisa do uniforme ensacada, e não usa a gravata, ele é um pouco mais auto do que eu.

Luany: Oi...

??????: Luany, né?

Luany: Ela mesma, e você?

??????: Thiago.

Luany: O que você quer?

Thiago: Conversar.

Luany: Sobre...

Thiago: Qualquer coisa... O que você faz aqui em cima? (Diz sentando ao meu lado).

Luany: Nada.

Thiago: E é legal?

Luany: Não.

Thiago: Então por que você faz?

Luany: O que mais eu faria?

Thiago: Eu posso te mostrar... (Dia pedindo minha mão, e eu ofereço, meu coração acelera... Por que?!). Vamos?

Luany: Vamos...

Antes dele me ajudar a levantar ele me olha profundamente em meus olhos e eu nos dele, eu estava achando tudo aquilo muito estranho, mas, confortável, era um sentimento e uma atenção que eu nunca tinha recebido antes.

Thiago: O-ok vamos!

Pós termos cortado nossos olhares ele me leva para uma estufa que a escola possuía, não tinha ninguém lá, era um lugar bem grande, que para minha surpresa ficava dentro da escola, eu achei um alívio que ele tivesse me levado para lá, aquele lugar tinha uma boa energia.

Thiago: Gostou do local?

Luany: Gostei... É bonito.

Thiago: Onde você mora?

Luany: Numa casa.

Thiago: Não diga! -_-

Luany: É sério.

Thiago: Então irei mudar a pergunta, posso te levar até sua casa depois das aulas?

Luany: Não vejo problema (mas por que tanta insistência?).

Trrrrrrriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmm!!!!!!!!!!!!

Thiago: É melhor a gente ir para a sala.

Luany: Tá.

Depois das aulas Thiago me levou para casa, eu achei bem diferente, mas achei confortável não falarmos nada durante o caminho, já que acabamos de nos conhecer não queria ficar de papo.

Luany: É aqui a minha casa.

Thiago: OK. Até amanhã Luany, foi legal passar esse tempo com você (ele começa a se concentrar em meus olhos de novo, aquilo é hipnotizante, não sabia por que ele estava fazendo isso).

Luany: Hm... Tá... Tchau. (Digo já entrando em casa).

Thiago: Tchau!

Entrando em casa estou sozinha novamente, meu pai como sempre no trabalho, como não tenho dever de casa, me arrume para ir ao hospital visitar minha mãe, mas primeiro fui ao abrigo dos idosos, e joguei uma partida com Cícero, enquanto Kabuto estava só olhando e bebendo [aquele cara é viciado nisso, como consegue? Isso faz tão mal!] Então depois disso fui até o quarto de minha mãe).

Luany: Oi mãe!

Mary: Oi querida! Como está?

Luany: Como sempre.

Mary: É sempre essa resposta?

Luany: Enquanto nada mudar, estará sempre, como sempre.

Mary: ... Novidades?

Luany: Mais ou menos... Mãe, como você se sentia perto dos seus amigos?

Mary: Há... Me sentia feliz, mas também havia uma mistura de emoções, se sentia companheirismo. Por que? Você tem amigos filha?

Luany: Ainda não, mas agora saberei quando estiver com um... (Eu senti quase Isso com Thiago, mas era diferente, será que tem outras maneiras de sentir amizade?). Obrigada mãe.

Mary: De nada querida!


Notas Finais


Espero que tenham gostado, 😘até a próxima. E se quiserem podem deixar alguns pensamentos sobre minha história nos comentários.


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